O Vírus

4 Sobrenatural?


Com Morph morto, saímos do local onde estávamos, e sem veículo apenas andamos pela cidade, estava limpa, e estranha, pois não havia mortos-vivos, entramos no meio de uma floresta armados e totalmente sem rumo, e continuamos andando, eu estava totalmente com pensamentos em minha família, será que aquele garoto era meu filho? Se ele está vivo, e minha mulher? Minha filha? Estava tentando ser inteligente por um momento pra saber desembaralhar tudo isso que estava em minha cabeça, o que estava passando naquele momento, os mortos-vivos, o vírus, as pessoas que estavam comigo, os armamentos, tudo, e se aquilo fosse só um sonho? Mas não foi , tudo isso o que se passa é real; quem não garante que possa acontecer novamente?; continuamos andando, até que fomos parados por um enorme, castelo, era extremamente grande, velho, caindo aos pedaços, abandonado, com raízes crescendo por volta dele, e com um enorme cadeado em seu enorme portão, tudo era enorme:

– Não parece nada seguro! — Disse Laysla.

– Prefere esperar aqui fora, e ser devorada por mortos vivos? — Disse Erick.

– Droga. — Responde Laysla.

Então batemos várias vezes no enorme cadeado do castelo, até que arrombamos, ali era um lugar aterrorizante, era escuro por estar no meio da floresta, e tinha vários túmulos ali:

– Igreja enorme! — Disse Jack irmão de Erick; eram gêmeos os dois.

– Mortos-Vivos, quem não garante que ai tenha almas também? — Fala Erick.

– Cala a boca. — Falou Laysla enquanto eu observava e ria silenciosamente.

Engatilhamos as armas, ligamos lanternas, e entramos dentro do local, não tinha o que fazer ali, era velho, quebrado, e estava totalmente limpo, sem imóveis, nada, tinha 5 andares, subimos um, outro, e fomos ao quarto andar, até que, vidros se quebram e quando vemos o que aconteceu, Rayjay e Killian são jogados do quarto andar para fora, mortos, agora sobravam apenas eu, Laysla, os gêmeos e Andrew, se juntamos naquele momento e do nada passa uma garota com a cara enfaixada, loira, sem roupa, encharcada de lama e cheia de sangue, atiramos juntos nela, não adiantou:

– O que eu disse sobre ter almas aqui? Idiotas. — Reclama Erick.

Ela some e corremos todos pro andar de baixo, quando nas escadarias, novamente ela aparece, atiramos, recarregamos, ela some, descemos novamente, e todas as portas se fecham e as lanternas queimam, ficamos em total escuridão, a garota aparecia por todos os lados, e a gente continuava a atirar, nada adiantava, Jack é jogado longe, desloca um dos braços e se levanta, com uma faca, ela reaparece para mata-lo e ele acerta ela com a faca, ela começa a queimar e some, as portas se abrem e a gente sai correndo:

– Achamos algo pior que mortos-vivos! — Disse Andrew.

– Ferro, é o que vai mata-la, parece que dessa vez não matou, quem sabe da próxima? — Respondo sem fôlego por estarmos correndo.

Saímos de dentro da floresta e continuamos correndo, até que paramos, entramos em um bar que ficava em um beco, o que era difícil dos mortos-vivos encontrarem, eles não tinham cérebro, trancamos o local, e Erick dá um puxão no braço de Jack para concerta-lo, assustado com aquilo, pego uma garrafa de vodka, abro e começo a beber:

– Nós iremos voltar, quando estivermos preparados, e acabaremos com a desgraçada! — Digo eu.

–Sim! — Diz Layla. — Com certeza acabaremos com ela.

– Ei pessoal, venham até aqui. — grita Andrew.

Vamos até ele e vemos que ali no bar teria armas e munição, e internet, finalmente uma notícia boa; enquanto o resto do pessoal, faziam curativos em sí mesmos, arrumavam as armas, e descansavam, eu pesquisava sobre fantasmas:

– Pessoal, faremos água benta, banharemos as facas e jogaremos sal, assim deteremos o fantasma! — Digo para os mesmos.

Então todos seguem o passo-a-passo do computador e fazer a água benta, pegam facas e banham, depois jogam sal, e deixam ali em uma mesa todas as facas, e depois todos vão dormir um pouco.

2hrs Depois apenas eu acordo e vou pesquisar mais, uns 15 minutos após, todos estavam acordados:

– Pessoal, ela pode ser também uma dêmonia, o único jeito de derrota-lá irá ser prende-lá em um circulo e exorciza-la! — Digo.

– Não é um demônio, lá era um igreja, estava cheia de túmulos, com certeza era uma alma! — Disse Andrew.

– Tem razão! — Respondo eu.

Pego uma garrafa de tequila, e partimos para a floresta, chegamos na igreja, e entramos; se preparamos com a faca, e as cano serrados com sal, enquanto a desgraçada não aparecia, nos sentamos e conversamos:

– Quando será que isso vai acabar? Se for acabar... — Diz Jack.

– Esperança é a última que morre, vai acabar, acredite irmão! — Responde Erick.

– Eu espero que eu esteja sonhando, saudade, dos meus filhos, esposa, amigos! — Digo eu.

– Vamos todos ficar bem! — Fala Andrew.

– Sim. — Laysla.

Dou um tiro em um dos cantos da igreja:

– A desgraçada chegou!

Jack, conseguindo ser rápido, faz um circulo de sal em volta dela e ela fica presa, me aproximo:

– Acabou para você! — Jogo a faca em direção dela e atiro ao mesmo tempo, exterminando-a!

Saímos dali e voltamos ao bar, jogamos os armamentos em qualquer lugar, e caímos em qualquer estofado ali:

– Conseguimos! — Diz Erick.

Jogo uma garrafa de cada bebida para os mesmos e bebemos, após isso, nos deitamos e dormimos até o dia seguinte.

No dia seguinte, saímos do bar, e começamos a andar por ali, quando do nada, da floresta saem milhares de almas, querendo vingar a alma da garota que exterminamos, sem saber o que fazer, apenas corremos muito até chegar a um local onde haveria veículos para sairmos do país, até que achamos uma garagem de "rico" pegamos veículos rápidos, entramos e saímos o mais rápido possível do país.