O Romance que Eu sempre Quis

29 Cap 29 - Shibuya Kazuya e Taniyama Mai


Notas iniciais
Este capitulo ficou curto mas espero que gostem.

Querido diário,

Hoje começou um novo semestre, mais um pouco estarei fora da escola (ótimo! Rsrs) na verdade falta muito... Não que eu não goste da escola, mas acho mesmo um desperdício o tempo que passamos nela. Hoje não estou muito a fim de escrever, mas o lado bom da sala 1-F é que Keiko e Michiru estão na sala comigo novamente assim não me sentirei sozinha, já basta aqui em casa onde não tenho ninguém, falando nisso como moro sozinha você sabe preciso cozinhar então. Mata ashita

Taniyama May.

Mai fechou o diário e foi pra cozinha dificilmente uma garota sobreviveria tão bem sem seus pais como ela, mas era organizada e esperta (para algumas coisas) tinha ajuda do seu professor em assuntos complicados e estava sempre rodeada de gente (fosse por dó ou amizade mesmo).

- Yosh! Hoje é dia de Rámen! Ela tirou a panela do armário e ligou fogo ia cozinhar.

Kazuya abriu o livro numa página qualquer e fechou logo em seguida , abriu de novo e fechou, suspirou profundamente.

- Ora Kazuya, qual seu problema hoje? Parece entediado ao estremo. Lin passou um rabo de olho pra ele.

- Nada. Falou friamente como sempre.

- Humm.

Kazuya era sempre assim frio e compenetrado, não importa como o mundo o tratava ele sempre tinha uma resposta afiada na ponta da língua, e desde que decidira morar sozinho ele era acompanhado por Lin seu tutor já que seus pais não confiariam um jovem de 17 anos a sua própria sorte. Lin era uma pessoa de confiança de ambas as partes tanto dos pais quanto do próprio Kazuya. E mesmo que fosse rico o suficiente para não precisar trabalhar e ainda ter um tutor em sua casa ele parecia realmente entediado com aquela vida.

Kazuya se levantou repentinamente fazendo Lin se desprender do computador e segui-lo com os olhos.

- Lin chame um taxi nos vamos sair! Kazuya entrou no quarto pegou a toalha e foi tomar banho.

Depois de comer, Mai resolveu ir dar uma volta, estava precisando de umas coisas e ir, ao mercado seria o mínimo de exercício obrigatório depois de comer tanto ramen com ovos, ela pegou a bolsa conferiu a carteira e saiu.

- Ei Oshino, aquele cara parece ter alguma grana. Um rapaz alto falava com um outro apontando Kazuya e Lin que andavam silenciosamente na outra calçada.

- E ai vamos?!

- Vamos! Os dois atravessaram a rua começaram a seguir Kazuya e Lin, depois de uns minutos sem perceberem nada o mais alto segura Lin enquanto o outro bate em Kazuya, ele cai batendo a cabeça e ficando desacordado e é arrastado para um beco próximo.

O ladrão toma a carteira de Lin, que ainda consegue bater nele, mas não foi forte o suficiente então o rapaz foge com sua carteira, ele sai correndo atrás do delinqüente enquanto o outro ladrão procura a carteira de Shibuya sobre seu corpo desacordado, depois de conseguir o que procura ele sai do beco tranqüilamente levando todos os documentos que Shibuya. Depois do ladrão conseguir se livrar de Lin pulando uma grade ele volta ao local onde foram atacados, ainda ofegante ele procura desesperado por Kazuya, mas não o encontra, ele tira o celular do bolso e disca o numero de Kazuya, o celular dele toca no beco ele corre até onde pode ouvir o som, num canto perto da lixeira ele encontra o celular junto deste uma mancha de sangue considerável, Lin empalideceu imediatamente.

- Alo, presidente?

- Sim?

- Presidente tenho um problema.

- O que houve?

Fomos atacados e não... não sei onde Shibuya está, o pior acho que está ferido.

- O QUÊ? DIGA-ME ONDE VOCÊ ESTÁ?

- Centro comercial próximo a praça central.

- Estou mandando meu pessoal aí.

- Estou esperando. O telefone desligou e Lin passou a mão nervosamente nos cabelos --- — onde você está? Perguntou a si mesmo.

Notas finais
Mina... daqui pra domingo eu prometo postar o proximo capitulo tá? Desculpem por esse ser curtinho, mas relevem normalmente eu escrevo muito.