Maria e Estevão acabavam de chegar em casa. Vão para a sala de estar.

Estevão: Vou ter que sair, amor. (A beija).

Maria: Onde irá? (O olha).

Estevão: Irei sair com Estrela. É uma chance de me aproximar um pouco mais dela, antes de contar a verdade a eles. (A beija). Heitor já começa a me aceitar também. (Sorri).

Maria: Eles te amam, só não sabem disso ainda. (Sorri).

Estevão: também acho. Até amor. (saí).

Maria: Fui banho. (Sobe as escadas e vai para seu banho).

Faculdade.*

Estrela já havia revelado sobre sua gestação para Heitor também, e tinha convidado-o para ir junto a Estevão e a ela, ao médico. Desejava saber como estava seu bebê, e queria a companhia de ambos naquele momento.

Estrela: Oi maninho. (O abraça). Que bom que tirou um tempinho para mim.

Heitor: Fiz com gosto! (Sorri). To ansioso para saber como está meu sobrinho ou sobrinha.

Estrela: É estranho te ouvir falar isso. As vezes fico imaginando mamãe dizendo: "vem com a vovó, meu anjo". Sei que ela será uma ótima vovó. Mais tenho medo da reação dela.

Heitor: (Abraça a irmã). Calma. Ela irá lhe dar uma bela de uma bronca, como uma ótima mãe que é, e como qualquer uma faria. Mais também, tenho plena certeza que ela irá lhe apoiar. (Sorri).

Estevão: (Os abraça). Sua mãe dará uma festa, ao saber que será vovó. Mais acho que tem que falar com seu namorado. (Se afasta).

Heitor: Er... Eu concordo. E qualquer coisa, é para me chama.

Estrela: Para, Grego gostara da ideia, eu sei disso. (Disse mais para si mesma, do que para seu irmão). Agora vamos?

Estevão: Sim, vamos.

Estevão vai no banco do motorista, Heitor ao seu lado e Estrela atrás. Assim os três seguem rumo ao hospital.

Mansão San Román.*

Roberta tinha acabado de chegar da escola, agora estava vendo desenho animado. Até que avista sua mãe, que descia as escada rapidamente.

Roberta: Oi mamãe, vai sair?

Maria: Não, porque? (Se senta ao lado da filha).

Roberta: Sei lá, por perguntar. (Desliga a televisao. E olha para a mãe). Sabe, mamãe! Eu sinto que estamos tão distantes, nós não eramos assim, até Geraldo se pôr em nossas vidas, mais agora ele saiu. Eu queria tanto voltar ao normal, com a senhora.

Maria: (A abraça). Me perdoe, Ro, meu bebê. É que foram tantas coisas. Eu sei, que isso não são desculpas, pela falta que fiz durante este tempo. Mais se serve de consolo, tenho a dizer que tudo em breve irá voltar ao normal. E eu estarei muito, mais muito mesmo, presente em sua vida. (Sorri).

Roberta: Eu te amo!

Maria: E eu a ti.

Roberta liga a televisão sem querer, e aparece na tela o jornal da tarde. No noticiário já estavam dando dados de Bruno, para que assim ele fosse preso o quanto antes. Mais o que lhe incomodava, era saber que ele ainda estava foragido. Por tanto, a família San Román, ainda corria risco.

Maria: (Olha nos olhos da filha). Filha, promete nunca mentir, para mim?

Roberta: Prometo. (Sorri fraco).

Maria: Então... Agora me diga a verdade, você esteve conversando com Manoel?

Roberta: Manoel?! Há o Manoel. Sim, estou conversando com ele a algumas semanas, mais porque? Da onde a Sra., o conhece?

Maria: Vocês se conhecem pessoalmente?

Roberta: Não, ainda não. Mais porque tantas perguntas? E porque não me responde nenhuma das minhas perguntas?

Maria: E nem vai. Filha, sabe o quanto é perigoso, querer se encontrar com alguém assim? Que mal conhece, duvido que saiba muito sobre este ser. E o que deve saber, creio que seja mentira. (Se levanta). Desculpe fazer tantas perguntas. Mais em breve te darei suas respostas, filha. Agora eu vou sair e já já eu volto.

Roberta: OK... Mais onde irá?

Maria: Vou para empresa, tenho que buscar alguns documentos. Pois tenho muito trabalho que deixei acumular hoje.

Roberta: Ah tá... Até, então, mamãe.
Maria saí...

Imobiliária.*

Ao ir descrever como desejavam que a casa fosse, Acsa e Frederico entram em acordo. Mais em todas as casas que já tinham ido, sempre tinha algo que um deles não tivesse gostado. E assim eles iam ver outra e outra mansão. Até que depois de umas três horas procurando a casa perfeita, eles encontram.

Acsa: (Corre até Frederico). Não acredito! (Grita). Esta casa é perfeita, meu quarto será imenso. Compra esta, compra, compra.... (Parecia uma criança mimada, querendo um brinquedo). Por favor! (Sorri).

Frederico: Se acalme Acsa! Já olhou todos os quartos?

Acsa: Sim...sim...sim...sim. Sabe o que eu pensei? Em fazer do porão sua sala de jogos, o porão é lindo arrumadinho perfeito. Aí eu imaginei que o soltam pode ficar para as crianças, para terem onde elas brincarem. Né? O que acha? (Toda empolgada).

Frederico: Já quer se livrar de mim? E de seus irmãos?

Acsa: Não, não.... Claro que não. Só dei uma idéia. (Sorri).

Vendedora: (Sorri). Tem mais filhos, Sr. Rivero?

Frederico: Não... Minha filha, ela...

Acsa: (O interrompe). Ela sabe das coisas, e sabe que em breve irei ganhará irmãozinhos. (Sorri). Olhei o jardim, acredito que será o canto favorito dela. Ah eu olhei a suíte sua e da mamãe, e é linda. O closet, então! Ela irá amar. (O puxa para a cozinha). Frederico compra logo vai. Nem gosto de cozinhar e já amei esta cozinha.

A cozinha já estava toda montada, com um jogo de pia sobre medida por toda a cozinha. E para completar a alegria de Acsa, era preta.

Frederico: Gostou da piscina? (Cruza os braços). Olhou a garagem? Só cabe dois carros, e o seu onde ficará? Na rua?

Acsa: Tá pensando em me dar um carro, é? Aí até ano que vem, você aumenta a garagem, sei lá. E sobre a piscina, cabe umas trinta de mim lá. (Brinca). Compra logo.

Frederico: Só se me der um abraço, aí eu compro, pirralha.

Acsa: Isso é chantagem, sabia?! (O abraça). Mais tudo por esta mansão. (Sorri). E quando iremos comprar os móveis? (O olha).

Frederico: Você puxou a sua mãe, pequena. Nunca vi duas mulheres tão apressadas, na vida. (Sorri). Vamos espera-la, aí ela escolhe conosco. Mais é surpresa, nada de contar para ela.

Acsa: OK, coroa. (Vai para o terceiro andar).

Vendedora: Linda e engraçada, esta relação entre vocês. (Sorri simpática).

Frederico: É, sim. Também acho. (Sorri). Então, onde assino?

Vendedora: (Mostra no papel o local). Bem aqui.

Casa comprada, renovação, possíveis felicidades, vida nova, novos dramas, e aventuras ....

Frederico depois de ler e assinar os documentos, ele vai até Acsa, que estava na janela. Mais o que ela olhava ele nem imaginava. Era o novo vizinho, o qual ela estava tarando no momento. Frederico chama sua atenção, então ela pede para irem embora.

Acsa: Sente saudades dela? (O olha).

Frederico: Sim, muita. Eu a amo muito. Mais provavelmente iremos nos separar! (Prestando atenção no trânsito).

Acsa: O quê? (Incrédulo com tal notícia).

Frederico: Você não fica feliz? Você não gosta de mim. (A olha rapidamente).

Acsa: E não... Não gosto! (Dá de ombros. Virá o rosto para janela). Ela te ama!

Frederico: (Sorri de canto). Eu também gosto de você. Eu não sei, não sei se ela realmente ama.

Acsa: E eu lá disse que gosto de você? Para dizer "também"? (Revira os olhos). Ela te ama, e se você se separar dela, você que sairá perdendo. (Finge não se importar).

Frederico: E como pode ter tanta certeza, que sou eu que quero divórcio?

Acsa: Porque ela estava tão feliz estes dias, com um ar leve, bem...não sei explicar, só sei dizer que ela estava com um brilho em seus olhos.

Frederico: Você quer que ela e eu fique juntos?

Acsa: Se você a ama, se ela te ama. O que eu tenho a ver? Nada. Vocês tem que lutar pela felicidade de vocês, e não as minhas.

Frederico: Nunca imaginei você agindo assim.

Acsa: Nem eu, te imaginei agindo assim. Mais a vida nos surpreende. Mais quanto ao que disse é verdade, mesmo que você não estivesse sendo meio legal, eu te diria o mesmo. Não sou tão mimada, como acha.

Frederico: Meio legal? (Sorri). Já é um começo. Eu não penso isso de você.

Acsa: Então o que acha? (O olha).

Frederico: Quer mesmo saber?

Acsa: Apesar de temer um pouco, quero sim. (Sorri).

Frederico: Te acho uma menina incrível, forte, bonita, inteligente, engraçada, grossa, doce ao menos com sua mãe. (RI). Sabe animar, e impressionar qualquer pessoa a sua volta. Filha... Eu sei que não fui um bom pai, então padrasto. Mais quero me redimir contigo, e para isso, preciso muito de sua colaboração.

Acsa: Não imaginava que pensasse isso tudo de positivo, em mim. (Com os olhos marejados). Idiota! (Bufa). Eu odeio este novo Frederico. Eu não te conheço, não sei o que posso esperar de você.

Frederico: (Estaciona o carro). Acsa! (Pega as mãos dela). Eu estou sendo sincero, ao te dizer que quero me aproximar de você. Eu quero poder recuperar o tempo que perdi discutindo com você, em vez de ter tentado ser ao menos um bom padrasto. Ser uma boa imagem de homem, em sua vida. Devia ter lhe protegido, não ofendido. (A abraça).

Acsa estava surpresa com as palavras dele, e emocionada. A aquelas alturas chorava feito criança, igual a quando mais nova brigava com Frederico. Estava com medo de confiar nele, estava com medo de se decepcionar, estava confusa. E quem poderia culpa-la? Ninguém, né? Afinal Frederico Rivero, havia lhe dado motivos para duvidar dele.

Naquele abraço ele acariciava os cabelos dela. Estava emocionado. Era tão boa a sensação de saber que era pai, melhor ainda, era ter o abraço dela. Estava mais do que disposto a lutar, pelo amor e carinho de sua pequena.

Depois de se afastarem, vão para casa, em total silêncio...

Eles adentram em casa. Vão direto para a sala de vídeo, para verem tevê. Ao entrarem, vêem Roberta jogada no sofá.

Roberta: Oi tio, oi Acsa. (Olhando a tevê).

Frederico: O quê vê? (Se senta).

Roberta: Jovens Titãs!

Acsa: (Faz uma careta). Criança... Coloca em Law & Order: SVU.

Roberta: OK. (Troca o canal).

Frederico: Cadê Estevão e sua mãe?

Roberta: Não sei onde esta o Estevão, mamãe deve estar voltando. Ela tinha ido a empresa, pegar uns documentos.

Frederico: Com licença. (Sai da sala. Liga para Estevão).

Estevão: Alô?

Frederico: Irmão, como foi lá? Ta tudo, OK? Descobriram quem é o verdadeiro assassino?

Estevão: Calma! Sim, descobrimos. Foi o Bruno, que matou Patricia. Mais ele esta foragido.

Frederico: O que? E onde você esta? Irmão este filho da puta já tentou te matar, e não foi só una vez. Toma cuidado, por favor. (Preocupado).

Estevão: (Sorri). Nunca te vi tão preocupado comigo. Olha eu sei me cuidar.

Frederico: Ah cala a boca! (Rindo). Você é meu irmãozinho mais novo, por um minuto, mais ainda assim é mais novo. É sério cara, se cuida. E de sua família.

Estevão: Você acha que ele faria algo contra meus filhos? (Nervoso).

Frederico: Sabe que ele é capaz de tudo. Melhor previnir, e quanto ao proteger sua família? Que por um acaso também é minha, conta comigo. Lembre-se que estou aqui para o que der e vier.

Estevão: Obrigado, obrigado. Não sei como te agradecer.

Frederico: Não precisa agradecer. É nessas horas que temos que nos unir mais.

Estevão: Você tem razão... Olha, terei que desligar. Até mais. Tchau, irmão.

Frederico: Até. (Desliga).

Roberta e Acsa que ouviram toda a conversa, estavam logo atrás de Frederico com seus braços cruzados.

Acsa: (Alegre). Tio Estevão conseguiu limpar seu nome?

Frederico: É...ele esta quase lá.

Roberta: Sabia que ele era inocente. Mais que papo era aquele de ter que proteger e etc? E sem falar sobre ele ter filhos, porque ele nunca falou sobre eles?

Frederico: Pequena, pergunte a Estevão. Tchau. (Sai. Para não ter que responder).

Roberta: (Bufa). Não sou pequena.

Acsa: Eu digo o mesmo a ele, desde que eu tinha sua idade.

Roberta: Corta essa, você é apenas um ano mais velha. (Sai sapateando).

Acsa: Mais idade mental, dez anos de diferença. (Fala sozinha).

Rindo volta para a sala...

Fazenda.*

Cristina estava na cachoeira, tomava seu banho tranquilamente. Esteve lá a tarde toda. Um local feito para se esquecer do mundo, e de seus problemas era lá. Não tinha lugar mais perfeito no mundo.

Mergulhou novamente, com as suas últimas lembranças sendo dela e de Frederico fazendo amor. Logo volta a superfície e vê a desagradável imagem de Estela, que se sentada em uma pedra.

Cristina: O que deseja Estela? (Fala secamente).

Estela: Eu desejo que você vá embora de uma vez. (Sorri). Cristina, não sei se você sabe, mais Frederico e eu temos um caso.

Cristina: Já sabia, querida. (Irônica). Mais ele não quer mais ver sua cara feia. (Debochada). Tanto que quando ligou, ele preferiu ficar comigo, fazendo sexo. Mais agora, né? Pode me deixar sozinha? Pois não quero descer do salto.

Estela: Você é mesmo uma sonsa. Você acha que ele não me ligou depois? Que não vamos mais nos ver, por sua causa?

Cristina: Acredito tanto que conversamos e entramos em uma conclusão, de te demitir. Agora você pode se retirar.

Estela: Ele não faria isso comigo, eu não acredito em você.

Cristina: Então devo dizer, que não me importo. (Sorri irônica).

Estela: (Solta um grito de raiva). Isso não ficará assim, sua cretina. (Se levanta. E sai).

Cristina sai da água. Se seca, veste sua roupa. Monta em seu cavalo, e o põe em movimento. No caminho, ela se perguntava, se era verdade que Frederico havia ligado para Estela, ele não podia ter feito isso com ela.

Chega em casa, tranca a porta. Estava sozinha na mansão, desde que foram para a capital, tinham dispensado as empregadas da casa. Cristina queria ficar só, e por isso não as chamou de volta. Depois de deixar a mansão toda trancada, vai se deitar, pensando na vida.

Mansão San Román. *

Estevão, Heitor e Estrela acabavam de chegar na mansão. Enquanto Estevão ia abrir a porta, Estrela olha para o portão e vê sua mãe e Vivian subindo a escada, indo de encontro a eles.

Estrela: Onde estava mamãe? (A olha).

Maria: Fui a empresa, depois a prataria. E vocês três? Saíram juntos? (Sorrindo).

Estevão: Sim (a puxa para um beijo). Eu disse que queria me aproximar deles. (Sorri).

Estrela: Aí vamos entrar logo, não curto muito segurar vela, imagine segurar duas ao mesmo tempo. (Diz olhando para o irmão, que beijava sua cunhada).

Eles entram, e vão direto para a sala de estar.

Se tinha um lugar o qual Estevão não gostava de ir, da casa. Era a sala de estar, por culpa de Evandro lá tinha o quadro, tinha o "pai" de seus filhos.

Maria: Estrela você deu uma encorpada, né? (Olhando a filha).

Estrela: (Fica nervosa). Tá... Ta me chamando de gorda?

Estevão: Como mulher, sabe que nenhuma mulher gosta de ouvir isso, amor.

Maria: Aí... Calma, só foi uma observação. E para ser sincera, você está bem mais bonita assim. (Sorri).

Heitor: Cadê o Ângelo? Quase não o vejo mais.

Vivian: Ele irá passar a noite na casa de Alma, e acho euzinha aqui. Que em breve teremos mais de um casamento. (Sorri).

Maria: Eles são muito novos, Vivian.

Vivian: Para o amor, não tem idade. (Pisca o olho direito).

Estevão: Maria podemos conversa, antes do jantar?

Maria: Claro.

Eles vão para o escritório... Maria fica de pé, enquanto Estevão se senta na poltrona, Frederico entra no escritório.

Frederico: Queria falar com vocês.

Maria: Então entra, e fala.

Estevão: Acredito que seja sobre o mesmo assunto, que também chamei Maria. (Suspira).

Maria: Já o informou, que foi Bruno que matou Patricia?

Frederico: Sim. A polícia não entrou em contato com vocês? (Se senta).

Estevão: Até agora nada. Isso esta me deixando nervoso já. Eu sinto que preciso ajudar mais nas investigações. Me sinto de pés e mãos atados, sem ter o que fazer. (Suspira). Não sei o que fazer, mais irei fazer.

Frederico: Se acalme. Eu quero sugerir de pôr seguranças na casa e na empresa.

Maria: Você acha que ele pode querer nos fazer mais mal ainda? Porque?

Frederico: Porque estava tudo bem, tudo perfeito até meu irmão voltar da prisão, e acabar com a paz dele, a procura de justiça, e por vez sua liberdade.

Estevão: E qual bandido quer ser pego?! Nenhum. (Suspira).

Maria: Para ver como a gente se engana com as pessoas, esse tempo todo eu mantive contato com ele, e permiti que ele tivesse com meus filhos.

Frederico: Não permitindo, que eles tivessem contato com o pai.

Estevão: Não vamos remexer no passado, sim?

Maria: E por falar em passado, falou com Cristina?! (Olha para Frederico).

Frederico: Não, não quero falar com ela por enquanto.

Maria: Não te digo nada. Vou me retirar. (Sai).

Estevão: (Olha para o irmão). Então... Pode me dizer, o que esta acontecendo com você e com Cristina?

Frederico começa a contar ao seu irmão, tudo. Desde as mentiras, aos momentos da verdade.

Estevão: Bem... Eu não sei o que te dizer. Mais, posso afirmar que a culpa não foi só de Cristina, admita ter sua parcela de culpa, irmão.

Frederico: É, eu sei. E isso que esta acabando comigo, também. (Suspira).

Estevão: Olha... Pense com calma. Agora que sabe que tem sua família, lute por ela. Você mesmo já reconheceu amar Cristina, agora lute por este amor.

Frederico: Eu irei pensar. Agora eu vou me deitar.

Estevão: (Sorri). A noite melhor hora para pensar. Você que me disse isso, uma vez.

Frederico: Grande sábio, não? (Brinca. Sai do escritório).

Estevão depois de alguns minutos, vai para a sala de estar também. Se senta ao lado de Maria.

Heitor: Hey, Estevão! Eu queria que soubesse, sobre meu casamento. (Sorri animado).

Estevão: O que?! Sério? Poxa... Meus parabéns, filhos. (Abraça Heitor e Vivian).

Vivian: Obrigada Sr., Estevão!

Heitor: Obrigado, pai. (Diz baixinho que só Vivian e Estevão ouvem).

Fazenda. *

Cristina ouve um barulho na cozinha. Decidi descer as escadas, já com o revólver de Frederico em mãos... Antes de ir dormir, tinha apagado todas as luzes. Agora a luz da cozinha estava acessa.

Cristina: Quem está aí? (Apavorada).

Sai um homem com as mãos para cima, em sinal de redenção. Era conhecido, por isso Cristina abaixa a arma, e respira aliviada.

Xx: Calma Cristina, sou só eu. (Sorri).

Cristina: O que faz aqui? (Novamente ergue o revólver).

Xx: Não precisa ficar aqui. Sou só eu. Eu vim lhe fazer uma visita. (Olha para o revólver). Tem como abaixar? (Apontando).

Cristina: (Abaixa). Como entrou aqui?

Xx: Pela janela, estava tudo trancado. Imaginei que estivesse deitada ou tomando banho, decidi fazer um jantar para nós.

Cristina: Não quero jantar, quero que vá embora. (Pensa um pouco). Espera! Como soube que estou aqui?

Xx: Ah, Cristina, chega de falar. (Parte para cima dela).

O tal homem, lutava pelo controle do revólver. Mais Cristina não entregaria tão fácil assim o revólver. Na disputa, ele consegue derrubar Cristina ficando por cima. Em um momento pequeno de fraqueza, ele consegue conquistar o poder da arma.

Ele se põe em pé, e ergue de forma que acaba machucando Cristina. E aponta a arma para a mesma.

Xx: Acabou o espetáculo. (Sorri). Agora. Quero que me faça um favorzinho. (Sorri malicioso).

Cristina: Pra você nenhum, seu nojento. (Cospe na cara dele).

Xx: (Dá um tapa na cara dela). Isso é o que veremos.

A leva na marra até o segundo andar. Cristina ao estar na metade da escada, ela para de caminhar. Ele a lega no colo, a levando para a primeira porta que encontra, que era o quarto de Cristina e Frederico. Ele tranca a porta, e a joga na cama.

Se despe lentamente, como se fosse fazer um agrado a ela. Com o revólver em mãos, ele rasga a roupa dela.

Notas finais
Ah certas coisas que devem de acontecer, a vida nem esta fanfic é apenas flores... Mais sei como isso não serve de nada! Né?! Nem irá diminuir a raiva de vocês comigo. Sei que irão querer me matar. Eu tbm quero rsrs, mais como suicídio é crime aos olhos de Deus... Deixo que me matem :D mais rápido e sem torturas por favor.