O Unicórnio de Um Coelho
6 O único obstáculo verdadeiro...
Notas Iniciais:
Oie!
O capítulo estava engasgado , hoje que deu em algo... E a inspiração resolveu brincar de esconde esconde comigo :T.
Enfim,
Musica do capitulo: P!nk — Just Give Me A Reason ft. Nate Ruess. (Um pouco antiga, mas vale, néh?)
Link do clip: https://www.youtube.com/watch?v=AcYQ9jV9UIY
Boa leitura.
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A garota era encoberta pelo rapaz e trocavam salivas, acomodados na raiz de uma árvore. Se eram namorado sérios? Ele não sabia, mas os observava de longe.
A quadra de esportes externa da escola estava vazia, apenas uma turma sem aula vagava. O clima era agradável, apesar do sol, e o rapaz permanecia matando sua aula, sentado no patamar da pequena arquibancada de concreto, que não passava de quadro degraus. Ali, onde ele tinha visão das árvores mais afastadas do prédio, da quadra e dos edifícios das salas de aulas, era difícil de ser vigiado, por isso era o lugar mais calmo para passar o tempo.
Entretanto, o tédio começava a tomá-lo enquanto girava a lata de refrigerante de limão quase vazia nos dedos. Estava se cansando da mesma paisagem. E, como se para agrada-lo, um enxame de alunos do colégio surgiu. Era uma mudança de aula, supôs, mas ele já estava perdido no tempo; as aulas tinham acabado.
Depois de observar os novos rostos e o que faziam, notou um rapaz de camisa escura que parecia estar procurando alguém conhecido. E quando seus olhares se encontraram ele sorriu torto e convencido, mesmo de longe, sabendo que o cara tinha o escolhido como a melhor companhia, pois veio na direção dele. Fingiu que não se importava com a aproximação, mas, com os dedos, penteou os cabelos platinados e mais longos em cima para trás – havia mudado a cor a alguns dias, do louro escuro para o quase branco, e gostou do resultado por atrair mais olhares.
O colega sentou-se em silencio ao seu lado, observando a quadra onde um jogo tinha começado rapidamente.
— Tem um cigarro, aí? — Perguntou, se arrastando para ocupar o vão que ficou entre ele e Jack, até o ponto de suas roupas roçarem.
Ao observar os olhos azuis, com o balançar de cabeça negativo, percebeu que ele estava diferente, mas fazia um silencio duro com expressão concentrada... Entretanto, o que estava acontecendo com o companheiro não lhe importava como deveria, e ele também passou a assistir o jogo. Conhecia a maioria dos rapazes, na verdade, conhecia grande parte dos humanos daquela escola, de nome ou de breves conversas nos corredores, o que o fazia ser conhecido no lugar, mas isso não significava que Samuel se lembrasse de todos com algum afeto.
Jack estava decidido em resolver aquilo. No dia anterior, Sam havia desaparecido da escola e de qualquer forma de contato. Agora que o achou tinha que falar logo, mas seu cérebro, simplesmente, não queria deixar as palavras saírem, dando tempo para um nervosismo estranho deixar seu coração mais agitado.
Então Samuel o observou rapidamente. Seus olhos castanhos com manchas verde-esmeralda estavam estreitados pela luz do sol, mas ainda tinham o ar enigmático, de convicção e atrevimento. Jack sabia que ele percebia que tinha algo, mas o rapaz não ia tentar tirar nada dele, estava por conta própria naquele término.
Dando um sorriso nada modesto, Samuel arcou-se, apoiando o alto das costas no patamar atrás de si, e ergueu a barra da blusa roxa, expondo o abdômen sutilmente definido ao sol e a quem quisesse observar. Ver aquele físico e a pele dourada clara tão próximo, o provocando, perturbava Jack. Era aquilo que iria deixar de lado, um sonho de consumo que já experimentou, mas era se resumia apenas naquilo, no corpo, e não levaria a lugar nenhum. Suspirou pesado, baixando a cabeça e fechando os olhos, resistindo à tentação. E de repente sentiu um toque nas costas, uma mão que deslizou sobre sua blusa até a bermuda e depois o apalpou. Jack saltou para o lado, causando uma expressão de estranhamento no outro.
— Acho que me cansei disso, Sam. — disse e olhou Samuel de volta.
O rapaz o encarava sem expressão, buscando qualquer sentido, então ele soltou um riso, antes de perguntar malicioso:
— Tá doce hoje, é?
— Não, cara. Só me cansei de você.
— O que? — Samuel ficou mais sério e invocado, sentando-se direito e olhando Jack fixamente, que desviou o olhar para as mãos, apertando-as uma na outra. — Como assim, Jack?
— O que quero dizer é que o que temos acabou... Eu sentia algo por você, Sam, mas isso se perdeu com o tempo. Agora eu percebi que continuar pensando que você e eu temos algo mais verdadeiro, não vai levar a nada... É só uma ilusão para mim. — Jack fez um rápida pausa. — Eu vou seguir minha vida, achar outras pessoas para conviver e...
— Foder? — Sam interrompeu presunçoso.
— Conhecer — Jack o encarou, irritado. — Viu. Você só tem esses pensamentos, parece não querer nada mais que isso. Por essa razão que não está mais funcionando para mim. Eu sei que você gosta de ser o que é, e acho que não vai entender que há algo melhor para se ter das pessoas...
Sam soltou um riso irônico, encarando a frente e mordendo o lábio inferior, sinais de sua contenção.
— Qual o seu problema? — Virou-se para Jack. — Eu não fiz nada para você vir com esse papo meloso de ‘nunca mais’. Nossas “festinhas particulares” sempre foram boas. Eu te dou o que você deseja e do jeito que quiser, e você — riu irônico — quer me chutar? — o moreno o encarou indignado. — Ah, qual é, Jack? — o sorriso torto, libertino e bobo surgiu novamente naqueles lábios, e o rosto de Sam se aproximou mais, sussurrando: — Sei que você adora tudo que faço contigo. E volta e meia implorava por algo nos encontros planejados ou ocasionais — e Samuel indicou o prédio da escola, mas não desviou o olhar do rosto de Jack, que soube o que ele quis dizer.
As lembranças existiam, antes era agradável lembrar, mas ali o perturbaram, criando mais tentação e dando mais isca para Sam não deixa-lo escapar fácil. Então Jack se levantou, espantando os pensamentos com um balançar a cabeça:
— Sam, é exatamente isso que acabou! Se quiser ser meu amigo, tudo bem, você é engraçado, mas não vai ter mais esses momentos comigo, entendeu? — O outro continuou sentado, com uma expressão que dizia que ainda não queria acreditava naquilo. — Não estou dizendo que foi ruim o que passamos ou o que aprendi... Só quero partir para outra chance.
Samuel o encarou por alguns segundos, não estava aceitando que era simples assim. Sua vida o forçou a ser alguém desapegado, entendeu apenas que devia aproveitar o que queria, quando queria, sem importar mais nada, se não a satisfação do prazer e ter alguém que soubesse fazer as coisas como ele queria sem reclamar. E Jack era essa sua pessoa. Dedicado, resistente e correspondente, era seu aprendiz e seu garoto de testes quando sozinhos. Apensar de estarem livres em suas vidas cotidianas, como Sam gostava, Jack era o seu alguém. Era...
— “O problema não é você, sou eu” é isso que vai dizer? — Sam perguntou com deboche, o que Jack ignorou, refletindo por um momento.
— É, isso serve.
— OK, então. — o de cabelos platinados disse indiferente, com um dar de ombros e voltando a sentar-se relaxado, assistindo o jogo na quadra.
Essa finalização espantou Jack, que não se moveu. Aquilo não era normal, e o deixou em duvida em aceitar aquelas ultimas palavras e ir embora achando que tinha resolvido, ou esclarecer.
Sam o olhou, simulando uma curiosidade na expressão.
— É só isso? — Jack perguntou desconfiando, não aguentando ficar confuso.
— Claro que não! — Sam ficou de pé (tão rápido quanto os olhos de Jack podiam seguir) e o empurrou do patamar.
Foi só um segundo de mergulho da arquibancada para o trecho de terra e grama antes da quadra. Por sorte, havia apenas um patamar até o solo, onde Jack caiu deslizando, parando sem grandes danos, além de partes esfoladas nas mãos e joelhos. Completamente indignado com tamanha infantilidade, o moreno levantou-se devagar, espanando a poeira.
Samuel desceu lentamente, observando-o.
— VOCÊ É UM --!! Nem sei! — Sam rosnou, falando alto e bravo. — Eu te dei o que qualquer adolescente poderia querer. E quando quisesse Jack! — chegou ao nível do chão, retribuindo o fuzilamento de olhar do moreno. — Crescemos juntos durante esse tempo. Fizemos tanta coisa. Eu confiei meu tempo á você. E agora você resolve me usar, como se fosse qualquer coisa, e cair fora? Que não sou bom o bastante para você! — Sam tinha muita expressividade com as mãos e o rosto ao falar, o que distraia um pouco Jack, ainda mais quando o de cabelos platinados começou a dar passos ao redor dele. — Que traição, Jack! E muita arrogância! Lembra que você jurou que seriamos parceiro? Não sei mais se suas palavras valem alguma!
— Cara! Você insistiu muito irritantemente por isso jurei! Foi da boca para fora, Sam. E nunca disse que você não era bom! Só não dá mais para continuarmos com isso. Cresce!
Samuel parou, o encarando com raiva e fechando os punhos ao lado do corpo. Jack se preocupou, e sem perceber recuou um pequeno passo.
***
Finalmente as aulas haviam terminado. Contudo, Miriam ainda estava no colégio, em uma mesa de concreto da área externa e próxima do refeitório. Com seus cabelos cheios de cachos cor de mel, ela fuçava diversas caixas de roupas e acessórios que estava sobre o tampo. Logo separou uma camisa de cetim dourado, vistoriou as costuras e passou para o menino que a acompanhava naquela atividade de catalogação dos figurinos.
— Esse está bom! Vamos anotar — ela informou.
Sentado tediosamente no banco frio, o garoto pegou o tecido e jogou numa caixa com poucas peças. Depois começou a anotar distraidamente alguns detalhes numa prancheta, mas, de repente, um estrondo próximo o assustou, e Miriam gargalhou sozinha, deitada sobre a mesa, enquanto a caixa que ela remexia jazia caída do outro lado e havia esparramado todo seu conteúdo no chão.
— Caiu! — ela gritou ao notar o olhar espantado de Francis, e riu sozinha novamente. O menino não disse nada, apenas foi juntar as coisas de forma calmamente, ao som dos comentários dela: — Eu nem percebi que estava escorregando! Ah! Obrigada, Franciszinho! Você está me ajudando muito com tudo isso. A professora vai saber, tá? Talvez ela até te dê pontos positivo por isso — e ela parou para inspirar. Depois mirou a caixa do lado e foi continuar seu trabalho.
Contudo, a moça de quinze anos ouviu um burburinho alto e levantou a cabeça, encontrando logo uma discussão meio distante:
— AH! Olha que barraco! Aquele lá não se cansa de chamar atenção mesmo, né. Parece que tá brigando com o amigo agora, hunf!
Francis repôs a caixa na mesa e olhou, sem muito interesse, na direção que a menina encarava. Por um longo segundo, seu coração sumiu, sem qualquer reação no peito, criando uma sensação fria que percorreu seu corpo. Naquele exato momento, Jack foi acertado por um tapa estalado no rosto, até entortou-se para um lado com a mão sobre a bochecha. E Samuel não lhe deu tempo, segurou o moreno pelo ombro e falou algo incompreensível, porém raivosamente, na cara dele, antes de solta-lo bruscamente, rir e preparar o punho para agredi-lo novamente.
O mais novo começou a ir naquela direção, sem pensar direito, sem saber que estava fazendo aquilo, abandonando uma Miriam confusa com aquela atitude. Francis apenas se atentava em seu coelho tentando se defender.
***
Jack evitou um soco segurando os punhos de Sam longe. A disputa de força durou alguns segundos, até o de cabelos platinados conseguir posicionar as mãos no corpo de Jack e com um movimento o jogou de costas no chão. Dessa vez ele precisou de um tempo para recuperar-se da falta de ar. E, deitado sobre a terra, ficou odiando que Samuel tivesse feito aulas de lutas por muito tempo, e que ele mesmo havia o incentivado a não parar.
Olhando em volta, Jack notou que tinham conseguido a atenção de estranhos, alguns se aproximavam aos pouco só para assistirem de camarote. Mas seus olhos encontraram um garoto em especial, que estava na frente de todos e alheio ao que estava fazendo. Jack se irritou com ele e se fez ficar de pé novamente, apesar das dores.
— Não vai reagir, Jack? Não vai nem tentar? — Sam disse com deboche, cruzando os braços em espera.
— Chega disso! Eu não vou fazer o que você quer.
— Ah, então vai fugir com medo, incapaz de me dar um misera liçãozinha? — Sam zombou. — Eu bem que sabia que você é molenga desde o começo. Meio ‘Maria-vai-com-as-outras’.
Jack apertou os punhos e revidou um soco, tentando pegar Samuel desprevenido, mas o outro desviou o rosto e o acertou no estomago. Pior que a dor, era saber que Samuel estava agindo convencido ao olha-lo se curvar. Em seguida, Jack foi inçado para uma postura mais ereta, erguido pela mão de Sam agarrada á sua blusa, apenas para encará-lo nos olhos.
Apesar de não falar, os olhos castanhos de Samuel diziam o quanto estava frustrado e raivoso por Jack abandonar tudo o que construíram, e ainda por saber que não podia mandar que ficasse com ele e continuassem como antes. Sam não gostaria de vê-lo ao seu lado fazendo isso obrigado e de maneira falsa, e isso o deixava possuído pela fúria. Além disso, não gostava de ter que descontar no culpado, não naquele rosto , naquele corpo... Mas, mesmo pensando isso, fazia, porque a irritação era maior que seu controle ou provável arrependimento.
— Solta ele!
Essa frase súbita acompanhou um empurrão pelas costas, o que obrigou Samuel a soltar Jack e encarar o garoto mais novo expressando toda sua indignação e surpresa:
— Quem você pensa que é para se meter?! — Sam empurrou-o de volta, mais forte, conseguindo facilmente derruba-lo no chão.
— Francis! — Jack contornou Sam e ajudou o menino a ficar de pé depressa, apesar do estomago continuar parecendo carregar uma pedra não digerida. Então se voltou para o ex-colega: — Deixa ele fora, Sam.
— O que você está falando? Já tirei sangue de outros por menos que isso! — indignou-se com estranhamento.
— Vai embora — Jack murmurou para Francis, encontrando o olhar preocupado e determinado do unicórnio.
— Espera! Ele não vai não! — Sam assistiu-os com suspeita, e pegou o garoto pela roupa, o puxando para entre eles. Mas a força usada foi maior e desequilibrou Fran, que caiu de joelhos diante dos pés deles.
Dessa vez, Jack permaneceu estagnado por alguns segundos, ficando mais sério, irritado e preocupado, observando de Francis para Samuel:
— Levanta. Você cai muito fácil, garoto — Jack puxou o mais novo do chão pelo braço, menos gentil e ignorando o terceiro. E, por não estar olhando, não percebeu os sinais. Do nada, recebeu um soco de direita no rosto e cambaleou até cair sobre o patamar da arquibancada.
— Ele não é o único! — Sam disse com rancor.
Atordoado demais para notar, Jack não viu Francis avançar em Samuel. Ele estava tomado pela revolta e pelo sangue que logo escorria do lábio de seu coelho caído, precisava fazer algo.
Contudo, o menino nunca deu um soco digno, nem mesmo sabia como fechar o punho direito, e sua mão, que mirava o rosto de Sam, foi pega no ar pelo mais velho, que riu da tentativa. Francis tentou outro golpe com a outra mão, mas Samuel o girou, ainda o segurando. Um movimento que resultou em Francis sendo enforcado pelo próprio braço e uma dor começando a latejar gradativamente no ombro e pulso, firmemente segurado em suas costas.
— Ei, Samuel, larga o brinquedinho! Vamos. Acabou a brincadeira de vocês dois.
De onde ele tinha surgido? Francis se perguntou quando reconheceu a voz e se esforçou para virar um pouco, mesmo com a pressão no pescoço e com Samuel em suas costas. Depois Fran olhou Jack, que já havia ficado de pé, e a postura em que tinha parado declarava que não ia deixar Francis preso por muito tempo. O moreno também expressava estranhamento e surpresa por aquela intromissão inesperada.
— O quê? Mal comecei David! — resmungou, mas o Audrey mais velho se aproximou, ajudando Francis a afrouxar o próprio braço, e o soltou. — Foi ele que procurou, cara! — Sam tinha mudado, estava mais contido na raiva, com um riso leve e provocador no canto da boca. — Agora deu para ajudar as escórias da escola?
— Não — e David soltou um riso sarcástico. — Sabe que penso como você, Sam, mas esse aqui — deu um olhar de desprezo para Francis, ao lado dele, confuso e com a mão no ombro — é diferente.
O irmão mais velho deu um aceno de despedida para Jack e Samuel e puxou Francis pelo braço, levando-o para longe.
Francis foi arrastado por alguns metros, sem entender aquela atitude do irmão que nunca ligou para nada sobre ele na escola, então olhou para trás, vendo Jack os observar, ele também não entendia David, porém estava aliviado da intromissão do unicórnio ter acabado.
Assim que se afastaram o suficiente, Jack encarou Samuel:
— Definitivamente — parou, tocando o corte na boca que doeu com a fala, e olhou realmente sério para o de cabelos platinados — acabou, Sam — e se afastou do ex-namorado e ex-amigo.
Uma lata de refrigerante vazia atingiu suas costas depois de alguns passos, mas Jack não retornou, nem mesmo quando Sam gritou mentiras sobre ele para todo mundo ouvir e, ao fim, grunhiu de frustração.

Notas finais:
Obrigado por ler e pela paciência!
Pelo 5º capitulo postado! Pela companhia de você, leitor(a)! E como presente ! O link de uma imagem que fiz faz tempo para divulgação (é justo que os que acompanham a historia vejam-a): https://s15.postimg.org/buuuu3o9n/Page_OUd1_C.jpg
Gostaria de saber o que viram no capítulo. Ia deixar aqui o que tentei mostrar, mas seria fazê-los ver o que pode não estar tão claro, entende?
Esse capitulo continuava com mais uma parte, mas estava longo, então que tal:
~No próximo capitulo de 'O unicórnio de um Coelho':
Francis Audrey é salvo pelo seu irmão, que sempre o ignorava, e as razões dele ter feito isso surgem. Também, o unicórnio, antes tão escondido no seu mundinho, não ficará mais sozinho depois dessa atitude incomum e ganha a atenção de alguém (ou deveria dizer de dois?). O caminho parece estar livre para Jack e Francis, mas coisas estão por vir a partir desse momento...
Assista a continuação neste mesmo canal, no seu horário preferido e nessa mesma emissora! ~e inicia o clip de encerramento~.
(Obs.:Melvin gosta muito da frase deste capitulo)
Obrigado por ler! Saúde e até breve!
(~e o estranho de terno azul clarinho dá um aceno sorridente e vai saindo do palco andando elegantemente, rs, e ao som de uma música legal)
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