O Viajante De Animes
38 Cap 38 Lovers
Notas iniciais
Xx---Rina---xX
Ambos caímos em cima de um telhado de um casa, eu olhei para ele, ele estava maravilhado com o que via. Estava um belo dia em Heaven. Ainda era de manha, mas logo ja seria meio dia.
Willian – É realmente lindo...
Eu dei um sorrisinho.
Rina – Vamos, por mais que eu queria ter evitado isso, preciso te apresentar ao meu pai...
Ele riu de um jeito estranho.
Willian – Ele não vai achar que você está apresentando um namorado?
Eu fiz um beiçinho.
Rina – É claro que não. Eu não levaria alguém tão feio assim.
Falei brincando.
Willian – Magoou meus sentimentos.
Rina – Como se você se importa-se comigo...
Falei baixinho.
Willian – O que?
Rina – Ah, er... Nada não. Vamos.
Eu desci do prédio com um pulo, a rua estava bem movimentada. Pessoas de todo o tipo passavam, lordes, servos, crianças... Enquanto íamos andando as pessoas me olhavam e cochichavam.
Mulher – Aquela ali e a Rina-sama?! Quem é aquele sujeito?
Homen – Deve ser mais um servo dela!
Eu ignorei aquilo e continuei andando eu olhei para trás, Willian parecia nervoso, mas de repente ele parou. Eu não entendi o porque e olhou para onde ele olhava. A loja de doces do Strauss.
“Ah, droga...”
Willian – Isso me traz algumas lembranças.
Rina – Fique de bico fechado! Ele não sabe até hoje quem pegou o maldito doce...
Ele riu e continuou andando, assim foi melhor. Continuamos andando com ele me seguindo. Eu não estava muito bem com a presença dele aqui em Heaven. Ele não estava aqui a passeio. Ele ia embora e eu não iria poder mais vê-lo. Nunca mais.
“Seria bom se eu aproveitasse meu tempo com ele aqui...”
Willian – Esse lugar é realmente incrível... Me lembra as casas da idade media.
Eu dei um sorrisinho, esperei ele notar de onde tinha vindo aquilo. Eu escutei um sino alto tocando, eu imediatamente olhei na direção do colégio. Esse sino era de lá, mas o que significava isso? A aula deveria acabar bem mais tarde.
Willian – O que foi esse sino?
Rina – Eu não sei. Acho melhor a gente se apressar.
Willian – Você ta estranha.
Rina – Eu... Eu to com medo.
Ele parou e segurou nos meus ombros, ele me olhava com aqueles olhos negros profundos... Acho que eu corei um pouco.
Willian – Medo de que?
Aquele poderia ser um dos últimos dias meus com ele... Resolvi falar.
Rina – De...De te perder...
Ele ficou com uma expressão de surpresa no rosto.
Willian – Me perder?
“Agora que já falei tenho que terminar!”
Rina – Eu... To com medo de te perder... Você é um baka. Eu já tinha falado o que eu sentia por você...
Ele se aproximou mais de mim e me abraçou. Era tudo o que eu queria naquele momento. Segurei fundo para não chorar.
Ele ficou fazendo cafuné na minha cabeça.
Willian – Daijobu Rina-chan...
Eu solucei fundo e chorei um pouco no ombro dele. Eu olhei nos olhos dele, eles me davam segurança. Embora Willian não queira nada romântico comigo ele sempre me protege...
Kirito – Rina?! Willian?!
Eu sai rapidamente do abraço, limpando o rosto. Kirito nos olhava estranho. Ele tinha o uniforme do colégio. Um terno azul escuro com o símbolo do colégio perto do peito.
Kirito – Foi mal. Não sabia que eu tava atrapalhando.
E saiu andando a passadas largas rua abaixo. Willian me soltou e foi até ele, eu fui atrás. Ele pegou Kirito pelo braço.
Willian – A gente só estava em um momento sentimental. Não é o que você estava pensando.
Kirito encarou Willian nos olhos, aquela cena me fez pensar em algo.
“Por que não consigo escolher entre os dois?”
Seria por que os dois eram incrivelmente afetuosos comigo? Carinhosos? Amigos? Gentis?
Kirito – Mesmo?
Willian apontou para mim. Kirito se soltou bruscamente da mão de Willian.
Willian – Nenhum de nós dois quer ver ela chorando.
Kirito me olhou pensativo, ele parecia bem cansado. Talvez estivesse estudando demais.
Kirito – Bom... Nisso você esta certo... Foi mal.
Rina – Vamos nos sentar na praça. É perto tanto de minha casa quanto da sua Kirito!
Kirito – Ah... Ta bom.
Juntos nós três fomos andando até a praça. No caminho eu parava de vez em quando para mostrar alguma coisa a Willian, ele parecia impressionado.
Ao chegarmos na praça a lembrança de Kirito me deixando ali me veio a cabeça, eu dei um gritinho de frustração. Kirito deu uma risadinha.
Kirito – Sua memória é muito boa mesmo Rina.
Rina – Ah, calado...
Nos sentamos em um banco de madeira, do nosso lado havia um belo jardim com um chafariz.
Kirito – Então... por onde eu começo? Rina, você esteve sumida.
Rina – É... Graças a ele ali.
Kirito – Como assim Willian?
Willian – Estivemos treinando. Rina foi de grande ajuda para mim.
Kirito – Meu pai disse que te viu ontem no castelo.
Rina – É... Ele tem um jeito muito carinhoso de tratar as mulheres.
Kirito – Meu pai falou que não conseguiu ser mais rude por que o Rei tava olhando.
Falou ele com um sorrisinho. Eu suspirei.
Rina – Qualquer dia eu peço desculpas a ele também...
Kirito soltou um assovio e olhou para Willian.
Kirito – O que você fez com ela? Lavagem cerebral?
Willian deu uma risadinha.
Willian – Me falaram que quando ela foi levantar da cama ela tropeçou e bateu a cabeça em uma mesa, deve ser por isso que ela ta assim.
Rina – Isso não tem graça! Só aconteceu uma vez! Aquela maldita da Reynalle...
??? – Olhem só garotas! Vejam se não é a princesinha em pessoa, ou defunto pelo jeito!
Eu olhei para quem tinha dito aquilo, eu sabia que quem tinha pronunciado aquilo teria uma morte lenta e dolorosa sobre minhas mãos. Ao olhar para frente não vejo ninguém menos que Teresa. Loira, rosto de boneca, olho azul céu, corpo magrinho que usava um blazer azul com o símbolo do colegio. Uma de umas ex amigas. Atrás dela tinham mais duas garotas que não reconheci. Ao meu lado Kirito suspirou.
Kirito – Teresa! Não te disse para ficar no colégio?
O tom de como ele disse aquilo me espantou profundamente. Ele disse aquilo quase que com carinho.
Teresa abriu um sorriso que parecia incrivelmente gentil e veio abraçando o Kirito do nada. Em seguida os dois se beijaram profundamente. As duas garotas que acompanharam Teresa deram umas risadinhas. Mas isso não interessava. Aquela cena, de ver o Kirito e a Teresa juntos abriu um buraco no meu peito que nem mesmo o rasengan do Naruto faria.
“O que essa piranha ta fazendo?!!!!”
Assim que eles se separaram do beijo, dava para ver as línguas deles se separando, até mesmo uma pequena ponte de saliva unida nas duas línguas quando elas se separaram, não sei se foi por eu estar vidrada naquilo, mas eu vi o rosto da Teresa vermelho, da boca dela ainda escorria saliva. Aquele tinha sido um beijão, eu tinha que admitir.
Rina – Mas o que é isso Kirito?!
Pude sentir um braço me segurando. Era Willian, ele tinha uma expressão preocupada.
Willian – Calma Rina...
Rina – Calma é o cassete! Que porra é essa Kirito?!
Kirito me olhou inocente já Teresa tinha um sorrisinho no rosto.
Kirito – Eu meio que...
Teresa – Estamos namorando a 1 ano!
Naquela hora me lembrei de uma cena que presenciei uma vez enquanto eu e Sakura treinávamos com Tsunade. Tínhamos saído em uma missão em equipe. Enquanto andávamos um cara metido a macho tentou agarrar Tsunade a força, e pegou no peito dela. Ela tinha dado um soco tão forte nele que ele atravessou duas casas inteiras e quebrou as costelas. Me perguntei se eu conseguia fazer o mesmo ali.
Rina – Namorando?! Com ela?!
Kirito – Er... Eu ia te contar...
Rina – Ia mesmo é?!
Teresa – Ora, perdeu princesinha! Não quis esse lindo! Então eu meio que peguei ele pra mim!
Falou ela com um sorrisinho que tive vontade de alargar com uma kunai.
Rina – Logo com essa vadiazinha Kirito?!
Ele se levantou revoltado, eu só tinha visto ele assim no dia em que tinha me abandonado.
Teresa – Vadiazinha?! Ta achando que é quem sua cadela!?...
Kirito agarrou ela pelo ombro.
Kirito – Deixa que eu resolvo Teresa. Rina, não vou deixar você falar assim da Teresa!
Falou ele decidido, novamente aquela sensação de que eu tinha acabada de ser abandonada novamente pelo meu amigo. E ele saiu de perto andando com Teresa e as amigas. Com um maldito sorriso no rosto.
“So pode ser brincadeira... De novo... Fui abandonada. Que legal...”
Eu esperei ele sair de vista junto de Teresa. Bater nela não resolveria. Eu me levantei do banco e caminhei em direção a uma arvore que tinha ali perto.
Willian – Rina?
Deu para ouvi ele se levantando, mas eu não liguei. Assim que cheguei na arvore eu concentrei chakra na mão e com um grito de fúria eu dei um soco na arvore, que foi arrancada do chão e voou vários metros para trás. Eu chorei baixinho ali aonde a arvore havia sido arrancada.
Willian – Se sente melhor?
Rina – Não... Merda!
E pela segunda vez naquele dia eu estava chorando de novo. Chorar era para os fracos. Eu não podia chorar... Mas agora eu ficaria sozinha. De novo. Eu fui até Willian e o abracei.
Rina – Willian?
Willian – Hai?
Rina – Você já se sentiu sozinho nessa vida?
Xx---Willian---xX
A primeira coisa que me veio a mente quando ela perguntou aquilo, foi um garoto em uma sala de aula, um garoto solitário que não tinha amigos de verdade. Que conheceu a desgraça da traição 2 vezes seguidas. Que já desejou a morte varias vezes. Que se perguntava diariamente o que viera fazer no mundo. Qual era o seu propósito? Qual era o caminho a ser seguido? O por que de ter tanto medo de ficar sozinho? Eu tinha mais medo disso do que da morte. Ficar sozinho.
Willian – Acho... que sim.
Eu abracei ela mais forte.
Willian – Te conto um segredo se você me contar do que você tem medo Rina-chan.
Ela tentou parar de chorar no meu ombro e me olhou nos olhos. Aqueles olhos arregalados, eu passei a mão no rosto dela para limpar as lagrimas.
Rina – Um... Segredo?
Willian – Sim...
Ela ficou em silencio mas logo desabafou chorando ainda mais.
Rina – E-eu não quero ficar mais sozinha! Tenho medo! Não agüento mais! Não de novo!
Esperei até ela parar de chorar um pouco.
Willian – Eu nunca contei isso para ninguém... Mas eu tenho medo de ficar sozinho também. Não agüento mais a solidão. É insuportável... Uma agonia sem fim. Ninguém nunca estar lá para te apoiar quando você precisa... nunca ter alguém ali para te tirar desse sofrimento...
Rina – M-mesmo?
Falou ela fungando.
Willian – Quer outro segredo? Eu já quase me matei uma vez. Eu não conseguia agüentar mais viver em um mundo como aquele. Aonde eu só sofria...
Eu realmente nunca tinha contado isso para ninguém, eu guardava esse tipo de coisa nas profundezas do meu ser. Era o tipo de coisa que eu esperava levar pelo resto da vida.
Ficamos ali abraçados um bom tempo. Por mais que Rina pudesse ter me traído ou não, ela era a que mais me compreendia...
Eu dei uma risadinha.
Willian – Se lembra do que Pain dizia?
Rina ela me apertou mais forte.
Rina – Que atravez da mesma dor podemos nos compreender... Alguma coisa assim... Não me lembro muito bem por que ele explodiu a vila sabe...
Se eu estivesse em uma cama de hospital naquele exato momento, e o que eu estivesse passando agora fosse ilusão, eu não queria que aquele momento com a pessoa que me compreendia acabasse jamais... Me controlei para não chorar ali. Me lembrar do passado não era algo fácil... Eu passei a mão pelo cabelo dela, ela me olhou com os olhos marejados, eu dei o sorriso mais gentil que eu pude e fui aproximando lentamente meu rosto do dela. Ela me olhou assustada e antes que pudesse fazer algo a respeito eu a beijei. Beijei do mesmo modo que Kirito tinha beijado a tal garota agora a pouco.
Ela me abraçou mais forte ainda, eu não sabia se tinha alguém olhando mas eu não ligava. Até que algo molhado me atingiu, eu soltei uma exclamação assim como Rina. Pelo que parecia o jardim tinha um sistema automático de irrigação. Eu estava com a blusa molhada. Rina soltou um palavrão, aquilo me fez dar uma risadinha. Nós saímos de perto dali e nos sentamos em outro banco aonde tentamos limpar as nossas roupas. Eu deixei meu olhar cair em Rina, ela parecia bem melhor do que ha alguns minutos atrás. Ela levantou o olhar para mim e ficamos nos encarando.
“Acho que meu rosto ta vermelho...”
Rina – Seu rosto ta meio vermelho...
Willian – O seu também...
Ela riu e chegou mais perto de min.
Rina – Você ta caidinho por min não é?
Willian – Claro que não...
Ela deitou a cabeça no meu ombro e ficou assim. Ela se aconchegou pertinho de mim.
Rina – Posso te pedir uma coisa Willian?
Willian – Claro.
Ela agarrou meu braço.
Rina – Quer ser meu namorado enquanto estiver aqui em Heaven?
Sinceramente eu fiquei de queixo caído com aquele pedido. Eu nunca imaginei uma garota pedindo para me namorar, ainda mais a Rina.
Willian – Você... Quer namorar comigo?!
Xx---Rina---xX
Ele tinha uma cara de confuso, mas parecia feliz. Claro que eu jamais faria um pedido desse se eu não soubesse que ele iria embora. Eu queria ao menos ficar junto dele nesse pequeno tempo.
Willian – Bom... Por mim tudo bem.
Eu dei um gritinho e abracei ele.
“Aleluia! Consegui! Hoje eu solto a franga!”
Eu olhei nos olhos dele, ele ainda estava meio confuso. Eu nem liguei, eu sentei no colo dele. Ele ficou com o rosto vermelho.
Willian – Rina!
Eu dei um sorrisinho.
Rina – O que?
Willian — Você ta no meu colo!
Rina – Sim e dai?
Ele ficou sem palavras, não era para menos. Eu jamais faria aquilo com outra pessoa. Eu estava feliz sim, já tinha até esquecido daquele momento atrás, aonde eu chorava. Willian era mesmo a minha alma gêmea. Eu até mesmo deixei naquela euforia minhas orelhas de gato saírem.
Eu fiquei olhando para Willian com um sorriso.
Willian – O que foi?
Rina – Nada, adoro te olhar sabia?
Willian – To ficando com vergonha... O que deu em você?
Rina – Nada! É que resolvi fazer tudo o que eu sempre quis com você! Sabia que eu já te espiei tomando banho?
Willian – O QUE?!
Rina – É verdade! Mas... Sabe é tão médio... Fazer o que, a gente tem que se acostumar com o que tem mesmo.
É claro que falei aquilo brincando, eu já tinha visto mesmo e estava longe de ser médio. Ele me olhava com os olhos arregalados.
Willian – Tem certeza de que eu sou o tarado aqui?!
Eu fiz um bico.
Rina – Claro. Você tem um harém cheio de servas, você é o tarado. Eu só te vi tomando banho algumas vezes.
Willian – Algumas vezes?!
Rina – Hai! Afinal ninguém é de ferro! Sou mulher, mas também tenho meus momentos de perversão.
Ele deu uma risada estranha.
Willian – Escutar isso vindo de você é algo assustador. Eu to com medo.
Eu fui até o ouvido dele e soprei de levinho, ele tremeu.
Rina – Eu se fosse você, aproveitaria isso. Nyah...
Willian – Nyah?
Eu puxei o rosto dele e dei um beijo nele. Eu estava querendo aquilo a tanto tempo que nem dava intervalos para ele respirar. Se me segurou mais forte e me beijou com mais vontade ainda. Como eu estava no colo dele, debaixo de minha perna eu senti algo crescendo. Eu fiquei meio surpresa mas deixei para lá, isso era coisa de garoto. Assim que nos separamos ele estava meio tonto.
Willian – Nossa...
Eu dei uma risadinha.
Rina – Tem algo duro aqui em baixo!
Ele ficou vermelho. Que kawaii!
Willian – Gomen...
Rina – Vou perdoar só dessa vez. Mas se quer saber to feliz por isso.
Willian – Feliz?!
Rina – Claro. É legal saber que eu te deixo excitado!
Willian – É serio... Você ta me assustando...
Eu fiquei seria.
Rina – Prefere que em vez disso eu te bata, como antigamente?
Willian – Err... Prefiro assim mesmo. Você é muito tsundere...
Rina – Eu não sou tsundere!
Willian – Ah não?!
Rina – Não!
Willian – Não?
Rina – Não!
Willian – Não!
Rina – Já chega disso!
Willian – Já chega disso!
Rina – Ta me imitando?
Willian – Ta me imitando?
Rina – Eu sou gay!
Willian – Você é gay!
Rina – Baka! Agora você não repete né?!
Ele riu.
Willian – Sou meio lerdo, mas não sou burro!
Aquilo estava muito estranho mesmo, estava uma conversa bem legal.
Rina – Sabe quando você tem a sensação de ta esquecendo de algo?
Willian – Ah, deve ser por que você ia me levar ao seu castelo e a gente ficou nesse namorico.
Eu botei as mãos na cabeça.
Rina – É mesmo! Eu esqueci disso!
Mas eu não tava com vontade nenhuma de levar ele ao meu castelo agora...
“Vou aproveitar primeiro e depois a gente resolve isso!”
Willian – Sabe, ainda estou meio confuso. Eu simplesmente fui te ajudar agora a pouco te consolando e agora sou seu namorado.
Rina – Relaxa meu gato, você acostuma.
Ele me olhou e deu uma gargalhada.
Willian – Meu gato?!
Eu dei um sorrisinho para ele.
Rina – É! Eu sempre quis chamar meu namorado assim! É tão sexy!
Willian – Ta bom então... Gatinha.
Rina – Não! Só eu posso te chamar de gato por aqui. Eu sempre fui uma gata, então não tem mais graça.
Ele riu.
Willian – Mas sabe... Quando você começou a gostar de mim?
Eu parei para pensar... Eu havia começado a sentir algo por ele em Skyrim...
Rina – Acho que foi em Skyrim. Naquela época eu sentia um pouquinho de ciúmes de você com a Kelly. E mais tarde em Konoha rolou aquele nosso primeiro beijo... Ah! É mesmo!
Eu me levantei do colo dele e peguei uma kunai, que com ela eu cortei meu dedo.
Rina – Kuchyose no Jutsu!
No chão apareceu o meu Seph-kun, fazia tanto tempo que eu não o via. Eu o peguei no colo e o abracei.
Willian – Nossa, você ainda tem ele!
Eu voltei a me sentar no colo dele.
Rina – Claro! Ele já me fez muita companhia em momentos tristes...
Falei me lembrando daquele momento depois do beijo em Konoha...
Rina – Nossa... A gente era tão diferente naquela época de Konoha...
Willian – Era mesmo... A gente mudou muito.
Eu dei uma risadinha.
Rina – A gente discutia todo dia, era um saco e quase não tinha comida na geladeira!
Ele riu.
Willian – E você vivia querendo ramen... Quando não era isso, você ficava mimando o Sasuke e o Naruto!
Eu fiz uma careta.
Rina – E você ficava fazendo “aquilo” com a Sakura... Pervertido...
Willian – Você é a pervertida por aqui! Você me via tomando banho! Eu nunca fiz isso com você!
A gente riu junto.
Willian – Sabe Rina, um dia eu quero voltar a viver em Konoha com você, como naqueles dias, mas só que com comida na geladeira sabe.
Eu dei uma risadinha fraca, minha alegria diminuiu um bocado...
Rina – É mesmo... Um dia...
Eu sacudi a cabeça.
“Não! Tenho que aproveitar hoje o melhor que eu posso!”
Rina – Vamos dar uma volta por ai?!
Willian – Mas não temos que ir no castelo?
Rina – Se formos você é capaz de não sair mais, então hoje vamos ter um encontro! Talvez mais tarde você vá ao castelo comigo!
Willian – Seu pai não vai reclamar?
Rina – Foda-se ele! Ele não ta merecendo minha presença lá ultimamente!
Eu me levantei e dei um pequeno giro, eu estava feliz demais.
Xx---Willian---xX
“Ela está linda... Parece uma diva... Espera, o que?”
Aquilo estava me confundido demais... Eu estava apaixonado mesmo pela Rina. Eu estava namorando com ela... Ela era a pessoa certa para mim. Eu ainda estava tentando entender o que tinha acontecido ali, o que tinha acontecido comigo. Eu tinha todo um plano para acabar com Heaven e ele foi por água abaixo. Por causa dela. Eu não queria fazer mal algum a ela.
Eu me levantei e dei um sorriso para ela.
“Esse dia ta muito estranho. Arranjei uma namorada não faz nem 1 hora!”
Willian – Ta bom então. A onde vamos?
Ela ficou pensativa.
Rina – Tem um lugar que eu fui uma vez! Lá é bem quieto e tranqüilo ainda mais em um dia ensolarado como esse!
Willian – Mesmo? A onde é isso?
Rina deu um sorriso.
Rina – Você vai ver! Tente me acompanhar!
Falou ela correndo, ela pulou em cima de uma casa e me esperou lá em cima. Eu imitei ela e pulei em cima da casa, ela ia mostrando o caminho enquanto nós corríamos por cima das casas, fomos nos afastando mais da cidade. Logo o que restou foi um grande campo aberto, o verde ali era predominante em todos os cantos. Ela desceu da ultima casa e foi ainda correndo na direção do capo aberto. Eu a acompanhei e juntos fomos para o meio do campo. (Musica)
Ela parou no alto de um pequeno morro, aonde tinha uma arvore. Ela sorriu para mim e se sentou na base dela. Eu a alcancei e fiquei de frente para Rina. Eu olhei em volta, tinham alguns animais soltos nele, algumas vacas, galinhas e ovelhas. A cidade estava a nossa frente. Dava para ver a tal escola da Rina e o Castelo dela. Eu me sentei do lado de Rina.
Willian – Um campo aberto?
Rina – Hai! Aqui é meu lugar preferido!
Juntos nós ficamos em silencio. Um vento leve veio em direção ao meu rosto. Ali era realmente calmo. Eu fechei os olhos, era um momento excelente para min relaxar e esvaziar a mente...
...
...
...
??? – Cóóó!
Eu abri os olhos, e bem no meu colo tinha uma galinha branca. Ela me olhava desinteressada. Eu olhei para Rina, ela ria baixinho.
Willian – Rina...
Rina – Gomen! Não resisti! Acho que ela gostou de você!
Eu olhei para a galinha, que já estava indo embora e ri, me lembrando de algo.
Willian – Sabia que Itachi sabia fazer um café da manha delicioso?
Rina – Uchiha Itachi? Fazendo cafés da manha?
Willian – Sim, ele gostava de cozinhar de vez em quando. Na ultima vez ele tinha feito ovo frito. Eu lembro que ele usava até mesmo um avental da akatsuki.
Rina – Um avental eh? Eu nunca soube cozinhar... Mas aprendi mais ou menos quando eu fiquei em Konoha, já que eu morava com a Sakura.
Eu fiz uma careta.
Willian – Sabe Rina, me arrependo de ter te deixado sozinha em Konoha... Tanto quando eu fui treinar sozinho aquela vez da prova chunnin, quando eu fui treinar com o Itachi, e essa ultima...
Rina chegou mais perto de mim e me deu um beijo na bochecha.
Rina – Não fique remoendo o passado... Eu sei disso por experiência própria. Ficar mexendo no passado dói. Pense apenas no presente.
Willian – Parece que nossos passados não foram os melhores.
Ela riu.
Rina – Nem me diga...
Ela ficou com a cabeça no meu ombro, juntos ficamos olhando a paisagem. Eu passei a mão pelas orelhas de gata dela. Ela deu um leve suspiro.
Rina – Não faz isso, da vontade de rir!
Willian – Oh? Desculpa... Mas elas são tão kawaiis.
Rina – Você acha?
Perguntou ela tocando as orelhas.
Willian – Acho, elas te dão um ar mais felino.
Rina – Então vou usar elas quando eu estiver com você. Considere-se sortudo. Nenhum garoto teve esse privilegio.
“Eu me considero sortudo desde o momento em que eu virei um viajante...”
Eu fiz uma careta.
Willian – Ah, é? Ninguém? Nem mesmo o Neji?
Ela deu uma gargalhada.
Rina – Ora,ora, não fique com ciúmes do Neji!
Willian – Não estou com ciúmes!
Rina – Sei! Mas se quer saber ele não me agradou muito, apesar de ser bonitinho. Ele é muito serio, não tem senso de humor. Meu encontro com ele foi tipo ir num cemitério.
Eu não agüentei de dei uma gargalhada. Mas logo parei de rir.
Willian – Mas e o Kirito? O que você vai fazer?
Ela ficou com uma expressão calma.
Rina – Nada, acho que eu estava meio errada... Ficar prendendo ele a mim assim... Parece que ainda tem um pouco do meu antigo eu sobrando.
Willian – Você pode estar errada, mas o modo como ele te tratou foi injusto. Ele era seu amigo antes de ter aquela namorada. Ele não devia ter feito aquilo. Ele devia ter achado uma solução melhor para as coisas.
Rina riu ao meu lado.
Rina – Sabe de uma coisa Willian?! Você mudou muito mesmo! Se fosse a alguns anos atrás você não diria isso. Você parece um velho falando.
Willian – Acho que você tem razão... É tempo demais naquele credo de Assassinos...
Rina – Ao menos conseguimos formar um. Mas tenho que admitir que deu o maior trabalhão fazer aquelas Laminas...
Willian – Ah, nem me lembre...
Tivemos que ir para Itália, em Monteriggioni, eu e Rina tivemos que pegar algumas paginas do codex de Altair da parede deles. Pegamos a que tinham treinos para assassinos e a da hidden blade.
Rina – Mas se quer saber, eu posso ter perdido o Kirito. Mas ganhei você só pra mim.
Falou ela me tirando de meus pensamentos.
Eu olhei nos olhos dela.
Willian – Rina...
Nos demos um sorriso, um para o outro. Eu fiquei olhando para o céu. Eu tive uma idéia. Eu peguei uma kunai e cortei meu dedo. Eu invoquei as poucas coisas que eu tinha trago comigo. E eu peguei meu violão. Rina parecia animada.
Willian – Se importa se eu tocar uma musica?
Rina – Não!
Eu me sentei na grama. (Musica)
Assim que terminei eu pude ver o sorriso no rosto da Rina.
Rina – É linda, mas você não canta?
Willian – Não. É a musica tema de alguém... Que morava em uma igreja.
Ela ficou curiosa, eu parei para pensar em uma coisa estranha. Eu tinha o assassino dessa pessoa dentro de mim. Eu novamente guardei o violão e me deitei ao lado de Rina
Rina – Múú!!
Willian – Mas o que você ta fazendo?!
Ela me olhou com a cara mais inocente do mundo, minha vontade foi de agarrar ela ali.
Rina – Estou imitando animais! Múú!
Eu dei uma risada.
Willian – Você realmente não teve infância.
Ela fez um bico.
Rina – Eu sei que não tive! Mas não precisa jogar na cara! Nyah!
Eu ri e me deitei na grama, eu olhei as nuvens no céu. Quase não tinha nenhuma aquele dia. Rina se levantou e deitou ao meu lado, apoiando a cabeça no meu peito.
Eu senti algo no meu bolso da calça, era meu celular. Ele estava vibrando. Eu atendi, pelo numero deveria ser a Morrigan.
Willian – Oi Morrigan.
Morrigan – Yo! Você ta aonde?
Willian – Estou com a Rina em Heaven, eu vou ir para o torneio hoje.
Morrigan – Entendi... Então... Se o caderno não funcionar, eu sigo o plano de um mês não é?
Willian – Isso mesmo!
Eu falava evitando dar qualquer pista para Rina. Eu desliguei o celular rapidamente.
Rina – Quem era?
Willian – A Morrigan.
Ela fez uma careta.
Rina – E o que ela queria?
Willian – Me ver. Eu falei que tava com você e que vamos ir para o torneio.
Rina – Ahh...
Aproveitei que estava com o celular na mão e selecionei uma musica para nós escutarmos ali – Final Fantasy Advent Children – Tifa’s Theme-
Juntos nós ficamos ouvindo a musica.
Rina – Não tem uma mais animadinha não?
Willian – Depende. Você quer um clima romântico ou não?
Rina – Pode deixar essa mesmo, pode até ir do inicio de novo.
Eu ri e rolei para o lado, ficando por cima dela, ela tinha um sorriso lindo no rosto. Mas depois de um tempo encarando ela, o rosto dela ficou vermelho.
Rina – Vai me beijar ou não?
Willian – Não. Adoro ver seu rosto assim.
Rina – Baka...
Ela tomou a iniciativa e me beijou, ficamos juntos ali por quase meia hora. Estava de tarde já. O meu estomago roncou, eu fiquei com vergonha na hora. Rina riu.
Rina – A gente deveria ir comer algo. Conheço um lugar.
Quando ela se levantou eu dei mais um beijo nela, ela riu. Eu peguei a mão dela, ela me deu um sorriso. Fomos descendo o pequeno morro de mãos dadas. A toda hora nos olhávamos e dávamos pequenas risadinhas. Era um dos melhores dias que eu estava tendo na minha vida.
Juntos nós fomos andando mesmo, até de volta na cidade. Lá nos fomos andando por varias ruas
As pessoas nos olhavam estranho, primeiro elas olhavam Rina, e depois a mim. E depois nossas mãos dadas. Muitos faziam comentários estranhos, mas eu ignorava todos.
Nos acabamos por entrar em um restaurante de classe alta. Eu quase bati na Rina por causa disso. Ele era enorme, tinham vários garçons para tudo quer lado. Um cara de 40 e tantos anos chegou em nossa direção.
Kaiser – Ah, Rina-sama, em que posso servi-la?
Rina – Hoje eu quero aquele lugar reservado!
O sujeito deu um sorriso.
Kaiser – Claro, vou providenciar isso agora. Me acompanhem por favor.
Juntos nós passamos por todas as mesas e pessoas, até uma área reservada. Nós subimos uma escada que nos levou até uma sala especial, o vidro dela era escuro, dava para ver todo o restaurante, mas ninguém podia nos ver.
Havia uma mesa de madeira refinada, ela era media e só tinha cadeira para duas pessoas. Rina me puxou pelo braço e me levou até a cadeira. Eu deixei ela se sentar primeiro.
Rina – Quem diria, você é educado!
Willian – Claro que sou!
Falei me sentando na outra cadeira.
Juntos nos pedimos qualquer coisa ( segundo Rina, qualquer coisa para ela era caviar), mas ficamos conversando bastante depois disso. Depois de um tempo nós saímos do restaurante.
Willian – Para onde vamos agora?
Rina – Eu não sei mais... Que tal meu castelo?
Willian – Mas você não...
Ela deu um sorriso maroto.
Rina – Quem disse que vamos avisar meu pai?
Eu dei uma risadinha.
Juntos nós fomos caminhando até chegar no portão do castelo dela, já estava na parte final da tarde, logo estaria de noite. Havia um porteiro cuidando da entrada do castelo dela.
Porteiro – Ah, boa tarde Rina-sama.
Rina – Boa tarde.
Porteiro – Seu pai não está senhorita.
Rina – É mesmo?!
Porteiro – Sim, ele saiu faz meia hora. Não disse a onde iria.
Xx---Rina---xX
“Finalmente um pouco de sorte!”
Eu sai puxando Willian pela mão, eu não queria correr o risco de encontrar minha Irma pelo caminho ou uma empregada fofoqueira. Eu levei ele direto ao meu quarto. Assim que ele entrou ficou espantado.
Willian – Esse é o seu quarto?!
Rina – Ah, é.
Eu tranquei a porta, eu tirei as sandálias ( Eu uso aquelas que os ninjas usam) e fui correndo para a cama. Eu me joguei nela. E fechei os olhos.
Rina – Ah! Que dia maravilhoso!
Eu senti algo pegando no meu pé, mas ficou alisando ele.
Willian – Se importa se eu fizer uma massagem?
Rina – Não, pode fazer, mas tome cuidado com ele!
Ele não tinha experiência nenhuma naquilo, mas estava bom assim mesmo.
Rina – Ai!
Willian – Foi mal!
Eu dei uma risada.
Rina – Eu tava brincando!
Eu abri os olhos, e vi ele rindo.
Willian – Ah é? Então é assim?
Ele fez algo que me deixou surpresa, ele lambeu meu pé. Mas não lambeu de qualquer jeito, mas com uma expressão de desejo que me deixou arrepiada.
Rina – Mas o que você está fazendo?
Willian – Relaxa e aproveita.
Ele veio subindo pela minha perna até e parou de frente ao meu rosto. Ele me deu um beijo longo e apaixonado. Ficamos vários minutos assim... Ele parou e ficou lambendo meu pescoço, e depois passou para minha orelha, só de ouvir a respiração ofegante dele eu fiquei excitada. Aquilo estava pra lá de bom...
Ele mordeu levemente o meu pescoço, eu deixei escapar um gemido. Ele passava a mão pelos meus seios por cima da blusa. Eu me soltei dele e tirei minha blusa, ficando apenas de sutiã, ele foi descendo pelo meu pescoço até chegar perto dos meus seios, ele tirou o sutiã e ficou me olhando. Ele sorriu e mordeu de leve um dos meus seios, aquilo me deu um arrepiosinho bom. Ele ficou assim um tempinho e também tirou a blusa, eu passei a mão pelo corpo dele, aquele corpo definido, eu passei a minha língua pelo peito dele, que delicia de corpo. Eu fui descendo até parar na calça dele, que eu desabotoei e ele logo tirou, dava para ver claramente aquele volume da cueca dele, eu lambi os lábios.
Ele veio novamente para cima de mim e tirou meu pequeno short, minha calcinha ficou a mostra.
Ele me olhou, ele parecia hipnotizado. Ele lentamente tirou minha calcinha e assim que terminou ficou me olhando. Eu fiquei com vergonha e fechei as pernas. Ele subiu até meu pescoço e mordeu novamente. Ele foi descendo uma mão até a minha intimidade. Logo eu já estava gemendo baixinho a cada movimento que ele fazia. Ele colocou dois dedos dentro de mim, eu gemi, aquilo era muito bom.
Achei melhor fazer algo, e sai de cima dele, eu desci até ficar de frente para a cueca dele. Eu a tirei rapidamente, eu fiquei surpresa com aquilo. Com certeza era maior do que eu esperava.
Eu segurei com uma mão, Willian deixou escapar um gemido. Eu fiquei fazendo um movimento com a mão, Willian parecia estar gostando daquilo. Eu fiz mais rápido, ele gemeu, aquele gemido dele me deixou molhada. Eu parei e apertei um pouco, Willian me puxou para cima e me beijou de novo. Ele desceu rapidamente por mim e abriu minhas pernas. Eu só senti a língua dele se mexendo dentro de mim, dessa vez eu deixei escapar um gemido alto, parecia que eu ia derreter. Assim que ele parou eu tomei distancia dele e me deitei de bruços da cama, assim ele poderia vir por cima. Ele deitou em cima de min, enquanto eu sentia aquilo entrando em mim. Ele foi devagar, acho que nem me lembro de ter dito a ele que eu era virgem. Eu sentia uma dor terrível lá em baixo, talvez fosse pelo fato do tamanho... Ele não se moveu, a dor foi passando.
Rina – Pode se mover um pouco...
Minha voz era quase que inaudível, Willian obedeceu e começou a se mover, ele gemeu alto, eu adorei ouvir aquilo. Mas melhor ainda era aquela sensação, eu gemia cada vez mais alto, aquilo era delicioso. Aquilo foi aumentando cada vez mas e chegou uma hora que eu não agüentei e tive um orgasmo. Meus olhos se revirara devido a intensidade dele. Eu fiquei deitada respirando cada vez mais fundo. E novamente Willian começou a se mover, cada vez indo mais forte, eu adorava aquilo. Ele foi aumentando a velocidade cada vez mais até ele quase que sussurrar com uma voz toda cheia de prazer.
Willian – Rina... Eu vou gozar...
Rina – Não... dentro não...
Ele obedeceu e gozou fora, eu senti algo quente perto da minha bunda, um liquido estranho, eu peguei um pouco na mão para ver como era. Era branco, e pegajoso. Eu dei um sorriso e limpei minha mão.
Eu me virei ficando de barriga para cima, Willian caiu ao meu lado, ele estava todo suado.
Willian – Quer de novo?
Rina – Aham...
Eu e Willian tínhamos feito aquilo. Eu jamais iria esquecer dele agora. Nunca. Ele foi o meu primeiro.
“Acho que eu te amo Willian!...”
Pensei depois que já havíamos terminado outra vez, ele estava deitado do meu lado, Willian tinha a respiração ofegante assim como eu. Eu só não sabia se conseguiria dizer isso a ele assim...
Nos preparamos para dormir, ele agarrou minha cintura. Eu podia sentir a respiração dele no meu pescoço.
Willian – Boa noite amor...
Ele falou aquilo de um jeito tão terno... Espera, ele disse amor?
“ ELE DISSE AMOR?! ELE DISSE!!!”
Rina – Boa noite amor!
“Sou a garota mais sortuda desse mundo...”
Pensei com um sorriso antes de me deixar apagar...
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