Notas iniciais
AEEEEEEEE *-*
É primeira vez que faço fanfic yaoi, eu sempre adorei ver os fics yaois das outras pessoas, mas como eu tenho medo das pessoas que podem não gostar essa fic... ç_ç
Se tem erros, não ligue só que eu não sou boa escrevendo... DDD:
Baah, deixa pra lá...

Certa noite, quando Matthew chegou no apartamento depois do trabalho como médico do hospital, encaminhou-se para o seu quarto que aparentava elegante. Deu uma olhada na varanda, vendo a paisagem com vários edifícios diferentes que brilhavam na noite.

O jovem deu um longo suspiro, estava cansado. Tirou o seu casado e atirou para a poltrona, dirigindo-se para casa de banho, igualmente elegante. Aproximou-se da louça sanitária, ligando a torneira e começou a lavar-se no rosto. Depois desligou a torneira, levantou-se a cabeça para encarar no espelho na sua frente, as gotas de água deslizavam no rosto para baixo.

Era atraente, tinha cabelos meio ondulados e azuis-escuros quase preto, que chegavam no pescoço todo. Os seus olhos eram irresistíveis, de puro azul e brilhantes. Os seus fios de cabelo estavam sobre nos olhos, grudados na testa devido da água. O seu rosto tinha traços perfeitos, pele alva, boca pouco rosada e tinha charme indescritível. As pessoas chamavam-o Anjo Salvador por causa da beleza e médico qualificado para salvar várias pessoas.

Matt sobressaltou-se ao ouvir o toque de celular no seu bolso das calças. Ergueu-se a mão para apanhar a toalha e limpou-se no rosto e mãos rapidamente. Colocou a toalha sobre louça e a outra mão tirou o celular e atendeu-se prontamente.

― Alô?

― Boa noite, Dr. Harris – a voz soou suave e, ao mesmo tempo, cansado.

Matt reconheceu a voz, apressou-se a arrumar toalha de volta e foi para a cozinha.

― Boa noite, Dr. Graham. Está tudo bem? – perguntou o jovem, sossegado.

Estava tão acostumado que Edward Graham, o chefe do hospital, telefona todos os dias pois Matthew sempre foi preferido do chefe. Conhece o chefe desde que foi interno e, rapidamente, ficou famoso por salvar várias pessoas em risco de vida. Muitos médicos eram admirados por ele sendo médico tão jovem, gentil e habilidoso. Não se importavam que Matt usasse muitos piercings na orelha, dando-se o ar pouco rebelde, usava as roupas estilosas mas sempre era elogiado por causa da beleza.

Pegou uma maça sobre tigela cheia de frutas diferentes e lavou-se na torneira.

O chefe soltou um riso fraco.

― Estou cansado. Mas isso não importa, tenho um trabalho para você. Sei que vais gostar.

― Depende... Que trabalho? – indagou Matt, desligando a torneira. Puxou a toalha e secou a maça e, a seguir, as ambas mãos.

― Bom, eu preciso que trabalhes para um paciente que tem uma doença de asma – disse Dr.Graham – Este paciente tem 6 anos, mas olha lá, não penses que é só simples criança.

Matt franziu o cenho. Não é simples criança?, pensou. Tentou imaginar se esta criança podia ser um pequeno monstrinho? Ou criança que é chamado Caso Perdido que só arrumava problemas? Sei lá.

Entrou na sala, sentando no sofá e ligou-se a televisão, tentando baixar o volume para continuar a falar e ouvir na conversa.

― Então, esta criança é o quê? – perguntou o jovem por fim.

― É superdotado, já esperavas? – disse o chefe em voz calmo.

Matt ficou surpreendido ao ouvir da palavra “superdotado”, não esperava que esta criança fosse algo mais pois estava acostumado de conhecer crianças normais e nunca ter conhecido superdotados. O pálido sorriu, finalmente irá o conhecer e pesquisar sobre o conhecimento dos superdotados. Matt sempre fora curioso sobre conhecimentos, queria conhecer os conhecimentos da vida, queria conhecer os conhecimentos para descobrir as curas para expulsar as doenças, queria salvar a vida das pessoas para que outras pessoas não sofressem a perda de ente querido, queria conhecer tudo.

― Não esperava que ele fosse superdotado... – falou Matt com a voz animada. – Como se chama esse garoto?

― Eu sabia que ias gostar – gargalhou o chefe. – Chama-se Brandon Cobain, o superdotado.

― Interessante... Eu aceito.

― Então, está feito. Amanhã, o paciente estará às três da tarde. Não se esqueça.

― Como se eu pudesse esquecer – ouviu o chefe rindo, Matt sorriu. – Até amanhã, chefe – e desligou-se.

Brandon Cobain, nada mau, pensou Matthew, colocando a ponta do seu celular no queixo e, ao mesmo tempo, deu uma mordida na maça.

***

Matt chegou ao Hospital de Seattle desde seis da manhã. Agora a hora apontava para duas e meia da tarde. A sua barriga roncou, Matt pensou que era melhor pois ainda não tinha almoçado. Então, olhou para sua paciente que estava à frente e sorriu.

― Senhora Jones, você só precisa tomar os remédios que estão escritos num papel que te dei. E precisa de alguma coisa?

A idosa lançou-lhe o olhar dócil, guardando o papel na sua mala. Voltando-se para ele.

― Não, não, meu querido. A sua barriga está implorando que quer comer, então vá comer alguma coisa que é importante para sua saúde – disse calmamente, fazendo o jovem corar e ela sorriu-se agradecendo. – Obrigada por tudo, Dr. Harris.

― De nada, é sempre um prazer.

A idosa levantou-se de cadeira, indo para a porta e acenou amigavelmente para o jovem e saiu fechando a porta. Matt suspirou levemente, esticando os braços para cima, sentia-se os músculos pouco tensos. Nesse momento, lembrou-se da conversa que tivera ontem à noite, olhou-se para o relógio que estava em cima da porta onde Mrs. Jones tinha saído. Ficou surpreendido, apressou-se a levantar de cadeira e foi para almoçar.

Algum tempo depois, o jovem médico estava indo para o quarto do superdotado, ele perguntou ao chefe onde se podia encontrar o garoto, o chefe indicou-lhe e assim foi que ele fez.

Estava agora parado à frente da porta que tinha indicado, respirou fundo, sentindo o suor frio percorrendo o corpo todo. Estava ansioso de conhecer que nunca conheceu. Preparou-se mentalmente e começou a entrar.

O paciente estava sentado na maca, a brincar com o urso de peluche e, quando ouviu a porta abrir-se, rapidamente revirou os olhos para o jovem médico.

Matt ficou um bom tempo a olhar para o pequeno. Ele tinha grandes olhos cor de mel e parecia atrair todos; o seu cabelo aparentava espetado com cor castanho metade escura metade clara; o seu rosto era tão pálido quanto o jovem médico; representava as bochechas rosadas que davam o ar tímido. O seu corpo era pequeno que chegava mais ou menos na coxa do médico (Matthew era alto), dava vontade de protege-lo. Tão fofo…, pensou inconscientemente.

― Ah! Papai, chegou o médico! – exclamou o pequeno, apontando-se com dedo indicador para Matt. A sua voz era meiga demais que o médico quase não resistiu.

Revirou-se os olhos para o homem que estava sentado na poltrona, estava sorrindo para ele e o olhando de cima para baixo como se fosse avaliar. O jovem sentiu-se incomodado mas limitou-se a retribuir o sorriso e foi aproximando-o.

O pai do paciente levantou-se, empurrando a poltrona para trás, indo aproximar o jovem. Estendendo-se a mão que foi prontamente o aperto de mãos.

― Boa tarde, Mr. Cobain – disse Matthew em tom educado. – Sou Dr. Matthew Harris, a partir de agora, serei o médico do seu filho.

O homem ficou perplexo ao ver melhor perto do rosto dele, era tão jovem que parecia aparentar uns vinte anos. O seu sorriso era hipnotizante que quase o fez deslizar nos seus pés. Também ficara assustado ao ver que o jovem tinha vários piercings, pensou logo que se podia ser rebelde mas, ao observar melhor, não parecia nada. Só tinha charme incrível que fazia todos admirassem a sua beleza. Fazia mais sentido que, quando ouviu os boatos que diziam que o Dr. Harris era o anjo salvador que salvou muitas pessoas em perigo e era admirado por todos por sua beleza, era verdade.

Matt, ao espreitar o pai do paciente, aparentava homem (pouco mais alto do que Matthew) elegante no seu uniforme acabado de engomar. O cabelo preto e farto tinha acabado de ser penteado e alguns fios de cabelo ficavam em cima dos olhos, dando um ar sexy. Os seus olhos eram como duas esmeraldas e era provavelmente qualquer mulher sentira seduzida só de olhar. Ele podia ser muito sucesso entre mulheres.

O garotinho ficava a observar com admiração sobre os dois belos homens que trocavam os olhares. Não resistiu e falou alegremente, batendo as palmas.

― Vocês ficam bem juntos!

Os dois arregalaram os olhos e ficaram embaraçados, limitando a afastar um do outro envergonhado. Brandon escondeu o riso abafado, o pai lançou-lhe o olhar fulminante, soltando o suspiro longo. Ficou ao lado do seu filho e Matt ficou ao lado oposto, abrindo o sorriso para o pequeno.

― Olá, pequeno Brandon. Sou Dr. Harris, eu cuidarei de você e vamos dar-nos bem, espero que sim – riu levemente o jovem.

O pequeno olhava-o admirado pela beleza dele, abrindo o rasgado sorriso.

― Dr. Harris, prazer! Também espero que nós demos bem! – gritou animado, fazendo as mãos do urso de peluche batendo palmas juntos.


Notas finais
Devo desistir com essa ideia? Criticas ou alguma coisa são bem vindo pois mereço saber como está a fic Ç_Ç
AH! As personagens estão aqui!
»https://lh5.googleusercontent.com/-g83TvDHRnPk/T3jeJBR8TMI/AAAAAAAAAQk/0pno9cSBYMo/s512/Matthew%2520Harris.jpg
»https://lh4.googleusercontent.com/-6WbqxoUhXwM/T3jeIP33QHI/AAAAAAAAAQQ/2300blxrNLk/s600/Little%2520Brandon.png
»https://lh6.googleusercontent.com/-EtGqtVM5Hi0/T3jeJRPMHJI/AAAAAAAAAQY/6OKvHaPrld0/s500/Patrick%2520Cobain.jpg