O Que Ele Mudou Na Minha Vida Desde Então

36 Capítulo XXXVI por Alfred F. Jones


Notas iniciais
OIE DE NOVO desculpa de novo

“Vem”. Arthur é um fucking suicida. Deitado na cama, bebâdo, me olhando daquele jeito e ainda me chamando, depois de ter me “animado”. Não, dessa vez não tem plot twist, eu fui pra cima dele mesmo e beijei, passei a mão, mordi, descabelei. E parece que quanto mais eu dava mais ele queria e mais eu me afundava. O Alfred-sóbrio-interior ainda persistia firme e forte, mas ele só aparecia em momentos mais críticos. Como quando ele começou com uma mão boba e a sussurar umas putaria no meu ouvido.

– Hey Al, que bonitinho você andar por aí com um pacote de biscoito no bolso – enquanto pegava LÁ. Eu nunca disse que era uma putaria mais requintada, ok? Era bem trash mesmo. Então ele me virou na cama e ficou por cima e o Alfred-sóbrio-interior a dizer “foge, corre, Alfred, quanto mais tempo você perder aqui pior pra você se livrar” – Então, você tem sido um garoto muito maaaaau.

Porra, sério, Arthur? Sério mesmo? E bom, eu era virgem, não fazia nem ideia do que fazer. Eu só via pornô de latinas e japonesas e não entendia nada, então o que eu devia dizer agora?

– Quê que eu fiz? – BRILHANTE. Ele não respondeu com palavras, só pegou minha mão e colocou em cima da calça dele, ISSO MESMO, EM CIMA DO NEGÓCIO DELE. Tô com vergonha só de lembrar – Oh. Mas você não pode falar nada, você tem sido um garotinho pior que eu, porque você faz de propósito.

– Eu? Propósito? Nãããão. Eu sou um anjo, sério que você não está enxergando minha au... au... aquele arco amarelo que fica aqui em cima, ó – e ficou circulando a parte superior da cabeça com um dedo pra “esquematizar”. Ai cara, ele é muito fofo, não aguentei e o abracei subitamente, o fazendo cair pra baixo de mim de novo.

– Então com essas ações já já você vai ser um anjo caído, então vamos parar – já estava levantando quando ele me agarrou forte e caí de volta.

– NÃO E NÃO E NÃO. Não sei quem foi que te deu permissão pra me afrontar!

– Arthur...

– Shhh – e começou a passar a mão de novo no meu Alfredinho, mesmo agarrado e sem eu ter como soltar e me afastar.

– Você sabe que isso vai ter consequencia, né?

– La la la la la – e abriu meu zíper e agora acariciava por cima da cueca.

– Você sabe que vai me odiar amanhã quando lembrar disso, né?

– Eu não, eu vou lembrar de absolutamente tudinho, você não sabe como eu tenho memória boa mesmo bebendo e-

– Deve mesmo, tão bom pra alcool que parece outra pessoa falando – já tínhamos virado outra vez (você já deve até estar ficando entendiadx) e resolvi não fazer nada enquanto não resolvia o que fazer (?). Ele começou a abaixar minha calça e minha cueca – EI ARTHUROQUEVOCÊTÁFAZENDO?

– Fazendo o serviço “direito”, ué. Você não quer? – chega a ser irônico como as vezes o rabugento consegue fazer um olho de cachorrinho tão bem. E também, eu queria, claro. Mas estava com medo do amanhã. Tentei conversar de boa pra fazê-lo entender que eu não podia deixá-lo me odiar e a cada vez que eu dizia algo ele só perguntava “mas por que eu te odiaria?”. Aí eu pisquei de novo e quando abri os olhos estava em pé, segurando o cabelo de um Arthur que agora estava só de camiseta (ainda por cima meio aberta) enquanto ele praticamente engolia meu pau de joelhos e eu ordenava mais fundo. Aaagora não tinha mais volta mesmo.

Enquanto ele ia e voltava, me olhava com uma mistura daquela cara de safado e olhos de cachorrinho. As vezes parava de chupar e ficava brincando com a língua, aquilo me dava um tesão absurdo só de assistir, imagina sentir. Era muito bom, muito bom mesmo, mas ainda não era o suficiente pra me fazer gozar, levaria horas. Então resolvi “me ajudar” enquanto imaginava o quão adorável seria a carinha de Arthur toda suja.

– Ei, o que você está fazendo? Me espera!

– Arthur, eu não vou te comer, desculpa mas vai ser mais foda reverter isso depois.

– Aff, eu nem queria mesmo – enquanto continuava a me chupar, colocou as mãos por dentro da camisa e começou a se masturbar. Mas eu queria ver, então coloquei ele sentado em cima da cama e desabotoei o resto da blusa. Ele me olhou sem entender, principalmente quando eu puxei uma poltrona pra ficar de frente pra ele e me sentei.

– Continua.

– O-o que?

– O que você estava fazendo.

– Não, eu tenho vergonha assim!

– Vergonha você já perdeu faz muito tempo, pára – e afastei mais a camisa que ele teimava em usar pra se esconder, se ele não faria eu faria.

Com o passar dos minutos, ele foi ficando menos vermelho e começava a olhar pra mim. De pouco a pouco ele voltou a se soltar mas não continuou a fazer, levantou-se e sentou em uma de minhas pernas e apoiou a cabeça no meu pescoço. Decidi que faria pra ele, e como estava pertinho da minha orelha, seus gemidos sussurrados eram a coisa mais deliciosa do mundo. E eu estava ansioso pra ouvir mais.

– E agora, o que você quer, Arthur?

Ele não respondeu, se levantou e voltou a chupar meu pau enquanto eu terminava meus “assuntos”. Gozei na cara dele e prestei muita atenção porque eu não queria esquecer nem um detalhe. Foi até engraçado porque ele fez cara de confuso, pegou um pouco da porra e colocou na boca, em seguida fez uma careta. A situação toda pra mim foi tão perfeita, na hora.

Fomos embora depois de algumas horas com Matthew. Arthur dormiu lá em casa e não me soltava, tivemos que dormir ~abraçadinhos~. Não, isso não é ruim. Mas acordei mais cedo pra me afastar porque tinha medo da reação. Mas enfim, passei o dia me sentindo culpado, não consegui nem dormir direito, então fui pra cozinha tomar café. Você lembra que eu disse que aquela hora ele estava só de camiseta, né? Eis que algum tempo depois ele desce pra cozinha do mesmo jeito e eu quase cuspo meu toddyinho no chão.

– Bom dia – ele disse neutramente, nem sério nem feliz. Não sabia se isso era bom.

– B-bom dia, dormiu bem?

– Até que dormi muito bem, deve ter sido o porre. Mas tô morrendo de dor de cabeça, deve ter sido o porre também.

– E aí, você lembra o que você fez ontem? – nunca estive tanto com o cu na mão ao fazer essa pergunta. Geralmente eu achava engraçado a cara de dúvida que as pessoas faziam, mas dessa vez não.

– Hum, a gente brincou de stand-up com o cara da foca... Acho que... Pera, seu irmão gritou com o Gilbert... Quê mais? Hummm, acho que o Francis foi jogado na piscina e se afogou...

– Não, ele não se afogou. E eu não lembro disso.

– Droga!

Muito aliviado. Mas ainda triste por não poder ficar dormindo de conchinha pra sempre ou se abraçar na cozinha de manhã trocando carinhos. Que gay.

Notas finais
gente desculpa eu nao sei fazer lemon auedkhakhfl to com vergonha quase morri escrevendo essas coisas, socorro tambem desculpa eu ter escrito fucking no meio de uma fanfic em pt, mas eu nao achei outra palavra eu tentei deixar mais próximo da ~realidade~ certas coisas, mas tipo, a minha realidade pode ser meio diferente das outras realidades então sla ja esqueci oq queria dizer oh misera