Notas iniciais
Rina - Sera que nenhum dos leitores quer me pagar um ramen antes de ler o cap de hoje??? To com tanta fome! Willian - Voce sempre ta com fome... Rina - Mas to com fome de ramen! Willian - Nao gastem seus suados salarios com ela... leiam o cap de hoje... é mais educativo!

Acordei de manhã extremamente descansada, me espreguicei e me levantei.

Fiz um rápido alongamento, havia um grande espelho ali, fui até ele para ver como eu estava.

“Pelo menos ser companheira de um viajante tem seus benefícios!”

Graças a todo o treinamento de ninja, eu tinha a plena forma física.

Meu cabelo negro estava despenteado, mas isso não impedia em nada de ver a garota que se tinha ali.

Não havia nenhum excesso de gordura em meu corpo, tudo estava aonde devia estar, minhas nadegas eram até bem grandes agora, porem se tinha algo que me chateava era os meus seios. Me lembrei do dia da banheira com as garotas.

“Ah, só comigo mesmo...”

Como aquilo aconteceu, eu não sabia... Tinha sido tudo muito rápido...

Resolvi deixar esses assuntos de lado e fui caçar meu pente, que estava na mesa de cabeceira.

Arrumei meu cabelo de um jeito que ficasse satisfatório. Fui até minhas bolsas e achei uma camisa parecida com a que eu usava ontem. Só que era preta e branca.

Achei um short preto, era bonitinho, e eu gostava de preto, era uma cor que combinava com tudo. Após escolher as roupas, tirei minha roupa de dormir, e troquei minhas peças intimas. Depois de estar completamente vestida fui até o espelho.

Decidi que faltava algo... Fui até as bolsas e procurei meu óculos de sol.

“Aha!”

Havia comprado ele em Konoha, me olhei no espelho novamente. Coloquei ele em cima da cabeça.

“Agora sim!”

Peguei uma pequena sandália preta e sai do quarto, fui na direção da cozinha.

Se Willian tivesse chegado eu ia saber lá.

Fui andando, encontrei varias pessoas no caminho, mas não cumprimentei ninguém, afinal eu nem os conhecia.

Ao chegar na cozinha eu vi Shizuka comendo algo, parecia...

“Ramen!”

Fui correndo até a mesa em que ela estava.

Rina – Ohayo Shizuka-san!

Ela deu um sorriso. Ela parecia bem alegre.

Shizuka – Ohayo Rina-chan!

Olhei para o que ela estava comendo, era mesmo Ramen. Apontei para ele.

Rina – Shizuka-san aonde tem mais?

Ela apontou para a mesma mulher que havia me dado as maçãs.

“Ah não...”

Fui até ela, e ela me deu um sorriso.

Mulher – O que você vai querer hoje?

Apontei para Shizuka.

Rina – Ramen!

Ela olhou para cima e coçou a cabeça.

Mulher – Um instante, vou ver se temos.

Ela entrou mais fundo na cozinha, e depois de um tempo voltou.

Mulher – Sinto muito, mas nem ramen enlatado nós temos...

“Ahnn”

Soltei um suspiro.

Rina – Tem maçã então?

“Qualquer coisa serve... só to com fome!”

Ela foi lá de novo e dessa vez voltou com a mesma tigela de maçãs.

Mulher – Aqui está!

Rina – Arigatou...

Voltei para a mesa de Shizuka.

Rina – Shizuka-san, Willian-kun já voltou?

Ela de repente começou a abanar a língua.

Shizuka – Água! Água!

“Ela é doida ou o que?”

Havia um copo com água do lado dela...

Ela deu um grande gole e depois soltou um suspiro.

Shizuka – Achei que fosse morrer!

Não contive a risada, ela sempre foi muito desastrada e kawaii.

Shizuka – Mas o que você perguntou mesmo?

Rina – Perguntei se Willian-kun tinha voltado...

Ela olhou para cima e depois balançou a cabeça.

Shizuka – Ainda não, nem o Takashi-kun e nem a Saeko-san voltaram...

Dei uma mordida na maçã.

“Onde você foi em Willian?...

O resto do dia passou sem novidades, fui para a oficina, aonde Hirano estava com a Alice e lá fiquei até de tarde.

Hirano – Bom, já é de tarde, Komuro e a Busujima-sempai já devem estar chegando!

Fomos para o portão traseiro, afinal eles entrariam por lá.

Não demorou muito eles já estavam a vista, e logo entraram na casa da Takagi, mas o que me preocupava não eram eles, e sim Willian...

O resto do dia novamente passou sem novidades... Nem mesmo Kirito tinha aparecido.

Voltei de noite para minha cama, eu me sentia novamente como em Konoha, nos tempos em que Willian tinha ido Treinar com Itachi... Cada dia passava lentamente e sem novidades...

No dia seguinte, já fui direto para a oficina do Hirano.

Rina – Ohayo!

Ele se virou para trás e me deu um largo sorriso.

Hirano – Ohayo Rina-san!

Olhei o que ele estava fazendo.

Rina – O que é isso que você esta desmontando?

Hirano – Eu estou limpando as armas, para que elas não fiquem com problemas e nem muito sujas.

Não parecia que aquele monte de peças fariam uma arma que despedaçava a cabeça dos zumbis.

Rina – Que tal me ensinar um pouco?

Comentei, parecia uma idea boa, já que eu não fazia nada mesmo.

Ele ficou radiante.

Hirano – Claro! Se aproxime!

Fui até mais perto, ele estava me ensinando sobre os nomes das peças.

Hirano – Aqui está o carregador, as molas, o ejetor...

Takagi – Parece que vocês estão se divertindo.

Olhei para trás e Takagi estava encostado no nosso carro.

Takagi – Melhor aproveitar enquanto pode. Não podemos ficar aqui para sempre,

Hirano – Por que Takagi-san? Se ficarmos nessa mansão que mais parece um forte...

Olhei para Hirano, era algo simples mas importantíssimo.

Rina – Proteger energia e eletricidade é difícil Hirano-kun...

Takagi – Exatamente.

Hirano – Então Basicamente...

Takagi falou sobre, algumas coisas, elas eram sem importância para min, afinal eu não iria ficar ali para sempre.

Hirano terminou de montar a escopeta, mas alguém apareceu.

Mattou – Ei, garoto isso é de verdade? Isso não é um brinquedo para crianças.

Hirano ficou meio confuso, mas a minha raiva era obvia.

Rina – Não somos crianças.

Mattou – Claro que não, mas deixem esse tipo de coisas para os adultos.

“Ta de sacanagem comigo?!”

Takagi – Já chega Mattou-san.

Ele ficou visivelmente com medo da Takagi.

Mattou – Oh, Saya-sama, eu vim para dizer que já terminei o conserto do carro que vocês usaram.

Takagi não esboçou emoção nenhuma.

Takagi – Entendi, obrigado.

Ele foi embora com a cabeça baixa.

Hirano – Você vem mesmo de uma boa família! Incrível!

Soltei um suspiro.

Rina – E o que tem de bom nisso...

Comentei lembrando de min mesma...

Takagi – Hirano, não quero ouvi-lo dizer isso.

Ela ajeitou os óculos.

Takagi – Você não entendeu a reação dele agora a pouco?

Hirano – Bem...

Rina – Para eles não passamos de crianças...

Takagi – Exatamente, vou discutir isso com o Komuro.

Hirano – Okay.

Takagi – Vamos.

Fomos andando até o quarto aonde Rei estava, ela estava semi-nua pois, ela havia acabado de receber uma massagem.

Rei – Precisamos todos ficar aqui mesmo?

Takashi – Você não pode se mover, então não temos outra opção.

Shizuka – Sobre o que precisamos conversar?

Disse ela comendo uma banana.

Takagi – Se ficaremos ou não com esse grupo.

Ficou um silencio no quarto.

Rei – Com este grupo?

Saeko – Claro. A partir de agora nos tornamos parte de um grupo bem maior e mais forte. Basicamente...

Takagi – Temos duas opções. Podemos nos unir a eles...

Takashi – Ou ficamos por conta própria...

Aquela conversa estava me entediando... Comecei a me lembrar do dia em que Willian despertou o Mangekyou...

“Agora ele pode sair vivo da sentença com certeza... E com a ajuda do Kirito...”

Eu já me imaginava convivendo com aqueles dois lindos, um em cada lado meu...

Parecia um sonho...

Agora Takagi gritava algo, ela parecia bem nervosa, me encostei em uma parede...

Eu iria levar Willian para Heaven comigo, e assim ficaríamos juntos por um tempo até começar o torneio dos viajantes...

Takagi estava gritando, ela estava fazendo eu perder a concentração do meu sonho.

Takashi agarrou ela pela blusa e a levantou.

“Que droga, esses dois ficam gritando e me desconcentrando...”

Depois que a briga se encerrou notei algo na janela... uma pena negra.

“Willian?”

Fui até a janela, mas não vi nada.

Takagi – Mas mudando de assunto nós...

Alguém estava chegando de carro, um comboio para ser exato.

Fomos até a sacada do quarto.

Hirano – Aquilo é...

Takagi – Sim. Ele é o antigo líder de Tokonoso e atual líder da família Takagi. Um homen que sempre vê seus desejos realizados... Meu pai!

Um cara com ridiculamente alto e malhado saiu do carro, ele tinha uma expressão firme e decidida. Os olhos dele eram de uma cor amarela.

Ele se encaminhou para a fonte que havia no centro do jardim, haviam varias pessoas ali.

Alguém trazia um zumbi em uma jaula.

Takagi Soichiro – Este homen se chama Dói Tetsutaro! Costumava ser um empregado da família Takagi. Ele também é meu melhor amigo. E hoje em meio a um resgate, ele foi mordido tentando ajudar seus colegas. O auto sacrifício é o mais nobre ato que o homen pode realizar. Mas... ele não é mais humano. Ele morreu e se transformou em algo muito perigoso!

Ele sacou uma katana que carregava.

Nesse exato momento enquanto todos estavam ocupados, eu vi o que ninguém mais viu. Uma pena negra caia na água da fonte.

Takagi Soichiro – Por isso, eu devo! Cumprir meu dever como homen e líder da família Takagi!

Eles abriram a jaula e o zumbi foi para cima dele, que simplesmente decepou o zumbi, sujando a água da fonte com sangue.

Takagi Soichiro – Essa é a nossa Realidade! Quer seja um bom amigo...

Ele continuou fazendo o seu discurso, mais agora eu olhava ao redor, Willian iria fazer alguma coisa.

Ele já estava saindo de perto da fonte com sua esposa quando, começou.

Takagi – Tem algo errado...

Rei – Eu também sinto...

“O que você vai fazer Willian?!”

Foi quando todos olharam para cima e começou a chover, penas negras.

Takagi Soichiro – Hum?

Todos começaram a se apavorar, quando do céu desceram vários corvos negros, que se empoleiravam em todos os lugares.

Eles não faziam nenhum barulho. Aquilo era...

“Será que é um genjutsu?”

Takashi – O que é isso?!

De repente um corvo grasnou. O resto deles começou a fazer o mesmo.

Shizuka – Mas o que é isso!?

Alice – To com medo!

...

Willian – Não fique Alice-chan...

A voz veio do nada, alguns empregados dos Takagi estavam com espadas e armas em punho.

Os corvos começaram a voar, não muito alto, mas eles juntaram e formaram primeiro o rosto, mas depois o tronco e os braços de Willian, enquanto alguns formavam sua asa, ele não estava com pernas naquela versão, a nuvem vermelha da Akatsuki destacava no sobretudo dele, o rosto dele estava coberto pela parte do pescoço do sobretudo, aquilo deixava ele estranhamente bonito, muito bonito, ele estava com um olhar bem sombrio,ainda mais por causa do Mangekyou Sharingan que estava ativo, o que o deixava sensual. Alguns corvos ainda voavam em volta dele.

Takagi Soichiro– Quem é você?

Perguntou ele em tom autoritário, ele obviamente não tinha medo da morte, a esposa dele também não parecia com medo.

Willian olhou para o pai da Takagi, e os dois ficaram se olhando. Ao meu lado Takagi estava nervosa.

Willian deu um sorriso.

Willian – Sou Willian...

“Exibido!”

Xx---Willian---xX

“Oh?”

Ele não parecia ter medo de min, nem ele e nem a esposa dele.

“Então esse é o pai da Takagi...”

Fui descendo lentamente, até meus olhos encontrarem com os dele.

Takagi Soichiro – O que é você, Willian?

Ele realmente não parecia com medo, mas agora parecia curioso.

Willian – Eu sou amigo de sua filha, finalmente consegui alcançar esse lugar.

Ele me olhou de cima a baixo, mas deu um sorriso.

Soichiro – Entendo, mas você ainda não respondeu minha pergunta.

Desfiz o genjutsu dos corvos e fui para o solo. Agora eu simplesmente mudei para o Sharingan.

Willian – Sinceramente, sou humano, embora eu quase nem tenha certeza disso...

Ele deu um sorriso, ele e a esposa dele ficaram na minha frente.

Soichiro – Minha filha tem amigos bem diferentes, estou curioso a respeito desse seu poder.

Resolvi falar um pouco, afinal eu ia ficar na casa dele. Pude notar que todos me olhavam.

Willian – Esta vendo meus olhos? Esse é meu Sharingan, ele permite que eu crie ilusões e me permite usar certas habilidades especiais.

Soichiro – Ilusões? Interresante... Bom, Willian, gostaria de descansar um pouco, e tenho também meus próprios afazeres em casa, por tanto nossa conversa terá de ser adiada até um momento oportuno, aonde eu gostaria de saber mais sobre você.

Willian – Claro, anseio pelo momento aonde possamos dialogar mais a respeito...

Dito isso ele saiu andando com sua esposa.

“Graças a deus que sempre fui bom com as palavras...”

Aquele cara era ridiculamente grande...

“Se eu ainda fosse apenas Dragonborn, acho que eu não sei se conseguiria derrota-lo.”

Todos ainda me olhavam, simplesmente dei as costas para eles, e vi Rina em uma sacada, junto com o pessoal.

Eu usei o chakra e dei um pulo até na sacada, aonde eu parei de frente para a Rina.

Willian – Yo, Rina.

Falei serio.

Rina – Yo, Willian-kun!

Desci da sacada e dei um peteleco nela do mesmo jeito que Itachi fazia com Sasuke.

Rina – Ei!

Ao finalmente olhar o resto do pessoal, notei que eles pareciam felizes em me ver. Desativei o Sharingan.

Alice veio correndo e me abraçou.

Alice – Oni-chan! Eu estava sentindo sua falta!

Eu peguei ela no colo e a botei sentada no meu pescoço.

Willian – Eu também Alice-chan!

Olhei para todos, eles obviamente esperavam eu dizer algo.

Willian – Voltei.

Takagi – Jura? Nem notamos.

Takashi veio até min e me deu um soco no ombro.

Takashi – Me falaram que você sumiu e não voltava, eu estava quase indo te buscar!

Hirano – Aonde você esteve esse tempo todo?

Willian – Estive... Praticando aquele meu poder...

“Tava nada, na verdade eu tava no telhado esse tempo todo...”

Rei – Que bom que voltou Willian-kun!

Willian – Verdade, também me sinto melhor de ter voltado...

Shizuka veio até min e me deu um abraço, os seios dela eram tão grandes que chegaram a me apertar. Alice acabou agarrando meu cabelo para não cair.

Shizuka – Ainda bem que voltou Willian-kun!

Willian – Obrigado Shizuka-san... Ai!

Saeko – Que bom que não está ferido, Willian-kun.

Ela deu seu usual sorriso.

Willian – Aqueles zumbis nunca iriam me ferir!

Takagi pigarreou.

Takagi – Você deve estar cansado Willian, por isso vamos adiar a nossa reuniãozinha até a hora em que você esteja bem descansado, pode ser?

Agora Alice enrolava meu cabelo na mão.

Willian – Bom... Por min ta legal... e alias, seu pai é um cara bem durão.

Takagi – É ele sempre foi mesmo.

Willian – Nem ele e nem sua mãe ficaram com medo da minha ilusão, na verdade achei que ele iria me atacar ali mesmo...

Ela deu uma risadinha.

Rina – Ei! Você volta e nem fala direito comigo!

Willian – Claro, pois você sempre ta comigo...

Ela pareceu meio abalada, mas não era para menos...

“Eu sei da lembrança da loja Rina...”

O que ela não sabia é que na hora que eu tinha usado o genjutsu, eu tinha usado o Tsukyomi nela, e ela mesma havia me contado o que ela havia feito com o Kirito, inclusive cada detalhe e pensamento dela.

Dei um sorriso. Eu nunca havia pensado que ela poderia ser daquele jeito...

Willian – A gatinha levada não merece minha atenção.

Todos deram umas risadinhas, enquanto eu descia Alice do meu pescoço, eu via Rina petrificada, sem ação e com os olhos arregalados.

Alice – Oni-chan?

Olhei para Alice, ela estava sorrindo.

Willian – Hum?

Alice – Qualquer hora a gente pode voar de novo?

Deu uma risada e passei a mão na cabeça dela.

Willian – Claro!

Ela veio até min e me abraçou. Logo em seguida me soltou com um sorriso no rosto.

Takagi – Você deve estar com fome, a cozinha é lá em baixo. Hirano, mostre a ele sim?

Hirano – Bom... Eu vou apenas dar uma olhada nas minhas armas, e assim nos vamos lá!

Willian – Tudo bem, eu te acompanho Hirano.

Estávamos saindo do quarto quando Takashi me chamou.

Willian – O que foi?

Takashi – Queremos respostas, mas não agora, outra hora.

Eu sabia que seria um longo interrogatório...

Fui acompanhando Hirano até a oficina, aonde ele havia deixado suas armas.

Hirano – Ei... Willian-san...?

Eu estava distraído olhando as armas dele.

Willian – Pode falar.

Ele parecia meio envergonhado.

Hirano – Queria te pedir desculpas... por ter te chamado de covarde...

Willian – Não peça. Se não fosse por vocês dizendo aquelas coisas, eu jamais teria despertado meu Mangekyou Sharingan. Graças a vocês eu fiquei mais forte.

Ele deu um sorriso, nessa hora Rina entrou na oficina.

Rina – Hirano, me deixa conversar com ele por um instante?

Rina estava seria, Hirano viu que ela não estava para brincadeiras.

Assim que ele saiu, ela chegou mais perto.

Rina – Como você sabe daquilo?!

Fiz de desentendido.

Willian – Daquilo o que? Ta maluca?

Rina – Não brinque comigo, você sabe!

Willian – Não sei do que você esta falando, falei algo que te ofendeu?

Ela ficou me olhando, como se avaliando mesmo se eu tivesse conhecimento daquela memória dela.

Pelo jeito ela acabou reconhecendo que eu não sabia.

Rina – Que saber deixe para lá... Por que você me cumprimentou daquela forma?

Dei uma risadinha e cruzei os braços.

Willian – Itachi sempre fazia aquilo com Sasuke quando eles eram mais novos, amor de irmãos.

Ela ficou com uma cara de desapontada, mas depois do que eu havia visto na mente dela, eu estava começando a duvidar dessas expressões.

Rina – Então é assim que você vê... Amor de irmãos?

Willian – Encare a realidade Rina, nunca daria certo mesmo...

Ela me olhou com os olhos arregalados, ela parecia a ponto de chorar. Não fiquei nem um pouco comovido com essa expressão dela.

Rina – Mas como você pode dizer isso?...

Olhei firmemente para ela.

Willian – Rina, sou um viajante e você uma princesa. Seu pai me odeia, tanto a ponto de me matar, por favor peço que não finja que gosta de min. Quer alguém? Fique com o Kirito.

E sai da oficina, eu nunca fui nenhum fan do Kirito, mas depois de ouvir aquela memória, pude ver o quanto aquela historia se parecia com a que eu passei uma vez.

Nunca pensei que me identificaria com o Kirito dessa forma.

Hirano – Não!

Olhei na minha frente Hirano, estava cercado por alguns caras.

“Excelente, to afim de da uma surra em alguém mesmo!”

Mas não fui nele na hora, fiquei olhando para ver, se algum deles encostasse o dedo nele, eu já ativaria o Susano’o.

Homen – Já chega de besteiras! Entregue logo elas!

Outro cara chegou mais perto e falou.

Homen – Ouça, controle-se. Não pode ficar com todas essas armas. Agora nos entregue.

Hirano – Nunca! Eu as peguei emprestadas com alguém! E... Posso usá-las melhor que qualquer um aqui!

Um cara foi se aproximando mais de Hirano.

Homen – Você não nos deixa escolha. Não temos tempo para egoísmo de criança.

Takashi – Hirano.

Olhei para meu lado esquerdo e Takashi estava parado observando também.

Soichiro – O que gera tanta comoção?!

Homen – Comandante! Essa criança pensa que suas armas são brinquedos!

Pude ver o pessoal se reunindo ali perto, para se precisassem ajudar o Hirano. Soichiro parou na frente do Hirano, junto com sua esposa.

Soichiro – Eu sou Takagi Soichiro, Ex-lider de Tokonoso e atual líder da família Takagi. Garoto me diga seu nome!

Hirano disse em tom choroso.

Hirano – Hirano Kohta! Colégio Fujimi. Turma 2-B. Numero 32!

Não entendi o porquê dele falar tanto sobre si mesmo só por que o cara exigiu. Os japoneses levavam a serio esse negocio de respeito por famílias...

Soichiro – Sua voz é cheia de emoção, Hirano-kun! Não tenho duvidas que você passou por muitas dificuldades antes de chegar aqui. Em hipótese alguma você pretende desistir de suas armas?

“Eu tenho de admitir... Esse cara é um líder nato...”

Hirano – Não posso! Não mesmo! Sem essas armas, serei apenas eu novamente! Não podem fazer isso comigo, eu finalmente percebi que sou bom em algo!

Soichiro – Em que exatamente você é bom?

Hirano agora chorava.

Hirano – Eu... Eu...

Fui chegado mais perto, fiz a mesma coisa que o Takashi, mas parei um pouco mais afastado do que ele.

Takashi – Ele pode proteger sua filha!

Hirano – Komuro...

Olhei para trás e vi Rina parada perto de Takagi e Saeko. O rosto dela estava vermelho, ela devia ter chorado, ou estava fingindo bem.

Logo todos foram chegando mais perto de Hirano, estavam todos reunidos ali, até mesmo Rei, que ainda estava sobre o efeito da massagem.

Takagi tomou a frente.

Takagi – Ele pode ser um nerd militar inútil, mas se não fosse por eles, eu seria um zumbi agora! Isso mesmo! Ao contrario de você, ele tem me protegido!

Se estendeu um momento de silencio, aproveitei para tomar dianteira e ficar na frente de todos.

Fechei meus olhos, e quando abri já estava lá o Mangekyou Sharingan.

Willian – Susano’o!

Novamente a armadura laranja se estendeu ao meu redor, todos olhavam ela espantados. Soichiro se permitiu um brilho no olhar e uma expressão de assustado, a esposa dele arregalou os olhos e deu um passo para trás.

Willian – Me desculpe Soichiro-sama, mas tive a ligeira impressão de que seus subordinados estavam incomodando meu amigo Hirano.

Ele nada respondeu, apenas me observava.

“Oh?”

Da mão esquerda saiu o escudo, e da direita do Susano’o a espada de Totsuka. Alguns dos subordinados começaram a se apavorar.

Willian – Diferente de antes, isso não é ilusão. Tenho muito respeito pelo senhor, Soichiro-sama, mas se alguém, seja quem for, que eu ver incomodando meus amigos de novo, eu simplesmente o triturarei...

Soichiro me olhou, e mudou de posição.

Soichiro – Você fará isso mesmo se quem for, for um dos meus?

Eu dei um sorriso, e estiquei meu braço até um certo ponto. O Susano’o imitou e a espada acabou bem perto de um dos subordinados dele, o sujeito começou a gritar.

Willian – Aqueles que se metem com meus amigos viram cinzas...

Desfiz o Susano’o e olhei para trás. Todos estavam me observando. Fui na direção de Hirano que estava no chão, e estendi a mão para que ele se levantasse.

Hirano – Obrigado...

Dessa vez falei em voz alta.

Willian – Já falei, só tenho esse poder agora por que vocês me ajudaram a obter. Se não fosse vocês, talvez estivéssemos na cidade, vagando por ai sem alma, sendo apenas mais um desses zumbis.

Eles deram sorrisos entre si, era um momento bem interresante aquele, todos em vez de medo, agora me admiravam. Menos Rina.

Enquanto eles conversavam e voltavam para seus quartos, e Rina sumira, eu resolvi dar uma volta na casa.

“Bom, esse anime já está quase acabando... Já é hora de pensar no próximo!”

Pensei enquanto caminhava, até que parei assim que ouvi alguém conversando em um celular. Ele estava encostado na parede do jardim, era um garoto, com uma voz que eu não me lembrava da onde tinha escutado. Me escondi e tentei ouvir o que ele estava falando, afinal, ele estava olhando para os lados toda hora, ele era bem suspeito.

Garoto – Sim. Sim, isso mesmo. Sim, eles estão se preparando para escapar. Se pedir a ajuda deles agora, com certeza te aceitarão. Shido-sensei!

“Puta merda...”

Shido! Não dava para acreditar que ele ainda estava vivo!

O garoto desligou o celular e eu não perdi tempo, fui ao encontro dele.

Garoto – Ah, oi... Espera você é aquele cara!

Ele começou a se desesperar, de repente eu lembrei quem ele era, era o garoto que eu estrangulei no ônibus.

Peguei ele pelo pescoço e prensei ele na parede.

Willian – Quanto tempo, não é mesmo?! Escuta aqui, quero te fazer umas perguntas, e acho bom que você responda todas elas, senão o resto dos seus dias serão de sofrimento e agonia.

Ele se debatia, ela um moleque muito agitado.

Garoto – Não tenho medo de você! Não vou falar nada!

Dei uma gargalhada.

Willian – Pois devia ter medo...

Fechei os olhos e quando abri já tinha ativado o Mangekyou.

Ele começou a arfar.

Garoto – Não vou dizer nada! Sua aberração!

Apenas dei um sorriso.

Willian – Shido esta vindo para cá? Responda a pergunta.

Ele fechou a boca com força.

Willian – Resposta errada...

“Me pergunto se com o Tsukuyomi posso fazer ele se borrar de medo...”

Willian – Tsukuyomi!

Ele parou de se debater, e eu pude colocá-lo em pé.

Willian – Muito bem, me mostre o que Shido anda aprontando.

Eu criei uma dimensão alternativa, para que a memória dele pudesse ser mostrada ali, e então me vi dentro do ônibus novamente.

“Mas o que...”

Comecei a ver um monte de coisas...

Depois de um tempo vendo as memórias dele, eu desfiz o Tsukuyomi...

Dei um soco na parede, ela acabou se rachando um pouco. Quando o garoto acordou ele saiu correndo.

“Merda! O que ele fez com aquelas pessoas?!”

Ele havia feito uma lavagem cerebral naqueles garotos e garotas dentro do ônibus... Ele tinha feito aquelas garotas do onibus virarem escravas sexuais, e os garotos, um bando de alucinados...

“Você que me espere Shido... Quando você vier, você vai ter uma surpresa bem cruel...”

Havia um pequeno banco ali perto, fui até ele e me sentei...

“Merda... Eu devia ter matado ele no ônibus.”

Rina – Willian?

Olhei para trás Rina vinha caminhando até min, ela se sentou do meu lado.

Willian – O que foi?

Ela novamente me olhou com aquele olhar triste.

Rina – Você! Não sei o por que de estar me tratando desse jeito!

Willian – Estou te tratando como sempre tratei.

Ela levantou a mão e me deu um tapa no rosto.

Rina – O que aconteceu com você?! Você não era assim!

Olhei serio para ela, dessa vez ela não ia escapar.

Novamente ativei o Mangekyou Sharingan.

Ela começou a ficar nervosa.

Rina – O que você vai fazer?

Willian – Vou te mostrar o que anda me incomodando... Tsukuyomi!

Fiz ela ir para a realidade alternativa, e la eu pude ver dessa vez a memória dela, eu havia colocado ela presa em um poste do meu lado, para que ela presenciasse também.

Juntos fomos vendo o que acontecia, até chegar no final dela.

Willian – Isso é o que me perturba, depois disso, já nem consigo dizer se você realmente esta sentindo a emoção que diz que está.

Rina estava chorando, eu não fiquei nem um pouco comovido, muito pelo contrario fiz aparecer uma katana na minha mão e fui na direção dela, e enfiei a katana no estomago dela.

Ela deu um grito horrível.

Rina – Yamete! Yamete! Não!

Eu dei uma risadinha, enquanto o estomago dela sangrava, e ela chorava mais.

Eu desfiz o Tsukuyomi e o Mangekyou, estávamos sentados novamente no banco.

Rina me olhou com raiva.

Rina – Como você descobriu dessa memória? Por que invadiu meu passado?! Porque enfiou um espada em min?!

Ela gritava agora.

Willian – Irei responder apenas a segunda pergunta. Invadi seu passado por que não sei quase nada sobre você, depois de ver essa memória, eu começo a duvidar das coisas que você me disse em Skyrim! Você pode ser muito bem uma assassina e eu não sei!

Ela me olhou enojada.

Rina – Foi por medo de morrer que você invadiu meu passado?! Como pode achar que eu sou uma assassina depois de tudo o que eu fiz por você!

Willian – Não estou falando disso, droga!

Agora eu estava nervoso.

Rina – Então fale o que foi!

Willian – Como posso confiar em você, sabendo disso?! E mesmo assim, não sei se você sabe ou não sabe, mas passei pela mesma situação que o Kirito.

Agora ela se acalmou um pouco.

Rina – Como assim?

Willian – Já fui cego de amor por uma garota, e adivinha? Ela me humilhou; me usava do jeito que você usava o Kirito. Como um cachorrinho obediente.

Falei a ultima parte com repugnância, apenas de lembras daqueles tempos, me sentia envergonhado.

Rina – Mas e dai?! O que eu tenho a ver com o que ela fez com você?! Eu sou eu! Ela é ela!

Willian – Adivinha? Não pretendo passar pela mesma situação de novo. Não sei como Kirito te perdoou, me pergunto o que você falou para ele, ou o que ele fez para você. Não entendo como você ainda fala que quer ficar comigo.

Ela parecia perplexa e triste, triste de verdade.

Rina – Você é um imbecil... Já falei que eu gosto de você!

Olhei no fundo dos olhos dela, ela parecia...

Willian – Você não gosta, acha que gosta, posso ver nos seus olhos, você está na duvida se realmente gosta... Como se estivesse se decidindo...

Ela ficou com o olhar caído, eu tinha acertado.

Rina – Estou confusa com tudo isso...

Me recostei mais no banco. Agora eu estava mais calmo.

Willian – Você gosta do Kirito e de min ao mesmo tempo, estou certo?

Rina – Hai...

“Otimo, me sinto em um triangulo amoroso...”

Willian – Fique com o Kirito.

Ela me olhou, já sabia a resposta, mas mesmo assim perguntou..

Rina – Por que?

Willian – Eu não vivo em Heaven, muito menos sou da realeza. Ele sempre gostou de você, ele cuida de você pelo que pude notar. Se tem uma pessoa que pode te fazer feliz é ele, não eu.

Rina – Mas nunca falei nada sobre ser da realeza! Mas... Você não gosta de min?

Ela fez uma cara de triste que quase me fez querer abraça-la, mas me contive.

Em vez disso dei um sorriso, e novamente dei um peteleco nela.

Willian – Gosto sim, como amigo. Eu achava que gostava de você, mas vi que você realmente gostava é do Kirito, então deixei de lado.

Ela começou a chorar, agora eu estava confuso.

Rina – Droga! Não sei por que gosto de vocês dois! Não consigo decidir entre vocês!

Foi quando senti uma gota cair no meu olho, estava começando a chover.

Me levantei e sai andando.

Rina –Espere...

Willian – Não fique pensando nisso Rina, senão você vai ficar sempre nesse impasse e vai ficar sempre triste.

Fui para dentro da casa, afinal não tinha muito o que eu pudesse fazer...

Resolvi ir conversar com o Takashi, em horas como essa ele sempre falava a verdade, por mais dura que fosse...

Deixaria Rina ficar pensando sobre aquilo, eu gostava dela como amigo, já que como algo mais não tinha dado muito certo...

Fui subindo as escadas da casa, encontrei com algumas pessoas, mas nenhuma que eu realmente conhecesse.

Eu já estava na porta do quarto do Takashi, quando ouvi algo. Parecia... gemido?

“Gemido de mulher... e pela voz...”

Parecia com a da Saeko-san...

“Que sortudo... Bom... Volto mais tarde...”

Fui para a o hall de entrada da casa, ali havia um sofá, me deitei nele mesmo, afinal quem iria me impedir...

Fui esperando o sono vim, afinal eu queria tirar um cochilo...

...

Acordei ouvindo uma comoção. Todos estavam no hall de entrada.

Rei – Acordou! Finalmente!

Soltei um bocejo, e olhei para Rina, ela estava calma agora.

Takashi – Nós vamos embora procurar nossos pais.

Willian – Beleza, e aonde a gente vai?

Hirano – Você vai vim com a gente?

Pensei...

“Até certo ponto... afinal esse anime está quase no final...”

Willian – Vou sim, mas só até certo ponto.

Todos prestavam atenção.

Rina – Como assim Willian?

Willian – Rina, quero voltar para procurar meus pais. Assim como procuraremos os seus.

Takashi – Espera... Vocês querem voltar para o Brasil?

Concordei com a cabeça. Não precisei pedir a opinião de Rina pois sabia que ela concordaria.

Saeko – Mas depois vocês voltariam?

Dei uma risada.

Willian – 50% de chance...

Rei – Bom, pelo menos vocês vão com a gente até...

Ela parou de falar e ficou olhando para o hall de entrada, quando olhei para trás la estava Shido.

Rei saiu correndo com a arma em punho, na direção de Shido.

“Bingo!”

Fui atrás dela, e ao chegar do lado de fora, ela já colocou a arma nele.

Rei – Nossa, você é formidável Shido-sensei.

Ela colocou a lamina da Baioneta da arma no pescoço dele. Ele estava visivelmente nervoso.

Shido – Miyamoto-san. Que bom que está bem.

Ela começou a falar com Shido, eu olhei para o ônibus, eu iria acabar com a farra dele era agora. Aproveitei que os alunos dele haviam saído do ônibus.

A discusao estava acirrada.

Soichiro – Mate ele então! Sou colega do pai dele, mas nesse momento isso não importa. Se esse for o seu desejo, mate-o!

Disse Soichiro se aproximando.

Shido – Muito bem! Mate-me! Mate-me e sofra com isso até o fim de sua vida! Esse é o maior ensinamento que posso te dar como professor.

“Oh? Como ele está confiante, mas não por muito tempo.”

Rei simplesmente abaixou a arma e saiu andando.

Soichiro – Esta é a sua decisão?

Rei – Ele não vale a minha preocupação.

Willian – Espere, quero que fique Rei.

Ela olhou para trás.

Rei – Na presença dele?

Dei um sorriso.

Willian – Você vai gostar do show.

Soichiro – Saia daqui! Você e seus alunos já foram maculados pela estupidez!

Shido já estava indo embora, mas...

Willian – Espere Shido.

Ele olhou para trás.

Eu dei um sorrisinho para ele.

Me virei para Soichiro.

Willian – Rei, Soichiro-sama, tenho um pedido para vocês.

Rei me olhou desconfiada.

Soichiro – Fale!

Apontei para Shido.

Willian – Eu não suportei o que vi na memória de um dos alunos dele. Ele fez cada um daqueles alunos passar por uma lavagem cerebral. Quero me vingar dele.

Atrás de min, um raio passou cortando o céu. Todos me olhavam.

Rei – Esteja a vontade.

Disse Rei sem a menor preocupação.

Soichiro – Faça o que quiser.

Voltei a olhar para Shido e deixei minha mão em forma de garra.

Willian – Chidori!

Fui indo na direção dele, ele foi indo para trás.

Shido – O que vai fazer?

Dei um sorriso.

Willian – Quero te mostrar um jutsu.

Ele foi recuando a medida que eu avançava, e ficamos no meio da chuva.

Eu levantei minha mão que continha o Chidori.

Willian – Shido, o nome desse jutsu... é Kirin!

Pude ver um raio descendo do céu e se unindo a minha mão.

Eu já podia sentir o Kirin se formando no céu.

Willian – Agora eu até posso controlar relâmpagos!

“Pena que isso não serve para te matar...”

Fiz um leve movimento com a mão, e do céu desceu um dragão feito de raios, com os olhos vermelhos. Ele ficou encarando Shido. Ele nem era tão grande assim, afinal eu não queria destruir aquele lugar inteiro.

Pude ouvir vários gritos ao meu redor, sem duvida as pessoas estavam com medo.

Shido não sabia para onde correr.

Willian – Morra!

Mas na verdade eu não mirei nele. Eu movimentei o pulso para baixo, e o Dragão atingiu o ônibus dele, que explodiu, e deixou uma cratera no chão.

Depois de um tempo, os alunos dele se uniram a ele, um deles veio falar algo.

Garoto – O que você fez?! Poderia ter nos matado! Você é um...

Não esperei ele terminar de falar, corri até ele, e dei um soco no peito dele, e retirei meu punho rapidamente.

Ele caiu no chão apertando o próprio peito, sem duvida o coração dele devia ter parado.

Os outros alunos vieram para tentar ajuda-lo, mas ele já havia morrido.

“Caramba, eu tinha visto isso em um filme, mas não achei que fosse funcionar mesmo!”

Uma garota começou a chorar, mas eu não tava nem ai.

Willian – Saiam daqui, e levem esse cara morto com vocês, ele foi o preço pelo que Shido fez.

Shido me lançou um olhar de raiva, mas obedeceu e foi saindo da casa, junto com seus alunos e o que estava morto.

Assim que ele saiu eu fui voltando para casa, passei por todos em silencio, eu não tava para conversa, e fui novamente me deitar no sofá.

Takashi – Por que você o matou?!

Perguntou ele vindo em minha direção junto com Rei, e Saeko. Alice vinha junto com Shizuka.

Eu simplesmente olhei para Takashi e fechei os olhos.

Willian – Por que eu quis.

Alice – Oni-chan... por que você matou ele?

Willian — ...

Eu sabia por que havia matado ele, mas não tinha como expressar aquilo.

Rina – Simples, por que ele pode.

“Acho que é isso...”

Me sentei no sofá e fiquei olhando Rina. Acho que ela merecia um pedido de desculpas.

Willian – Sabe Rina, eu...

Kirito – Rina!

Kirito veio entrando na casa, aparentemente sem se importar com as pessoas ali. Ele estava com seu usual terno preto e sua gravata vermelha.

Rina – Kirito?! Por que está aqui?

Ele fez um sinal para min acompanhar ele.

Fui indo atrás dele até no jardim, junto com Rina.

Ele se virou para min.

Kirito – Problema, e dos grandes. Mandaram outro cara no lugar do Executor.

Rina – Quando foi isso?!

Kirito – Não faz nem três horas, meu pai estava no seu castelo, os lordes estavam vendo quem seria mandado.

Rina – Droga...

“Merda, pra que eu fui usar o Kirin atoa...”

Kirito – Willian!

Olhei para ele, eu não via mais um cara metido a besta, mas sim apenas um cara com um passado difícil.

Willian – Pode falar, estou escutando.

Takashi veio andando até nós.

Takashi – Mas o que esta havendo aqui?!Quem é ele?!

Willian – Rina! Explique a situação para ele.

Rina concordou com a cabeça e voltou com Takashi para a casa, e tirou todos do hall de entrada.

Kirito – Como eu ia dizendo, vou lutar com você.

Willian – Comigo, ou contra min?

Ele deu um breve sorriso.

Kirito – Com você obviamente.

Dei um sorriso em resposta.

Willian – Isso foi algum plano da Rina aposto.

Ele suspirou.

Kirito – Exatamente...

“Droga... Acabou que o plano dela funcionou mesmo...”

Acabamos ficando ali mesmo, no silencio...

Rina vinha correndo para nós, ela parecia que segurava um sorriso.

“Maldita...”

Rina – E então, já pediu desculpa Kirito?

Ele ficou nervoso.

Kirito – Desculpas? Pra quem?

Rina fez um bico, ele nem reagiu.

Rina – Ao Willian!

Fingi surpresa, pois afinal eu já havia escutado a conversa deles.

Willian – Desculpas? Pelo que?

Kirito – Viu só? Ele não quer, agora deixe assim.

“Imagino a alegria da Rina em ver a gente assim...”

Ela deveria estar pulando de alegria...

Willian – Rina, você vai lutar também?

Ela concordou com a cabeça.

Rina – Eu quer...

Willian – Mas não vai mesmo, isso é coisa de homen resolver.

Kirito – Exatamente, é melhor que você não se envolva Rina.

Rina – Isso não é justo!

Willian – Não, mas é o mais seguro.

Tentei me lembrar das exigências de Sephiroth, para trazer masamune de volta.

Willian – Rina, tem como invocar a minha espada?

Ela me olhou com cara de desgosto.

Rina – Você quase esqueceu dela no apartamento, se não fosse eu, você estaria sem espada agora... Alias cadê a Yamoto?

Willian – Quebrou em um treino.

Ela suspirou, e novamente fez a tal magia estranha, e dela, apareceu a Katana de Sasuke.

Peguei ela e a prendi do mesmo jeito que Sasuke.

Willian – Agora sim!

Ajeitei meu sobretudo, e me sentei no chão.

Kirito – Ele já deve estar vindo...

Willian – Quem deve estar vindo? Essa é a questão.

Ele concordou com a cabeça.

Comecei a sentir algo estranho, como se fosse uma energia ruim, ou algo assim...

Olhei para cima no céu, e vi alguém descendo, quem quer que seja tinha apenas uma asa, uma asa negra.

“Merda! Será que...”

Me levantei na hora, abri minha asa e voei na direção de quem quer que fosse aquele cara.

Kirito – Ei! Droga, não saia assim do nada!...

Nem prestei atenção, fui chegando mais perto, já saquei a espada, e pude ver quem era o sujeito.

“Ah, Droga...”

Fechei os olhos.

Willian – Sephiroth.

Sephiroth – O que foi?

Willian – Genesis esta aqui.

Sephiroth – Genesis? Você da conta dele.

Willian – Será?

Abri os olhos e acabei batendo de frente com ele, minha katana na espada dele. O cabelo dele não estava branco por causa da degeneração, ainda era castanho, a espada dele reluzia o vermelho da roupa dele. Tinha de admitir que ele tinha estilo. Os olhos dele eram azuis devido a energia Mako.

Genesis – Ah, então você é Willian?

Willian – E você é Genesis.

Nos afastamos, e ficamos planando.

Genesis – Pela sua asa, posso dizer que você tem algo a ver com Sephiroth?

Willian – Talvez, você não merece essa asa que usa...

Ele deu uma risada, e ele pegou seu maldito livro. Loveless...

Willian – Nem pense nisso, não curto muito poesia.

Genesis – Oh? Me perdoe então.

Ele guardou o livro, assim que guardou veio direto para cima de min, desviei pelo lado, tentei atacar ele por trás, mas ele simplesmente foi descendo até o solo, aonde parou perto de Rina e Kirito.

Fiz o mesmo, ao chegar no chão, ele guardou a asa, imitei ele, afinal seria inútil ficar com ela aberta.

Ele se curvou diante de Rina.

Genesis – Princesa Rina, é uma honra conhece-la, seu pai estava certo, você é uma linda e graciosa garota.

Rina não fez nada.

Rina – Quem é você?

Ele apontou para ele mesmo.

Genesis – Meu nome é Genesis, vim aqui sobre ordem de seu pai para te levar para casa, e para dar um fim a esse humano...

Dei uma risada.

Willian – Você sabe muito bem que já não sou mais humano, assim como você Genesis.

Ele riu.

Genesis – Você é bem confiante viajante Willian, e pelo visto sabe bastante sobre min.

Agora foi a minha vez de rir.

Willian – Pelo menos não vou sofrer de degeneração pela energia Mako.

Ele ficou serio, mas deu um sorriso.

Genesis – Sinto muito dizer que você esta errado. O pai dela me prometeu uma cura para a degeneração. E olhe só você, uma simples copia de Sephiroth, só é igual ele no cabelo!

Ele soltou uma gargalhada, eu já estava começando a ficar irritado.

Genesis – E olhem só quem temos aqui também, o jovem lorde Kirito.

Kirito se mexeu, mas não fez nada.

Genesis andou de um lado para o outro balançando o dedo indicador.

Genesis – Que coisa feia Kirito, seu pai sabe que você está ajudando ele? Ele ficaria muito decepcionado, ficaria mais ainda se soubesse que você esta junto da princesa Rina...

Olhei para Kirito, ele estava calmo.

Genesis – Há! Um cara dessa idade não pode sem sair de casa sem o papai deixar! Você é ridículo Kirito, embora seja um nobre, sua família é uma das mais ridículas!

Agora sim Kirito estava puto, ele partiu para cima de Genesis.

Fui indo atrás dele, ele era bom no corpo a corpo, parecia saber alguma luta em especial, e também tinha percepção, pois conseguia desviar bem da espada de Genesis.

Não fiquei para trás e tentei acertar ele com a Katana, eu tentava atacar combinado com Kirito, mas Genesis era habilidoso.

Genesis – Há! Você não tem um terço do que Sephiroth tinha! Só estou brincando com você!

“Merda...”

Sephiroth – Willian, me deixe assumir.

Willian – Voce vai trazer masamune para min?

Sephiroth – Sim, mas primeiro quero falar com Genesis.

Willian – Ta bom...

Agora Sephiroth tinha tomado o controle do meu corpo, ele se mexia e estendia os braços para testar meus membros.

Sephiroth – Genesis.

Até minha voz tinha mudado, agora estava com a voz dele.

Genesis – Sephiroth.

Ele ficou encarando Sephiroth, ou melhor, eu. Ele deu um sorriso e pegou novamente seu livro.

Genesis – “Infinito em mistérios é a dádiva da Deusa. Nós o buscamos e o levamos ao céu. Ondas formam-se na superfície da água. A alma errante não conhece descanso...”

Sephiroth deu um sorriso.

Sephiroth – Loveless, ato I. Ainda me lembro bem.

Genesis – Já faz muito tempo não é mesmo?

Disse ele guardando novamente o livro.

Sephiroth – Sim. Se lembra daqueles tempos na Shira? Aquela vez na sala de treino?

Genesis abaixou a espada, Kirito estava do lado observando.

Genesis – “Quando os fracos fossem embora, nós poderíamos brincar?” Claro que lembro.

Sephiroth – Pois bem, esse garoto aqui, é bem forte. Você vai gostar de brincar com ele, mas por enquanto...

Ele sacou a katana de Sasuke, e a estendeu na direção de Genesis, a katana ficou com uma energia verde em volta, e no lugar dela, apareceu Masamune.

Genesis deu uma gargalhada.

Genesis – Então... Dessa vez eu vou ganhar Sephiroth! Angeal não está aqui agora para separar!

Sephiroth – Sinto muito te desapontar, mas não vou poder ficar muito tempo, já que o corpo não é meu. Mas tentarei te divertir!

Dito isso Sephiroth correu na direção dele.Genesis levantou a espada e passou a mão nela, coisa que fez ela ficar vermelha, devia ser algum tipo de magia.

As espadas se encontraram abrindo uma pequena cratera no chão.

Eles começaram a trocas golpes cada vez mais rápido, nenhum deles se movia do lugar, apenas os braços, ate que Sephiroth jogou Genesis para cima com sua espada.

Genesis voou alto, e Sephiroth foi atrás, ficaram no ar mesmo trocando varios golpes.

“Droga, é melhor você tomar cuidado com meu corpo Sephiroth!”

Genesis se lançou para trás, ele queria tomar distancia, Sephiroth entendeu e acumulou energia na Masamune, e lançou ela varias vezes na direção de Genesis, que desviou com a espada, o chão abaixo de Genesis ficou partido, graças ao poder de Sephiroth.

Quando chegou ao chão Genesis preparou sua espada novamente, Sephiroth ia rapidamente na direção dele, e quando eles se encontraram, o chão abriu abaixo deles.

Sephiroth tomou distancia, Genesis deu um sorrisinho, e novamente preparou a espada. Sephiroth simplesmente segurou Masamune com as duas mão e foi para cima de Genesis.

Quando se encontraram foram trocando golpes, e notei que Genesis, estava ficando cansado, mas levemente, o que era bom já que eu ia lutar com ele.

Sephiroth recuou um pouco, não dava para ele ficar mais tempo que isso no meu corpo.

Sephiroth – Sinto muito Genesis, mas não posso ficar mais que isso no corpo desse garoto.

Genesis respirou um pouco, e deu um leve sorriso.

Genesis – Entendo, foi bom te ver, embora eu não tenha te visto realmente.

Sephiroth – Concordo. Willian, deixo isso em suas mãos agora.

Pude sentir eu tomando o controle de volta do meu corpo, eu ainda estava com Masamune na mão.

“Ótimo!”

Genesis – Oh, o garotinho está de volta, agora que já tive meu momento de descontração com Sephiroth, vou te matar e voltar logo para Heaven, pois minha cura me espera.

Ele estendeu a asa, e veio para cima de min.

“Droga, nem deu tempo para me reacostumar...”

Ativei o Mangekyou Sharingan, seria inútil ficar batendo espadas com ele, resolvi acabar com aquilo logo.

Ele notou meus olhos mas não recuou nem um pouco, ao contrario, deu um sorriso.

Genesis – Você acha que isso me assusta?

“Não mas isso deve...”

Willian – Susano’o!

O Susano’o mais uma vez se fez em volta de min, mas agora havia uma diferença. A espada de Totsuka havia tomado a forma de Masamune, agora era realmente um espada enorme.

Genesis olhou aquilo e tentou fazer a volta, mas eu dei um corte com a espada do Susano’o, ele tentou defender com a espada, ele foi jogado na parede da casa da Takagi.

“Interresante!”

Willian – Enton: Kagutsuchi no Tsurugi!

Meu olho direito sangrou, estava tomando mais chakra que de costume, mas eu ainda tinha bastante.

A Masamune que o Susano’o usava ficou coberta de chamas negras. Agora era só eu acertar um golpe em Genesis que ele morreria queimado.

Pude ver Genesis se levantando dos escombros da parede que ele havia derrubado. Ele olhou para min, estava morrendo de raiva.

Ele pegou o livro que tinha e o jogou perto de uma cadeira de balanço que havia ali.

Ele bateu a asa e voou, novamente ele preparou sua espada, mas não atacou.

A mão dele ficou azul, e ele apontou para o chão de onde saiu um...

“Porra... Logo um Cerberus...”

O Cachorro de três cabeças era do tamanho do Susano’o, ele deu um rugido e veio para cima de min.

Joguei meu braço para o lado e consegui cortar uma das cabeças dele, ele deu um rugido de agonia, ainda mais por que aonde havia passado a espada, agora queimava com as chamas negras.

Olhei para Genesis, ele estava tentando achar um jeito de passar pelo meu Susano’o, mas em vez de atacar ele soltou uma magia, eu desviei ela para o lado com o escudo, e quando acertou o chão, uma nuvem de poeira nublou um pouco minha visão.

O Cerberus tentou pular por cima de min, se aproveitando de minha cegueira temporária, eu parei o braço esquerdo, joguei ele longe com o escudo.

“Isso esta demorando demais...”

Willian – Amaterasu!

Meu olho sangrou mais, tentei acertar Genesis, mas ele desviou para a esquerda. Pude ver a cabeça dele sangrando, devia ser por causa da primeira queda.

“Droga!”

O Cerberus me acertou por trás, ele não podia me ferir, mas acabou me derrubando.

Genesis viu a abertura e veio para cima com tudo.

“Merda! “

Tive um excelente idea na hora, quando ele estava chegando perto, desfiz uma parte do Susano’o deixando apenas as costelas em volta de min.

Ele estava prestes a me acertar com a espada. Eu dei um sorrisinho mortífero.

Willian – Enton: Kokuen no Tate!

As costelas do Susano’o ficaram cheias de chamas negras, Genesis só notou no ultimo segundo, mas já era tarde. Ele acertou com tudo, mas como eu estava com o Susano’o a espada dele escorregou para a direita e ele bateu com o corpo no Susano’o.

O grito dele foi alto, ele caiu rolando no chão de dor, o corpo dele queimava com as chamas negras.

“E agora...”

Me virei para o Cerberus, que olhava para Genesis caído, estava distraído.

Willian – Amaterasu!

O Cerberus rugia de dor, mas logo já estava no chão morto.

Olhei para o corpo de Genesis, ele começou a se desfazer, aproveitei para desfazer o Amaterasu.

Willian – Requiescat in Pace.

Fechei os olhos dele, olhei ele se desfazendo, Genesis estava voltando para o Lifestream. Ele se desfazia em partículas verdes.

A espada dele estranhamente desapareceu junto com ele, assim como o Cerberus. Fiquei observando ele subindo para o céu ou sei la. Se algum dia eu morresse , gostaria que fosse assim.

“Que cena mais linda...”

Quando ele se desfez por completo, fui em busca do livro dele. Perto da cadeira de balanço lá estava ele.

“Loveless, vou dar uma lida... Mas agora o problema... como vou guardar uma espada desse tamanho?!”

Pensei olhando masamune, era uma espada realmente bonita e resistente. Eu cravei ela no chão, e peguei o livro.

Enquanto eu folheava o livro, pude ver Kirito e Rina vindo na minha direção.

Rina – Você esta bem Willian?!

Não respondi, mas abri no prólogo.

Willian – “ Quando a guerra das criaturas ocasiona o fim do mundo, A deusa descende dos céus, Asas de luz e escuridão propagam-se, Ela nos conduz a felicidade, sua dádiva eterna...”

Falei, como um bardo contando um poema. Rina ficou com uma cara de confusa.

Kirito – É, ele deve ta bem sim...

Dei um sorriso.

Willian – E aqui está minha nova espada.

Apontei para Masamune.

Rina – Essa é a tal espada do Sephiroth?

Concordei com a cabeça.

Rina – Legal, eu tenho a do Cloud e você a do Sephiroth!

Dei uma risadinha, ela parecia estar mais alegre agora e mais feliz.

Fechei o livro e o guardei no sobretudo, foi quando eu olhei a destruição em volta.

Willian – Você acha que o pai da Takagi vai ficar nervoso?

Rina – Acho que sim!

Disse ela vindo em minha direção e me abraçando.

Willian – Ei! Virou festa isso aqui?!

Ela fez um bico.

Rina – É só um abraço inocente!

Olhei para Kirito, ele deu um sorriso e deu de ombros.

“Quem diria, o cara que eu menos gostava agora virou meu coleguinha... que droga... esse mundo tem dado muitas voltas ultimamente...”

Rina – Mas por que pegou o livro?

Perguntou ela me soltando.

Willian – Genesis nuca foi uma pessoa ruim, mas ele ficou obcecado por achar uma cura para a degeneração... Isso o mudou. Resolvi pegar o livro em homenagem a ele, nos tempos em que ele era uma pessoa boa.

Rina concordou com a cabeça.

Kirito – Ei, Willian.

Olhei para ele, o terno dele estava rasgado perto do pescoço.

Willian – O que foi?

Ele deu um sorriso e piscou o olho disfarçadamente.

“Mas que porra...”

Kirito – Não pense que vai ficar com a Rina só pra você! Ela é mais minha do que sua por direito!

“Ata... tinha pensado outra coisa...”

Willian – Ah, er... Nunca! Ela é só minha, ela é minha parceira! Ela fica comigo todos os dias! Todo dia eu vou pegar ela no chuveiro!

Olhei para Rina, ela ria com o rosto vermelho.

“Ela ta gostando disso...”

Rina – Meninos não briguem por minha causa! Posso muito bem dividir meu tempo entre vocês!

“Pegar baba dele? Espera... ela acabou de sugerir que nós...que safada!”

Olhei para Kirito, apontei para Rina.

Willian – Ela quer ficar com nós dois ao mesmo tempo. Na cara de pau.

Ele olhou para Rina.

Kirito – Isso é verdade Rina?!

Ela estava com o rosto vermelho de vergonha, mas concordou ela nem conseguia esconder o sorriso.

“Aposto que ela quer que a gente vá para a cama nós três...”

Kirito – Isso é muito egoísmo seu,como punição você não vai ter é nada.

Pude ver toda excitação de Rina ir pelo ralo.

Rina – Eh? Jurei que vocês queria ficar comigo ao mesmo tempo!

Fui até ela e dei um peteleco nela.

Willian – Vai sonhando, gatinha levada...

Inesperadamente pude ouvir Kirito dando uma gargalhada.

Kirito – Essa foi ótima!

Rina – Não ria Kitinho!

Kirito – Do que você me chamou?!

Rina – Kitinho!

Eles ficaram um discutindo com o outro, devia ser desse jeito que eu e Rina devíamos brigar...

Olhei para o céu e dei um sorriso.

“Genesis, da um oi pro Zack ai pra min...”

Voltei a Masamune e a tirei do chão.

“ Acho que já ta quase na hora de decidir pra que anime ir a seguir...”

Foi quando eu vi uma coisa não muito distante dali.

Dei um sorriso e andei até la, me abaixei e peguei uma pena negra. Passei ela pela mão e guardei no sobretudo junto com o livro.

“Já achei um bom marcador de paginas!”

Notas finais
Error xpxpxpxpxpxp Rina - Droga Willian! Seu pc ta com virus! Willian - Q merda! Vc fez ele pega virus sua gata de rua! Rina - Ta de zoeira comigo?! Autor - Antes que esses dois se matem, gostaria de agradecer a todos que continuam lendo a fic! Erro pxpxpxpxpxpxpxpx Rina - Sera que se joga ele no chao ele funciona?