Notas iniciais
Oi gente! Bem, eu estou postando um pouco mais rápido que meus prazos, mas não quero dar um prazo curto e depois não conseguir cumpri-lo. As provas bimestrais estão chegando, mas eu não preciso esquentar a cabeça estudando - pra nenhuma matéria e em 99% das provas minha nota é acima de 8 (quando vale 10). - Isso é igual a mais capts mais rápido! Sem mais, Enjoy!

São Paulo, 08:39

26 de maio – 3º dia

Vittoria saiu do colégio e entrou no Audi de Dan. Ele estava usando uma jaqueta de couro, cabelos rebeldes com gel e um sorriso encantador. Seu belo par de olhos verdes transmitia a tranquilidade que ela precisava.

- Oi – ele a cumprimentou com um beijo.

- Oi – respondeu Vittoria, após o selinho. Ele ligou o carro e eles partiram para casa.

- Como foi a prova?

- Acho que eu fui bem.

- Que ótimo! Você vai precisar mesmo de um tempo de férias para salvar sua vida.

- Tenho prova na segunda e na terça-feira. Na realidade na semana toda, mas só esses dias são importantes – só esses dias de vida que eu tenho mesmo.

- Tem razão. Quais aulas que são suas provas nesses dias?

- Na segunda-feira é a primeira. Já na terça... È a última.

- Não há problema. Na terça você pode ir, se quiser claro.

- Eu quero – ela deu um meio sorriso, que ele não percebeu.

Ele ficou em silêncio por um bom tempo. Ela tomou uma iniciativa que nunca tomara – ligou o rádio. Sentia falta da música nos últimos tempos. O problema era achar algo que agradasse naquele momento. Logo que ligou, Run the world (girls), Beyoncé, começou a tocar alto. Definitivamente não era o que ela precisava naquele momento. Mudou para a rádio gravada como segunda favorita – Judas, Lady GaGa. Ela não precisava daquilo também. As estações três e quatro estavam em comercial. Até que, na estação sete, algo que ela poderia ouvir – California king bed, Rihanna.

- Você só ouve música americana?

- Pop, em geral. A nacionalidade dos cantores é escolhida pela rádio, não por mim.

Ela revirou os olhos. Iria responder, quando o olhou e o viu sorrindo. Vittoria abaixou um pouco o vidro; o clima esquentava. E a Vittoria má gostava disso.

Eles saíram da escola e foram encontrar o velho. Hoje ela teria realmente muito a fazer, já que ela fora avisada que no domingo ele não poderia atendê-la.

O velho a esperava com a loja quase fechada, e um sorriso simpático. Ele fez um gesto para que ela se aproximasse. Vittoria beijou Dan e saiu do carro como Vit, indo até o velho, cumprimentando-o e indo direto para o fundo da loja.

O velho veio logo depois, com a loja fechada e o habitual sorriso no rosto. Ele disse a ela o que deveria fazer – o mesmo de ontem. Vit obedeceu. Ela ficou um bom tempo no estado de profunda concentração. Ela não saberia dizer exatamente quanto tempo se passara, mas fora bastante. Quando ela voltou, ele tomava chá com biscoitos e a oferecia alguns. Ela notou que estava com fome.

- Quanto tempo eu fiquei meditando?

- O suficiente para um bom começo. Se você conseguir chegar a esse estado com facilidade, poderemos passar para a segunda etapa, um pouco mais difícil. Espero chegar nela até amanhã.

Vit não podia bobear naquele exercício. Sua vida dependia daquilo e só restavam quatro dias de aprendizado com o velho. Não era suficiente para ela ainda.

Voltou a meditar, mas dessa vez olhou no celular – começou pouco depois do meio-dia. Quando ela finalmente voltou, olhou novamente: eram quatro da tarde. Ela passara quatro horas em estado de concentração. Comeu alguns biscoitos e voltou. Só parou quando Dan chegou, às seis.

- Muito bom! Amanhã começaremos a segunda fase do treino: a partir daí que seus poderes começarão a se revelar, com calma. Continue tentando entrar nesse estado – quanto melhor você estiver, mais fácil será a próxima etapa.

Daniel a esperava, fora do seu carro. Ele a beijou, e Vittoria entrou, esperando-o. Antes ele fora conversar com o velho. Vit tentou adivinhar sobre o que eles conversavam, mas foi impossível, pois Dan estava de costas e o velho ficou calado a maior parte do tempo. Só conseguiu ver o rosto de apavorado do velho, quando Dan entrava no carro, dando a partida.

- Sobre o que conversava? – quis saber Vit.

- Nada de importante. Eu só perguntei a ele qual era o ritmo de seu avanço, e ele disse que estavam na segunda etapa. E depois viria a terceira. Talvez você consiga treinar a tempo.

- Mas eu o vi assustado.

- Deve ter sido a sua imaginação. – Dan deu um sorriso lindo sorriso.

Vittoria Dielo questionou se fora sua imaginação ou não. Era realmente estranho isso, já que ela tinha certeza que vira. E talvez o mais impressionante fora que o velho disse que até sábado eles deveriam sair da primeira fase. Se realmente eles tivessem apenas até terça-feira, eles deveriam estar mais adiantados. Talvez isso tudo fosse sua imaginação, o que era provável, mas ela percebeu que eles estavam no caminho errado.

Eles não pegaram a Rua da Consolação, como deveriam ter feito para voltar para casa. Em vez disso, continuaram na Paulista, no sentido contrário, até a Nove de Julho, e foram até o ponto mais antigo, congestionado, turbulento e repleto de mendigos, drogados e pombos da cidade – o Centro. Fora das janelas do carro, tudo era um horror – vagabundos, maconheiros, camelôs, comerciantes e os políticos corruptos se reuniam numa só massa, onde o calor do caldeirão humano era infernal, mesmo aquela hora da tarde. Vittoria nunca passara por aquele lugar, mas achou horroroso desde o primeiro momento. Talvez nada no mundo fosse tão infernal quanto aquilo. Isso sem falar do forte cheiro de urina naqueles lugares, devido à ausência de um único banheiro público que ela considerasse adequado.

Passaram por inúmeras ruas, ruelas e avenidas, tomadas pela massa, até que saíram finalmente pela Avenida do Estado – que também não era uma beleza, só que ao invés de comerciantes e pirataria havia o roubo direto a você. A cada olhada parecia que um carro era assaltado naquele instante e naquele lugar.

- Aonde vamos? – perguntou, finalmente.

- Comer.

- Achei que você tinha faculdade.

- Mas eu vou ficar com você. Alguns dias não matam ninguém.

- Mas não é bom você ficar faltando tanto por minha causa.

Ele deu aquele sorriso que ela adorava. Continuaram a passar pela Av. Estado, até a Cruzeiro do Sul. Depois passaram por um emaranhado de ruas e pela Zaki Narchi, até finalmente chegarem ao Shopping Center Norte.

Eles saíram do carro e foram para o prédio.

- Onde você quer comer? – perguntou Dan.

- Qualquer lugar.

Eles resolveram ir ao Ragazzo, um fast food italiano, talvez o único do shopping. Vit não saberia dizer, afinal, não estava acostumada aquele lugar.

Depois de comer, passaram numa livraria para que Dan comprasse um livro que queria, depois tomaram sorvete e voltaram para casa.

- Dia cansativo, não? – comentou Dan.

- Muito – suspirou Vittoria.

Ela ligou o rádio novamente, e dessa vez deixou na primeira música que encontrou: Smile, Avril Lavigne. Perfeita para a situação.

Eles chegaram na casa de Dan, onde ele ficou no quarto, vendo TV, e ela foi atrás. Ao ver um computador, Vittoria pediu:

- Posso mexer no seu computador? – ela indicou-o com o queixo.

- Claro – respondeu ele.

Ela ligou o computador, mexeu na Internet, e entrou no seu e-mail. Lá, além de spam, tinha um e-mail novo:

Vittoria Dielo,

Sei que você está num momento difícil; a perda de uma mãe não é fácil para ninguém. Provavelmente você já sabe sobre o Segredo da meia-noite. Se não souber, mande um e-mail para mim, que te explico. Mas venho te alertar uma coisa: Daniel Brown matou a sua mãe. Não confie nele, pois ele está disposto a te matar e a usar o Segredo contra você. Se ele já te contatou, quer dizer que você já sabe sobre o Segredo, e ele já está dando aulas por intermédio de outros para você. Se isso está acontecendo, me contate o mais rápido possível, para que ele não faça o pior. Pelo longo tempo que já convivemos, sei que ele deve ter tentado impor uma data para você aprender a usar seus dons. Isso não existe. Confie em mim. Sei que pareço estar desesperado para que você acredite, e mesmo falando as coisas rápido demais para que você entenda, caso ainda não tenha ouvido falar de algum termo, mas eu estou com pressa para salvar-lhe. Repito: não confie em Daniel Brown e não o deixe ler esse e-mail. Caso alguma dessas coisas já tenha ocorrido, me fale, para resolvermos isso o mais breve possível. Conto com sua resposta o mais breve possível.

André Oliveira.

Embaixo tinha o e-mail, endereço e telefone dele. Vit terminou de ler e saiu do e-mail. Limpou o histórico, apagou suas senhas. Entrou no Facebook como álibi, para não ser interrogada com perguntas idiotas que poderiam entregá-la. Sinceramente, Vit não sabia em quem acreditar, mas ela não poderia confiar em nenhum. Ninguém assumiria ser o mentiroso, mas um dizia a verdade, e era um mártir. Mas Vit não sabia em quem acreditar.

Quando ela tinha uma dúvida, sua intuição em geral dizia que lado seguir, o que ajudava muito, mesmo elas não sendo sempre certas. Mas dessa vez não tinha como: Vittoria acreditava em Daniel, enquanto Vit acreditava em André, mesmo não o conhecendo. E, como se uma escolha que poderia destruir sua vida não bastasse, cada personalidade sua tinha uma opinião forte e irrefutável. Como se decidir, se minuto se arrependeria da decisão e minuto não?

Vit(toria) não sabia quem seguir. Ela disse que ia tomar banho, para ficar um tempo só. Talvez a água corrente sobre seu corpo a ajudasse a se decidir.

Abriu a torneira. A água começou a correr sobre seu corpo nu, acariciando-a e tirando seu stress. Passou o shampoo, enquanto pesava os prós e os contras de uma decisão precipitada. Mas... Como precipitada? Ela não teria como verificar e perguntar a ninguém. Se ela confiasse em Daniel, como fazia até agora, continuaria a sessão. E, se ele fosse o mentiroso, ela só ajudaria-o a conquistar seu plano. Se acreditasse em André, pararia de tentar aprender a domar seus dons. Se ele fosse o mentiroso, ela morreria.

Seu ímpeto era de confiar em Dan, já que ele havia acolhido-a. Isso era óbvio. Mas, o pensamento utilizando sentimentos era uma cilada cruel. Ela não podia usar o que era forte dentro dela: ela queria ficar com Dan. Queria beijá-lo mais, queria apertar seu corpo contra o dele... Mas isso não era amor, e sim desejo. E ela mal conhecia André. Suspirou, e recomeçou a pensar, tentando ser mais fria em suas decisões. Afinal, uma decisão errada acabaria com sua vida.

Se Daniel tivesse matado sua mãe, ele saberia primeiro, lógico. Por isso ele a teria avisado primeiro. Mas a história dele poderia ser verídica: amigo da mãe dela, que fora apenas observar a cena a pedido da própria. Se a segunda opção fosse a verdade, André a teria matado, e só teria achado Vittoria agora pela ajuda de Dan. Mas se a primeira fosse a verdadeira, e ele não tivesse observado a cena, ele saberia mais tarde também, e essa história ainda estaria lógica. Suspirou novamente, e recomeçou a pensar.

Daniel poderia ser o mentiroso. Se for isso, ele deve ter se aproximado dela primeiro para justamente criar laços de amizade falsos, e conseguir o que “ele realmente” queria: o Segredo. Mas se ele falasse a verdade, a história ainda teria pé e cabeça. E André, se ele fosse o mentiroso, poderia ter realmente bobeado e perdido tempo, deixando Daniel um passo a frente. Ou ele fizera isso de propósito, para parecer verdadeiro. Ou ele fora verdadeiro, e soubera a notícia apenas mais tarde.

Vit(toria) deixara um detalhe de lado, e só percebeu isso quando automaticamente saía do chuveiro: não verificara a data de envio do e-mail. Esse poderia ser enviado apenas minutos depois do primeiro, mas ela não o abrira pela falta de tempo. E pela notícia trágica. Trocou-se e voltou para o computador. Dan estava dormindo, com a televisão ligada. Entrou no seu e-mail e viu a data e a hora de envio do e-mail: 23 de maio, 19h26. Apenas uma hora depois do e-mail de Daniel... Isso mudava a perspectiva de tudo.

Ela saiu e limpou o histórico novamente. Desligou o computador, apagou a luz e ia desligar a televisão, quando Dan sussurrou:

- Fique comigo, Vit.

Ele estava semi acordado, com as pálpebras pesadas lutando para continuarem abertas. Se ele estivesse mentindo esse tempo todo, ele não se importaria de perder esse tempo precioso de sono para querê-la. Ou era tudo encenação? Agora não importava. Vit(toria) sussurrou:

- Você precisa dormir. Amanhã teremos tempo para tudo.

- Pelo menos me beije – pediu.

Ela foi lá e o beijou. Esse beijo parecia ter mais amor que os demais, mas isso era subjetivo, para que ela tivesse uma comparação real sobre isso.

Ela foi para seu quarto, apagou as luzes e deitou-se. O frio era intenso, mas a vontade de dormir era pouca em vista ao problema que ela tinha em mãos: em quem confiar?

Ela esperava que surgisse alguma resposta, mas suas personalidades continuavam em conflito: Vit queria sair dali o quanto antes, mas Vittoria desejava ir para o quarto de Dan e tê-lo, consumir-se de desejo e tentação para atingir o máximo de si. Estava quase se levantando, mas quando percebeu já era tarde demais: estava envolta em seu manto de paz e sono...

Vittoria estava num lugar muito claro, repleto de luz sobre ela. Parecia uma cena de filme espírita, que foi aguçada pela imagem que ela via ali. Sua mãe, sorridente, veio para ela. Vit não se lembrava se realmente era isso, mas aquele foi seu primeiro sonho consciente.

- Vittoria... – disse.

- Sim, mamãe.

- Você está vivendo um momento realmente importante da sua vida. Tem a decisão que mudará seu destino para sempre em sua frente. E eu preciso te alertar sobre o que fazer.

- Eu não sei quem escolher, mamãe. Quem eu devo escolher?

- Lembra o primeiro sonho que você teve comigo?

- Claro. Como poderia esquecê-lo?

- Eu deixei uma data, não?

Ela se lembrou. Era vinte e oito de maio, se não se enganava.

- 28 de maio?

- Exatamente. A data de amanhã. Amanhã tudo mudará. Você saberá o que escolher.

- É por isso que você me disse essa data?

- Nada vem a nós sem um motivo. Na hora, não entendemos bem, mas quando chega o momento certo, todas as peças aleatórias do quebra-cabeça se encaixam. E vemos que tudo fazia o mais perfeito sentido.

- Quem eu vou escolher, mamãe? Farei a escolha certa?

- Quando chegar à hora, você saberá. E garanto, minha filha, que você tomará sempre a decisão correta sobre sua vida. Você sempre tomou.

- E agora, o que tenho que fazer?

- Eu nunca aparecerei sem um motivo bom o suficiente. E o motivo dessa vinda é para te dizer: você deve confiar em seu coração. Mesmo você sendo bipolar, você sempre terá um juiz imparcial em todas as suas decisões: seu coração.

- Mas meu coração pertence as duas Vittorias. E cada uma tem uma opinião.

- Você não está ouvindo-o. Quando o ouvir, não haverá dúvidas.

Elas ficaram em silêncio por um bom tempo. Até que ela disse:

- Tenho que ir, Vit.

- Mamãe, fique comigo! Eu quero ficar mais tempo com você!

- Não posso. Mas uma coisa eu vou te dizer: eu sempre, sempre estarei com você. Em todos os momentos, em todas as decisões.

- Eu te amo, mamãe.

- Sempre te amarei, minha filha. Escute seu coração! – dizia, enquanto era engolida pela luz intensa e branca. Vittoria tinha uma coisa em mente: ouviria seu coração.

Então, o sonho mudou para aquele estado onde estava dormindo, mas podia ouvir o que acontecia ao seu redor. E era realmente importante o que ela ouvia.

Vittoria não sabia se era de madrugada ou de manhã. Não importava se ela havia acabado de dormir ou se estava prestes a acordar. O que importava era o que escutava. Dan estava acordado, e falava ao telefone com alguém desconhecido.

- Não importa o que está acontecendo. Eu tenho, e eu praticamente ganhei o jogo!

Silêncio. Provavelmente ele ouvia a resposta do outro lado da linha.

- Não há chance alguma do jogo mudar de lado. Eu estou ganhando... Na realidade ganhei. Ninguém pode me tirar!

Outra pausa.

- Nada do que você me disser irá me afetar. E não te importa se eu a amo ou não. Isso foi, é e sempre será problema meu. Enquanto ela estiver viva será problema meu.

Ele desligou o celular bruscamente. Vittoria queria acordar, para interrogá-lo sobre o que ele conversava, com que e, sobretudo, acalmá-lo. Ele estaria falando de amar ela? Mas ela não pôde resistir ao sono, que outra vez veio impiedoso e forte sobre ela. Quando viu, estava dormindo.

São Paulo, 07:28

27 de maio – 4º dia

Finalmente a sexta-feira chegara. Vittoria estava ansiosa para poder pedir desculpas à amiga, para poder pedir a ajuda dela na decisão.

Dan acordou-a, dizendo que eles deveriam ir ao velho para sessão.

- Mas e a escola? – questionou.

- Não temos tempo, Vittoria. O prazo está curto, e você deve dominar tudo o mais rápido possível.

Eles foram para a lojinha do velho, onde ele a esperava como sempre. Vittoria se despediu de Dan e foi para a segunda etapa do treino.

- Hoje você continuará a se concentrar. Mas terá algo novo: você se concentrará no tempo que quer fazer. Vamos começar com ensolarado. – instruiu o velho.

Vittoria tentou fazer aquilo que ele falava. No começo foi difícil, mas com o tempo tudo ficava mais fácil. Ela conseguira fazer um sol fraco, o suficiente para um bom começo.

Depois do dia treinando, ela voltou para casa. Dessa vez, Daniel foi para faculdade, e Vittoria ficou só em casa.

Ela esquentou um jantar e esperou Daniel voltar. Ele chegou por volta das onze horas da noite.

- Precisamos conversar – disseram, em uníssono. – Sobre algo muito importante. – completaram.

Eles ririam se não fosse pela seriedade da situação. Mas ali nada era irônico.

Notas finais
Oi de novo turminha!bem, eu não sei quando vou postar o próximo, mas deve ser até domingo(dia 05/06) ou até sábado que vem(dia 11/06)... De qualquer jeito, o próximo capt terá a escolha sombria de Vittoria Dielo... Quem ela escolherá? Ouvirá sua mãe? E André, aparecerá? Próximo episódio tem bônus!Próximo capítulo..."Decisão"