O Viajante De Animes
46 Cap 6 Second Season!
Notas iniciais
“Ah, que semana terrível...”
Pensei me jogando no cama depois de um dia daqueles. Roberto me enchia o saco mais do que nunca e insistia em ficar na sala comigo e com as garotas. Eu achei melhor evitar isso, pois por duas vezes eu vi Yuno com o canivete na mão e indo na direção dele.
“Não verdade eu não me importaria... Mas depois daria uma confusão daquelas...”
E para piorar eu havia recebido outra carta daquelas... Mas essa só dizia.
Tenho um presente para você...
“Deve ser coisa da minha mãe.”
Acabamos por nos aproximar bastante da Yume-chan. Ela era legal e acima de tudo adorava animes. Ela vivia dizendo que adorava o Minato, coisa que não sei como fazia ela acabar discutindo com a Yzuma sobre o Itachi ser melhor que ele.
Eu ainda não tava com fome, por isso só troquei de roupa e me deitei, fiquei escutando algumas aberturas de animes.
Meu celular acabou vibrando, eu vi que era uma mensagem da Yuno.
Yuno – Goshujin-sama
Serena – Não fique me chamando dissu!
Yuno – Gomen ♥
Serena – kkkkk O que foi?
Yuno – Sabe... Vcs tão demorando muito! Eu quero voltar logo pro nosso mundo! Aposto que o pessoal ta tudo preocupado cm vc e cm a Yzuma!
Aquela era uma questão delicada... Eu e Yzuma tínhamos evitado falar sobre aquilo essa semana, tínhamos um acordo de não ficar falando sobre... Ainda mais por que matar não era nada fácil...
Serena – Yuno-chan vc tem q entender q eu e a Yzuma-chan temos muito medo disso tudo sabe... Essas parada de matar o outros...
Yuno – Vcs tem que agir logo! Tem muita coisa que vc ainda precisa fazer! O que vai ser da gnt sem vc?!
Serena – Eu sei! Mas... sacomé né...
Yuno – Não! Não sei não! Ainda mais com aquele moleque perto de vc e passando a mão no seu corpo... Tenho vontade de matar ele.
Eu com certeza não duvidava que ela era capaz daquilo.
Serena – Vc sabe muito bem q eu só tom cm ele de zoeira.
Yuno – Vc q sabe... Então vou ter que apelar.
Serena – Yuno... O q vc vai fazer?!
Yuno – Ta tudo bem, n vo faze nada dmais...
Eu continuei tentando mandar mensagem para ela, mas ela não respondia. Aquilo me deixou meio preocupada.
“Espero que ela não faça nenhuma besteira...”
Pensei olhando para o celular. Eu me levantei com um pulo e fui tomar um banho, e como eu estava animada por causa da musica, resolvi tomar banho escutando ela. Coloquei o celular numa prateleirazinha do banheiro e fiquei dançando enquanto escutava a abertura do Naruto.
“Quando eu for pro mundo do Naruto vou mostrar algumas coisas pra eles! Será que eles vão aprovar as aberturas dos animes?”
Pensei dançando.
Willian – Konya no tsuki wa naze ka hitomawari ookikute...
Fiquei cantando ela da melhor maneira possivel o banho todo. Eu tinha o maravilhoso dom de conseguir aprender a cantar rapido as musicas japonesas. Ou achava que tinha.
Depois de algumas horas eu estava na sala jogando meu vídeo-game, quando minha chega.
Willian – Oi mãe!
Ela sorriu pra min depois de tirar o sapato fora e se sentar no sofá. Foi quando eu pensei pela primeira vez o que seria dela se eu a abandonasse. Eu tinha que pensar em uma solução para isso.
Claudia – Oi filha. Alguém me ligou?
Willian- Nop!
O dia se passou tranquilamente a meu modo. É claro que a meu modo eu quero dizer um dia totalmente sedentário sentado no sofá ou na cama vendo anime ou conversando. Antes de ir me deitar para dormir a noite, eu parei para pensar no que seria da minha mãe. Resolvi falar aquilo com a Yzuma.
Serena – Yzuma-chan, eu tava pensando... O que vai ser das nossas mães?
Yzuma – Ué! Eu ia deixar a minha aqui mesmo. Vc quer levar a sua?!!
Parei para pensar naquilo. Minha mãe ficaria desolada. Eu tinha que levar ela comigo. E ela sempre fez tudo o que podia por min, o mínimo que ela merecia era um palácio.
Serena – Hai! Vou dar uma maravilhosa casa pra ela no distrito Uchiha, já que não tem muita gente por lá mesmo!
Yzuma – Sua louca! O que o Sasuke vai dizer?
Serena – Não vai dizer nadinha pq ele devia agradecer o fato de eu querer levar alguém pra morar lá. Aquele lugar deve ta completamente abandonado.
Yzuma – Bom... Talvez vc esteja certa... Talvez eu também faça algo assim pela minha mãe... Agr q vc falou no distrito Uchiha, tava pensando em fazer o msm que vc. Uma casa lá seria bem legal, visto que lá deve ta mó tranqüilidade.
Serena – Aham! E além disso em Konoha ela vai ter a oportunidade de descansar... Nossas mães merecem isso!
Yzuma – Agr q vc falou ta cm toda a razão! Eu bato no Sasuke se ele diser algo a respeito!
Serena – kkkkkk acho que elas vão gostar do presente!
Yzuma – Mas e os empregos? Será q lá vai ter algum??? Pq elas não vão poder ser ninjas.
Serena – Ah... A gnt vê algum cm a Tsunade, se ela não der a gnt compra Sake pra ela e da dinheiro pra ela ir apostar.
Yzuma – kkkkkkkkk vc não presta!
Antes de me deitar para dormir naquela noite, eu parei assim que fui apagar a luz.
“Ah, por que eu parei?”
No momento seguinte um arrepio cobriu meu corpo. Havia algo errado...
Xxxxx
Professor – Vocês devem prestar atenção nessa parte, por que foi quando A URSS foi enfrentar os Nazistas, que naquela época...
Eu estava completamente concentrada na aula. Eu gostava muito de historia, era divertido. Ainda mais pelo fato de estar falando de uma guerra de verdade e que ocorreu. Aquilo me deixava fascinada. Ainda mais por ele estar falando da futura Rússia.
Foi quando uma bolinha de papel bateu na minha cabeça. Eu peguei ela disfarçadamente e a abri.
Vamo mata a aula depois dessa?
Roberto
A próxima aula era de geometria espacial. Só o pensamento de formar ângulos e somar a base vezes a altura e depois tirar a hipotenusa e o cateto daquelas porras já me deixava inclinada a aceitar. Assim eu me divertia com a cara dele.
Eu escrevi que sim no bilhete e dei um jeito de jogar de volta para ele. Vi de relance algumas funkeiras me olhando. Eu dei um sorriso, muitas delas passaram a me odiar por ter o Roberto como namorado, o que era mais que um motivo para me deixar feliz da vida.
Assim que o sinal bateu eu sei rapidamente de sala e esperei ele do lado de fora. Assim que ele saiu a gente foi rapidamente para o deposito do colégio. Para entrar lá tinha que ter chave, mas as vezes ela ficava na porta. Eu aviei a Yzuma pelo celular que fui matar aula. Ela falou que não era pra min abusar demais do coitado.
Assim que entramos, pois a chave tava na porta, ele a trancou. Eu me sentei em uma mesa velha que tinha ali e chamei ele com o dedo. Ele mal conseguiu segurar um sorriso.
Ele me agarrou com força e me beijou. Eu deixei afinal o coitado ficou esperando quase uma semana por isso.
Eu não achava aquele beijo bom nem ruim. Apenas fazia o que tinha que fazer. Enquanto isso eu escutava a respiração descompassada dele. Hoje eu faria ele sofrer um pouquinho.
Era mais que obvio que ele estava louco para me comer ali mesma. Eu tirei a minha blusa e fiquei só de sutian. Ele ficou louco.
“Será que é assim que eu fico com a Yuno-chan?”
Roberto – Posso?
Falou ele indicando o meu sutian.
Willian – Não. Quando eu quiser eu vou tirar.
E eu dei um pequeno empurrão nele, só que sem querer acabou que ele machucou o braço em uma mesa.
Willian – Ah! Foi mal!
Roberto – Dexa queto! Ta beleza...
Estava sangrando um pouco. Peguei o braço dele machucado. Por incrível que pareça o cheiro do sangue dele era algo tentador para min. Era um cheiro que me fazia querer provar o gosto daquilo... Chegava a ser hipnótico. Eu cheguei mais perto e lambi o ferimento dele, o que acabou por deixar o braço dele encostado em meu seio. Deixei ele pegar no meu peito, eu estava tão distraída por causa do gosto do sangue que acabei nem ligando. O gosto era maravilhosamente bom. Aquilo me deixou inconscientemente excitada. Eu queria mais, mas infelizmente eu não podia abrir mais o corte no braço dele. Aquele sangue era melhor do que qualquer coisa nesse mundo.
Willian – Se deite no chão.
Ele obedeceu e se deitou. Dava para ver um volume na calça dele. Eu não liguei. Eu montei por cima dele e logo me deitei em cima dele. Meu peito ficou colado com o dele, e para brincar mais com ele eu tirei o sutian e colei com ele novamente. Eu fui até o pescoço dele e mordi. Ele gemeu de prazer. Mas não era bem isso que eu queria. O braço dele estava sangrando novamente, eu lambi todo o sangue dele e voltei a lamber o pescoço dele. O gosto de sangue era tudo o que eu mais queria naquele momento. Eu mordi o pescoço dele mais forte.
Roberto – Ai!
Eu mordi mais forte ainda, eu diria que pela força eu estava quase arrancando um pedaço dele. Ele me afastou bruscamente do pescoço dele.
Roberto – Ei! Isso ta doendo pra... Mas... Seus olhos tão vermelhos?!! E o que houve com seus dentes?!!!
Eu nem liguei, montei em cima dele de novo e mordi o mais forte que eu consegui, ele deu um grito pavoroso e tentou me afastar. Agora eu sentia meus dentes entrando na pele dele, e logo em seguida um liquido delicioso entrando em minha boca. Enquanto isso ele gritava e tentava me afastar, mas pelo que parecia eu estava bem mais forte que ele. Prendi as mãos dele e continuei sugando o sangue dele. Era tão bom que aquilo estava me dando até mesmo prazer sexual. Eu estava até mesmo chorando de prazer, meus olhos estavam até meio tontos por causa da intensidade do prazer.
Roberto continuava gritando intensamente, alguém poderia ouvir aquilo, mas ele foi parando de gritar de pouco em pouco, sem duvida pela perda de sangue, eu senti que as mãos dele estavam mais frias. E logo ele já estava desmaiado no chão. E eu continuei o serviço e tomei todo o sangue dele, o que demorou um bom tempo. Assim que terminei eu me olhei. Eu estava sujinha de sangue, mas com um sorriso no rosto. E olhei minha calça jeans. Tinha uma mancha nela, sem duvida pelo orgasmo que eu tive durante essa experiencia toda. Eu limpei o sangue que havia em meus seios e chupei os dedos. Era uma delicia mesmo. Eu não conseguia nem pensar direito ainda. Me deixei cair em cima do Roberto.
“Que pena... Queria que tivesse mais sangue nele...”
Eu me levantei e coloquei meu sutian de volta e depois minha blusa. Eu fiquei olhando o Roberto caído ali no chão e cutuquei ele com o pé.
Willian – Ei! Acorda!
Ele nem se mexeu. Na verdade ele não fazia nada, pelo que percebi ele nem parecia estar respirando. Eu comecei a sentir uma pânico no meu peito. Eu me abaixei e conferi, ele não
estava respirando, na verdade...
“Ele ta morto...”
Eu me desesperei de verdade, segurei um grito. Eu tinha matado ele. E nem eu sabia o porque.
“Merda, merda, merda, merda,merda!!!! Por que eu fiz isso?!”
Eu fiquei andando de um lado para o outro ali. Qualquer pessoa com uma chave poderia entrar e ver aquilo. Eu tinha que me acalmar.
Eu peguei o meu celular e liguei para a professora Morrigan. Ela poderia me ajudar.
Willian – Professora!!!
Morrigan – Nossa! O que houve?! Você parece uma louca.
Willian – Vem aqui no deposito do colégio! Por favor e rápido!!!
Morrian – Ta bom. To indo.
Esperei uns quinze minutos, eu evitei ficar perto do corpo do Roberto.
“Ai meus deus... Ai meu deus... Ai meu deus... Eu matei ele... Eu matei ele... Eu matei ele... Eu sou uma assassina!!!! Eu sou uma assassina!! EU SOU UMA ASSASSINA!!!”
Minhas mãos estavam tremendo, eu não conseguia ficar parada, eu fiquei andando de um lugar para o outro no deposito pensando no que eu havia feito. Foi quando eu ouvi alguém batendo do lado de fora. Eu peguei a chave e abri a porta. Era a professora, eu a puxei para dentro do deposito. Assim que ela entrou ela notou o corpo do Roberto caído e completamente branco por estar sem nenhuma gota de sangue.
Morrigan – Você matou ele?! Pera... Seus olhos e seus dentes!
Willian – O que?!!
Eu toquei meus dentes com as mãos. Eles estavam maiores e pontiagudos. Eu dei um gritinho.
Willian – Que porra é essa?!
Morrigan – Caramba, não imaginava que você fosse usar seus poderes de vampiro por aqui!
Willian – Poderes de vampiro?!! Eu sou um vampiro?!
Ela coçou a cabeça com um sorriso.
Morrigan – Acho que eu esqueci de mencionar esse ligeiro detalhe né?
Eu estava bem perto de ter um treco. Eu era um vampiro... vampira. Eu tinha matado o Roberto. Ele ia morrer de qualquer jeito, mas não que fosse assim. Eu me sentia uma assassina.
Morrigan – Por que você não me diz o que aconteceu aqui em?
Eu contei pra ela o que a gente tava fazendo ali. Ela deu uma risadinha.
Morrigan – Ah! Se a Yuno soubesse disso! Ela morreria de ciúmes!
Willian – Isso não tem graça! Eu...eu...matei ele...
Morrigan – Grande coisa. Escuta, se acalma e vai pra sala ta? Deixa que eu cuido do corpo dele.
Willian – Me acalmar?!! Como?!! Eu nunca havia matado na minha vida e então...
Ela não deixou eu terminar dele falar, ela deu um sorrisinho pra min e me abraçou rapidamente. Aquilo havia me acalmado um pouco. Assim que a gente se separou ela me olhou com um sorriso.
Morrigan – Se acalma. Vai pra sala. Você ta muito perturbada com isso. Tenho uma surpresa pra você hoje, só que mais tarde, ta?
Willian – Ta bom...
Assim que entrei na sala, vi Yuno, Yzuma e Yume me olhando. Elas pareciam bem curiosas. Vi no entanto elas arregalando os olhos.
Yzuma – Que cosplay da hora! Onde conseguiu essas lentes vermelhas?!
Willian – Eu...
Yume – Pera... Seus dentes estao maiores? Ou é impressão minha?
Yuno no entanto ficou quieta, mas ela tinha um expressão seria no rosto.
Yzuma – Aconteceu algo? Você ta estranha...
Willian – No intervalo eu falo...
Yume – Você parece bem pálida, você ta bem mesmo?
Eu a ignorei e me sentei na cadeira, e me deitei. Eu não conseguiria dormir na aula, mas eu tinha que pensar.
“Eu sou uma vampira... Eu matei o Roberto...”
Eu tinha matado ele sem querer... Ou seria por querer? Afinal eu tinha adorado o gosto do sangue dele. Era delicioso, quase que um manjar de deuses. O gosto havia ficado gravado em meu paladar, era arrepiante e delicioso. E ainda por cima me proporcionava um imenso prazer sexual, coisa que eu nunca achava que iria acontecer.
“Nunca escutei historias de vampiros que tinham orgasmos por causa de sangue...”
E isso era bem estranho.
“Mas agora! As pessoas vão notar que ele sumiu! A família dele vai notar... Droga...”
O resto da aula eu fiquei em um silencio mórbido, quando uma das garotas me chamava eu fingia que não escutava. Até que infelizmente o intervalo chegou, e com ele eu suspirei.
Assim que a sala estava vazia, com exceção de mim, Yuno, Yume e Yzuma, elas vieram me interrogar.
Yzuma – Muito bem! Agora me conta o porque desse silencio e desse cosplay de vampira.
Willian – Err... Yzuma-chan.... Isso não é cosplay não... É de verdade mesmo.
Yume – Você ta bem mesmo Serena? Acho que você devia parar de beber todynho.
Foi quando me dei conta de que falei em voz alta e a Yume escutou.
“Ih! Caralho, agora ela vai manjar... Droga, será que vou ter de contar pra ela que eu sou uma viajante?!”
Yzuma – Para de zoeira garota! Conta a verdade.
Eu fui até a Yzuma e mostrei para ela os meus dentes.
Willian – Orre aaa ennnduuu??
Falei com a boca aberta.
Yzuma – Vendo o que garota? Só to vendo os seus... Ah caralho!
Yuno – Serena-san... Você é uma vampira né?
Falou ela com um sorrisinho no rosto. Yume nos olhava estranho, Yzuma me olhava assustada.
Yzuma – Caralho Serena! Desde quando você é assim?!!
Yume – Não acredito! Você é mesmo uma vampira! Vampiros não existem!
Willian – Não sei! Eu...eu... Matei o Roberto.
A sala ficou em um terrível silencio. De repente Yzuma xingou bem alto e pos as mãos na cabeça. Yume deu um gritinho, e Yuno se levantou e sai de sala com um olhar decidido.
Yume – Você vai matar a gente também?!!
Willian – Não!
Yzuma – Ah droga... Agora fudeu tudo mesmo... O que a gente vai fazer Serena?
Willian – Não sei! Droga... Eu... To assustada pra caralho...
Yume – O que é você?!
Eu fiquei olhando para a Yume assustada na minha frente e fiquei pensando por alguns segundos.
Willian – Ei! Yzuma-chan, vamo leva ela também!
Yzuma — Pra onde?
Willian – Pros animes sua cavala!
Yzuma – Você é louca? Ela nem é viajante!
Yume – Do que vocês estão falando?!
Eu fiquei de frente para a Yume.
Willian – Yume-chan, vou te contar uma historinha.
E eu resumi da melhor maneira que eu consegui para ela que eu e Yzuma éramos viajantes de animes.
Yume – Vocês querem que eu acredite nessa baboseira toda?!
Yzuma tinha um olhar de dar medo.
Yzuma – Então o negocio é o seguinte garota. Você vai vir com a gente querendo ou não, por que agora você sabe do nosso segredo e se você não quiser morrer com o resto desse colégio, é melhor aceitar isso de bom grado.
Olhei para Yzuma espantada. Nunca achei que ela fosse capaz de usar um tom tão frio e convincente. Ela tinha um olhar penetrante. Yume estava assustada.
Yume – Morrer... O que vocês duas vão fazer?!
Eu estava prestes a responder quando Yuno e Morrigan entraram na sala, carregando um monte de coisas, que logo reconheci como sendo minha bagagem com as armas.
Morrigan – Ta na hora. É agora ou nunca.
Eu concordei com a cabeça, eu tirei minhas armas das bolsas sabendo que o que eu iria fazer seria a coisa mais difícil da minha vida. Eu olhei para Yzuma ao meu lado. Ela tinha um olhar perdido em pensamentos.
Yume deu outro grito ao ver a gente armado até os dentes. Do bolso ela tirou um celular.
Yume – Vo ligar pra policia é agora!
Willian – Ah não vai não!
Eu fui até ela e tirei o celular da mão dela. Ela estava chorando, mas já havia discado para a policia. E eles haviam atendido. Eu rapidamente desliguei, pois eu sabia que eles poderiam rastrear a chamada.
Yzuma – Ta na hora Serena!
Yuno – Mas e a Yume-san?
Willian – Ela vai com a gente!
Morrigan – É melhor andarem rápido com isso!!
Yzuma – Pera... Como você foi até nas nossas casas e pegou as armas?
Morrigan – Eu tenho meus truques. Vamo logo! Assim que vocês terminarem lá em baixo, voltem aqui pra sala.
Eu fiquei olhando para a Yzuma. Eu vi que a mão dela tremia, mas não mais que a minha.
Willian – Vamos logo Yzuma. Nosso futuro depende disso.
Ela riu.
Yzuma – Será mesmo? Será que a gente não está se matando?
Willian – Não sei... Mas nada pode ser pior do que essa realidade sem graça.
Yzuma – Então vamos mudar isso.
E ela saiu correndo da sala, com a Ak na mão. Eu a segui correndo. Descemos uma breve escada que dava acesso ao pátio. Juntas nós paramos na porta que dava ao pátio. Nós respiramos fundo e conferimos os equipamentos.
Yzuma – Boa sorte.
Willian – Preciso mesmo é de um todynho!
Yzuma – E eu de um super calmante de tarja preta.
Eu ri. Juntas nós demos um empurrão na porta com o pé e o barulho da multidão de alunos aumentou. Nós fomos correndo e os primeiros alunos começaram a aparecer. Minha garganta se apertou, mas me mantive firme. E puxei o gatilho da arma. Ao meu lado Yzuma atirava constantemente. Logo mais alunos foram aparecendo. Eu tentava evitar desperdício de munição. Pelo menos uns 28 morrem por minha causa, os alunos foram correndo para o meio do pátio para evitarem serem mortos.
Yzuma – Vamos parar! Tenho que colocar mais munição nessa coisa!
Willian – Okay!
Esperei pacientemente ela trocar de cartucho. Para o azar dos alunos o nosso pátio era um circulo, aonde só havia saída por onde nós estávamos. Os que tentavam passar correndo morriam sobre nossas armas. O barulho de tiros eram intensos. Mas os piores não eram os de tiros. Eram os gritos. Os gritos de um aluno que implorava pela vida. A imagem da cara de medo dele na minha mente...
“Eu poderia estar no lugar dele agora...”
Mas eu não podia parar, se tinha um na minha frente, ele tinha que morrer. E assim se seguiu por vários minutos. No maximo uns sete... Dentre muitos deles eu vi o Marcos, que implorava para que eu parasse... Vi a Brendy, do qual chorava pelo namorado Marcos morto. Essas duas mortes me deixaram enjoada.
Deveriam haver ainda em torno de uns 200 alunos no pátio. Eu e Yzuma bloqueávamos a saída e atirávamos, as vezes tínhamos de ficar de olho aos professores, vários deles haviam tentado entrar e morreram.
Finalmente, nós paramos de atirar e recarregamos. Os alunos restantes nos olhavam com medo, não havia um naquele momento que não estivesse chorando. Eu finalmente olhei a pilha de corpos no chão. Aquilo me deu um enjôo repentino, eu cheguei mais perto de Yzuma, mas não consegui segurar o vomito, ainda mais ao ver a cabeça destroçada de um garoto que não devia ter mais de 14 anos. Eu vomitei ao lado de Yzuma.
Yzuma – Não é hora pra isso!
Eu limpei a boca.
Willian – Foi mal...
Ficamos olhando o restante dos alunos. Um corajoso se pos a frente.
Garoto – POR QUE VOCES ESTAO FAZENDO ISSO?! O QUE VOCES QUEREM?!
Ele chorava ao mesmo tempo em que gritava. Eu olhei para Yzuma, eu tomei a liberdade e dei um tiro no estomago dele. Ele caiu no chão com um grito. O resto dos alunos começou a gritar novamente implorando por deixarem eles viverem.
Yzuma – Vamos... Acabar isso logo...
Eu olhei para trás e vi ela vomitando no chão exatamente igual a min, mas ela tinha lagrimas escorrendo pelos olhos. Eu continuei atirando enquanto ela se recuperava...
Continuamos atirando até sobrar apenas alguns poucos. Eu já não me agüentava mais em pé, minha vontade era a de chorar, dormir, esquecer daquele dia, imaginar que havia sido apenas um sonho. Eu chorava enquanto via o resto dos alunos, que já havia desistido da vida, se ajoelhando no chão e rezando. Aquilo era demais para uma pessoa agüentar.
Willian – Já chega Yzuma.... Eu não agüento mais... Vamo embora.
Yzuma estava chorando mais que eu. Mas ela continuava atirando. Eu olhei em volta. Muitos,muitos,muitos,muitos corpos. Havia alguns urubus pairando no céu acima de nós. Até mesmo uma águia lá no céu veio descendo velozmente para ver a refeição que eu havia proporcionado a ela... Eu novamente olhei para o chão. Notei algo estranho no meio dos corpos. Uma folha branca... Acabei me lembrando da tal carta que o Lighting me enviou.
“Tenho um presente para você... Era o que dizia na tal carta...”
Eu comecei a ficar preocupada. Eu olhei para cima de novo e notei como aquela águia parecia bem maior a medida que se aproximava do chão. Havia algo bem errado ali. Yzuma ainda estava atirando nas pessoas.
Willian – Para Yzuma!
Ela me olhou chorando.
Yzuma – Você sabe que não podemos...
Eu apontei para cima, na direção da coisa que se aproximava da gente.
Willian – Olha...
A tal águia ficou bem maior. Foi quando eu escutei aquilo. Um rugido. Um rugido de um dragão.
Minha espinha se arrepiou. Yzuma soltou um suspiro do meu lado.
Yzuma – Só pode ser brincadeira...
O dragão era do tamanho de um ônibus, ou maior. Ele ficou pairando acima de nós, fazendo sombra no sol escaldante, ele era marrom escuro. Ele abaixou seu pescoço escamoso em minha direção. Era magnífico a criatura que se encontrava na minha frente. Ele deu uma risada, ou o que parecia ser uma risada. Os alunos que restaram gritavam mais ainda. Mas com uma voz extremamente alta ele disse:
Dragão — Dovahkiin... Niidro diist tiid zu'u koraav hi. Hi los sahlo. Hi los sahlo mun, hi praag wah dir.
“Dovahkiin?!!!”
Eu olhei para Yzuma sem entender, mas ela nao parecia saber bem o que via naquele momento. Resolvi arriscar.
Willian – Não entendo o que você fala.
Ele me olhou curioso.
Dragão – Você nem sabe nossa língua. Você não merece ser um de nós, por isso mesmo vou acabar com sua vida miserável.
Willian – Espere! A gente não pode conversar?
Ele riu de novo. Senti Yzuma pegando o meu braço, ela começou a me arrastar de volta para a porta. Atrás de nos eu escutei uma voz.
Dragão – Yol...
Atrás de nós os alunos ainda gritavam, quando foram queimados pelo dragão. Eu xinguei alto. Yzuma largou a arma e fechou a porta atrás de min.
Yzuma – Mas que inferno foi esse?! De onde saiu essa porra!?
Willian – Eu sei menos que você! Mas juro que aquela linguagem era a mesma de Skyrim...
Yzuma – Ta bom! Conversa depois e correr agora! E vê se larga essa coisa!
Falou ela apontando para a minha arma. Eu resmunguei e larguei ela ali mesmo no corredor.
Willian – Não seria melhor a gente continuar com as armas pra matar o dragão?!
Yzuma – Você quer matar o Dragão ou ir pra outro lugar logo?! Sem contar que a policia pode chegar aqui a qualquer segundo!
Nós voltamos correndo para a sala, assim que entramos, vimos Yuno, e Morrigan sentadas. Yume estava ao lado delas com uma cara de medo.
Morrigan – Vocês voltaram! Vamos?
Willian – Vamos logo!
Ela ficou de pé e fez um circulo de magia no chão. Nós todas entramos nele. Naquele breve instante parei para pensar.
“Tudo ta acontecendo rápido demais... Quem é esse tal Lighting?!”
Aquilo me fez pensar que até ontem eu estava dando boa noite a minha mãe...
Xx--- Rina ---xX
Eu acordei no meu horário normal naquele dia. A aula começava bem mais tarde, mas eu ainda estava acostumada ao horário de treinamento... Eu abri os olhos e fiquei olhando para o teto do quarto.
“Tédio...”
Tédio. Eram assim que se resumiam meus dias desde que o grande torneio de viajantes tinha acabado. Desde que Willian tinha sumido da minha vida, um grande rombo se formou no meu peito. Era complicado... E o pior é que gostava dele... Eu tinha me apaixonado por ele, e ele por min.
Eu me pus sentada na cama e levantei. Fiz uma serie complexa de alongamento, e me arrumei. Eu me recusava a esquecer o que eu aprendi. Todos os dias eu acordava e ia treinar no jardim da minha casa. E hoje não era exceção.
“Um dia eu ainda fujo dessa casa...”
Eu só não fugia de vez, pois meu pai já saberia onde eu iria. Logicamente eu iria salvar o Willian.
“Agüente mais um pouco nesse mundo Willian... Eu vou encontrar um jeito de sair daqui...”
Xxx
Rina – Ufa...
Clone – O seu lado esquerdo é mais fraco. Tem que ficar de olho nele.
Rina – Acho que eu já sei disso!
Eu estava treinando com a minha Buster Sword. Era uma boa copia da espada do Cloud Strife. Estávamos no jardim da minha casa. Era tudo repleto de verde e arvores.
Eu me preparei novamente para o ataque. O clone ficou me olhando e veio para cima de min. Ele usava uma kunai e eu minha espada. O som de metal se chocando enchia o pátio.
Clone – Futon: Kazekiri no jutsu!
Falou ele fazendo selos. Eu pulei para o lado e vi um vaso de flores se partindo atrás de min. E ele fez novamente o jutsu.
Eu fiz alguns selos.
Rina – Doton: Doryuuheki!
E coloquei ambas minhas mãos no chão, criando uma parede de tijolos. O jutsu do meu clone foi bloqueado pela parede. Eu imediatamente pulei o muro, mas o clone já me esperava lá, e ele me acertou na barriga com um chute que me fez perder o fôlego. Eu cai no chão com a mâo na barriga.
Rina – Ai...
Clone – Doeu muito??!!
Rina – Acho que sim sua anta!
Clone – Ei!
Agora eu teria que ir para o colégio sentindo uma puta dor... Me ergui resmungando e guardei a minha espada. Hoje seria um dia daqueles.
Naty – Nossa quem diria! Ela sabe lutar!
Eu me virei para trás e vi minha irmã, me observando com um olhar de desdém. Fiz questão de retribuir o olhar.
Rina – O que foi?!
Naty – Não te devo explicações sua fedelha. Se estou aqui é por que quero.
Ela usava uma roupa bem bonita, e na cintura dela tinha uma adaga presa. Eu conhecia aquela adaga. Olhei ela com pesar no rosto.
“Nossa mãe odiaria saber que você a usa pra isso...”
Naty deve ter reparado o meu olhar na direção da adaga e a sacou com um sorriso.
Naty – Uma pena que ela não é sua né? Ela só pode ir para as filhas mais velhas...
Rina – Grande coisa. Nunca quis ela.
Ela me olhou com um sorriso assassino. O tipo de sorriso com que eu cresci acostumada.
Naty – Sabe aqueles dias quando eu te assustava? Quando a gente era pequena?
Eu não respondi. Não me dignaria a isso. Minha infância com minha irmã era complicada. Ela já havia me batido milhares de vezes e uma vez quase me matou...
Ela riu de novo.
Naty – Naquele dia no seu quarto! Não canso de me lembrar da sua carinha de medo... Da sua cara implorando por viver e você se mijando toda na calça!
Falou ela rindo ainda mais.
“Filha da puta!”
Aquilo feriu meu orgulho. Agora eu estava com raiva. Agora eu não era mais indefesa.
Xx---Naty---xX
Minha vontade era a de gargalhar. La vinha ela de novo. La vinha ela tomar uma surra.
“Se bem que dessa vez estou louca pra deixar ela vendo a morte de perto!”
Ela já conhecia a minha fama. Eu era uma assassina e tinha muito orgulho disso. Eu era a melhor. Eu resolvia aquilo que atormentava o meu querido pai. Mas lá vinha a minha irmãzinha correndo em minha direção. Ela sempre foi o estorvo da família, sempre causando confusão.
“Uma merdinha...”
Eu corri na direção dela também. Ela sacou uma faca estranha. Nos chocamos com o som de metal contra metal. Ela tinha um olhar de raiva que me deixava louca de vontade de cortar aquele pescoço. Com a minha mão livre eu agarrei o cabelo dela e desequilibrei ela, dando um chute no estomago dela. Ela gritou, como eu adorava aquele som. Eu peguei o rosto dela e coloquei minha adaga no seu pescoço. Ela tinha um olhar de medo. Eu ri.
Naty – Que pena não é mesmo Rinazinha? Você perdeu de novo... Será que nunca se cansa?
No entanto eu escutei uma risada. Eu fiquei nervosa, ela ria mais ainda.
Naty – TA RINDO DO QUE SUA PIRANHA?!
Rina – Da sua cara!
Ela segurou meu braço com força, de modo que me prendeu no lugar. Eu nunca tive medo dela, mas agora eu não sabia do que ela era capaz. Eu olhei para trás e tomei um susto...
“O que é aquilo?!”
Xx---Rina!---xX
A lembrança daquele dia com o Naruto me vinha a cabeça...
Rina – Ei! Naruto-kun! Eu queria te pedir um favor!
Falei correndo na direção dele, ele estava prestes a entrar no Ichiraku. Ele me viu e deu um enorme sorriso. Eu já sabia que ele era afim de mim. Afinal quem não era?
Naruto – Rina-chan! O que foi?
Rina – Sabe Naruto... Depois daquela sua luta com o Pain, eu percebi que eu não tenho lá um jutsu muito forte sabe... E eu queria saber se você poderia me ensinar algum!
Falei com um sorriso largo. Se eu estivesse certa ninguém resistia a um pedido meu, coisa que me fazia rir.
Ele parecia pensativo. Para dar um empurrão nas coisas eu cheguei mais perto dele e colei meu rosto com o dele.
Rina – Onegaiiii!!! Naruto-kuuun!
O rosto dele ficou imensamente vermelho. Eu tinha ganhado.
Naruto – Ta bom... Mas eu não sei muitos jutsus fortes... Só sei alguns. Ah! Mas eu sei um jutsu que eu posso te ensinar!
Rina – VALEUU!! Valeu mesmo Naruto!
E para completar o pacote eu dei um beijo no rosto dele. Coisa que desde sempre faz ele dar um sorriso de bobo que me encantava.
Naruto – Mas primeiro a gente pode comer ramen?!
Rina – Claro! Eu adoro ramen! Você paga né?!
Juro que vi ele ficar tenso. Não entendi o porque.
Naruto – Err... Um instante!
Ele se virou e pegou uma pequena bolsa de dinheiro com a forma de um sapinho. Achei aquilo bem kawaii. Eu vi ele contando o dinheiro.
Rina – Tem algum problema Naruto-kun?
Naruto – N-não! Ta tudo bem! V-vamos comer?!
Rina – Ebaaa!!
Juntos nós entramos no Ichiraku e pedimos um ramen cada. Eu sabia que ele não tinha muito dinheiro e por isso resolvi pagar o que eu comi.
Depois de comermos a gente pagou a conta e fomos andando para a área de treinamento de Konoha. Mas antes ele parou em uma lojinha e comprou algo que ele não quis me mostrar. E depois chegamos na área de treinamento.
Naruto – Muito bem! Aqui estamos!
Rina – Que jutsu você vai me ensinar?!
Ele riu de um jeito levado, e do bolso tirou uma bexiga que ele encheu com a boca. Eu não entendi.
Naruto – O jutsu que vou te ensinar é um jutsu rank-A!
Eu fiquei uma semana treinando aquele jutsu. Na verdade demorei uns três dias para aprender, mas fiquei treinando algumas variações. Eu demostrei ele para o Naruto.
Rina – O que você acha?! Ficou bom?!
Naruto – Ficou incrível Rina-chan! Agora você tem um bom jutsu!
Eu rapidamente o desfiz e dei um gritinho de alegria, o Naruto ficou rindo. Resolvi dar um presente pra ele.
Rina – Arigatou Naruto-kun por me ensinar esse justu!
E dito isso eu cheguei mais perto dele e dei um breve beijo nele. A cara que ele fez foi muito engraçada. Ele parecia não acreditar.
Naruto – R-Rina-chan! V-v-v-você!
Eu dei um sorrisinho e mostrei a língua pra ele.
Rina – Esse é nosso segredinho!
Eu já estava indo embora, mas me lembrei de algo. E voltei para falar com o Naruto.
Rina – Ei... Naruto. Como é mesmo o nome daquele seu olho de sapo?
Ele ainda estava meio confuso.
Naruto – An? Ah! Você ta falando do meu modo Sennin! O que tem ele?
Fiquei pensativa por alguns segundos. Talvez fosse melhor eu dar uma passada na biblioteca de Konoha e aprender algumas coisinhas. E juntar isso com algumas informações do mundo do Willian.
Rina – Ah, nada não!
“Hehe...”
Com a ajuda de um clone eu fui correndo na direção da minha Irma. Ela teria o que sempre mereceu agora. Eu conseguia ver o olhar de medo dela. Eu dei um grito de fúria, um grito contido em min a muito tempo assim que o jutsu acertou ela no estomago em cheio.
Rina – Oodama Rasengan!
Ela gritou de um jeito horrível. E voou muitos metros para trás, acertando a estufa do jardim e quebrando varias coisas. Eu fiquei olhando a casa de vidro desmoronando em cima dela. Aquilo era toda uma vingança de muitos anos de medo.
Eu desfiz os clones e fui me encaminhando para casa. Eu tinha que trocar de roupa para ir para o colégio. Eu dei uma ultima olhada para a estufa caída. E aquilo ainda nem era o maximo dos meus poderes... E eu ainda estava trabalhando em mais algumas coisinhas.
“Ainda vai ter mais né irmãzinha?”
Pensei alegre.
Fale com o autor