Notas iniciais
FELIZ 2020 POVO! Sei que já é fevereiro, mas antes tarde do que nunca né. Primeiramente, sorry pela demora, eu me dediquei a outros projetos em janeiro (vulgo meu """outro""" canal do Youtube, onde eu realmente mostro o rosto... acho que eu posso divulgar quando a #OSEAS original bater 1000 favoritos). Segundamente, eu planejo terminar a fic no vigésimo capítulo, então estamos nos despedindo, infelizmente. São quase quatro anos de trajetória e eu agradeço muito a todo mundo que leu, comentou e se divertiu comigo ♥ E somos quase 1000 né povo! Nosso #Arcky tem poder ♥ E vamos ao capítulo! Fãs do Miranha, esse momento é de vocês ♥ Fãs de #Arcky, esse momento é mais de vocês ainda! AVISO DE HOT +18 EXPLÍCITO OPRESSOR BILADA VIOLENTA Boa Leitura!

O funeral de Tony demorou tanto quanto o esperado. Absolutamente todos os heróis que participaram da batalha estavam presentes. O clima de luto era contínuo. A família Barnes se mantinha mais afastada, deixando que outros mais próximos a Tony pudessem se despedir de maneira adequada.

Bem, Bex ficou o tempo todo ao lado de Morgan, oferecendo apoio. Tanto a mais velha quanto a mais nova. Enquanto isso, Steve, Nat e Bruce permaneceram ao lado de Pepper, enquanto ela realizava uma homenagem simbólica para Tony, colocando seu reator em um pequeno barco e mandando-o para longe, sendo levado pelas águas do lago. Próximo ao reator, estava a famosa placa “a prova de que Tony Stark possui um coração”.

Quando os momentos para as lamentações terminaram, cada grupo se dispersou e, lentamente, voltou aos seus afazeres. Ainda com as roupas do funeral, algumas horas depois, sentadas em um banco próximo ao lago, Bex consolava Morgan, enquanto a abraçava.

— Eu sinto muito, Morgan... — Bex disse, com a voz chorosa. — Não queria que nada disso tivesse acontecido.

— Tudo bem... ao menos, eu posso passar o resto da vida sabendo que meu pai foi um herói de verdade. — Morgan respondeu, tentando se consolar. – Ele se sacrificou para salvar o mundo.

— É mesmo... o tio Tony realmente foi um herói. Ninguém jamais vai esquecer o que ele fez, ok? — Bex respondeu, confortando a amiga.

— Sabe, ele não iria querer me ver desse jeito. Ele iria falar alguma coisa engraçada para me fazer parar de chorar. — Morgan respondeu, limpando as lágrimas. — E ia me mostrar as coisas positivas que ainda restam. Eu ainda tenho a minha mãe... e você. E finalmente vou poder conhecer a tia Aria... e todos os dizimados os quais nós duas passamos anos ouvindo as histórias.

— Morgs, tudo bem você sentir o luto por um tempo, ninguém vai te julgar. — Bex disse, vendo que a amiga estava se esforçando demais para não parecer triste. — E eu vou estar aqui sempre que você precisar.

Morgan a abraçou fortemente, tranquila por saber que podia contar com o apoio de sua melhor amiga. As duas se desvencilharam quando perceberam a presença de mais alguém se aproximando.

— Ei... só vim checar se vocês duas estão bem. — A infame voz de Peter disse, ao se aproximar delas.

O Homem Aranha também ainda estava usando a roupa do funeral, e mantinha um semblante tão atordoado quanto o de Morgan.

— Eu vou ficar... obrigada por perguntar. — Morgan respondeu, se levantando. — Mas eu sei que você veio aqui por ela, então... vou indo nessa. Te encontro mais tarde, Becca.

Antes que Bex pudesse protestar, Morgan já havia apressado seu passo para outro lugar, deixando os dois sozinhos. Peter se sentou ao lado de Bex, no banco em frente ao lago.

— Eu sei o quanto você também era próximo ao tio Tony... — Bex tentou começar uma conversa, um pouco envergonhada. — Lá de onde eu venho, você é o protegido mais promissor dele.

— Você diz... lá do futuro? — Peter perguntou, imaginando como seria sua vida daqui a uns 10 ou 15 anos.

— É... eu sei que não deveria dizer isso, mas você virou uma referência lá no MIT. Você me inspirou a começar a estudar lá quando fizer 17 anos. — Bex respondeu, olhando para ele. — Morgan e eu aprendemos muita coisa por sua causa.

— Uau... eu sempre achei que... não teria tempo para esse tipo de coisa. Não se eu for o amigo da vizinhança o tempo todo. — Peter respondeu, olhando para a água.

Os dois permaneceram um período em silêncio. Peter estava tremendo, tentando criar coragem para dizer o que queria dizer. E Bex, no fundo, estava triste por saber que aquilo não iria evoluir para lugar nenhum. Na realidade dela, ele era muito mais velho. E aqui, ela era uma criança. Nunca daria certo.

— Eu sei que você só me conheceu ontem... mas eu te conheço há muito tempo. Pode parecer que não faz sentido, porque você é um dos dizimados pelo estalo de dedos, mas eu vi muitas realidades enquanto fazíamos os testes de viagem no tempo. Em uma delas, você era professor. — Bex respondeu. — Só que... nós dois nunca daríamos certo em nenhuma.

— Mas você não quer nem uma chance? Quer dizer, eu sei que a única coisa que sabemos um sobre o outro é que gostamos de tecnologia. Mas podemos... sabe... — Peter foi interrompido.

— Nos conhecer melhor? Acho que eu gostaria disso, enquanto ainda posso ficar aqui. — Bex respondeu, e um curioso Peter a encarou. — Você sabe que eu vou ter que ir embora em algum momento, não sabe? Não pode existir duas de mim na mesma realidade.

— Você vai embora? — Peter perguntou, um tanto quanto decepcionado. Ela apenas assentiu, tristemente. — E se eu esperar você fazer 18 anos? Lá no futuro?

— É muito tempo... até lá, você já vai estar casado com outra garota. Talvez uma ruiva... — Bex respondeu. — É uma pena... acho que eu teria gostado de uma chance.

Um pouco envergonhado, Peter segurou a mão da Barnes, que o soltou para limpar o suor de sua mão, tornando a segurar a mão dele.

— Sabe, se você ainda lembrar de mim quando for mais velho... eu gosto de filmes clássicos, pizza e sorvete. — Bex disse, tentando iniciar uma conversa casual.

— Tipo “Star Wars”? — Peter perguntou.

— E “De Volta Para o Futuro”. E “Alien” também. — Bex respondeu.

— E que tipo de música você escuta? — Peter voltou a perguntar.

— Billie Eilish, na maioria das vezes, mas também gosto de musicais e de boybands dos anos 90. — Bex respondeu, abrindo um sorriso nostálgico. — Morgan e eu sempre discutimos na hora de colocar alguma música, ela é fã da Taylor Swift.

Bex voltou a encarar o Parker. Ela realmente se amaldiçoava por ser de outra época e não poder namorar esse garoto.

— Sabe... você é realmente muito bonita... será que eu posso... te beijar? — Peter pediu, ainda segurando a mão dela.

Bex não respondeu com palavras. Apenas respirou fundo, sentindo a brisa bater em seu rosto, bagunçando as mechas de seu cabelo, antes de se inclinar na direção dele. Ela segurou o rosto dele com uma mão, olhando fundo em seus olhos. Ela não queria saber sobre diferenças de idade... ou até de linhas do tempo. Apenas queria curtir aquele momento.

E foi o que fez quando finalmente colou seus lábios aos dele. Os dois compartilharam um momento único, cheio de carinho e ternura, que só dizia respeito a eles. Bex nunca havia contado a ninguém, nem mesmo a Morgan. Mas sim. Esse era seu primeiro beijo. E estava sendo com Peter Parker.

Ela teve a iniciativa de pedir passagem, e ele concedeu. Agora, estavam experimentando algo realmente íntimo. Peter acariciava a língua de Bex com a sua, com todo o carinho do mundo. Ele era realmente delicado e cuidadoso, algo que ela achou muito fofo.

Nenhum dos dois queria que esse momento acabasse. E nenhum dos dois tinha forças para parar o que estavam fazendo. Nem se deram conta de quantos minutos passaram desde que começaram. Entretanto, Peter parou quando sentiu algo “brusco” no meio de suas pernas. Não, isso não poderia estar acontecendo...

— Me desculpe... foi mal mesmo... — Peter tentou se desculpar, extremamente envergonhado, tentando esconder sua “protuberância”.

— Tá tudo bem, Peter. — Bex respondeu, se segurando muito para não rir da situação. — Isso acontece, é normal. Vou considerar como um elogio.

— É que eu sou... você sabe... — Ele estava extremamente constrangido em terminar essa frase. Ela, notando isso, mudou o foco.

— Não precisa explicar nada. — Bex respondeu, voltando a beijá-lo.

*~*

A Morgan adolescente, mesmo abalada com a morte de seu pai, ainda mantinha forças para ajudar os heróis a manterem a linha do tempo atual no passado, explicando como poderiam fazer.

— Alguém precisa devolver as Joias do Infinito para o exato momento em que todas foram retiradas. — Morgan explicava. — Para o exato momento, entenderam? Caso contrário, a realidade dos últimos dez anos não vai mais existir.

— Se todas elas vão ser colocadas de volta no lugar de onde vieram... então o que fizemos em Vormir com a Joia da Alma... — Nat estava teorizando uma coisa importante.

— É algo que eu e a Bex discutimos, mas pode ser possível. No momento em que a Joia da Alma for devolvida, uma alma deverá ser dada em troca. Talvez dê para salvarmos o tio Clint. — Morgan continuou.

Aquelas palavras trouxeram esperança para Natasha, que sentiu seus olhos marejarem ao ouvir que seu melhor amigo poderia ser trazido de volta à vida.

— Eu me encarrego de devolver as joias a seus devidos lugares. — Steve se prontificou, sabendo que Natasha, provavelmente, iria querer fazer isso.

Era uma missão perigosa. Ele jamais colocaria Natasha em um risco desse tamanho. Mas a amava o suficiente para tentar trazer seu melhor amigo de volta.

— Steve... — Natasha tentou protestar, porém, foi interrompida por um apressado Bucky.

— Morgan, você viu a Bex? Não consigo encontrá-la em lugar nenhum. Ela não voltou para a época de vocês, voltou? — Bucky perguntou, preocupado.

— Não, não, tio Bucky. Ela está lá sentada no banco com o Peter. – Morgan respondeu.

E foi nesse momento em que a veia do pescoço de Bucky saltou. Ele estava começando a ficar vermelho. Morgan percebeu que havia feito besteira.

— Quer dizer que ela está sozinha com o garoto-aranha? — Bucky perguntou, num misto de preocupação e raiva. Seus punhos estavam fechados.

— Ah, por favor, James! — Aria esbravejou, chegando por trás dele. — A menina tem 16 anos, você realmente vai implicar com isso?

— É claro que vou! É a minha filhinha que está lá sozinha com aquele salafrário! — Bucky exclamou, no mesmo tom, saindo apressado em direção ao banco.

— Oh, droga... Steve, acho que vou precisar de uma ajudinha aqui. — Aria disse, indo atrás do marido.

*~*

Dava para dizer que Bucky praticamente teve um infarto quando observou o que sua filha estava fazendo com o Homem Aranha naquele momento. Aria tentou intervir diversas vezes, e até Steve tentou segurá-lo para que uma tragédia não acontecesse. Porém, nenhum dos dois pensou em, talvez, calar a boca dele.

— Rebecca Stella Barnes! Pare com essa pouca vergonha e vá para casa agora! — Bucky esbravejou, enquanto Aria e Steve ainda tentavam contê-lo. — Isso se eu resolver não matar esse moleque aranha agora mesmo!

— Pai?! — Bex apenas o chamou, não sabendo se morria de medo ou vergonha.

Ela e Peter se separaram assim que ouviram os gritos do Lobo Branco. O garoto estava branco como uma vela, e a um passo de urinar nas calças.

— Pelo amor de Deus, James! — Aria protestou, pela trigésima vez seguida. — Eu sinto muito, querida. Seu pai e eu vamos ter uma conversinha!

Aria tirou forças cósmicas da alma para arrastar Bucky para longe daqueles adolescentes e levá-lo para casa. A Bex de sete anos estava com a Morgan de sua idade, então não havia risco de nenhum imprevisto acontecer.

— Você ficou maluco? Se vai passar o resto da vida trucidando todos os garotos que chegarem perto dela, você vai ter muito trabalho! — Aria bravejou, furiosa com o que havia acabado de acontecer.

— É só que... droga, Aria, eu não consegui me controlar. Também não estou acostumado a vê-la tão crescida. — Bucky desabafou. — Para mim ela ainda é aquela garotinha que gosta de brincar de super-heroína. E, provavelmente, sempre vai ser.

— É, eu sei... se para você já foi um baque, imagine para mim, que não a vejo há cinco anos. — Aria respondeu, colocando a mão no ombro do marido. — O tempo passa muito rápido. Mas não significa que devemos prendê-la em uma gaiola para que ela nunca saia de nossa vista. Ela vai acabar crescendo alguma hora, amor. Isso que vimos hoje foi só o começo.

Aria o abraçou, ajudando-o a se acalmar. Ambos precisavam de um tempo depois de tantas emoções fortes. O clima do funeral ainda estava muito presente. E nada era fácil com uma filha pequena para cuidar. Porém, os dois precisavam urgentemente de um tempo somente para os dois. Fazia realmente muito tempo que não podiam ter intimidade um com o outro.

— Eu já disse o quanto você fez falta nesses últimos anos? — Bucky perguntou, segurando o rosto da esposa com as duas mãos.

— É, não vou reclamar se eu ouvir isso de você mais vezes... — Aria respondeu, beijando-o ardentemente. — Bex está lá com Pepper e Morgan. O que acha de trancarmos a porta por uma hora ou duas?

— Não me parece má ideia... — Bucky respondeu em um tom malicioso, indo trancar a porta da frente.

Quando ele retornou, não demorou em matar as saudades de sua esposa do jeito apropriado, enchendo-a de beijos e a pegando no colo, levando-a direto para o quarto. Havia um certo tempinho, então não era surpresa que ele estivesse um tanto afobado.

Não era como se Aria também não estivesse com vontade. Ela passava as mãos pelo cabelo dele, enquanto o sentia beijar seu pescoço. E então, as mãos dele foram até o zíper do vestido preto que ela usava, descendo-o rapidamente, como se tivesse urgência em se livrar daquilo.

Ele realmente havia sentido falta da visão do corpo de Aria. Ela continuava simplesmente deslumbrante. E, surpreendentemente, ardilosa, tendo visto que ela não perdeu tempo em atirá-lo na cama e remover cada uma de suas peças de roupa.

O olhar dela estava deliciosamente malicioso. Ela fazia questão de prendê-lo debaixo dela, enquanto realizava as mais variadas brincadeiras. Ela mordiscou a orelha dele, enquanto o sentia apertar firme uma de suas nádegas, ainda coberta pela calcinha.

— Então você quer fazer do jeito complicado? — Aria perguntou, em um tom malicioso, mordendo os lábios enquanto o encarava. Em seguida, ela prendeu os cabelos em um coque frouxo. — Tudo bem.

Aria abriu o fecho do sutiã, revelando seus fartos seios. Sim, por mais que Bex já fosse uma menina “grande” e não precisasse mais disso, Aria ainda estava lactando quando foi dizimada. Então, era normal que seus seios ainda estivessem um tanto “maiores”.

— Você ainda é de tirar o fôlego. — Bucky suspirou, quase como se fosse ter uma epifania.

Bucky ainda não acreditava que aquilo estava sendo real. Depois de tantas vezes fantasiando com aquele momento...

Ok, ele era pai de uma menina pequena que demandava muita atenção. Porém, em seus raros momentos de privacidade, ele ainda podia “pensar” em Aria, enquanto satisfazia a si mesmo.

— Eu quero que você me destrua. — Aria sussurrou em seu ouvido. — Como nos velhos tempos.

Aquilo encheu Bucky de arrepios. Ter sua esposa ali, à disposição, pedindo por ele depois de tanto tempo, soava como um deleite. Ele não perdeu tempo em inverter as posições, jogando-a para baixo de si, tomando seu corpo inteiro com beijos e até alguns chupões.

Ele retirou a última peça de roupa que ela usava, assim como a sua própria. Agora, com mais liberdade, os beijos e carícias se tornaram mais urgentes. Bucky segurou Aria de maneira firme, descendo até ficar entre suas pernas. E então, a surpresa.

Ele a segurou pelos quadris e a levantou, ficando sentado na cama, com o rosto na frente da intimidade dela. Não era segredo para ninguém o que iria acontecer a seguir. Ele se afundou ali de maneira que arrancou gemidos e gritos que qualquer um que passasse próximo a residência dos Barnes poderia ouvir.

A expressão no rosto dela após atingir o ápice era impagável. Ela simplesmente o empurrou de volta para a cama e se abaixou, agarrando seu membro com vontade e o sugando. Ela fez questão de olhar profundamente em seus olhos enquanto fazia isso.

Entretanto, ela foi uma garota má e não o deixou terminar seu momento de prazer, se sentando na beirada da cama e abrindo suas pernas, o chamando sensualmente com os dedos. E ele, por si só, não hesitou em responder o chamado.

Ele voltou a segurá-la por baixo de si e a penetrou profundamente, arrancando pequenos suspiros de ambos. Enquanto estavam unidos, e seus olhares permaneceram vidrados um no outro, eles não deixaram de pensar no quanto se amavam, e no quanto lutaram para estarem finalmente juntos.

Bucky jamais esqueceria da primeira vez que a viu, nem que apagassem sua mente mil vezes. Ela estava tão linda e pacífica, dormindo em seu quarto, no meio da madrugada. Enquanto Aria também nunca se esqueceria de quando colocou seus olhos no Soldado mais misterioso e sedutor do mundo.

Ela estava tão confusa e assustada, apesar de manter a pose séria. E então, ele entrou naquela sala, tão calado e sério, a ponto de intrigá-la. Ela sabia. Já tinha certeza, desde esse dia, de que ele seria alguém especial.

E quando ele retribuiu os sentimentos, no dia em que ficaram juntos pela primeira vez, apesar de todas as circunstâncias de serem duas armas letais controladas por uma corporação nazista secreta, foi quando ela teve certeza de que ficariam juntos para sempre.

E então, teve a ponte. Teve o primeiro reencontro em New York. A Europa e o casamento. E o incidente na Alemanha que fez com que Aria fosse presa e Bucky quase fosse morto, quase na mesma época em que ela descobriu sua gravidez.

Em seguida, vieram os meses vivendo em Wakanda. Bucky decidindo permanecer em criogenia para curar sua mente. O nascimento de Bex. A mudança para a Escócia. E quando Bucky finalmente acordou curado, pronto para voltar para sua família.

E então, teve Thanos. E o dia em que Bucky sentiu mais medo em toda a sua vida. O dia em que Aria foi dizimada, e ele teve que permanecer firme e forte para poder cuidar de Bex.

E não importava quantas tentativas o universo ousasse se esforçar. Bucky e Aria estavam destinados a ficarem juntos, e nada iria mudar isso. Aria até mesmo retornou da morte, comprovando que esta afirmação é real.

— Eu te amo... tanto... — Bucky disse, entre grunhidos, enquanto a preenchia por completo.

— Eu também te amo... — Aria respondeu, arfando igualmente. — Você me salvou outra vez...

Ela estava se referindo às várias vezes em que ele a salvou. Tanto fisicamente quanto emocionalmente. De todas as maneiras que uma pessoa poderia ser salva.

— Não... foi você quem me salvou. — Bucky respondeu, tomando os lábios dela em um beijo ardente, enquanto ambos atingiam o ápice juntos.

Os dois desabaram, suados e ofegantes, igualzinho aos velhos tempos. Depois de alguns segundos, Bucky começou a gargalhar. Era a primeira vez que ele se permitia fazer isso, em muito tempo. Aria sorriu ao olhar a cena. O coração dela sempre se aquecia ao vê-lo feliz, sabendo de tudo o que ele havia passado.

— O que é tão engraçado? — Aria perguntou, também caindo na risada.

— Que nem mesmo umas pedras mágicas mais poderosas do universo são suficientes para me manter longe de você. — Bucky respondeu, colocando uma mecha do cabelo dela atrás da orelha.

— Nunca iria funcionar. O que são umas pedrinhas coloridas perto da nossa teimosia? — Aria entrou na brincadeira. Porém, o semblante dela ficou sério no momento seguinte. — Me prometa que esta é a última vez. Sem mais missões perigosas?

Os dois sabiam que, provavelmente, nunca iriam parar. Que sempre haveria uma missão mais perigosa que a anterior, que precisaria da ajuda dos dois. Entretanto, eles gostavam de fingir que as coisas poderiam permanecer em paz por um período longo.

— Nós vamos parar... um dia. — Bucky respondeu, abraçando Aria de maneira mais firme.

Continua

Notas finais
CHAMA O BOMBEIRO QUE ISSO AQUI TÁ IGUAL A ERA CLÁSSICA UONUONUOONN!!! O amorzão tá rolando solto nesse capítulo gente! Primeiro pelo meu duo favorito #Morgex se apoiando nas horas difíceis ♥ Segundo, O MIRANHÃO PEGOU A BEX POVO! E quase foi morto pelo Bucky, mas com certeza valeu a pena kkkk. Descobrimos que Bex é um cara mau... e que a Morgan acha que soletrar é divertido (QUEM ENTENDEU ENTENDEU) E O HOT ARCKY SUPREMO CHEGANDO NA PARADA MEU PAPAIZINHO ♥ O segundo bebê foi encomendado com sucesso depois dessa... Kisses ♥