O Segredo da Meia-noite
12 Pesadelo
Notas iniciais
bem, eu demorei um pouco pra postar, e ñ recebi a qntidade de reviews esperava =[
bem, + vou postar assim msm
AVISO MUITO IMPORTANTE: Esse capítulo contém cenas fortes, impróprias para menores de 18 anos. Quem não quiser ler, no próximo capítulo haverá um resumo com os principais fatos deste capítulo. Contém: assassinato, estupro, linguagem imprópria, nudez, sexo, tortura e violência.
Esse vai ser o capt + pesado de toda fic. Ou seja: vai ser o melhor xD
São Paulo, 02:12
04 de junho
Vittoria, André e Carol estavam num estacionamento fechado, algemados e agora amordaçados, sendo levados à força para um elevador pelo motorista do Sr. Oliveira, que Vit desconfiava ser um capanga.
No elevador, eles foram até o térreo. Vittoria achou que ele devia estar sendo maluco, em levar três pessoas algemadas no térreo de um edifício. Mas aquele homem sempre tinha um truque na manga.
O térreo estava deserto, o único segurança estava cochilando no balcão. Eles conseguiram passar despercebidos. Foram levados até uma sala nos fundos do andar. Era a única porta sem nenhum letreiro; as outras tinham identificações como "Administração" e "Sala dos Funcionários".
O Sr. Oliveira entrou na frente, sendo seguido pelos reféns e depois pelo capanga. Depois de trancar a porta por onde tinham vindo, ele abriu outra, que levava à uma escadaria em espiral, que descia até o subsolo do prédio.
Os garotos foram empurrados para lá, descendo por mais de cinco minutos, até uma espécie de sala de tortura. Era um ambiente mal iluminado, totalmente feito de pedra, exceto pelas portas grossas de madeira. No corredor, haviam três portas: uma por onde eles tinham vindo, outra onde o pai de André entrou e outra que os aguardava. Essa última era de madeira com detalhes de ferro, assim como uma pequena abertura triangular na parte superior, com grades de ferro.
O capanga abriu-a, desamordaçou e retirou as algemas deles. Depois jogou-os lá dentro, trancando a cela.
Era um ambiente muito escuro, com apenas a luz que entrava da abertura com grades de ferro na porta. De resto, só se podia distinguir o cheiro forte e horrível de mofo e a umidade intensa.
- Merda de lugar onde nos enfiamos! — irritou-se André.
- Você ouviu o que aquele canalha disse? Vamos ser mortos! — Carol começou a entrar em pânico. — E eu e André vamos na frente! Isso é um desastre!
- Sabe o que é um desastre? Meu pai está vindo para São Paulo, vai chegar amanhã à tarde e não vai encontrar ninguém, porque eu vou ser morta à meia-noite de amanhã!
- Olhe pelo lado bom: se ele não tivesse pego trânsito, você teria sido morta hoje mesmo.
- Lado bom? Agora eu vou ver vocês dois sendo mortos, e vou ficar sozinha nesse lugar horroroso! Se pelo menos eu soubesse onde estamos...
- Eu sei onde. Quando estávamos passando pelo átrio do prédio, li uma placa com o nome da rua.
- E qual é?
- Avenida Brás Leme.
- Onde fica isso?
- Santana.
- E na Casa Verde — completou Carol. — Meus pais e eu fomos a um restaurante na Casa Verde na semana passada, e eu lembro que era nessa avenida.
- Isso é o de menos. Precisamos primeiro sair desse prédio, para depois voltarmos para casa.
- E como você pretende isso, esperta? Tem três portas trancadas que nos separam dessa sala de tortura e do átrio do prédio. Esse lugar é feito para evitar fugas. — disse Carol.
- Talvez, quando eles trouxerem comida ou água, nós roubamos a chave do capanga dele e o trancamos aqui. Quando conseguirmos fugir, vamos falar com a polícia. — sugeriu Vit.
- Eu duvido que eles vão trazer alguma coisa além de instrumentos de tortura e a morte. — disse André, sombriamente.
- Você acha que ele vai nos deixar como fome e sede aqui? — questionou Carol.
- Ele quer nos enfraquecer, principalmente enfraquecer a Vittoria. Ele não quer fugas...
- Eu já sei! — exclamou Vittoria.
- O quê?
- Pra que eu tenho poderes? Para ser pega numa emboscada e morta? É claro que não. Vou derrubar as portas com ventos.
- Esse não é o conto dos Três Porquinhos. — disse André.
- Que outro plano brilhante você tem, então?
Ele ficou em silêncio. Ela tomou isso como uma negativa.
- Então afastem-se da porta. — ordenou ela.
Vittoria se concentrou em ventania, sem meditar. Era essa a terceira parte do treinamento, esta inacabada. Em alguns segundos, ela conseguiu sentir uma brisa suave nos rosto. Em um minuto, a porta já rangia, sob o vento forte. Em dois, houve uma batida de algo pesado na porta, do lado de fora.
- Ei! — era o capanga — Parem de tentar derrubar a porta! Um ser humano nunca conseguiria derrubá-la!
- Ele acha que estamos tentando arrombar a porta — sussurrou Carol. — Não sabe que você está usando seus poderes.
- Eu acho que ele não sabe que eu tenho poderes.
Vittoria tentou novamente. Dessa vez, os eventos ocorreram mais rapidamente: em três segundos ela começou a sentir o vento no rosto. Em trinta segundos, a porta recomeçou a ranger. Isso provava que, com prática, ela conseguiria rapidamente dominar o tempo.
Dessa vez, não houve uma batida de algo pesado, e sim uma chave veio destrancar a porta. Vittoria parou imediatamente de fazer ventar e se recolheu nas sombras.
O capanga entrou lá, e chamou:
- É para a garota vir aqui agora!
- Qual delas? — perguntou Vittoria, com um nó na garganta.
- A que nos ajudou.
Mesmo no escuro e no silêncio, Vittoria sentiu Carol se encolher e engolir em seco.
- Ande! Não tenho o tempo todo!
Carol se levantou lentamente. Vit não tinha ideia do que aguardava a amiga, então não sabia se deveria gritar, fugir ou se despedir dela. Assim que ela passou pela porta, o capanga a trancou novamente, e disse que em breve seria a vez do garoto.
Carol foi acompanhada pelo homem até a sala onde o Sr. Oliveira entrara. Ela diferente de todo ambiente mal iluminado e úmido atrás. Era iluminada, e seca. Mas o que havia nela era muito pior. Aquela era uma sala de tortura. Ela engoliu em seco novamente.
- Bom dia, minha cara!
- Dia?
- Sim. São sete horas da manhã.
Passou tão rápido, pensou.
- Eu estava ansioso, mas decidi deixá-la desfrutar de seus últimos momentos com seus amigos. Espero que tenha aproveitado bem.
Últimos momentos?
- Eu mal dormi à noite, de tanta excitação.
- Você vai me estuprar?
- Eu não ia... Mas é uma boa ideia!
- Seu monstro! — Carol tentou cuspir nele, mas o capanga a segurava firmemente. — Na realidade, nem nojo eu tenho de você. O que eu tenho é pena. Pena por você não ter família, e estragar as outras apenas por isso.
Ele ficou em silêncio. Então, recomeçou a falar:
- Eu vou estuprá-la, torturá-la e depois, finalmente, matá-la. Espero que você goste de tudo isso. Teremos até às quatro horas para mim fazê-lo, quando chegar a hora de matar André.
Ele seguiu para onde ela estava. Ele a agarrou, levou para a parede e a amarrou lá, com as mãos para o alto. Depois, rasgou o vestido que ela usava, deixando-a com apenas o sapato e a roupa íntima.
- Era disso que eu precisava... Uma ninfetinha... — murmurava. Os sentimentos que Carol sentia anteriormente foram substituídos pelo medo. Ela era virgem até agora, e isso estava prestes a mudar...
O homem arrancou a calcinha dela bruscamente. Depois, começou a estuprá-la. Caroline começou a gritar alto. A dor era imensa, ainda mais quando ela não cooperava. O homem parecia se divertir com isso.
- O que você acha que está acontecendo? — perguntou Vittoria, assim que os gritos começaram.
- Coisa boa não é. — André estava preocupado com o que estava acontecendo, e com o que aconteceria.
Depois do estupro, o homem tirou toda a roupa dela, deixando-a completamente nua. Ele pegou então uma faca que estava ali, pronta para continuar a diverti-lo.
- Seu masoquista!
- Sabe que eu sou mesmo? Agora... Me diga o que você prefere: que eu injete ar na sua veia ou que eu perfure seus membros com esta faca?
- Isso é o tipo de coisa que se pergunte?
- Eu quero saber como você prefere sentir dor até morrer. Sua morte já está programada, Carol: vai ser muito lenta e dolorosa...
- Por quê? O que eu te fiz?
- Você resolveu ser amiga de Vittoria Dielo. Isso foi seu maior erro.
- Quer dizer que se eu fosse a menina solitária no colégio durante três anos eu continuaria viva, mas solitária?
- Exatamente.
- Saiba você que eu prefiro morrer mesmo, ao invés de ter deixado de ser amiga dela.
- Oh! Que nobre você, hein!
- Diferente de você! — vociferou.
Dessa vez, o homem se irritou profundamente. Ele cravou a faca que segurava na perna esquerda dela, fazendo-a urrar de dor. Ela achou que, se gritando muito alto, alguém no prédio a ouviria, e entraria para salvá-la.
- Você que está cavando sua própria cova, querida! Eu a estuprei porque você quis, e essa facada foi você que provocou.
Ele arrancou a faca da perna dela, fazendo-a gritar mais.
- Assassino! Monstro! Seu desprovido de compaixão! Saiba você que, quando eu morrer, meu espírito vai fazer o possível para impedir você de ganhar o que quer! Eu sei que a Vittoria vai vencê-lo, e isso eu falo porque está profetizado!
- Agora você conhece profecias?
- Eu sei que vou morrer. Mas eu sei também que por mais que você tente, nunca conseguirá dominar o mundo!
- E como você sabe disso?
- Eu vejo. Vejo tudo o que eu sempre quis ver!
- Está enganada. Vou conseguir o que eu quero, e usarei tudo que eu tenho para conseguir!
- Eu sei que, no fundo, você sabe que isso não é verdade!
Ele cravou a faca na outra perna dela.
- Você vai morrer. E até isso acontecer, esse será seu pior pesadelo!
Ele arrancou a faca bruscamente. Agora haviam apenas gritos: o homem urrando de raiva, e Carol, com o sangue escorrendo lentamente pelas aberturas que o homem fizera. Ela não conseguia mais mover, ou ao menos sentir, a perna esquerda. Ele devia ter rompido algum nervo ou algo importante.
Ele descontou sua raiva mais uma vez, abrindo outra ferida na perna direita.
Então ele pegou uma seringa que estava numa mesinha. Deixou a faca ensanguentada ali, junto com um cabo elétrico, um copo d'água, fósforos e cachaça. Ele encheu-a de ar e a espetou no braço de Carol. Ela aguentou a dor, sem dar nem um grito, enquanto ele enchia suas veias de ar. Em poucos segundos, ela começou a sentir dores por tudo o braço. Elas se espalhavam rápido, e, em menos de um minuto, metade do corpo estava queimando. O homem colocou a sexta seringa com ar, e então parou. Ele pressionou o furo microscópico, para que nem o sangue nem o oxigênio escapassem dali.
Carol gemia baixo, e o homem mantinha um sorriso sádico. Ela não tinha ideia de onde estava tirando tanta segurança de si e como estava aguentando tanta dor. A Carol que ela conhecia já teria implorado pela morte, para que ele desse logo uma facada no coração, ou pelo menos a deixasse inconsciente com algum calmante ou droga. Mas não. Ela suportava. Talvez Jesus tivesse suportado tudo o que sofrera assim. Ou talvez Deus estivesse sendo piedoso com ela, e deixasse que ela aguentasse tudo o que estava sofrendo.
- Agora, Carol, me fale: você quer ser eletrocutada ou queimada viva?
Ela não respondeu. Baixou a cabeça e fechou os olhos, enquanto rezava o Pai-Nosso. Segundos depois, ela sentia um líquido escorrer sobre seu corpo, mas ela não tinha ideia se era a água ou a cachaça. Ela só descobriu quando uma corrente elétrica atravessou seu corpo, deixando-a dormente.
O homem colocou o cabo novamente.
- O que você acha de trezentos volts percorrendo seu corpo? Hein? Responda!
Ela não ia responder de jeito nenhum.
- Vou tomar meu café, querida. Depois eu continuo a te torturar.
Carol sabia o que fazer. Ela estava sozinha naquela sala, com o corpo dormente, uma perna inútil, outra com dores fortes e uma sensação horrorosa que, aos poucos, se dissipava. Mesmo assim, parecia que só aumentava.
Ela então olhou para a água que se acumulava em poças no chão, que, aos poucos, se misturava com o sangue. Aquele rosto belo que um dia ela tivera, agora arruinado. Olhou pela última vez para a perna que sangrava, e, então, pediu à Deus que sua vida fosse levada embora.
Vittoria estava com um ódio profundo daquele homem. Não só pelos gritos que a melhor amiga dava, mas também pela fome, sede e frio que ela sentia. Aos poucos, as conversas entre ela e André diminuiram. Pararam de vez quando Carol começou a gritar.
- Sinceramente... Eu deveria ter matado ele quando nós fomos ao escritório dele... — disse ela, sombriamente. — Ou melhor dizendo: Eu vou matá-lo quando fugirmos daqui.
- E como você pretende que isso aconteça? — perguntou André.
- Eu esperava que você tivesse um plano.
Eles ficaram em silêncio alguns instantes. Depois de um tempo, ele disse:
- Vamos continuar com o primeiro plano. Quando aquele homem vier pegar mais um de nós, eu o imobilizo, pego a chave e o trancamos aqui.
- Já poderíamos ter feito isso.
Ele calou-se. Era verdade o que Vittoria dissera.
- Agora, eu perdi minha melhor amiga e estou com mais fome ainda! — ela ficou com lágrimas nos olhos ao dizer isso. No fundo do coração dela, ela tinha certeza que fora isso que acontecera.
Vittoria continuou chorando, até que André, tateando no escuro, encontrou-a.
- Não fique assim, meu amor! Se ela se foi, então é porque Deus quis. As pessoas vão embora, e, infelizmente, temos que aceitar!
Vit ficou mais algum tempo em silêncio. Doía ver que, em apenas duas semanas, um homem conseguira estragar toda a sua vida dessa forma.
- Todo mundo morre algum dia. É a lei da vida...
- Cala a boca! — cortou.
Ela chorou mais ainda. Parecia que suas lágrimas nunca acabariam. Primeiro sua mãe, depois Carol... Aquele homem mataria mais quem? André? Afinal, ele era a única pessoa que restava em sua vida.
Um grito de ódio do pai de André tirou-a desse mar de agonia.
- Aquela vagabunda... QUE ÓDIO DELA! — ele gritou alto, assim que viu Carol morta. Ele segurava um espelho, que usaria para feri-la com os cacos. Jogou-o contra a parede, partindo-o.
O homem olhou seus reflexos nos cacos. O que ele via era completamente diferente da imagem que ele era há dois anos. O homem alegre, batalhador, que não media esforços para fazer sua pequena empresa crescer e para ajudar os amigos, morrera naquele acidente. O homem que ocupou o lugar dele era frio, calculista, que desejava ganhar o controle do mundo, usando uma garotinha que podia controlar o tempo.
O acidente mudara sua vida, isso ele não podia negar. Mas ele achava que era para melhor: depois dele, conseguiu enriquecer, ganhou mais prestígio e poder no mundo dos negócios. Sua pequena empresa cresceu; agora atendia todo o Brasil, e, em breve, atenderia todo o mundo.
São Paulo, 19:45
18 de junho — 2 anos atrás
Era uma tarde fria, típica do final do outono.
O Sr. Oliveira acabara de sair da casa de Cleide, onde conversavam sobre o mesmo assunto de sempre: Vittoria. A opinião dele era clara: ela poderia mudar o mundo, tanto para o bem quanto para o mal.
- Essa garota é especial, Cleide. Quantas pessoas assim existem no mundo?
- Duas, segundo a Profecia.
- Sim, mas a outra ainda não é especial. A outra garota só vai se tornar especial quando Vittoria souber da verdade.
- E isso vai demorar no mínimo mais dois anos. Eu já disse isso.
- Eu sei, e até respeito.
- Lembre-se que ainda são duas: enquanto ela não conhecer o Segredo, o homem que ainda estava do outro lado da Profecia ainda tem poderes.
- Tem razão. Agora eu tenho que ir, Cleide.
- Trabalho na empresa?
- E como! Se ter apenas uma filial já dá todo esse trabalho, imagine quando eu resolver expandir minha empresa?
- Uma empresa de publicidade não precisa de duas filiais. Uma por país já é mais que suficiente.
- Mas precisamos de pelo menos duas no Brasil: uma em São Paulo e outra no Rio de Janeiro. Se não, vou sempre ficar um passo atrás das empresas que adotam esse sistema.
Cleide deu um risinho.
- Ai, ai, Heitor! Só você mesmo, hein!
Ele tomou isso como um elogio. Cleide não era de dar críticas destrutivas. Ela sempre procurava o lado bom nas coisas e nas pessoas.
- Vou indo. E ainda tenho que passar um tempo com meus filhos. O Daniel já faz dezoito anos no mês que vem! Estou perdendo a adolescência dos meus filhos...
Eles se despediram com um beijo na bochecha, e ele seguiu para o Pálio dele.
No caminho para a empresa dele, seu celular tocou.
- Alô? — disse ele.
- Temos um problema. — disse sua secretária, Edna.
- Qual?
- Sabe aquele funcionário, Jailton?
- Aquele que você tinha a suspeita de que ele roubava dinheiro?
- Adivinhou tudo o que aconteceu. Ele foi pego roubando dinheiro do cofre. Quando perguntamos, ele admitiu: disse que não era a primeira vez, e que ele roubou os dez mil que demos falta no mês retrasado.
- Que droga! Quase fomos à falência por causa disso e...
A última coisa que ele se lembrava era de ver um caminhão freando bruscamente. Então, tudo desapareceu.
- O quadro dele é instável — dizia um médico a Cleide. — Vamos fazer um exame para ver se alguma área do cérebro foi afetada, o que temos quase certeza. O acidente pode deiar sequelas, ou ao menos um trauma muito forte quanto a andar de carro novamente.
- Que Deus o ajude! — disse ela.
- Isso é tudo que eu posso fazer, senhora. Qualquer coisa a chamamos novamente.
Ela ficou muda. Então, entrou no quarto que seu amigo estava, na UTI.
São Paulo, 13:59
04 de junho — Hoje
A porta começou a ser destrancada. André e Vittoria estavam prontos para fugir daquele pesadelo, sair o quanto antes. Assim que ela foi aberta, Vit disse:
- AGORA!
Notas finais
espero q esse capt n tenha traumatizado vcs e n tenha dado nenhum problema kk'
bem, dessa vez eu postei sem receber a quantidade de reviews q eu esperava... + da próxima infelizmente eu n vou fazer isso. Espero pelo menos 10 reviews antes de postar, intaum continuem deixando os seus!
eu espero vcs nos reviews e nas recomendações, e é claro no prox capt!^^
Próximo capítulo...
"Perseguição"
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