O Significado da Liberdade
1 Capítulo 1: O Poder de Sparda
Notas iniciais
Bem, esse é só o primeiro capítulo, o Dante ainda nem aparace, mas no próximo sim!!
Algumas empregadas o aconselharam: “Chegue fazendo pouco barulho, pode deixar que eu levo um chazinho, um cafezinho, um suquinho, não levante a voz quando falar, não trema, não bata na porta, acalme-se e abra-a lentamente”. Mas todos aqueles conselhos só o deixavam mais nervoso. Dispensou levar qualquer bebida porque sabia que se levasse acabaria derramando por causa do treme-treme e seria pior. “Tenho que entrar duma vez! Quanto mais eu demorar pior vai ser”. Segurou a maçaneta, girou, abriu a porta lentamente, mal entrou e disse: — Desculpe a insolência, Mestre, mas a senhorita Belmont já está aqui. — Mande-a entrar. – disse o Mestre, com a voz fria, imerso nas sombras. Khali fechou a porta e ficou paralisado de felicidade porque o Mestre não lhe infligira nenhum mal, nem mesmo um sermão. Será que o Mestre estava triste? Dizem que quando está assim fica calmo. Ou será que foi porque fez tudo direito? Ou será que foi sorte? — Senhorita Belmont, pode entrar na sala do Mestre. – Khali seguiu em direção à escada enquanto a Srta. Belmont entrava na sala. Descendo a escada, Khali sentiu vontade de voltar e entrar na sala também. Tinha uma enorme curiosidade de ver o tal “Mestre” que todos temem, nunca viu o rosto dele, conhecia apenas sua voz. — Atrasada como sempre, não é, Cristine? – Disse o Mestre. — Prefiro que me chame de Srta. Belmont, se não se incomodar... VERGIL. – Cristine fechou a porta atrás de si e andou até uma mesinha onde largou sua bolsa. – Se fosse mais perto quem sabe eu chegasse mais cedo. De qualquer modo, o que quer de mim dessa vez? — Bem... – Vergil se levantou da poltrona e andou lentamente até a janela. – Tenho pensado muito de uns tempos pra cá sobre o poder de Sparda. Eu poderia fazer mais uma tentativa para possuí-lo... — Vergil. – Cristine o interrompeu. – Você sabe que é perigoso, não sabe? Não será como da última vez! Se você... — Cristine. Não se preocupe. Eu não vou fazer isso. Dessa vez vai mesmo ser diferente. Eu não vou me arriscar como fiz antes. – Ele deu uma curta pausa — Sobre o que quero de você? Bem... Quando Vergil começou a falar, um caminhão passou lá fora na frente da mansão e deu uma buzinada bem alta. — O quê? — Você me escutou, Cristine. — Mas eu nem sei onde... — Não faz mal. Quero que vá agora. — Preciso de melhores explicações, Vergil. Você me deve essa. – Ela pegou sua bolsa e saiu da sala, batendo a porta.
Notas finais
Me digam se gostaram, se tá uma droga, review faz bem, seja crítica ou elogio!! O próximo capítulo vai aparecer aqui logo logo!!
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