O Vírus
3 Sem Rumo
Tóquio, Japão às 04hrs da manhã... Dos EUA ao Japão, nos livramos dos zumbis que lá estavam? Não; o antídoto de Samm estava se espalhando junto ao vírus, rapidamente, cada vez mais, e mais zumbis; não por isso que todos ali iriam desistir, pousamos os Helicópteros ali em Tóquio, em um lugar seguro, o antídoto de Samm permitiu-nos que ficássemos sem mascaras de gás, agora o vírus só infectava mortos, fazendo deles vivos, o objetivo de salvar a humanidade passou a ser o objetivo de salvar a minoria da humanidade viva, descemos dos mesmos e um terreno baldio com grades por volta dele, se sentamos ali, e nos descansamos, peguei meu notebook e liguei, usei o GPS do mesmo e vi que ali perto havia um posto de gasolina, onde iriamos conseguir mais alimentos; depois de alimentados, voltamos ao helicóptero e fomos até o posto, um apenas dos helicópteros desceu e quem estava ali pegou o que tinha, e voltaram para o helicóptero; continuamos a voar, até que os um dos helicópteros estraga no meio do caminho e cai:
– Que droga, aqui não tem paraquedas! — Grita Holland, uma das cientístas que tinha sobrado. — Temos que fazer algo, e rápido! — Grita a mesma assustada. E o Helicóptero cai, sobram apenas 7 cientístas, 2 policiais, e 1 médico, a gente pousa o helicóptero, com medo do mesmo acontecer; mas e a belo erro que a gente fez de pousar no meio dos zumbis? Droga.
Mortos-Vivos vinham em nossa direção, e a gente tentando se salvar, íamos exterminando aqueles mortos-vivos:
– Se não te aplaudi antes te aplaudo agora Samm — Aplaude Laysla uma dos cientístas, chutando os zumbis. — sempre nos ferrando!
– Samm, tem que ter um jeito de reverter isto. — Digo, com atirando com uma desert eagle. Samm não responde nenhum de nós; corremos matando os mortos vivos, e pegamos ali perto veículos que tinham, e saímos atropelando os zumbis.
5 dias de viagem de carro, França, não sabíamos estado e nem cidade, meu computador teria queimado, só sabíamos que estávamos na França, achamos um lugar onde poderíamos ficar, era seguro, fechado e com perigo nenhum de mortos-vivos entrarem ali... Cansado me sento, e tiro um cochilo, os resto faz o mesmo; após 25 minutos, acordo silenciosamente, abro os olhos e vejo Samm com meu computador consertado, falando com alguém, pensei logo "tem mais pessoas vivas?", ouvi a metade da conversa:
– Samm, vejo que conseguiu convence-los de soltar o antídoto que faz dos mortos, vivos! — Fala o cara da tela do computador, ele usava um tapa olho no olho esquerdo, e a cicatriz do olho aparecia, era careca e parecia bem novo.
– Sim senhor! Quer que eu faça mais alguma coisa pelo senhor?
– Sim, abra a porta do local onde está e deixe os mortos-vivos entrarem e matar quem está ai!
– Mas, mas senhor eu estou aqui!
– Prefere ser torturado por mim?
– Não senhor!
– Então faça! — Samm se levanta dali, pisa no Notebook e quebra, em seguida chega até a porta e destranca.
– SE LEVANTEM IMEDIATAMENTE ! — Dou um grito, e todos acordam, e veem zumbis entrando, tiros por todo lado, Sammuel apenas morre, limpamos o local de mortos-vivos, e em seguida fechamos o local, conto a todos o que aconteceu:
– Precisamos saber quem era o cara do computador e ir atrás dele! — Disse Laysla; no mesmo momento eu vejo Morpheu saindo dali achando que ninguém ia perceber, saindo da roda de pessoas e dou uma voadora do lado esquerdo da cabeça de Morpheu, o médico que tinha sobrevivido, e ele cai, amarramos o mesmo e começamos a interrogá-lo:
– Parece que você trabalhava junto ao Samm, quem era aquele cara?
– Se eu não falar, vocês me matam, se eu falar, fazem o mesmo!
– Errado, se você falar você vive, se não falar é torturado! — Digo enquanto Laysla tira uma faca para corta-lo se o mesmo não falasse.
– É o meu chefe, ninguém que trabalha pra ele, sabe onde ele fica, ele criou o antídoto para criar mortos-vivos! Já o nome é segredo.
– Laysla... — E ela corta o tronco dele.
– Aaaaah! — Grita Morph. — O nome dele é Jean, ele tem 15 anos, e é seu filho Loan!
– O que?
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