Notas iniciais
Oiiii
Cap novinho!
*-*

Bella POV


De repente, uma mulher vestida de fardamento policial entrou na sala e se aproximou de Edward. O silêncio se fez novamente na sala.

- Edward Cullen? – A policial perguntou com a foz firme,

- Sim.

- Você está sendo convidado a ir até a polícia prestar esclarecimentos sobre o acidente de carro envolvendo a morte da senhora Tanya Denalli.

OMG! Edward ia ser preso?

Se a moça era policial, com certeza meu pai sabia de alguma coisa, porque ele não havia me avisado? Será que ele fingiu aprovar o nosso namoro porque queria prender Edward? Era só o que me faltava...

Os alunos que ainda estavam na sala continuavam em total silencio, acompanhando a conversa que acontecia ali. Agora, com certeza, mais fofocas ainda iriam surgir. Olhei para Alice e vi que Jasper estava servindo de apoio para ela, que olhava a cena com os olhos arregalados, assim como eu.

- Tudo bem. Pode aguardar uns cinco minutinhos, enquanto termino de conversar com a turma? – Edward falou calmo. Como ele podia estar calmo? Será que ele não estava entendendo que era uma policial que estava ali. Por Deus! Ele poderia ser preso.

- Ok. Mas não irei esperar mais que cinco minutos. Estarei ali fora, ao lado da sala. – A mulher falou sem esboçar emoção nenhuma.

- Obrigado. – A policial saiu pela porta. – Bom turma, pelo jeito eu tenho um compromisso agora, mas realmente todas as informações importantes estão nesse papel. Qualquer dúvida conversamos amanhã na nossa aula, ok? – Edward continuava calmo, como se nada tivesse acontecido. Ele não estava com medo? Os demais alunos pegaram o bilhete e saíram da sala.

Para não levantar suspeitas para os demais alunos da turma, eu devia ir embora, mas minhas pernas não me obedeciam e meu coração estava aperto. Eu queria ficar ao lado de Edward e ir junto com ele na delegacia. Por fim, ficamos na sala somente Alice, Jasper e eu.

Eu sabia que Edward tinha poucos minutos antes de ir e queria encontrar minha voz e falar alguma coisa, mas não conseguia. Minha mente imaginava diversas várias coisas diferentes, mas todas acabavam mal e da mesma forma, com Edward preso.

- Edward, o que está acontecendo? Porque a policia está aqui? – Alice desatou a falar, muito nervosa.

Edward, que até então estava de costas para nós, organizando seus materiais, virou-se para nós e seu olhar fixou-se primeiro em mim, intenso, como se dissesse para que eu não me preocupasse... O que era impossível, óbvio. Em seguida olhou para Alice e se aproximou dela.

- Alice, por favor, nada de se preocupar. Eu não sei o que é que está acontecendo, mas penso que deve ser um procedimento de rotina da polícia, afinal de contas alguém morreu no acidente, então é necessário que aja alguma investigação.

- Então não seria melhor você ligar para o advogado da família? – Jasper perguntou tão calmo quanto Edward, enquanto consolava Alice com um abraço. Nessas horas era que eu não conseguia entender como Jasper, um garoto tão calmo, namorava Alice, uma menina tão... tão... Alice. O olhar de Edward voltou para mim.

- Eu acredito que não seja necessário Jasper. Caso fosse, a polícia tem a obrigação de me avisar que é necessária a presença de um advogado. – Ele falava com Jasper, mas seu olhar continuava em mim. Eu ainda não conseguia entender como ele podia estar tão calmo.

- Como... Como pode estar tão calmo Edward? – Finalmente minha voz saiu. Fraca, mas saiu. Edward se aproximou de mim, mas ainda mantendo uma distância “segura”. Será que nunca poderíamos ser simplesmente felizes, sem nada demais acontecendo ao nosso redor? Parecia que sempre tinha uma bomba prestes a explodir na gente ou perto da gente...

- Eu estou calmo, porque ontem alguém me convenceu que eu não tenho culpa pelo acidente. – Ele deu um meio sorriso para mim e eu corei me lembrando de ontem. – Foi uma fatalidade. Quanto mais calmo eu estiver, mais a polícia vai acreditar e perceber que não foi minha culpa. Fique tranquila.

Ele tinha razão. Se fosse ontem e a polícia o tivesse interrogado, talvez o prendessem pelo simples fato que ele se achava culpado. Mas eu queria ajudá-lo de alguma forma. Então me lembrei do meu pai...

- Será que é meu pai que vai interrogá-lo? Posso ligar para ele e saber o que está mesmo acontecendo... – Edward balançou a cabeça negativamente.

- Não adianta Bella. Quando o acidente aconteceu não estávamos ainda no limite de Forks. Então provavelmente eu vou ir até a delegacia de Neah Bay (n/a: esta cidade é a mais próxima de Forks, segundo o Google.). – Bom, pelo menos agora eu sabia por que meu pai não havia comentado nada sobre a investigação do acidente. Não estava sobre a jurisdição dele. Antes que eu pudesse falar alguma coisa, a policial entrou na sala novamente.

- Está pronto Sr. Cullen?

- Sim. – Edward olhou intensamente para mim e como estava de costas para a policial, somente mexeu os lábios para mim: eu amo você. Mesmo preocupada, sorri para ele. Em seguida, se aproximou de Alice e deu um abraço na irmã. – Fique tranquila, nada vai acontecer. Avise o pai e a mãe onde estou e que logo estarei em casa.

Ver Edward sair por aquela porta doeu em meu coração. Por mais que ele estivesse calmo, as coisas poderiam não ser tão simples quanto ele imaginava. E se as irmãs de Tanya tivessem feito alguma denuncia sobre ele?

- Precisamos ir para a aula. – Jasper falou baixinho. Alice se abraçou mais a ele, e nós duas assentimos saindo do mini auditório em direção a nossa próxima aula.

[...]

Eu estava muito ansiosa. Já fazia uma hora que eu tinha chego em casa da escola e nenhuma notícia de Edward. Eu coçava os dedos de vontade de ligar para ele, mas sabia que não devia. Quando ele pudesse, com certeza me daria alguma notícia e se ele ainda estivesse na delegacia, não ia me atender de qualquer forma.

A única coisa que, de certa forma, me deixava um pouco mais tranquila era o fato de que Edward não se sentia mais culpado pela morte da Tanya. Imagens da nossa tarde ontem invadiram a minha mente... Mesmo sozinha em casa eu suspirei e corei. Eu tinha feito coisas com Edward que jamais pensei que fosse fazer com homem nenhuma... Tenho que confessar que eu sempre pensei que beijar um homem lá era nojento e que eu nunca teria vontade de fazer isso com ninguém, mas nossa, ver Edward tão entregue para mim foi irresistível, aliás, ele era todo irresistível e se o corpo todo dele era lindo, macio, doce e cheiroso o membro dele também devia ser. E não me arrependo, foi muitooo bom.

Para mim foi muito importante poder mostrar para Edward que eu também podia ser forte por nós dois, que poderia ajudar ele a enxergar as coisas como elas são de verdade. Era o maior absurdo do mundo ele se achar culpado pelo acidente. Ontem, mais do que nunca a força do nosso amor foi provada, pois ainda enfrentamos o chefe Swan. Eu ri sozinha. Cada vez mais eu chegava à conclusão que meu pai só se fazia de durão.

Resolvi tocar piano para tentar me distrair. Peguei as partituras que estávamos ensaiando na aula de música. Tentei tocar algumas vezes, mas não conseguia me concentrar, errava as notas ou esquecia um pedaço da música... Bufei e fui olhar pela milésima vez meu celular... Nada. Nenhuma ligação e nenhuma mensagem.

Enquanto arrumava as partituras que tinha tentado tocar na minha pasta, ouvi o telefone de casa tocar. Corri até a cozinha para atender, Edward não me ligaria em casa, mas podia ser Alice com alguma novidade.

- Alô. – Mesmo a sala sendo próxima da cozinha, pela forma que corri , minha voz saiu ofegante.

- Bells? – A voz de meu pai se fez presente no telefone.

- Ah... Oi pai. – Falei desanimada.

- Estava correndo? – Charlie perguntou desconfiado.

- Sim, estava na sala e achei que podia ser importante.

- Hum... Aconteceu alguma coisa?

- Pai... Conversamos depois sobre isso, pode ser?

- Tudo bem. – O ouvi bufar. — Eu liguei para avisar que hoje é aniversário do Billy e vou jantar lá, que ir junto?

- Não pai, obrigado. Vou ficar em casa estudando piano.

- Ok. Se comporte! Não pretendo demorar muito lá, então para você saber, não vou chegar muito tarde.

- Sim, pai. – Falei ironicamente. Ele riu.

- Tchau, Bells.

- Tchau, pai.

Assim que coloquei o telefone no gancho e campainha tocou. Corri até a porta, na esperança que fosse Edward.

Abri a porta e encontrei-o parado me olhando com o seu sorriso torto que eu tanto amava. Não me importei que estivéssemos na porta de casa e que toda rua poderia ver. Eu me senti tão aliviada em vê-lo bem que me joguei em seus braços o beijando apaixonadamente.

Edward me abraçou, correspondendo avidamente ao beijo. Ergueu-me facilmente do chão, sem desgrudar nossas bocas, e entrou na casa, empurrando a porta para fechar com um dos pés. Quando suspirei, Edward separou nossas bocas, para que pudéssemos respirar.

- Oi. – Ele falou ainda arfante, mas sorriu amplamente.

- Oi. – Sorri também.

- Isso tudo foi saudades? – Eu corei e ele riu, me abraçando apertado pela cintura. Encostei a cabeça em seu peito sentindo seu calor me abraçar e levar embora todas as minhas preocupações.

- Eu estava preocupada, você não deu nenhuma noticia.

- Desculpe, meu anjo. Mas antes de vir aqui, eu tive que passar em casa, explicar para minha família tudo o que aconteceu.

- E porque não me ligou?

- Porque do jeito que você estava preocupada na escola, eu sabia que você ia quere me ver “ao vivo” para ter certeza que eu estava bem... Estou certo? – Realmente Edward me conhecia. Se ele me ligasse, eu ia pensar que ele poderia estar ligando de qualquer lugar... Olhei em seus olhos e assenti.

- Está certíssimo. Eu ia continuar preocupada... – Saí do abraço de Edward e peguei em sua mão, nos guiando até a sala. Sentamos no sofá, um de frente para o outro. – Então, está tudo bem? Como foi lá? – Perguntei ansiosa.

- Sim, meu anjo, está tudo bem. Eu te disse que não precisava se preocupar. – Edward pegou minhas mãos juntando-as com as suas, fazendo pequenos carinhos.

- E o que eles queriam? – Eu comecei, querendo que ele contasse tudo logo.

- Bom... Eu fui com a policial até a delegacia de Neah Bay e o delegado tinha me chamado para prestar esclarecimentos, porque as irmãs de Tanya pediram investigação sobre o nosso acidente. – Ele suspirou. – O delegado me interrogou e depois que eu expliquei como ocorreu o acidente, ele pareceu acreditar em mim e depois de confirmar algumas informações, me liberou.

- Como assim, depois de explicar como aconteceu o acidente? – Edward engoliu em seco e aumentou a pressão do aperto em minhas mãos. Aquilo estava estranho... No hospital, pelo que o Emmett tinha falado, eu tinha entendido que Edward tinha perdido o controle do carro e pronto.

- O delegado me pediu detalhes sobre como eu tinha perdido o controle do carro e eu contei para ele. – Franzi o cenho, então tinha um motivo especial para ele ter perdido o controle do carro?

- E você vai me contar que motivo foi esse? – Edward assentiu, estava com o rosto sério.

- Eu vou contar, mas quero que você se lembre de que tudo de ruim que tinha para acontecer, já aconteceu, ok? – Eu assenti ansiosa para ele. – Bom... Er... Eu e Tanya estávamos voltando para Forks... Nós estávamos em silêncio no carro, eu estava preocupado com você, por ter visto a gente junto e ter ficado chateada... De repente, ouvi um barulho e quando olhei para Tanya ela estava tirando o cinto de segurança e tentando me tocar... Hum... Me tocar... Mais intimamente... – Fiz uma careta para ele. Tanya queria fazer o que eu estava pensando? Não tive coragem de perguntar, mas pela expressão torturada no rosto do Edward, eu sabia que meu pensamento estava certo. – Eu tentei me afastar dela e foi assim que perdi o controle do carro e causei o acidente. – Agora eu tinha certeza que, mesmo que eu não desejasse a morte de Tanya, de certa forma ela tinha recebido o que merecia.

- Eu não acredito que ela teve coragem de fazer isso! Mas que oferecida! – Falei irritada.

- Hei, meu anjo, calma... Lembre-se que tudo que tinha que acontecer já aconteceu... Infelizmente, esta atitude dela fez com ela acabasse perdendo a vida... – Eu respirei fundo, tentando me acalmar. Edward tinha razão. Tínhamos que enterrar esse assunto de vez no passado.

- Mas se ela causou o acidente, porque você estava se sentindo tão culpado ontem?

- Porque independente disso, se não fosse o plano que eu e Alice tínhamos inventado, ela não estaria no carro...

- Edward! – Falei com a voz dura e ele me encarou surpreso. – Por favor, ela poderia ter tentado uma coisa dessas em qualquer lugar! Todas as nossas ações geram alguma reação, boa ou ruim. Ela fez uma ação e teve a reação... – Ele continuou me encarando por alguns segundos sem dizer nada e me presenteou com um lindo sorriso.

- Eu sei que você tem razão! Inclusive o delegado já encerrou o processo investigativo. Ele decidiu que foi um acidente. – Foi minha vez de sorrir amplamente.

- Isso é ótimo! Quer dizer que isso é o fim do caso Tanya na nossa vida?

- Eu espero que sim. – Edward colocou a mão no bolso, tirando um celular diferente do dele dali. Olhei para o aparelho e o reconheci, abri a boca em choque, era o celular de Tanya. – Isso estava nas minhas coisas quando sai do hospital. Ontem à noite eu apaguei a nosso vídeo que estava gravado aqui, penso que ela não deve ter nenhuma cópia desse vídeo. – Eu suspirei aliviada. Com a certeza de que o vídeo não existia mais, era um peso que saia das nossas costas.

- Eu espero que não! Sei que é horrível eu me sentir assim, pois a Tanya morreu, mas eu estou feliz que este pesadelo acabou!

- Eu também, Bella. Eu também. Inclusive vou mandar devolver o celular para as irmãs de Tanya, vai que resolver me acusar de ladrão também.

- Então acabou mesmo esse pesadelo? Eu não preciso mais ter medo de te perder a qualquer momento? – Edward encostou sua testa na minha. Fechou os olhos por um momento e depois abriu. Seu olhar foi tão intenso que me fez ofegar.

- Você nunca vai precisar ter medo de me perder. Eu sou seu. Até quando você me quiser. – Eu o olhei intensamente também e sorri. Ele sorriu de volta.

- Então será meu para sempre. Meu Edward, meu amor. – Ele prendeu a respiração e no segundo seguinte sua boca estava colada na minha.

[...]

Dias depois

- Eu estou tão ansiosa, tão ansiosa! – Alice repetia animada ao meu lado. Estávamos no avião a caminho de Nova York. Eu queria estar sentada ao lado de Edward, mas isso não seria possível sem que os meus colegas de aula desconfiassem.

- Calma meu amor. Até parece que você não conhece a Julliard. – Jasper falou calmamente. Eles eram tão diferentes, para eles realmente valia “os opostos se atraem”. Alice sorriu docemente para ele e trocaram um beijo rápido. Seria assim a viagem toda? Ainda bem que eu sentei na poltrona do corredor, assim quando quisesse poderia “fugir” dessa melação toda.

Sim, eu estava mal humorada! Tudo porque Edward estava sentado longe de mim. Bufei e cruzei os braços no peito, emburrada. Eu sabia que era ridículo me sentir assim, eram apenas algumas horas, mas como essa experiência era a realização de um sonho para mim, eu queria que ele pudesse estar ao meu lado o tempo todo.

Em pensar que eu quase não pude vir na viagem. Mesmo tendo que pagar apenas as passagens de avião, ainda assim era algo caro para que o chefe da polícia pudesse bancar. Foi então que descobri que minha mãe tinha deixado um seguro de vida para mim, mas que eu só poderia mexer quando eu completasse a maioridade. Até lá, Charlie iria administrando o dinheiro, caso houvesse necessidade. Decidimos juntos, que usar esse dinheiro para visitar Julliard, era investir no meu futuro.

Julliard. Suspirei. Depois que minha mãe morreu, eu não pensava mais em Julliard como um sonho alcançável... Mas Edward me fez ver as coisas de forma diferente, me mostrando que realizar meu sonho era a melhor forma de honrar a alma da minha mãe.

Edward. Suspirei novamente. Ter conhecido Edward mudou minha vida. Às vezes eu chegava a pensar que estava sonhando... Que a qualquer momento iria acordar e ver que eu estava em Forks, morando com meu pai e ainda me culpando pela morte da minha mãe. Como pode alguém se tornar tão importante para a gente em tão pouco tempo? Como é possível sabermos que é aquela pessoa que queremos passar o resto da vida juntos? Eu sabia que a minha pessoa era Edward, agora explicar para alguém como eu sabia isso, era difícil.

Cada vez ficava mais e mais difícil ficar longe dele e/ou fingir que não tínhamos nada perto de pessoas desconhecidas. Eu sentia uma falta absurda dele quando estávamos longe. E quando estávamos juntos, mas eu não podia tocá-lo, tudo em mim formigava, chamando por ele. Acho que isso era o que as pessoas chamavam de “amar alguém com loucura”. Eu sentia que precisava dele como se precisa de ar para respirar.

Pelo menos agora que Charlie sabia e “aprovava” o nosso namoro, Edward ia até minha casa todas as tardes depois da escola, pois assim podíamos ficar sozinhos até o horário que Charlie chegava. A desculpa que inventamos para os vizinhos fofoqueiros é que Edward estava me dando aulas particulares de piano. Eu ri baixinho. Ele estava me ensinando muitas coisas, até tocar, mas não tocar piano...

Olhei para o lado e Alice e Jasper estavam no maior amasso. Argh! Eu não ia aguentar isso. Tudo o que eu queria era estar ao lado de Edward! Essa era a merda do namoro escondido! Porque as pessoas eram tão preconceituosas?

Maldita hora que concordei em sentar do lado de Alice e Jasper. Eu devia ter imaginado! Cansada de ficar ali, pedi licença e me levantei indo em direção ao banheiro.

Entrei no banheiro apertado e lavei o rosto. Eu precisava aguentar mais algumas horas. Talvez se Edward viesse aqui e me agarrasse, eu me sentiria melhor e talvez conseguisse aguentar até o fim da viagem.

Olhei-me no espelho e ri de mim mesma. Pelo tamanho do banheiro, nem sei se eu e ele caberíamos aqui dentro. Sequei minhas mãos e quando abri a porta para sair, Edward estava parado ali, com seu sorriso torto maravilhoso no rosto. Olhou rapidamente para os lados e sorriu mais me empurrando para dentro do banheiro e trancando a porta. E não é que nos cabíamos no minúsculo banheiro?

Ele me encarou por um momento e mordi meu lábio, ansiosa. Ele grunhiu e colocou sua boca na minha com urgência, já enfiando sua língua ávida dentro da minha boca, enroscando-se na minha. Ele parecia quere me devorar. Meu corpo estremeceu e imediatamente eu quis mais. Gemi e me agarrei em seus cabelos. As mãos dele deslizaram por todo o meu corpo. O toque dele me deixou em chamas e me esfreguei nele, sentindo sua dura ereção contra mim. Ele separou nossas bocas. Estávamos ofegantes. Edward fez uma trilha de beijos molhados do meu pescoço até o lóbulo da minha orelha, a mordiscando. Gemi novamente.

- Eu estava louco de saudades de você. Eu te quero Bella. Agora! – Sussurrou com a voz rouca e sexy no meu ouvido.

OMG! Nós íamos fazer amor no banheiro do avião?

Notas finais
Boaaa noiteee!!
E aí gostaram do cap! Esse não teve final tenso!! kkkkkk Acho que é a primeira vez!!!
No próximo cap, vamos ver como será a viagem para a Julliard!! Suspira!! Muitas emoções vem por aí!
Gente, eu não gostei desse cap, mas a culpa é da minha inspiração... Acho que ela foi para o feriado e não voltou!! Então peço desculpas se o cap foi sem graça! :/
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Muito obrigado a todos os reviews!!! O que mais gosto depois que posto o novo cap da fic é receber os e-mails: "Comentaram em O som do coração" Fico mega feliz!!!
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Eu adivinhem: Eu ganhei mais uma recomendação!! uhuuuuuu
Byazinhaswan obrigada pelas belas palavras, ameiiiiiii, de verdade!!! Como estava sozinha em casa quando vi a recomendação, fiz uma dancinha ridicula!!! kkkk
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Tah! Chega de falar besteira!!!kkkkk
Comentem e recomendem!!!
Bjao e vou indo responder os reviews do cap anterior!