O Retorno Dos Seis

13 Capítulo 12 - John?


Notas iniciais
Heeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeey *sexy ladyyyy, op op op op oppa gangnam style*

xD -parei

Então, como eu ja avisei, vou postar mais um cap. hoje e TALVEZ um amanhã!

Pra começar, aviso a todos meus leitores que eu editei uma parte do cap. 10 :D Obrigada ao Well Number 8 pela dica, cara você é demaizzz!

E obrigada ao Lupi, meu aprendiz, pela recomendação, pelos reviews, por me aturar nos reviews da fic dele auhauhauhaha

LEIAM A FIC DELE! hahaha

Good history o/

Quero sair desse elevador agora. Só de pensar que terei que contar tudo o que aconteceu entre eu e Seis, meu estômago dá um nó. Sarah não para de olhar para mim, mas tento não prestar atenção, disfarçando e olhando fixamente para o espelho à nossa frente.

Nove, sempre olhando com um ar reprovador, quebra o silêncio assim que atingimos o décimo andar:

– John, temos que reencontrar Oito, procurar um lugar para ficarmos e procurar por Cinco. Agora sei que precisamos voltar a treinar... –

– Estava pensando exatamente nisso, Nove. – Minto. Não estava pensando nisso. Estou pensando somente em Seis e em Sarah. Amo as duas, porém preciso escolher entre elas. – Acho melhor passarmos uma semana por aqui, e depois encontrarmos Seis. –

Sarah me olha ainda mais após pronunciar o nome de Seis. Sinto uma leve crise de ciúme nela, mas nada digo. Fico apenas encarando meu reflexo no espelho. Ao chegar à recepção, as pessoas notam que estamos suados e cochicham entre si. Não presto muito atenção, e sigo em frente, com Nove sempre atrás de nós.

Ao chegarmos à avenida, chamamos um táxi. Seguimos para o Central Park, e espero que Oito esteja lá.

Desde que o encontrei, John está totalmente calado. Mudo. Parece que não está feliz de nos reencontrarmos. Sinto uma sensação que alguma coisa está errada, mas ignoro esta hipótese.

Nove não para de me olhar e começo a me incomodar com isso. Se ele acha mesmo que trairei meu namorado mais uma vez, está muito enganado. Assim que me lembro de traição, sinto minha consciência pesar tanto, que começo a ter dor de cabeça. Não sei como John reagirá com tudo isso. Mark e Nathan. A troca de olhares com Nove.

Temos muito o que conversar. E pensar que ele ficou cinco anos em um mesmo lugar com Seis me deixa desconfiada e fico com um pouco de ciúme. Um pouco não, muito.

Ao chegarmos ao Central Park, paramos perto de uma barraquinha de cachorro-quente. Está lotado. Não é de se surpreender, pois está na hora do almoço de muitos empresários e secretárias, mas me incomoda. Muita gente olhando, e nós desse jeito pode trazer alguns comentários desnecessários.

Reparo que John está usando calça jeans e uma blusa polo azul-escuro. Seus cabelos curtos estão pintados, com mechas loiras no topete pequeno. Calça um all-star verde musgo e uma jaqueta de couro marrom, com um capuz cinza. Já Nove está de calça social, um suéter azul com losangos vermelhos desenhados e usa um sapato preto.

John ainda lembra aquele garoto doce de 15 anos que conheci em Paradise. Já Nove tem um ar de galã, de alguém mais velho. Cabelos escuros e bagunçados, como o de um cantor famoso que não lembro o nome. Os olhos castanhos mergulhando nos meus. Sinto que posso me apaixonar por ele, mas mantenho esse segredo comigo. John olha para mim e sorri. Um sorriso gelado, como se não desejasse estar ali.

Sinto que Sarah está sempre olhando para trás, para Nove. E sinto ciúme disso. Sei que sou um péssimo namorado, mas ela ainda não sabe disso, e Nove não pode dar em cima dela.

Avisto Walker e Oito sentados em um banco, afastado da avenida, mais para o meio do parque. Aperto o passo, puxando Sarah para frente. Consigo ouvir a respiração ofegante de Walker de longe, e sei que ela não está muito bem. Peço para o pessoal correr e chegamos lá rápido. Coloco a mão na cabeça de Walker e sinto o ferimento se fechar entre meus dedos. O sangue jorrar por minha mão e sua respiração melhorando cada vez mais.

Ela olha para cima e me vê. Um sorriso se forma em nosso rostos. Me certifico que ela está realmente bem, e começo a conversar com Nove. Meu bolso começa a vibrar e me assusto com isso. Pego o celular e no visor está escrito: LONDRES.

– Alô? –

– Alô, John? –

– Oi Marina, tudo bem? –

– Na verdade, nós temos um probleminha... –

– O que foi? –

– Você esqueceu de Sam, o pai dele e Bernie! –

– Ah... Foi sem querer... Eu precisa vir rápido, você sabe disso... –

– Seis disse que precisaremos nos encontrar mais cedo. Ah, ela vai falar com você. –

– Ah, ok. –

– John? –

– Oi amo... Seis. –

– Então, precisamos nos encontrar, semana que vem. Em Las Vegas, tudo bem? –

– Claro! Tudo ótimo. – Me afasto um pouco de todos, e falo mais baixo. – Seis só de ouvir sua voz, tudo fica ótimo. –

– Bobo. – A imagino sorrindo agora, sentada no sofá, com as pernas cruzadas e cabelos longos e soltos. – Olha eu preciso desligar, ok? Prometo que nos veremos em breve. –

– Eu contarei os minutos. –

– E eu os segundos. Tchau. –

–Tch... –

E ela desliga. Sarah começa a se aproximar, e eu tento agir normalmente.

– Sarah, nós teremos que ir para Las Vegas, poderia avisar os outros? –

– Claro! –

Ela anda até a Garde, e eu vou logo atrás dela. Todos concordam, e seguimos até a avenida. Eu e Oito ajudando Walker, e Sarah e Nove conversando sem parar.

Me incomodo pelo fato de John ter que se afastar para falar ao celular, mas a conversa entre mim e Nove está tão envolvente, que não ligo para isso.

– Então Sarah, como você passou esses últimos cinco anos? –

– Ah, foi chato, mas interessante. Tornei-me mais independente, me tornei professora em Paradise mesmo, e tenho minha própria casa. –

– Que legal! Acho muito legal quem mora sozinho, tem sua própria casa e tudo mais. Mas você não se sentia muito só? –

John olha imediatamente para trás, e encara Nove. Me incomodo pelo fato dos dois estarem desse jeito, brigando. Mas respondo a pergunta:

– Sim, um pouco. Mas o que importa é que eu estou aqui com vocês, não é? –

– Claro, é super importante ter você aqui comig... Conosco. –

Sorrio para ele, e quase seguro sua mão, mas me contenho.

Pegamos um táxi até o aeroporto, e lá pegamos um voo para Las Vegas. Sento entre John e Nove. Oito e Walker estão atrás de nós. Entrelaço meus dedos nos de John, mas olho para Nove. Estou completamente divida entre os dois.

O comandante nos avisa que serão onze horas de voo, e coloco-me a descansar. Fecho os olhos e quando os abro novamente, estou deitada. Em uma casa abandonada e escura. Levanto-me e vejo três mogs entrando rapidamente em meu quarto.

Um deles avança, e chuto sua cabeça. Ele cai e seu canhão roda em minha direção. Eu o pego e atiro em seu peito. Os outros dois apontam os canhões para mim, mas alguém os acerta duas espadas em suas costas.

Eles se transformam em pó, e atrás da poeira vejo Nove, que corre ao meu encontro e me beija.

Fecho os olhos, e os abro novamente.

Nove e John não estão mais do meu lado, estão levantados lutando contra homens de 1,80m de altura. Sangue e mais sangue por todo lado, corpos jogados no chão.

Mogadorianos. Eles nos encontraram, mais uma vez. E agora estamos presos aqui em cima.

Notas finais
O capítulo está uma meleca, mas espero que tenham gostado :)