O Poder Das Gémeas
13 Capítulo 13
Notas iniciais
Boa leitura!!
Capítulo 13
- Olá, Irina. – Elle cumprimentou, entrando na sala do encontro.
- Olá, Elle, descobriste alguma coisa? – A amiga perguntou ansiosa.
- Sobre o Dumbledore? Não, nada! Sobre o Snape, pouco mais do que isso. Bem, muito pouco, só ao certo, a sua família. Ele é meio-sangue. – Elle informou. – Foi um aluno brilhante.
- Eu não vi o Dumbledore em lado nenhum. Não faço ideia de onde ele possa estar. E também não sei onde procurar mais. Todos os livros dizem o mesmo: o Dumbledore é um homem brilhante, o melhor feiticeiro do mundo, receado pelo V, não agora, que ele pensa que está morto, e rejeitou o cargo de Ministro duas ou três vezes, não sei bem.
- Foram três vezes. – Elle disse. – Então, muitos poucos avanços, pelos vistos. – Elle abriu a sua mochila, tirando de lá um livro, que entregou a Irina.
- O livro da Rita Skeeter sobre o Dumbledore? Mas tu aconselhaste-me a não lê-lo, Elle. Por que é que mo estás a dar? – Elle sentou-se na cadeira. – Elle?
- Tu sabes o quanto eu admirava esse homem, Irina, ele sempre foi o meu herói, eu ainda o admiro. Isso em nada mudou a minha opinião, mas não nego que estão aí coisas dificeis de se ler. E por isso mesmo, eu acho que tu precisas mais disso do que eu, talvez consigas encaixá-lo na tua investigação. – Elle falou, sorrindo.
- Obrigada. – Irina guardou o livro. – Tenho que ter cuidado para não mostrar que o leio. Os Gryffindors são muito leais ao Dumbledore. Eles estão a pensar criar de novo o E.D. – Informou Irina. – Aliás, eles já decidiram criá-lo.
- Isso é bom, dá mais força. Pena que eu não possa entrar. Tenho a certeza que me faria muito bem. – Elle falou tristemente. – Maldita a hora em que fui parar aos Slytherin!
- Eu vou entrar e sempre te posso ensinar algumas coisas, sempre te posso contar como foi lá, talvez te dê força para continuar também. – Irina sorriu.
- Obrigada! Sempre é mais uma força! – Elle agradeceu. – Eu tenho é que continuar a investigar o Snape. Mas até nas biografias ele é misterioso.
- Sim, faz isso, que eu leio este livro e logo depois, tentaremos juntar as investigações para perceber melhor o que aconteceu. Talvez descobrindo isso saibamos a melhor maneira de agir. – Irina concordou.
- Pois… Mas quando os meus pais souberam que o Dumbledore tinha sido morto, eles nem quiseram acreditar e depois descobriram que tinha sido o Snape, porque só depois é que lhes disseram, foi horrível para eles. E, depois, quando souberam que eu vinha para aqui? Ficaram tão preocupados… Mandam-me bastantes cartas, só para eu responder que estou bem e lhe falar muito pouco das aulas, porque agora até a correspondência vigiam. Nós temos sempre muito cuidado com isso. – Elle falou.
- Pois os meus pais nem precisam de ter cuidado com o que enviam. – Irina falou rapidamente. – Desde que estou em Hogwarts não me enviaram uma única carta. Pedi-lhes há pouco tempo um manto novo e nem isso se dignaram a mandar. Eles estão muito magoados com o que fiz, muito desiludidos, esperavam mais de mim. Mas eu tenho a certeza de que eles se preocupam, sou a sua única filha, eles amam-me, mas é difícil para eles, eu acho, dizer-me alguma coisa.
- Só que tu também estás triste e desiludida com eles… — Percebeu Elle com um sorriso de apoio.
- Claro, espera-se sempre o perdão dos pais. Eles agem como se eu tivesse morto alguém. – Irina explicou. – Enfim… Coisas tristes. Então e o teu irmão? Como vai ele no Quidditch?
- O Leon? Ele é um óptimo seeker. Ele vai dar-se bem até ao final da sua carreira. Ele está muito preocupado connosco. – Elle disse-lhe. – Eu comunico com ele através de um espelho que ele…
- Connosco? O teu irmão preocupado comigo? – Irina questionou. – Ele nunca gostou de mim. Já te esqueceste que nós andamos sempre às turras?
- É diferente. As circunstâncias são outras. – Elle rolou os olhos. – E, de qualquer maneira, vocês andam sempre às turras por causa de mim. Vocês querem sempre tentar mostrar que um se preocupa mais comigo do que o outro. Ou então, querem mostrar quem é mais parecido comigo.
- Tu és tão convencida. – Irina disse. – Eu só acho que o teu irmão controla demasiado a tua vida. – Elle levantou a sobrancelha, questionadora. – Não, isso não é verdade. É esse o teu problema. Demasiado convencida. – Irina desviou a atenção.
- Tu e o meu irmão são os meus melhores amigos. E nós crescemos juntos, Irina. Contigo, aprendi a dar umas escapadelas durante a noite. Com ele, aprendi a apanhar uma snitch. – Irina sorriu.
- Pois, comigo nunca aprenderias a apanhar uma snitch. Eu até gosto de ver Quidditch e isso, mas voar? Que horror! Só se for mesmo necessário. – Irina odiava voar.
- De uma maneira ou de outra, nós os três partilhamos muita coisa. – A amiga disse. – Somos uma boa equipa. Acho que os nossos pais também sempre quiseram isso, que nós nos dessemos bem. As nossas famílias já são amigas há gerações. E evoluiram juntas.
- Sim, e ainda bem que não temos a mania de que o sangue puro é o único a merecer lugar no mundo da magia. Ainda bem que a nossas famílias sempre nos ensinaram a ser abertas a todas as pessoas. – Irina falou contente, concluindo aquele encontro com um enorme sorriso nos lábios
Notas finais
Deixem reviews, queridos leitores da fic!!
Kiss and go,
brunadanih e CR
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