Notas iniciais
oi povinho!^^ espero q n hajam traumas pq eu passei 2 reviews do combinado (ha uma hora ainda faltava 1 review) bem, deixando isso pra lah, o importante eh que eu postei^^ nesse capt, vai acontecer quase tudo que o capt anterior prometia, + ainda (é claro) eu deixei o melhor pro prox *-* mas isso a gente soh vai falar la embaixo! ate lah!

São Paulo, 15:24

04 de junho

Vittoria sabia o que deveria fazer, assim como sua mãe havia previsto.

Abriu o guarda-roupas dela. Pegou a calça jeans favorita dela, e, no bolso traseiro, estava a chave. Foi até a segunda gaveta e abriu-a. Lá estava a agenda de couro preto.

- Letra "P"... Letra "P"... — murmurava, enquanto procurava. Quando achou, procurou por Paulo. Era logo o segundo nome da lista, atrás apenas da tia Paulínia, que morava no Rio de Janeiro.

Ela discou o número, e esperou, enquanto chamava. Era sua última esperança.

Desde que saíram da empresa do pai de André, ela começou a contar a ele o último sonho que ela teve com a mãe. Assim que ela chegou, começou a procurar o que sua mãe tinha pedido.

- Alô? — chamou uma voz masculina do outro lado da linha. O coração de Vittoria deu um salto, e ela perdeu sua língua dentro da própria boca.

- Pai? — perguntou, receosa.

- Quem fala?

- Sou eu, Vittoria.

- Vittoria?

- Filha da Cleide.

- Ah, sim! A Cleide... Ela não me disse que você se chamava Vittoria. Parou de falar comigo assim que eu saí. Você já está com quantos anos?

- Dezoito.

- Dezoito? Já está grande, hein! Pelo visto, eu perdi muita coisa. E você e sua mãe, estão bem?

- Minha mãe... Ela morreu, dia vinte e três de maio.

- Oh! Meus pêsames!

- E é por isso que eu estou te ligando. Eu preciso de ajuda, e eu sei sobre o Segredo.

- Você sabe? — imediatamente, a voz dele mudou, de carismática para séria. — Há quanto tempo?

- Eu fiquei sabendo tudo nessas duas últimas semanas, por intermédio de outros. E preciso de sua ajuda.

- Em que eu posso te ajudar?

- Sei que posso estar parecendo fria, ligando pela primeira vez pra você só para pedir dinheiro. Mas eu não tenho outra saída, e ainda sofro de bipolaridade e tem um homem que quer me sequestrar. Minha mãe disse, num sonho que eu tive, que eu precisava te encontrar, que você me ajudaria.

- Um sonho?

- Eu sei que estou parecendo maluca, mas preciso urgente da sua ajuda.

- Quando, mais especificamente?

- Tem como você estar em São Paulo nesse final de semana?

- Se tem um homem te perseguindo, por que você não vem para minha casa? Você sabe que eu moro no Mato Grosso do Sul, não?

- Minha mãe pediu para mim não sair. Por favor, você é a minha última alternativa para me ajudar.

- Nesse final de semana... Eu acho que posso estar aí no domingo à tarde. Tudo bem para você?

- Domingo? Perfeito. Por favor, eu preciso de você.

- Só me passe seu endereço, que eu vou.

Vittoria o fez.

- Então, até domingo... Filha — ele pareceu ter dificuldade de pronunciar isso.

- Até.

Ela desligou o telefone. Vit não tinha ideia do que faria um homem ouvir uma menina dizer que era sua filha e concordar em fazer uma viagem para outro estado. Não fazia ideia se ele realmente viria, e se a ajudaria a enfrentar aquele problema. Mas de uma coisa ela tinha certeza: sua mãe não parara de falar com ele assim que ele foi embora, se não ele não saberia nada sobre o Segredo.

Vittoria começou a dizer à André tudo o que ela e seu pai conversaram.

- Você não perguntou se ele era casado? Se tinha filhos?

- Não. Isso é irrelevante agora.

- Irrelevante? O homem vai sair da sua casa atrás de uma filha que ele nunca assumiu ter? Que ele nem sabia seu nome? Se ele não tiver família, pode ser possível, pois estará procurando uma. Se tiver, era só para calar você.

- Pensando desse jeito...

Ela ficou quieta alguns instantes.

- O que te fez recusar a proposta do seu pai? Era uma proposta muito tentadora; eu estava prestes a aceitar quando você recusou.

- Eu também não sei... Mas ele pedir algo tão simples não é do feitio dele.

- Você pode ter razão... Eu vou perguntar tudo a minha mãe, quando eu conversar com ela novamente. Mudando do assunto, a festa ainda está de pé?

- Vamos, então. Não há nada melhor para se fazer.

- Sair com a namorada é segunda opção sempre?

- Ir numa festa em Ribeirão Pires é segunda opção.

Ela revirou os olhos.

- Ribeirão Pires é longe. Vamos levar cerca de uma hora para chegarmos, então vamos sair de casa às nove horas.

- Tudo bem — concordou ela. Agora Vittoria estava ansiosa para ir à festa, e uma hora no trânsito não desanimaria ela. — Vou ligar para Carol.

Vit pegou o telefone e discou o número que sabia de cor.

- Carol?

- Vit?

- O André aceitou nos levar. Ele vai passar na sua casa para te pegar depois das nove, então fique pronta.

- Tudo bem.

- O que foi? Não está mais animada com a festa do "gatinho"?

- Não é isso... É que... Eu estava dormindo.

- Ah! Me desculpe, então, por te acordar!

- Não foi nada. Nove horas, certo?

- Sim.

- Vittoria... Você foi a melhor amiga que eu já arrumei em toda a minha vida! Nunca me esquecerei de você!

- Que isso, garota?! Até parece que eu ou você vamos morrer! Bate três vezes na madeira! — Vittoria bateu, para dar sorte.

- Tchau, amiga!

- Tchau, Carol.

Carol quase contara a amiga tudo. Mas ela se lembrou que o homem havia grampeado o telefone. Também não deveria falar nada durante a viagem, pois se Vittoria não aparecesse, sua família seria morta.

Ela não tinha ideia de qual perda seria mais aceitável: seus pais ou Vittoria. Escolheu Vittoria, pois apenas uma pessoa morreria. Seria menos dor.

Aquele homem maldito a havia colocado em xeque, e ela não tinha mais escolha alguma.

- Nunca me esquecerei de você, Vittoria.

Vittoria estava se arrumando para ir à festa. Escolheu um vestido tomara-que-caia azul celeste que ia até a metade das coxas, com glitter em alguns pontos e sapatos azuis do mesmo tom. Passara o começo da noite pintando suas unhas de azul real fosco. Depois tomou banho e começou a fazer chapinha e a arrumar os cabelos. Selecionou a mecha roxa, pegou uma tesoura e a cortou, bem rente ao couro cabeludo.

- Cadê o resto do seu cabelo? — perguntou André, assim que a viu pronta para sair.

- No lixo.

- Por quê?

- Não aguentava mais aquela mecha, então tirei.

- Está... Estranha.

- É esse o seu jeito de elogiar uma namorada?

- Você está linda. — disse, por fim.

André usava calça jeans, uma camiseta preta com uma estampa moderna e uma jaqueta verde.

- Vai esfriar muito. Leve uma jaqueta.

- Está em cima do sofá. — adiantou-se.

Já eram mais de nove horas quando eles resolveram sair.

Passaram na casa de Carol para buscá-la. Ela usava um vestido de uma alça só, vermelho, um pouco mais curto que o vestido de Vittoria. Ela entrou na porta traseira do Prisma, e estava tão linda quanto Vit.

- Nossa, amiga! Como você está bonita!

- Obrigada...

- Vamos logo. Esse tal castelo é longe, segundo o mapa que eu vi na internet.

A viagem demorou mesmo uma hora. Eles chegaram quase às dez e meia, quando a festa já estava bombando. A música tocava alta: In da club, 50 Cent.

- Música velha... — falou Carol. Ela teve que falar mais alto do que de costume, para ser ouvida.

- É legal! — disse Vittoria, entrando no castelo. Ela deu um grito. — Fiquem com seu celular, Carol. Qualquer coisa eu te ligo.

- Tudo bem!

Vittoria começou a dançar. André foi para a mesa onde estavam as bebidas alcoólicas, refrigerantes, água e alguns salgados e doces, esses em menor quantidade. Como se a festa fosse programada para haver muito uso de álcool.

Começou então a tocar S & M, da Rihanna.

Enquanto Vittoria dançava, curtindo a festa, sua morte estava sendo planejada cuidadosamente.

O homem estava ali, passeando pelo jardim do castelo, junto com Carol.

- Muito bem, querida! Agora, você pode ir. Eu vou deixar sua família em paz, desde que eu mate a Vittoria. Você promete se comportar?

Ela acenou com a cabeça, rapidamente.

- Então pode ir. Mas cuidado, Caroline.

Ela saiu, quase que correndo, em direção ao conforto da música alta. A Rihanna, e qualquer música de uma night eram muito mais confortáveis que a presença daquele homem.

O homem continuou andando, até uma sala que ele estava planejando como eliminaria todos os obstáculos entre ele e o poder.

A sala só tinha uma mesa simples e algumas cadeiras. Nela, três outros homens, todos usando disfarces, com um revólver e um par de luvas de látex, esperavam a ordem de matar Vittoria.

- Regras: — começou o homem — Eu vou matar Vittoria Dielo. Qualquer um que toque em um fio de cabelo dela ou de André Oliveira será morto imediatamente. Eu quero eles vivos e aqui, nesta sala. Entenderam?

Os homens concordaram com a cabeça.

- E segundo: Nós começaremos a executar o plano a partir da meia-noite de amanhã. E, por favor, quando vocês invadirem a festa, desliguem a porra dessa música!

Já passara das onze e meia da noite. Vittoria e André se beijavam, no meio de outras pessoas que faziam o mesmo enquanto tocava Smile, Avril Lavigne. A música então mudou para Don't stop the party, do The Black Eyed Peas, e muitas pessoas começaram a dançar loucamente.

- Vamos beber alguma coisa — disse André. — Se não vamos ficar desidratados.

Eles se dirigiram à mesa de bebidas.

- Põe um copo de água para mim, por favor! — pediu ela, em meio a música alta.

- Claro. — André colocou água em dois copos. Bebeu um e deu o outro para ela, que engoliu tudo de uma vez, de tamanha a sede que sentia e não percebera, enquanto a língua dele entrava na boca dela incontáveis vezes.

- Vou dar uma volta — disse Vittoria.

- Tudo bem, meu amor.

Vittoria saiu do castelo e foi passear nos jardins. Haviam alguns lagos com carpas, e luzes deixavam a natureza mais mística.

Ela estava passando por um conjunto de salas extras, quando o viu.

O que aquele desgraçado estava fazendo aqui?

***

Jessica não poderia ficar ali, parada, e deixar que aquele filho da puta a matasse desse jeito. Ela se escondeu atrás de uma moita, enquanto ouvia ele falar com três outros homens.

- Vocês entram lá e trazem os dois. Se precisar matar qualquer um outro, matem. Não quero escândalos. Minha cabeça vai explodir de tanto ouvir esses barulho.

- Vamos lá, então. — chamou um dos homens.

Eles passaram pela moita sem notar a presença de Jessica. Entraram no castelo, e, um minuto depois, houve uma reação em cadeia: um tiro, gritos, a música parou e as mesas e cadeiras começaram a ser derrubadas.

- Onde está a garota? — perguntavam, aos gritos. — Onde estão eles?

Jessica subiu sorrateiramente para o castelo. Entrou por outra porta, esta atrás. André se escondia em outra moita, do outro lado.

- André! — sussurrou ela.

- Vittoria? O que você está fazendo aí?

- Temos que fugir.

- Para onde?

- Vamos voltar para o carro e vamos embora.

- Mas e a sua amiga?

- Ela nos traiu. Os homens do seu pai sabiam que nós estaríamos aqui. Como? Porque ela me convidou, e me pediu para trazê-lo.

- Vamos, então. Ela que se vire para voltar.

- Tem razão — ia dizendo, quando um tiro foi disparado. Mesmo Jessica, em sua atitude fria e violenta, foi ver que fora atingido. Era o Gabriel, o menino que fizera a festa. Talvez ele também estivesse envolvido naquilo.

- Cadê a Vittoria Dielo e o André Oliveira? — berrava um. — Se vocês não falarem, esta garota morre.

Jessica olhou novamente. Carol estava presa por um homem, com uma arma apontada para sua cabeça. Nem ela, mesmo tendo-a traído, não merecia morrer.

Então, Jessica deixou que Vittoria tomasse conta, pois ela poderia se entregar.

***

Vittoria acordou do transe. Essa fora a primeira vez que ela vira tudo o que Jessica estava fazendo, no subconsciente.

- Vou me entregar, André. Fuja.

- Não vou deixar você aí.

Vittoria entrou no castelo e reuniu toda a coragem que ainda lhe restava.

- Solte ela — ordenou.

- Você é a Vittoria Dielo?

- Sou eu mesma. Solte ela, e eu me entrego — repetiu, firme.

André entrou.

- O que você está fazendo? — sussurrou ela.

- Eu já disse: não vou ficar vendo você se entregar e ficar de braços cruzados. Se você vai, eu também vou — respondeu.

Um homem, armado com um revólver, se aproximou de Vittoria e a segurou firme, com a arma apoiada na têmpora dela. Um segundo homem veio e prendeu André. Carol não foi solta; foi levada com eles. Quando estava saindo, ele deu três tiros nos equipamentos do DJ e seguiu os parceiros, até uma van, onde o pai deles os esperavam.

Carol, André e Vittoria foram algemados na parte traseira da van. O pai de André foi na frente, com um motorista. Assim que eles foram entregues, o pai dele matou os homens que fizeram o serviço.

- Carol! Por que você traiu a gente?

- Me desculpe, mas ele me ameaçou! Ia matar meus pais! Tem ideia do que é isso?

- Poderia ter pedido a ajuda da polícia. Falado comigo — ela fez muita ênfase no "falado" -, ou até mesmo dado uma pista! Mas você preferiu me entregar de bandeija para ele?

Um relógio de pulso apitou, na frente.

São Paulo, 00:00

04 de junho

- Já deu meia-noite. Como é profetizado, Vittoria! — anunciou ele, excitado.

- Onde estamos? — exigiu saber.

- Entramos novamente em São Paulo, minha querida.

- Aonde vamos?

- Tudo à seu tempo, minha querida.

- Pois saiba você que, assim que eu conseguir, vou te matar com as minhas próprias mãos!

- Não, querida. Eu vou matá-la. E vou fazer isso em alguns instantes. Você vai se arrepender de ter entrado no meu caminho!

- Vittoria — Carol tomou a iniciativa. — Ele disse algo sobre profetizado. Que profecia é essa?

- Ah! Então você não contou a ela?

- Contou o quê, Vittoria?

- A sua amiga controla o tempo! — ele se divertiu ao ver a expressão de Vittoria desmoronar.

- Controlar o tempo? Isso é impossível. Faça-me rir!

- É a mais pura verdade. — O homem se irritou.

- Ninguém controla o tempo! — Vittoria entrou no jogo.

- Ah! — irritou-se. Ele apertou um botão, que fez uma divisória de vidro negro — por mais que parecesse estranho, o vidro era preto mesmo -, para que ele não ouvisse mais as conversas insuportáveis dos futuros cadáveres que seriam enterrados no Cemitério Vila Formosa.

- Vittoria... — começou Carol. — O que ele disse, sobre controlar o tempo, é verdade?

- Carol... — Vittoria olhou para André, em busca de uma resposta. Ele acenou a cabeça, num gesto afirmativo. — Você tem que entender que... Como eu posso dizer isso a você? As pessoas ainda não tem resposta para 99% das perguntas que se fazem. E existem pessoas que podem fazer coisas...

- É que nem em X-men?

- Não. Mas eu posso fazer coisas que você não pode. Eu realmente controlo o tempo, e posso fazer qualquer tipo em qualquer hora. Mas precisamos manter a discrição. Você pode guardar segredo?

- Claro! Não é para isso que somos amigas? Agora, me responda uma coisa: você já fez algum clima?

- Clima não, Carol. Tempo. Já, no domingo. Fiz calor.

- Ah! Minha avó bem que estranhou essa onda de calor. Ela olha o clima de São Paulo há trinta anos, e sempre sabe se vai chover ou vai estar ensolarado. Vem cá: você controla o Sol também?

- Não, só as nuvens, os ventos e a pressão atmosférica. O resto eu ainda não tenho certeza.

- Você poderia ser meteorologista! Ia ganhar uma boa grana! É só dizer que vai chover quando na verdade for estar ensolarado, e então controlar o tempo para chover. Vão te pagar uma nota!

Nesse momento, sirenes de polícia foram ouvidas, ao longe. Elas seguiam na direção contrária a que estavam indo.

- A polícia vai de São Paulo até Ribeirão Pires? — estranhou Carol.

- Também acho estranho... — afirmou André.

- Eu acho que ele chamou a polícia. Seu pai costuma chamar sempre que comete um crime.

- Vem cá: aquele cara é seu pai?

- Infelizmente. E minha mãe biológica morreu num acidente de carro, e minha mãe de consideração foi assassinada. — disse ele, friamente.

- Nossa, que barra!

- Gente, temos coisas mais importantes para pensar agora do que o passado!

- O quê? — perguntaram, em uníssono.

- Temos que planejar o presente, se quisermos continuar tendo um futuro! Tá na cara que ele vai nos matar!

- Cara, tem razão!

- Caroline, você está estranha!

- Como assim, estranha?

- Falando gírias e... Agindo com mais rapidez.

- Acho que é um sentido de sobrevivência. Sabia que em situações de ira ou risco de vida o cérebro libera um hormônio que nos deixa mais fortes, rápidos e com o pensamento mais ágil?

- Sim, sabia. Agora vamos usar isso que ganhamos e vamos trabalhar, para vivermos mais alguns dias!

- O que você pretende fazer?

- Dormir.

- Dormir?! Você está louca?!

- Se eu dormir, eu posso sonhar com a minha mãe, e ela vai me falar o que eu tenho que fazer!

- Você pode. Não quer dizer que vai!

- É melhor que ficarmos assim, às cegas!

- Você não vai dormir. Nós três vamos nos livrar disso sozinhos!

- Nós três, não. Vocês três. — disse Vit, enigmática. — Jessica vai nos ajudar.

- Você está doida?! — perguntou André.

- Quem é Jessica?

- Minha outra personalidade. E eu não estou doida!

- Faça do jeito que você quiser, então.

- Você tem quantas personalidades?

- Vou fazer. Que eu saiba, duas. Espero que vocês consigam.

Vittoria se concentrou. Pediu mentalmente para que Jessica a ajudasse, mas não conseguiu nada.

Abriu os olhos, derrotada.

- Nada — disse ela.

- Então, Vittoria! Vamos agir sozinhos, sem a Jessica!

Nesse momento, a van estacionou. Ela foi desligada, portas bateram e então a porta deles foi aberta. O motorista e Sr. Oliveira estavam ali, com um sorriso assassino.

- Venham. Para a sua sorte, Vittoria, vou te dar mais um dia de vida. Já são uma hora da manhã, então eu não posso matá-la sem desorganizar totalmente a profecia. Infelizmente, seus amigos não tem uma profecia que os protejam.

Notas finais
oi de novo gente! espero que tenham gostado do capt! agr vamos falar sobre o proximo.... eu deixei o destino nele, e n dei nenhuma pista (sou mto mal muahahahahah) eu vou postar em breve, qndo atingir 100 reviews. j estou chegando em 100, faltam poucos... O o capt j esta pronto e esperando ser postado, soh falta vcs ajudarem, neh? bjs pras meninas e abraços para os meninos xD Próximo capítulo... "Pesadelo"