O Mundo das Sombras: Imortais
1 Prólogo.
Notas iniciais
A lua cheia estava ao céu, representando a plenitude e seus filhos, mas está noite ela está diferente. Vermelha. Encontra-se vermelha como sangue. A lua dos espíritos o dia da ponte mais fraca entre os mundos. O portal do mundo das sombras esta visível a todos que queiram entrar ou sair.
Os guardas do castelo vigiam as redondezas, olha para dentro da floresta negra e para o céu rezando para que a noite de lua vermelha termine e tudo volte como antes, mas a noite mal havia se iniciado.
O primeiro sinal das sombras já havia surgido.
Os arqueiros se preparam para atirar na ameaça iminente que vinha da floresta. Eles se preparam e atiraram contra o primeiro monstro que apareceu abatendo o lobisomem que vinha do leste. Porém ele não está sozinho eles nunca estão sozinhos. Novas flechas foram postas no arco pronto pra atirar nos próximos monstros das sombras que surgia.
Fumaça negra cobriu as estralas e a lua vermelha do céu. Corpos surgiram da fumaça aos chãos demônios cercaram o lado sul do castelo, vultos e andarilhos noturnos cercaram o sul do castelo, a ao oeste saindo da floresta os vampiros cercaram o castelo deixando apenas a entrada norte para os viajantes tão desejados.
A Carruagem vermelha parou ao meio da floresta quando a mulher deu seu primeiro berro de dor.
Não havia tempo para se chegar ao castelo, mas também a escuridão da floresta não é segura. As damas de companhia da sacerdotisa começaram a rezar aos seus grandes protetores, os arcanjos dos céus os doze escolhidos, que as protegessem e a criança que chegaria.
O ultimo berro da mulher seguido pelo choro da criança despertou os lados mais profundos das sombras e seus caçadores foram ao seu encontro. Enrolada em um manto vermelho o bebê foi entregue a mais jovem das damas que junto com uma de suas guerreiras mais forte. Ambas correram para dentro da pela floresta longe do castelo pra salvar sua vida.
A mulher que acabara de dar a luz suspirou fundo com a tristeza de se separar de seu bebê recém-nascido o qual nem pode olhar no seu rosto com calma decorar seus traços. Ela desceu da carruagem cambaleando mesmo depois de toda dor passada e do sangramento que sofreu.
–Minha senhora – um dos jovens guardiões que faz a segurança do comboio estendeu o braço para ela se apoiar – A senhora precisa se recuperar primeiro.
Mesmo com os pedidos dos guardiões e das damas de companhia ela se recompôs, puxou a espada que estava presa na bainha do guardião que lhe dava apoio.
–Temos que distrai lós, e dar alguma vantagem para Krystal e Amélia – disse ela por fim.
Ninguém mais discutiu todos sacaram suas armas formando um circulo de proteção enquanto a rainha fazia um pequeno ritual para distrair os monstros que perseguia a jovem que fugia com o bebê.
Ela rasgou metade da saia retirando a parte que estava ensanguentada a fincou no chão com ajuda da espada, começou a esfregar uma mão na outra bem rapidamente ate que uma pequena chama surgiu ela jogou sobre o pedaço de pano que rapidamente entrou em combustão palavras começou a ser murmuradas por todos, palavras de ordem e invocação.
–Invoco per umbras, invocare vires, non formam accipiunt, fiat mihi, facit lumen, tutatur illos magistros, imbellem tueri, defendere, da mihi duodecim potentiae.
Um a um todos mergulharam suas espadas no fogo. Umalabareda subiu encobrindo todas as doze espadas e logo depois se apagou as espadas que antes eram pratas agora eram negras que nem a escuridão eles as pegaram e a empunharam em frente ao corpo esperando a chegada do inimigo.
A luta foi sangrenta havia corpos mutilados caídos para todos os lados suas lagrimas já haviam secado não havia mais nada a se chorar tudo pelo que lutava estava acabado, sem forças para se levantar rastejou se ate o corpo da grande amiga morta. Colocou o corpo desfalecido de Amélia no seu colo e confortou a alma da amiga para que esta descansa se em paz. Foi quando puxaram ela pelo cabelo a afastando do corpo e de todos os outros.
–Me solta! – berrou ela por todo trajeto.
Depois de ter o corpo arrastado uma grande distancia de onde a batalha aconteceu ela foi largada no chão com força. Determinada ela levantou se do chão.
Em pé na sua frente se encontrava um homem segurando um bebê nos braços.
–Linda sua menina Nadia, bela como você – disse ele sorrindo.
–Seu monstro! – berrou ela – Devolva minha filha Joseph – choramingou
–Não posso, ela não te pertence mais. Ela será criada por mim, ensinarei todos os truques das sombras e entregarei sua alma doce e inocente às trevas – disse ele sorrindo. – Mas para ela crescer forte e poderosa sua bênção tem que ser dada.
Compreendeu rapidamente sobre o que Joseph falava, para que sua filha se torna se uma sacerdotisa forte a regra era simples os pais tem que dar a benção ao filho, mas sua pequena filha nem se quer conheceu o pai.
–Prefiro que ela seja mortal a carregar meus dons para ser usados por pessoas como você.
–Receio que isto não seja uma gestão de escolha Nádia.
– Vai fazer o que me forçar a dizer as palavras?
–Se for preciso – respondeu ele ainda sorrindo.
Olhou ele fundo dos olhos, então o tempo parou seu ultimo excesso de poder foi usado. Todos pararam e as sombras dominou um raio forte de pura energia caiu no chão matando todos os guardas ela avançou em direção a Joseph quando viu que ele estava acordado nas sombras. Seu único ato de coragem ou egoísmo foi se jogar no precipício.
–Não! – Joseph berrou como se pudesse impedir a mulher de se matar, empunhou uma adaga e em um excesso de raiva arremesso o objeto contra ela a certando – a bem no coração.
O corpo desfalecido de Nádia caiu no nada.
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