O Pequeno Paciente [HIATUS]

2 Minha mãe e a namorada


Notas iniciais
DESCULPA PELA DEMORA!!!!!
É QUE O MEU PEN DESAPARECEU, EU ESTIVE À PROCURA DELE TANTO TEMPO. T-T
MAS FELIZMENTE ENCONTREI HOJE, FOI HOJE, MUITO TEMPO É D:
SIM, MEU PEN TEM TUDO!! JÁ TINHA ACABADO O CAPITULO, MAS QUANDO PERDI, ENTREI EM PÂNICO. EU NÃO GOSTO DE REPETIR, SÉRIO. DETESTO COM TODAS AS MINHAS FORÇAS, PORQUE SOU MUITO PREGUIÇOSA E POR ISSO NÃO GOSTAVA DE REPETIR KKKK'
ME PERDOEM, EU SEI QUE SOU EGOÍSTA MAS ESSE É MEU JEITO NINJA È-E #EURI
Enfim, espero que gostem esse capitulo. Boa leituraa *-*

― Não quero! – gritou o pequeno Brandon, encolhindo o corpo na maca, o rosto estampado de horror ao ver a agulha que estava na mão do Matthew.

Matt suspirou, estava sentado ao lado do Brandon, colocou a agulha com líquido transparente em cima da mesa de cabeceira. Não esperava que a agulha afetasse tanto ao pequeno. Levantou-se a mão para a testa, massageando. Continuava cansado, mas não importaria, já estava acostumado. Pôs-se a pensar na possibilidade de fazer o pequeno se distrair e picá-lo logo se estiver de guarda baixa.

Mas pensou melhor nas consequências... Nessa altura, teve intuição imediatamente. Voltou-se a olhar para Brandon que o olhava aterrorizado abraçando o seu urso de peluche, quase falhando a respiração

― Calma, Brandon – disse Matt em voz calma. – Deixa-me fazer uma pergunta... Posso? – perguntou sorrindo.

O pequeno engoliu em seco, abanando a cabeça positivamente.

― Porquê é que tens medo das agulhas? Fizeram-te mal? – questionou o jovem, afagando o cabelo do pequeno, tentando acalmar.

Brandon olhou nos olhos, os olhos cor de mel encheram de lágrima. Matt ficou sem palavras, não queria fazer-te chorar nem um pouco. Assustado, tentou abraçar o pequeno que ficou aliviado que o pequeno permitiu que o abraçasse. O jovem sentiu o corpo do pequeno tremia, talvez seja a trauma das agulhas. Só pode.

Ficaram um tempo abraçados, Brandon já estava mais calmo e sequer tremia mais. Matt tentou afagar o cabelo mais uma vez. Sentiu que estava sendo empurrado, então afastou e ficou encarando o pequeno que tinha rosto corado. Parecia ter vergonha com algo.

Brandon abriu a boca mas apressou-se a fechar, baixou a cabeça olhando para o urso, sentindo inutil, tendo medo por simples agulha. Mas sentiu algo picando levemente no seu ombro, assustado, deu-se conta que a agulha já o tinha picado. Não sentia nada, só sentia roçar no seu ombro.

― Viste? Eu falei que não ia doer – sorriu Matt, pousando a agulha, desta vez, vazia sobre mesa-de-cabeceira. E tirou o penso na mesa e colocou onde foi picado.

Brandon ficou em silêncio, olhando para o médico, agora o rosto do pequeno brilhava, tinha conseguido ultrapassar o medo das agulhas. Seu pai ficaria orgulhoso se souber isso. Graças do Dr. Harris, se não fosse ele, teria continuando a gritar com todas as forças até cansar.

Sentiu algo formigando no seu ombro, parecia queimar o braço. Aterrorizado, viu o penso no braço e, depois, olhou para o Dr. Harris que sorria maliciosamente. Tinha caido a armadilha. Fechou-se o rosto todo, esforçando a ignorar o dor.

― Como... pode? – retorquiu o pequeno, já irritado, sentindo todo o braço esquerdo queimando. – És cruel, Dr. Harris.

― Vá lá, se eu dissesse a verdade, você não teria deixado nem um dedo, não é? – pronunciou o jovem, afagando o cabelo do pequeno novamente.

― Não importa, detesto dores – cuspiu Brandon, esfregando freneticamente onde foi picado e, ao mesmo tempo, lançando-lhe o olhar fulminante.

― Não sejas assim, sabes perfeitamente que se eu não fizesse, podia acontecer algo não?

― Eu sei! Mas doi! Se não doesse, não teria reclamado!

― Brandon – a voz chegou nos ouvidos do Brandon. Revirou-se logo para a porta e viu a figura elegante.

Era o pai.

― Pai! – clamou o pequeno, saindo da maca e abraçou-o e ele retribuiu-lhe.

A presença do progenitor fazia-o esquecer da dor, sentia-se feliz que o pai estava ali para visitar com promessa que fizeram, jurando que ia te visitar sempre e se não visitasse, receberia um pequeno punição tais como comprar algo se o pequeno quiser. Mas afinal não foi punido.

Brandon sentiu o seu corpo voar, entendeu logo que o pai o levava de colo. Deu vários beijos na face do Patrick e afundava no ombro dele, muito feliz.

Matthew olhava a cena dos dois, sentia o aperto do coração, tinha lembrado do seu passado dos quais que jurava não lembrar mais. Afastou o pensamento, ignorando o aperto do coração e pôs-se em pé, sorrindo ao ver o amor entre pai e filho. Sentiu-se a pontada de ciúmes, Brandon preferia mil vezes do seu pai do que Dr. Harris, mas estava a exagerar, era muito normal sentir saudades das pessoas que conhece desde que nasceu. Não tinha apercebido de que o homem já estava ali na sua frente, abrindo o dócil sorriso e, ao mesmo tempo, olhar nos olhos verdes que fez Matt corar nas bochechas.

Patrick Cobain era mesmo bonito, o seu sorriso foi suficiente para fazer o jovem médico atrapalhasse. Matt revirou-se os olhos, escondendo o rosto, era tímido e não podia fazer nada contra a timidez.

― Desculpe pelo meu filho, é muito piegas – esclareceu Patrick, sorrindo ainda agarrando o seu filho no colo.

Brandon sentiu ofendido, bateu levemente no peito do pai e disse em voz alta e firme:

― Não tenho culpa! Eu lembro perfeitamente eu sofria ser picado por sete agulhas nas minhas costas só para procurar o punção lombar*! Muitas vezes! Que vergonha! A culpa é toda deles! – cuspiu o pequeno, abanando o punho no ar, disposto a deitar a culpa sobre os médicos que ele tivera antes de conhecer o Dr. Harris.

Matt ficou surpreso que Brandon sabia o que era punção lombar, não era normal a criança falar as coisas sobre ciências. Abafou o riso, não conseguiu mais resistir a face fofa de irritação do pequeno e Patrick, assombrado, ao ver o filho balaçando o punho, não esperava que ele aprendesse tão depressa só de olhar para outra pessoas zangarem com os outros, sacudindo o punho. E assim ele fez exatamente igual aos outros. Cada vez fica mais orgulhoso do seu filho, sabia conversar, sabia ter todas as provas fossem excelentes, sabia que conseguia satisfazer a professora da sua escola, sabia que ele portava bem nas aulas, sabia que ele podia fazer tudo sozinho mas a exceção de algumas coisas que não pode fazer sozinho como por exemplo: cozinhar. Mas o pai continuava orgulhoso do seu filho, tão esperto e alegre.

― Ah, é! Pai, o Dr.Harris me picou quando eu estava de guarda baixa! – gritou o pequeno, olhando irritado. Não ia desistir se não pedisse desculpas.

― A sério? Ainda bem! – comentou Patrick, piscando o olho para Matt, divertido.

― O quê?! Você está apoiando com ele? – o pai acenou a cabeça que sim, o filho ficou deprimido. Sentindo o sabor da derrota, tinha perdido para Dr. Harris.

Dr. Harris suspirou sorrindo, aproximando dos dois e levantou a mão até o queixo do Brandon, erguendo-o para olhar nos olhos.

― Brandon, peço desculpa – pediu Matt, dando um beijinho na testa do pequeno Cobain que ficou vermelho. – Aceita? – sorriu docilmente.

Brandon ficou sem palavras, apenas acenando a cabeça timidamente e encolheu, quase escondendo no rosto do pai.

Patrick gargalhou ao ver ação do seu filho, acariciou a cabeça dele. Depois, lembrou uma coisa que quase tinha esquecido. Colocou o pequeno na maca de volta e foi até a porta que deixaram os dois confusos. O moreno parecia sussurrar e, ao mesmo tempo, puxar alguém para entrar. E surgiu uma figura com mãos dadas com Patrick que tinha puxado.

Era uma mulher bela e baixinha, os seus cabelos longos e loiro, tinha mechas compridas e finas que chegavam nos olhos dourados. Demonstrava o sorriso tímido, quase encolhendo atrás do Patrick. Matt a achou muito fofa, sorriu abertamente para que ela sentisse confortável e fez para que entendesse que não lhe estava incomodando nem um pouco.

― Brandon, meu rapaz – chamou Patrick, olhando para o pequeno que estava curioso sobre ela e desviou para o jovem médico que sorria. E, depois, voltou-se a fitar no rapaz, sorrindo. – Essa é Tania Campbell, minha namorada – concluiu.

Brandon arregalou os olhos, boquiaberto. E Matthew desfez o sorriso, mordendo-se no lábio interior, com ar preocupado. Olhou para o rapaz que estava sem palavras, com boca aberta e fitando desordenado para a namorada, parecia que não acreditava nas palavras do pai.

O jovem médico sabia que o pequeno não gostou nada do que o pai disse. Porque lembrou-se que, última vez, quando abriu a porta, deparou a cena que o pequeno estava agarrando uma foto e a soluçar levemente. Sem pensar duas vezes, adentrou-se e foi aproximando-o. O garoto sobressaltou-se ao sentir alguém o aproximar, viu que era Dr. Harris. Ficou aliviado que não era o pai, pois não queria que o pai o visse chorando e se preocupando. Voltou-se a olhar para a foto que tinha nas mãos.

Matt debruçou-se para verificar melhor a foto. Era uma mulher formosa, os seus cabelos castanhos estavam presos em rabo-de-cavalo, realçando o ar mais jovem. Os seus olhos como cabelo fitavam-no na máquina de fotografia, o seu sorriso era dócil e sincero. Trajava um vestido branco tão belo quanto a mulher e estava agarrando um anel com folhas e flores. Era uma beleza, uma jovem com cheia de vida e alegre.

Dr. Harris ficou admirado a beleza dela. Olhou para o pequeno que estava com cabeça baixa. Suspirou levemente, puxou a cadeira e sentou-se, aguardando para ele dizer alguma coisa. Algum tempo depois, decidiu quebrar o silêncio.

― Brandon…

― Dr. Harris, eu definitivamente não quero que o meu pai arranje uma namorada – cortou o pequeno em voz firme, levantou-se a cabeça e encheu as lágrimas.

― Porquê? – indagou Matt preocupado, levantando-se a mão e afagou na cabeça do Brandon com tentativa de acalmar.

O pequeno abriu-se a boca mas, como não queria responder, apressou-se a fechar.

Matthew entendeu a ação do garoto, acenou a cabeça e tirou o afago na cabeça dele. Ergueu-se de cadeira e sentou-se ao lado do pequeno. O braço do médico passou sobre ombros do Brandon, transmitindo o calor e segurança.

― Não se preocupe, eu entendo. Mas podes chorar à vontade porque faz bem ao coração – o jovem médico entendeu o olhar confuso do pequeno e apressou-se a concluir. – Esvazie os problemas no coração – concluiu Matt com sorriso amarelo.

O pequeno olhava-o sem palavras. Como O Dr. Harris era tão gentil! Não conseguiu mais segurar as lágrimas, soltou-se de uma vez. Chorou muito tempo, mesmo Matthew ainda estava ao seu lado, consolando-o. Quando o pequeno adormeceu de tanto chorar, o jovem médico arrumou docilmente o pequeno para dormir certo e depositou o beijo na testa dele.

Agora, Matt não sabia o que fazer, só lançava os olhares preocupados pelo pequeno que mantinha imóvel.

Não podia ficar quieto, tinha de fazer algo.

― Oh – exclamou o médico que lhe fez o pequeno sobressaltar e este lançou-lhe o olhar assombroso mas Matt o ignorou, aproximando a namorada do Patrick – Isso é ótimo! Prazer, sou Dr. Harris – estendeu-se a mão e permitiu abrir um sorriso encantador.

Tania ficou fascinada com o sorriso dele. M-muito… jovem e, ainda por cima, é muito lindo como Patrick… , pensou Tania, olhando para Patrick e para Dr. Harris.

Patrick ficou confuso, tentou acalmar o seu coração que tinha latido de repente quando viu o sorriso do Dr. Harris. Não sabia o porque o latido do seu coração, olhou para o jovem médico que sorria entre lábios. Será que estou sendo… gay? Não, não, não podia ser. Diga algo, Patrick! Você está sendo um idiota na frente dele. Sê você mesmo!, pensou.

― Prazer, Dr. Harris – disse Tania, timidamente. Estendeu a mão e agarrou a mão forte do Dr. Harris, sorrindo.

O jovem médico retribuiu o sorriso entre lábios e olhou para Patrick o fitava. Este desviou o olhar para o seu filho que ainda encontrava-se imóvel. Preocupado, afastou todos os pensamentos, aproximou-se e sentou-se ao lado do filho que parecia com tentativa de o afastar.

― Estás furioso por eu ter arranjado outra? – perguntou Patrick, com receio de que o filho te odeie.

Brandon continuava calado, procurando as palavras para confrontar o seu pai. Não queria ver o pai triste, amava-o muito. Mas o fato de ele ter arranjado uma namorada nova era demais para o pequeno. Era como se fosse tomar o lugar da sua falecida mãe.

O pequeno Cobain suspirou profundamente, olhou nos olhos esmeraldas do seu pai. Conseguia ver através dos seus olhos.

Receio. Era o que dizem seus os olhos esmeraldas, o pequeno entendeu que ele estava com receio que te odiasse só por ter arranjado uma namorada.

Um leve sorriso calmo desenhou-se no rosto do Brandon. Não tem como odiar, pai, pensou o pequeno.

― Papai, para mim não há problema. Se ela te faz feliz, então eu também fico feliz! – disse o pequeno em voz alta, abraçando o urso de peluche com um sorriso entre lábios.

Patrick ficou emocionado, sem pensar duas vezes, abraçou o menor fortemente, quase sufocando. Brandon riu-se e, ao mesmo tempo, sentia-se triste mas era um primeiro passo de aceitar a namorada do seu pai.

O jovem Harris abriu um grande sorriso, vendo aquela cena tão emocionante. Certamente que Brandon fez uma frase bonita. Sabia perfeitamente que o pequeno ainda sentia infeliz pela sua mãe mas o jovem médico ficou orgulhoso que o pequeno paciente fez uma decisão certa.

Lembrou-se de repente, tinha esquecido o encontro com o chefe do hospital – Dr. Graham -, levantou a mão e olhou para o relógio que apontava às 15h37. Fez uma careta, baixou-se a mão e foi acercando o paciente que o olhava curioso. O abraço entre pai e filho foi desfeito quando este se aproximou.

― Brandon, estou indo – sorriu, depositando o beijo na testa dele e viu o rosto dele pedindo que não vá mas não podia. – Tenha juízo, sim? – fez uma cara séria, mostrando que não podia ficar mais tempo, o seu turno tinha acabado muito antes.

O pequeno resmungou e acenou a cabeça, puxou o urso e fez que o braço do urso acenasse para o médico com rosto triste.

Ao ver no que ele fazia, sentiu-se o aperto do coração. Ele era lindo e muito fofo! Mas não podia fazer nada, o encontro com o chefe não era importante, como era esperando, era obrigado a ir. Virou-se para a garota que estava ao lado do Patrick:

― Tania, foi o prazer de conhecer. Espero que se passe bem – pronunciou Matt, com um leve sorriso.

E, depois, aproximou-se do Patrick e estendeu a mão que foi prontamente atendido:

― Mr. Cobain, nós vemos mais tarde – disse com um sorriso entre lábios e os seus olhos azuis o fitavam intensamente que lhe fez o coração do Patrick latir tão fortemente. – Com licença – retirou-se na sala.

O senhor Patrick estava novamente confuso. Sentiu-se vontade de se jogar na janela, não sabia o porquê o motivo do coração ter batido, nunca tinha sentido assim antes. Soltou-se o longo suspiro, estava tenso e cansado. Será que o latido do coração lhe deixou cansado? Antes de entrar essa sala, estava bem leve e em paz. Será que foi a culpa do Dr. Harris por ter te deixado assim? Ah, Dr. Harris não tinha culpa nenhuma, pois o trabalho dele foi feito para cuidar os pacientes e agradar os familiares dos pacientes. Ou, talvez, tinha simpatia com todos. Olhou para o pequeno que o fitava. Pensando melhor, Dr. Harris era muito carinhoso com ele, sentiu-se a encher de ciúmes. O jovem médico só estendia a mão para dizer olá e adeus, sentia-se frustado. Queria mais, queria tocar nele, queria conhecer o corpo dele, queria fazer gemer, queria fazer chorar, queria ver o rosto envergonhado dele, queria tudo nele.

― Patrick? – a voz lhe cortou todos os pensamentos. Patrick virou-se e assustou-se.

Tania.

O Cobain tinha esquecido a presença dela. Estava tão concentrado que lhe fez esquecer, sentiu-se pior homem da vida. Tania era supostamente sua namorada, era algo que não podia esquecer. Mas depois de conhecer Matt, sentiu-se algo em si mudou.

Desisto, não quero pensar nem um segundo nele. Não sou gay!, pensou balaçando a cabeça.


Notas finais
Personagem nova:
»https://lh4.googleusercontent.com/-r3nyOKoVBIc/T3uELunaj1I/AAAAAAAAARA/aj47-xLp70E/s400/TaniaCampbell.jpg
Gostaram? Gostaram? ç-ç'
Por favor, mandam reviews para saber se a história está boa pra voçs ou não... Até o seguinte capitulo! o/
Ah, é! Se não sabem o que é punção lombar, aqui tem:
*A punção lombar consiste na aspiração do líquido cefalorraquidiano (líquor) na medula espinhal, através da utilização de uma agulha, para exame citológico e também para injeção de quimioterapia com a finalidade de impedir o aparecimento (profilaxia) de células leucêmicas no SNC ou para destruí-las quando existir doença (meningite leucêmica) nesse local. Sua principal utilização é no diagnóstico de infecções meníngeas, bem como de outras condições neurológicas. A medula espinhal é parte do sistema nervoso, que tem a forma de cordão, e por isso é chamada de cordão espinhal. É feita na maioria das vezes com anestesia local e poucas vezes com anestesia geral. Nesse último caso, é indicado em pessoas que não cooperam com o exame.