O Padrasto
42 Capitulo 42
Notas iniciais
Mansão San Román. *
No outro dia manj ...
A mesa estavam to manhã dos.
Maria: Iram a empresa hoje, tio Ruffino e tio Evandro?! (Comendo sua salada de frutas).
Evandro: Não. Tenho uns assunto a resolver. (Responde seco, por causa do ocorrido do outro dia).
Maria: Ah bom... Espero que tenha deixado os papéis dos negócios com as empresas Florick, sobre minha mesa.
Evandro: Eu já deixei lá, enquanto você estava na sala de Estevão.
Heitor: Por falar em negócios, quem irá para Cuba para ampliar, aqueles negócios?
Estevão: Estava combinado para ser eu, mais eu passo para Ângelo, se não tiver problemas.
Ângelo: Não, Estevão. Eu irei, só tenho que avisar a Alma, já que ela irá junto.
Frederico: Bem... Terminei. Com licença. (Se retira da mesa).
Estevão: Vamos amor?
Maria: Claro! (Sorri. E se levanta).
Estrela: Podem me dar uma carona?
Estevão: Claro. (Sorri).
Os quatro se levantam. Roberta quase sempre pegava carona com sua mãe para ir para a escola. Assim eles vão para o carro. E assim a mesa vai ficando vazia.
Acsa foi a ultima a sair da mesa, não por estar comendo, mais sim pensando em sua mãe. Assim que se dá conta, que esta sozinha na mesa. Se retira, e vai ao quarto de Frederico.
Frederico: (Com o celular na orelha). Droga! Cristina me atenda por favor...
Acsa: Ela não esta te atendendo? (O encara).
Frederico: Não. Tenta você ligar para ela, estou começando a me preocupar. Ela nunca esquece o celular e nem o deixa sem bateria.
Acsa: Ela pode estar na cachoeira. (Pensa um pouco). Mais desde ontem a noite ela não me atende, nem responde as minhas mensagens.
Frederico: Droga! Vou tentar falar com Ernesto, com as empregadas.
Acsa: Tá, mais de pressa. Também estou preocupada.
Frederico: (Que discava o número, olha para ela). Também sente que a algo de errado?
Acsa: (Concorda com a cabeça). Vou tentar do meu celular, ligar para a casa. (Vai para o quarto que estava ocupando na mansão).
Frederico liga para Ernesto, que não o atende. Liga para as empregadas e nada. Depois de ter insistido muito neles, tenta em todos os números que conhecia, e por incrível que parece nenhuma de suas ligações estava dando certo. Até que se lembra da pessoa mais imprópria para saber algo sobre Cristina, mais era sua última tentativa. E por sorte ou azar ela o atende.
Estela: Frederico? (Feliz), pensei que nunca mais fosse me ligar. Estou sentindo sua falta.
Frederico: Olha cala a boca. E me ouça! Você ouviu Cristina, aí, na fazenda? (Fala rapidamente).
Estela: Ah, me ligou para saber dela. (Bufa), há vi sim. Mais isso foi ontem. Mais porque quer saber informações dela, por mim? Ela não tem celular não? (Grossa).
Frederico: Não te importa. Olha, só! Vai até a casa e diz para ela me ligar.
Estela: Que hora, quer que eu vá lá?
Frederico: Umas cinco horas atrás, agora vá logo. (Desliga).
Acsa entra no quarto com o celular em mãos.
Acsa: E aí?! Conseguiu falar com ela? (Preocupada).
Frederico: Não. Ela não atende, e não tem jeito. Mais consegui falar com Estela, que irá na casa, para ver como ela está. (Se senta na cama).
Acsa: Er... (Se senta ao lado dele). Eu gostaria de dizer para não se preocupar. Mais... Infelizmente eu também estou na mesma situação que você. Estou muito preocupada.
Frederico a olha e suspira, a abraça. Ela sem exitar corresponde ao abraço. Estavam desesperados, não sabiam nem se quer o motivo. Era estranho aquilo, e um momento totalmente agoniante. Ambos sabiam que algo ocorria com Cristina. A pergunta chave, era o que?!
Frederico: Vou ligar apenas mais uma vez, mais se ela não me atender, eu vou para lá.
Acsa: Eu também.
Frederico: Não, só eu vou.
Acsa: Não queira discutir isso comigo.
Frederico: OK. (Suspira).
Frederico volta a ligar para ela, na tentativa de se comunicar com Cristina, para assim sentir seu coração mais leve, sem o aperto que sentia naquele momento. Mais para sua total decepção, seria impossível se comunicar com ela, e se sentir melhor.
Fazenda. *
Cristina estava deitada na cama. Estava sozinha no quarto. O desgraçado, agora preparava o café da manhã para eles. Como se aquilo fosse apagar o que ele fez com ela. Cristina já havia tomado dois banhos demorados, mais nada conseguiria apagar o que se passou consigo, nem a raiva, o nojo, medo era um misto de emoções e sentimentos, nenhum deles bons.
Seu celular que antes estava no quarto no modo silencioso, começa a vibrar. Cristina percebe depois de secar suas lágrimas, o barulho que ele fazia ao se chocar com o chão. Ela rapidamente, pega seu celular olha na tela, e vê quem queria falar com ela, era Frederico. Ela atende, mais ouve passos, indo em direção ao quarto. Nisso ela faz um movimento rápido, e guarda o celular em baixo do travesseiro, sem desliga-lo.
Xx: Como se sente querida? (Sorri com a maior cara de pau).
Cristina: Como acha, seu nojento? (Volta as lágrimas).
Xx: Acho que maravilhosamente. (Irônico). Admita que gosta de ser pega assim. (Se põe em cima da cama. Fazendo-a se encolher na cama).
Cristina: Porque esta fazendo isso? Pretende me matar depois?!
Xx: Quem sabe! (A beija, a força). Agora coma.
Cristina: Não tenho fome. (O fitando).
Xx: Depois não reclame de fome. E por falar em fome. Quero que mande um dos mortos de fome, avisar aos outros para não trabalharem, até a última ordem.
Cristina o encara. Sabia exatamente porque ele queria aquilo. Isso a assustava mais.
Ela iria lhe dizer algo, mais ao ouvirem batidas na porta, se cala por vez. Enquanto Bruno vai para abrir a porta, Cristina logo se prepara para tentar fugir, indo até a janela. Mais seu pavor de altura era muito para vim a superar de uma hora para outra. Cristina em meio ao seu desespero, vai até a porta para ver se podia abri-la, mais seria muita sorte para tortuosos momentos de azar. Na sua última tentava, ela parte para seu celular que antes havia atendido a chamada de Frederico.
Frederico continua a gritar pelo nome de Cristina. Estava desesperado, não para menos, também. Sua esposa estava nas mãos de um psicopata. Sua aflição por não receber respostas, e ao ouvir a pequena conversa entre eles o deixava com o coração em ruínas. Ia mata-lo, nem que isso custasse sua liberdade. Já havia matado um inocente mesmo, que no caso era Diego. O que custaria matar um infeliz, que desgraçou a vida de seu irmão, e que ousou por suas patas em cima de sua esposa. E sabe se lá Deus o que mais.
A aquelas alturas, Frederico já estava na estrada. Indo para a fazenda. Havia dado uma desculpa qualquer a Acsa, afinal não iria por sua única filha naquilo. Ele sabia o quanto Bruno era psicopata e doente, talvez todos os psicopatas sejam doentes ou não.
Frederico: Cristina. Cristina me responde meu amor. (Gritava entre lágrimas).
Cristina: Frederico. (Sai uma voz falha, e cheia de emoção).
Frederico: (Sorri involuntariamente ao ouvir a doce voz dela). Eu estou indo aí te salvar. (Acelera mais)
Cristina: Te amo! (Sussurra. Deixando o celular cair no chão, ao sair um som de disparo de uma arma).
Frederico: Cristina. (Grita mais do que antes). Droga! Droga! (Disca o número da polícia).
Empresa San Román. *
Estevão e Maria estavam na sala de reuniões, junto a: Ruffino, Heitor, Leonel, Ângelo, Leona e Demétrio. Estavam lá para decidir, o que iriam fazer com o pacote de ações de Bruno. Que para todos os efeitos, todos ali já sabiam que era ele o verdadeiro assassino. Leonel e Leona estavam muito abalados com a descoberta, pois já era difícil saber que a mãe foi assassinada, imagine o verdadeiro assassino ter estado este tempo ao seu lado.
Maria: Bem... Temos duas opções para as ações de Bruno. Que seriam: Distribuir entre nós do conselho, ou elas voltarem para mim, pois como todos vocês sabem. Estas ações já me pertenceram.
Ângelo: Eu voto na opção da senhora, ficar com este pacote de ações.
Estevão: Eu também! (Disse enquanto analisava um documento).
Maria: Estevão! Faz o favor de prestar atenção? (Aborrecida).
Estevão: (Suspira). Está bem. (Põe os documentos de lado).
Leonel: Concordo com Ângelo. E que o maldito do Bruno não volte mais a por os pés aqui.
Leona: Que assim seja! (Seca). Bem... As ações de Bruno podem fazer o que bem entenderem. (Dá de ombros).
Heitor: Nossa quanto empenho para estar na reunião, Leona! Eu de fato venho a preferir que fique com minha mãe.
Leona: Heitor tudo o que queria neste momento, era matar Bruno. Mais não, to ocupada em uma reunião onde se fala o que fazer com as ações do desgraçado. (Com os olhos marejados).
Estevão: (Que estava ao lado dela a abraça). Não fique assim, Leona. Olha ficará tudo bem, ele será preso novamente.
Leona: Mais os anos que você perdeu de sua vida, e que minha mãe também. Não voltaram, entende? Não voltaram. Ele merece a morte.
Leonel olha para Maria, que estava mais do que na cara seu ciúmes. Ele se aproxima da irmã e a ergue.
Leonel: Leona e eu concordamos com o que vocês decidirem, vamos nos retirar. Vocês devem de entender como estamos.
Maria: Tudo bem, entendemos sim. (Se levanta). Se preferirem fiquem la em casa. Talvez faça bem a vocês.
Leonel: Obrigado. (Sorri fraco).
Ele e sua irmã se retiram da sala de reuniões. Maria se senta novamente, assim prosseguem com a reunião.
Estevão: Esta mais que na cara, que Maria deverá ficar com Maria.
Demétrio: Eu ainda acho que devemos dividir entre nós, ou deixar para Fabíola.
Maria: (Balança a cabeça negativamente). O que os demais a sala acham? (Olhando todos presentes).
Todos falaram em um pequeno coro, que Maria devia de ficar com as ações. Depois deste foco da reunião ser decidida, eles partem para a parte em que iriam falar sobre a possível fusão.
Maria: O que todos acham sobre a fusão?
Heitor: (Bebe sua água). Acho que devemos ir pelo que aumentará o lucro de nossa empresa.
Ângelo: Mais seria um contrato que não nos asseguraria sobre o total controle da mesma.
Estevão: Concordo com ambos. Mais creio que não vale a pena perder o controle da empresa, por mais lucros.
Demétrio: Basta-nos ter o pulso firme, que tudo irá permanecer em nosso controle.
Ruffino: Você sempre é assim Demétrio, só pensa em dinheiro.
Maria: Bem, já que nós conversado não entramos em acordo algum, eu irei analisar por conta própria e tomar minha decisão. Bem, todos estão dispensados.
Ah sim quase todos saem, com o pedido de Maria. Sobrando a sala apenas ela e Estevão.
Maria: Onde estava com a cabeça?
Estevão: Bruno. (Suspira). Por mais que tente não consigo parar de pensar neste desgraçado. Me preocupa o lugar que ele possa estar.
Maria: Logo irão prende-lo, amor. Não fica assim por favor (o abraça).
Estevão: Te amo! (A beija).
Maria: E eu a ti. (Sorri. Sente o celular de Estevão vibrar). Seu celular.
Estevão: (Atende). Alô?
Frederico: Oi irmão. Me escuta só. O maldito do Bruno está com Cristina, ele... (Tenta respirar ao menos). Ele esta na fazenda. Já chamei a polícia, e estou indo na frente.
Estevão: Eu estou indo pra fazenda.
Frederico: Tá ta... Te liguei pra pedir a sua arma, que parava no cofre. A pegue e venha rápido.
Estevão: Frederico o que pensa em fazer? (Preocupado).
Frederico: O que acha? Convidar Bruno para brincar, de mata mata. Oras que pergunta idiota. Só a leve para a fazenda o mais rápido possível. (Desliga).
Maria: (Olha para Estevão). O que ouve?
Estevão: Bruno... Bruno arrumou a próxima vítima dele, pra piorar a que menos imaginamos, mais muito próxima a nós. Mais que droga!
Maria: Cristina! (Pensando na amiga).
Estevão: Exatamente. Vamos para a fazenda. (A ergue de seu colo).
Maria: Agora
Eles já indo rumo ao elevador....
Estevão: Frederico quer meu revólver.
Maria: Não irá permitir, que le faça justiça com as próprias mãos não é?!
Estevão a respondeu com um olhar, que demonstrava sua dúvida. Maria sentiu-se mais nervosa naquele momento, ter um "assassino", na família não era algo que alegraria alguém.
Fazenda.*
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