O Pequeno Paciente [HIATUS]
1 Brandon Cobain
Notas iniciais
É primeira vez que faço fanfic yaoi, eu sempre adorei ver os fics yaois das outras pessoas, mas como eu tenho medo das pessoas que podem não gostar essa fic... ç_ç
Se tem erros, não ligue só que eu não sou boa escrevendo... DDD:
Baah, deixa pra lá...
Certa noite, quando Matthew chegou no apartamento depois do trabalho como médico do hospital, encaminhou-se para o seu quarto que aparentava elegante. Deu uma olhada na varanda, vendo a paisagem com vários edifícios diferentes que brilhavam na noite.
O jovem deu um longo suspiro, estava cansado. Tirou o seu casado e atirou para a poltrona, dirigindo-se para casa de banho, igualmente elegante. Aproximou-se da louça sanitária, ligando a torneira e começou a lavar-se no rosto. Depois desligou a torneira, levantou-se a cabeça para encarar no espelho na sua frente, as gotas de água deslizavam no rosto para baixo.
Era atraente, tinha cabelos meio ondulados e azuis-escuros quase preto, que chegavam no pescoço todo. Os seus olhos eram irresistíveis, de puro azul e brilhantes. Os seus fios de cabelo estavam sobre nos olhos, grudados na testa devido da água. O seu rosto tinha traços perfeitos, pele alva, boca pouco rosada e tinha charme indescritível. As pessoas chamavam-o Anjo Salvador por causa da beleza e médico qualificado para salvar várias pessoas.
Matt sobressaltou-se ao ouvir o toque de celular no seu bolso das calças. Ergueu-se a mão para apanhar a toalha e limpou-se no rosto e mãos rapidamente. Colocou a toalha sobre louça e a outra mão tirou o celular e atendeu-se prontamente.
― Alô?
― Boa noite, Dr. Harris – a voz soou suave e, ao mesmo tempo, cansado.
Matt reconheceu a voz, apressou-se a arrumar toalha de volta e foi para a cozinha.
― Boa noite, Dr. Graham. Está tudo bem? – perguntou o jovem, sossegado.
Estava tão acostumado que Edward Graham, o chefe do hospital, telefona todos os dias pois Matthew sempre foi preferido do chefe. Conhece o chefe desde que foi interno e, rapidamente, ficou famoso por salvar várias pessoas em risco de vida. Muitos médicos eram admirados por ele sendo médico tão jovem, gentil e habilidoso. Não se importavam que Matt usasse muitos piercings na orelha, dando-se o ar pouco rebelde, usava as roupas estilosas mas sempre era elogiado por causa da beleza.
Pegou uma maça sobre tigela cheia de frutas diferentes e lavou-se na torneira.
O chefe soltou um riso fraco.
― Estou cansado. Mas isso não importa, tenho um trabalho para você. Sei que vais gostar.
― Depende... Que trabalho? – indagou Matt, desligando a torneira. Puxou a toalha e secou a maça e, a seguir, as ambas mãos.
― Bom, eu preciso que trabalhes para um paciente que tem uma doença de asma – disse Dr.Graham – Este paciente tem 6 anos, mas olha lá, não penses que é só simples criança.
Matt franziu o cenho. Não é simples criança?, pensou. Tentou imaginar se esta criança podia ser um pequeno monstrinho? Ou criança que é chamado Caso Perdido que só arrumava problemas? Sei lá.
Entrou na sala, sentando no sofá e ligou-se a televisão, tentando baixar o volume para continuar a falar e ouvir na conversa.
― Então, esta criança é o quê? – perguntou o jovem por fim.
― É superdotado, já esperavas? – disse o chefe em voz calmo.
Matt ficou surpreendido ao ouvir da palavra “superdotado”, não esperava que esta criança fosse algo mais pois estava acostumado de conhecer crianças normais e nunca ter conhecido superdotados. O pálido sorriu, finalmente irá o conhecer e pesquisar sobre o conhecimento dos superdotados. Matt sempre fora curioso sobre conhecimentos, queria conhecer os conhecimentos da vida, queria conhecer os conhecimentos para descobrir as curas para expulsar as doenças, queria salvar a vida das pessoas para que outras pessoas não sofressem a perda de ente querido, queria conhecer tudo.
― Não esperava que ele fosse superdotado... – falou Matt com a voz animada. – Como se chama esse garoto?
― Eu sabia que ias gostar – gargalhou o chefe. – Chama-se Brandon Cobain, o superdotado.
― Interessante... Eu aceito.
― Então, está feito. Amanhã, o paciente estará às três da tarde. Não se esqueça.
― Como se eu pudesse esquecer – ouviu o chefe rindo, Matt sorriu. – Até amanhã, chefe – e desligou-se.
Brandon Cobain, nada mau, pensou Matthew, colocando a ponta do seu celular no queixo e, ao mesmo tempo, deu uma mordida na maça.
***
Matt chegou ao Hospital de Seattle desde seis da manhã. Agora a hora apontava para duas e meia da tarde. A sua barriga roncou, Matt pensou que era melhor pois ainda não tinha almoçado. Então, olhou para sua paciente que estava à frente e sorriu.
― Senhora Jones, você só precisa tomar os remédios que estão escritos num papel que te dei. E precisa de alguma coisa?
A idosa lançou-lhe o olhar dócil, guardando o papel na sua mala. Voltando-se para ele.
― Não, não, meu querido. A sua barriga está implorando que quer comer, então vá comer alguma coisa que é importante para sua saúde – disse calmamente, fazendo o jovem corar e ela sorriu-se agradecendo. – Obrigada por tudo, Dr. Harris.
― De nada, é sempre um prazer.
A idosa levantou-se de cadeira, indo para a porta e acenou amigavelmente para o jovem e saiu fechando a porta. Matt suspirou levemente, esticando os braços para cima, sentia-se os músculos pouco tensos. Nesse momento, lembrou-se da conversa que tivera ontem à noite, olhou-se para o relógio que estava em cima da porta onde Mrs. Jones tinha saído. Ficou surpreendido, apressou-se a levantar de cadeira e foi para almoçar.
Algum tempo depois, o jovem médico estava indo para o quarto do superdotado, ele perguntou ao chefe onde se podia encontrar o garoto, o chefe indicou-lhe e assim foi que ele fez.
Estava agora parado à frente da porta que tinha indicado, respirou fundo, sentindo o suor frio percorrendo o corpo todo. Estava ansioso de conhecer que nunca conheceu. Preparou-se mentalmente e começou a entrar.
O paciente estava sentado na maca, a brincar com o urso de peluche e, quando ouviu a porta abrir-se, rapidamente revirou os olhos para o jovem médico.
Matt ficou um bom tempo a olhar para o pequeno. Ele tinha grandes olhos cor de mel e parecia atrair todos; o seu cabelo aparentava espetado com cor castanho metade escura metade clara; o seu rosto era tão pálido quanto o jovem médico; representava as bochechas rosadas que davam o ar tímido. O seu corpo era pequeno que chegava mais ou menos na coxa do médico (Matthew era alto), dava vontade de protege-lo. Tão fofo…, pensou inconscientemente.
― Ah! Papai, chegou o médico! – exclamou o pequeno, apontando-se com dedo indicador para Matt. A sua voz era meiga demais que o médico quase não resistiu.
Revirou-se os olhos para o homem que estava sentado na poltrona, estava sorrindo para ele e o olhando de cima para baixo como se fosse avaliar. O jovem sentiu-se incomodado mas limitou-se a retribuir o sorriso e foi aproximando-o.
O pai do paciente levantou-se, empurrando a poltrona para trás, indo aproximar o jovem. Estendendo-se a mão que foi prontamente o aperto de mãos.
― Boa tarde, Mr. Cobain – disse Matthew em tom educado. – Sou Dr. Matthew Harris, a partir de agora, serei o médico do seu filho.
O homem ficou perplexo ao ver melhor perto do rosto dele, era tão jovem que parecia aparentar uns vinte anos. O seu sorriso era hipnotizante que quase o fez deslizar nos seus pés. Também ficara assustado ao ver que o jovem tinha vários piercings, pensou logo que se podia ser rebelde mas, ao observar melhor, não parecia nada. Só tinha charme incrível que fazia todos admirassem a sua beleza. Fazia mais sentido que, quando ouviu os boatos que diziam que o Dr. Harris era o anjo salvador que salvou muitas pessoas em perigo e era admirado por todos por sua beleza, era verdade.
Matt, ao espreitar o pai do paciente, aparentava homem (pouco mais alto do que Matthew) elegante no seu uniforme acabado de engomar. O cabelo preto e farto tinha acabado de ser penteado e alguns fios de cabelo ficavam em cima dos olhos, dando um ar sexy. Os seus olhos eram como duas esmeraldas e era provavelmente qualquer mulher sentira seduzida só de olhar. Ele podia ser muito sucesso entre mulheres.
O garotinho ficava a observar com admiração sobre os dois belos homens que trocavam os olhares. Não resistiu e falou alegremente, batendo as palmas.
― Vocês ficam bem juntos!
Os dois arregalaram os olhos e ficaram embaraçados, limitando a afastar um do outro envergonhado. Brandon escondeu o riso abafado, o pai lançou-lhe o olhar fulminante, soltando o suspiro longo. Ficou ao lado do seu filho e Matt ficou ao lado oposto, abrindo o sorriso para o pequeno.
― Olá, pequeno Brandon. Sou Dr. Harris, eu cuidarei de você e vamos dar-nos bem, espero que sim – riu levemente o jovem.
O pequeno olhava-o admirado pela beleza dele, abrindo o rasgado sorriso.
― Dr. Harris, prazer! Também espero que nós demos bem! – gritou animado, fazendo as mãos do urso de peluche batendo palmas juntos.
Notas finais
AH! As personagens estão aqui!
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