Dois dias então se passaram, trazendo o dia de Ação de Graças. Mamãe não deixou Rose e eu nos aproximarmos da cozinha durante o dia, então aproveitamos para sair e ir até a reserva Quileute, onde Jacob nasceu, mas foi embora quando tinha três anos. Edward amou a praia escura, e fez várias coisas de casal cafona pra mim, o que fazia meu coração apertar e eu me apaixonar ainda mais. Coisas como escrever na areia nossos nomes dentro de um coração, ou pegar conchinhas e me jogar dizendo: "volta pro mar, sereia".

Emmett estava impossível com Brian, o que fazia Rose ficar louca da vida com ele. Ele ameaçava jogar o menino de apenas um mês e pouco na água, fingia que caia e que Brian ia junto. Eu juro que Rosalie ganhou uma mecha de cabelo branco só naquele dia.

E agora estávamos todos em volta da farta mesa Swan. Eu salivava só de olhar aquele peru douradinho e suculento, totalmente ansiosa para comê-lo. Com os os olhos estreitos, notei que Emmett estava na mesma ansiedade que eu e me encarava desafiador.

—-Okay, crianças. Hora de agradecer. — Meu pai falou. Ele sorriu e segurou a mão de mamãe por cima da mesa. — Quem começa?

—-Eu começo! — Mamãe exclamou. Todos rimos de sua ansiedade. Ela estava realmente radiante. -- Bom, primeiramente eu agradeço à Deus por minha saúde, por ter o que vestir e onde vestir. Agradeço também pelo melhor marido do mundo que Ele me deu e pelas melhores filhas que eu poderia ter. Agradeço pelo meu genro cabeça-oco e pelo meu mais novo genrinho. E claro, agradeço ainda mais pelo meu lindo netinho!

Todos estavam realmente emocionados com o que ela disse, mas rimos mesmo assim. Rose seria a próxima, mas quando ela abriu a boca, soou pela casa batidas insistentes na porta da frente. Mamãe fez uma expressão confusa e meu pai, carrancuda. Mas ambos levantaram da mesa e seguiram até a sala ver do que se tratava.

—-Okay, ou vocês param de se encarar desse jeito ou vou tirar o peru da mesa. — Rosalie ameaçou, se referindo a mim e a Emmett. Ambos olhamos pra ela, e eu dei a língua. — Muito maduro, Bella.

Emm sorriu malicioso e sussurrou alguma coisa no ouvido de minha irmã que a fez corar violentamente. Edward riu, um som que me chamou atenção. Me virei para ele e me inclinei para beijar seus lindos lábios vermelhos. Por debaixo da mesa, alcancei sua mão e ambos sorrimos cúmplices.

—-Vocês estão fazendo safadezas aí debaixo? — Emm indagou fingindo estar chocado. — OH MEU DEUS! Vocês estão! Que horrível! Reneé, Charlie! Crianças más não merecem peru não é mesmo?!

Ele continuava berrando, enquanto Edward ria, ficando corado e eu rolava os olhos. Rosalie fuzilou Emm, com raiva.

—-Brian está dormindo, seu cabeça de alga!

—-Ainda bem, né? Já imaginou ele presenciar uma cena dessas? — Emmett fingiu estar indignado. Com essa, todos rimos.

Depois do que pareceu três séculos -e muita comida fria-, meus pais voltaram com um sorriso gigante.

—-Acho que terei de buscar as cadeiras da mesa dos fundos. — Papai disse. Franzi o cenho, confusa, esperando uma explicação.

Então na soleira da entrada da sala de jantar apareceu Esme, Carlisle, Billy, Sarah, Jake, Renesmee e a pequena Lorely. Minha boca se abriu num estalo.

—-Nem hoje você dá sossego, Billy? — Brinquei, mas estava feliz demais. Edward também, pois se levantou e foi abraçar os pais. Todos nos levantamos e fomos cumprimentar os recém-chegados.

Abracei meus sogros, depois meu sócio e sua esposa e então meus amigos.

—-Nessie, ela é TÃO linda! -- Eu choraminguei, beliscando a bochecha de Lorely. Nessie rolou os olhos pra mim, me oferecendo ela. Peguei sem piscar.

—-Lógico que é, olha a mãe! — Brincou. Foi minha vez de rolar os olhos e os outros rirem. Então meus pais foram para os fundos, onde berrou por Edward e Emmett por ajuda. Após alguma meia hora, ou mais, estávamos todos em volta da mesa, agradecendo por alguma coisa. Até que chegou minha vez, e eu nem sabia por onde começar.

—-Esse ano tem se revelado incrível para mim, tanto profissional quanto pessoalmente. Minha carreira nunca esteve melhor, agora ainda mais com essa conquista que tive a oportunidade de alcançar — Billy piscou pra mim — e claro, todos os excelentes profissionais que trabalho. E então veio esse ser humano lindo para dentro de minha vida, intenso como um terremoto e suave como a brisa do mar ao mesmo tempo, fazendo de mim uma bagunça. Agradeço pelos meus incríveis pais, sogros, pela minha irmã cabeça dura e meu novo sobrinho. Agradeço por amigos maravilhosos e confiáveis. Agradeço pela saúde, pela prosperidade e pela vida.

Minha mão tinha os olhos marejados quando terminei e me mandou um beijo. Papai assentiu, com um sorriso realizado nos lábios. E Edward se aproximou para beijar minha testa, antes de se arrumar e agradecer.

—-Uau, eu tenho tanta coisa para agradecer! — Ele exclamou, exalando com força. Respirou fundo e começou, segurando minha mão por debaixo da mesa. -- Eu não tenho palavras para expressar o quão grato sou à Deus por ter posto em meu caminho um piano numa tarde, onde fez com que tudo começasse. Essa incrível mulher apareceu na minha vida, virou ela de ponta-cabeça e nunca esteve melhor. Sou imensamente grato por Bella, por Jacob, por meus sogros e cunhados e por meus pais. Vocês todos me ajudaram tanto que não consigo deixar de ficar sem graça. E Bella, — ele se virou para mim — não consigo imaginar uma vida sem você.

De repente Edward respirou fundo e se levantou. Franzi o cenho, confusa, enquanto alguns suspiros ecoavam pela sala de jantar. E então Edward o fez. Se pôs ao lado da minha cadeira e ficou num só joelho.

—-Não consigo, realmente, imaginar uma vida sem você e por isso, não consigo imaginar algum período o suficiente pra ficar com você, portanto, comecemos com o para sempre. Isabella Marie Swan, aceita ser minha esposa? — Indagou, abrindo a caixinha que surgiu de algum lugar e revelando um anel grande.

Okay, eu mal usava jóias e nem gostava de usar coisas grandes e chamativas, mas aquela ali fez meu coração saltar pela goela. Era de prata, tinha um arco grosso que se dividia em quatro arcos mais finos, todos com fileiras de pequenas pedras... Diamantes? Mas o mais incrível estava no meio: era uma clave de sol fixada bem no centro.

Olhei para o anel, olhei para Edward. Olhei para o anel de volta e depois para Edward outra vez. Seus lindos olhos verdes estavam mais intensos que nunca, eles brilhavam com as lágrimas que ele lutava contra para não derramar.

—-Bella, eu sei que você nunca fez isso antes, então nesse momento você tem que dizer 'sim', tá? — Emmett murmurou. Claro que todo mundo riu enquanto eu o fuzilava com os olhos.

Só é que era muita informação. Me casar? Sério? Casar? Eu?

Mas era Edward ali. Edward, o cara que eu... Que eu...

Nunca tínhamos dito nada em voz alta. A palavra com a.

—-É claro que sim. — Sussurrei enfim. Edward abriu o sorriso mais branco, amplo e brilhante do mundo.

Então pegou minha mão esquerda com muita delicadeza, tirou o anel da caixinha e o deslizou por meu dedo anelar. E parecia que foi feito para estar ali.
Edward se levantou e eu também. Ele segurou meu rosto entre as mãos e muito de leve, depositou um beijo em meus lábios, me arrepiando do dedão de pé até o último fio de cabelo.

Nossa bolha foi irrompida por palmas que ecoaram por toda a sala de jantar. Embaraçada, desci das pontas do pés e olhei pra eles, sorrindo de forma acanhada. Depois de felicitações, abraços e muitos parabéns nos voltamos à mesa.

—-Alguém falta agradecer? — Papai indagou.

—-Falta eu, Charlie! Oras, como me esquece assim? — Emm fingiu indignação. Meu pai rolou os olhos e fez um gesto com a mão para Emm ir logo. Emmett então limpou a garganta e se aprumou na cadeira. Todo mundo estava esperando o melhor discurso da mesa quando ele disse: -- Sou grato por tudo. Obrigado Jesus.

Esme e Reneé riram, enquanto o resto de nós bufamos, alguns rolou os olhos para ele. Mas em seguida todos focaram na comida, à não ser por Nessie que foi levar Lorely para cama.

—-A coxa é minha! — Emm e eu falamos em uníssono quando papai começou a cortar o frango. Nos encaramos desafiadores.

—-Por que deveria ser sua, Emmett? — Perguntei.

—-Por que deveria ser sua, Bellinha? — Rebateu.

—-Por que eu sou a noiva da noite!

—-Não foi convincente o suficiente. — Disse com desdém e então se virou para pegar o melhor pedaço do peru, mas não encontrou nada.

Todo mundo riu enquanto Emmett se virava na direção de Jacob, que tinha ambas as coxas em cada mão, dando uma mordida em cada. Eu juro que vi um olho de Emmett piscar e o outro não. Jacob também deve ter visto, pois se encolheu na cadeira, mas continuou comendo.

—-Você não perde por esperar. — Resmungou Emmett, espetando com força o garfo o pedaço do peito que estava em seu prato.

Aquele definitivamente era o melhor feriado da minha vida. Edward encontrou seus olhos com os meus e sorriu, alcançando minha mão e acariciando a aliança. Ele concordava com meus pensamentos.

—-Onde estamos indo? -- Indaguei enquanto Edward dirigia pelas ruas escuras de Forks, tarde da noite.

Ele se virou pra mim e sorriu.

—-Surpresa.

Minha boca se abriu num estalo.

—-Edward!

Ele rolou os olhos. Eu fechei a cara, emburrada por não gostar de não saber o que estava acontecendo e me encostei no banco com força. Edward dirigiu por cerca de mais quinze minutos até estacionar em frente à uma pousada perto da fronteira com a tribo Quileute.

—-Não desça. -- Disse quando eu coloquei a mão na maçaneta. Eu estreitei os olhos diante da ordem e fiz força pra porta destrancar. Ele suspirou e me olhou nos olhos. -- Por favor?

Eu sorri e coloquei ambas as mãos no colo. Edward saiu do carro rolando os olhos, fechou sua porta e contornou o carro até estar na minha porta. Ele acabou de abri-la e me ofereceu sua mão, para eu descer. Meu coração saltou com todo aquele gesto magnifico.

Já em pé ao seu lado, enlacei os dedos aos seus enquanto ele acionava o alarme. Caminhamos juntos até a entrada, onde não havia ninguém na recepção. Eu pensei em perguntar, mas fiquei quieta, apenas esperando a surpresa. A pousada era linda, toda branca e com vidros, com plantas por todo canto. Paramos em frente à uma porta branca, onde Edward abriu com uma chave que havia pescado em seu bolso.

—-Damas primeiro. -- Disse, me dando passagem. Entrei devagar no local, absorvendo cada detalhe daquele local.

Diferente do resto da pousada que tudo era branco e minimalista, aquele quarto beirava o rústico, tirando suas paredes brancas. Era pequeno, de fato, embora fosse uma suíte, pelo que pude notar a porta no outro extremo do quarto. As janelas eram de madeira, não de vidro. A cama enorme ao centro do quarto era de madeira escura e com desenhos esculpidos em sua cabeceira, estava coberta por um edredom branco e grosso, almofadas nos tons vinhos e vermelhos e para finalizar, do lustre do teto pendia um dossel que a rodeava. E então notei que do lado direito havia uma banheira, que estava cheia e com pétalas flutuando pela água. O quarto estava todo iluminado por velas e o lustre havia um tipo de luz vermelha.

Mas o que me desapontou foram todas as flores espalhadas pelo local, porém eu não disse nada à Edward, por todo aquele esforço e por estar tão fascinada. Em cima da cama havia uma bandeja de madeira com uma garrafa de champanhe e duas taças.

Eu avancei alguns passo, passando a ponta dos dedos por tudo enquanto sentia um frio crescendo em minha barriga por causa da expectativa.

—-Hmm... As flores são sintéticas, já que você tem alergia. — Edward murmurou de algum lugar atrás de mim. Me virei para ele, chocada.

—-Você lembrou. — Sussurrei. Ele franziu o cenho, colocando as chaves do quarto em cima de uma pequena cômoda que havia ali.

—-É claro. -- Disse, como se fosse óbvio.

Eu senti meu coração aquecer, assim como estava aquela água na banheira. Edward então se aproximou, como um leopardo encurralando sua presa. Mas no caso ali, eu queria ser comida. Epa.

Ele, com toda a delicadeza do mundo, levantou meus cabelos para o alto e senti quando o prendeu. Seus dedos correram pela minha nuca, e pararam em meu pescoço.Seus dedões acariciaram minhas bochechas e meus lábios, me fazendo fechar os olhos e apreciam aquilo com um ronronado.

Suas mãos desceram para meus braços e depois cintura, onde ele soltou o cinto do vestido, deixando-o frouxou. Então chegou até a bainha e o puxou para passa-lo por cima de minha cabeça, me deixando só de lingerie e saltos. Muito devagar para meu gosto, ele desabotoou sua camisa, deixando-a cair em seus pés. Tirou seus sapatos e depois o cinto.

Então grudou sua boca na minha. Primeiro um selinho vagaroso, mas então ele mordeu meu lábio inferior e o puxou para si, sugando entre os seus. Tudo isso com os olhos fixados nos meus. Ele soltou meu lábio e sua mão seguiu para minha nuca, me segurando por lá. Sua lingua pediu passagem por minha boca e então entrou, fazendo uma dança sensual com a minha. Eu ofeguei, me espremendo contra ele, querendo mais. Mas ele parou e se afastou, sorrindo.

Mordi meus lábios para não gritar de frustração, mas então ele desceu seus lábios por meu queixo, depois para meu pescoço, colo, por meus seios por cima de meu sutien, barriga, sexo, coxas, canelas... Até que estava agachado diante de mim, puxando um pé para si. Ele desabotoou um sapato e o tirou. Depois fez o mesmo com o outro. Agora eu me sentia uma anã perto dele. Então ele voltou a subir e beijar todo o caminho de volta. Quando seus lábios estavam no interior de minha coxa esquerda, agarrei seu cabelo, gemendo baixinho.

Eu escutei quando ele deu aquele riso de ar pelo nariz, tirando comigo. Após toda a tortura, ele estava na minha frente, em pé, outra vez. Sua mão alcançou o fecho de meu sutien na costa e o desabotoou. Vagarosamente, o retirou, fácil demais por não ter alças. Suas mãos alcançaram meus seios nus e os massagearam. Levou um na boca e o sugou, sua lingua brincando com o mamilo duro.

Mordi o lábio, gemendo forte. Joguei a cabeça para trás, ensandecida de prazer. Edward então tirou minha calcinha, a rasgando no processo. Tentando me situar, levei minhas mãos para o cós de sua calça, mas ele não deixou-me encostar. Segurou minhas mãos e as pôs para cima, apenas com uma mão, porque com a outra ele mesmo desabotoou sua calça e as tirou.

—-Entre na banheira. — Ordenou. Sua voz estava baixa e muito, muito rouca. Deus do céu, meu útero deve ter dado alguns pulos e eu sentia minhas coxas começando à ficarem molhadas.

Fiz como ele mandou e entrei na banheira, mas não me sentei. Ele me deu um sorriso torto e assentiu, como se fosse isso que era pra fazer. Então ele tirou a cueca, revelando seu grande pau, ereto e pronto pra mim. Edward então entrou na banheira, atrás de mim e eu ouvi ele se sentar. Em seguida, eu fiz o mesmo e me sentei em suas coxas, de costa pra ele. Edward rosnou em meu ouvido, enquanto seu dentes mordiam minha orelha, pescoço, costas... Suas mãos molhadas encontraram meus seios e começaram acaricia-los, apertando e esfregando. Me inclinei e deitei em seu peito, aproveitando. Uma de suas mãos desceu, fazendo um caminho lento por minha barriga, até chegar em meu sexo. Ele friccionou firme seu indicador contra meu clitóris, e isso me levou a ver estrelas.

—-Oh... Edward!

—-Isso, Isabella. Geme e geme alto. Você é minha e quero que diga isso.

—-Sim... — Ofeguei, seus dedos fazendo circulos em meu sexo, sem penetra-lo.

—-Sim o quê?

Eu rosnei, frustada.

—-Sou sua. -- Sussurrei.

—-Boa garota.

Seu dedo então me penetrou, primeiro um e depois dois. Ele fazia movimento lentos, enquanto com o dedão friccionava meu clitóris e na outra mão possuía meu seio.

Senti que estava vindo quando comecei a tremer e então falei:

—-Pare.

—-Por que? — Ele continuava.

—-Quero gozar com você. — Me virei para ver seus olhos, mas antes disso ele atacou meus lábios com fome.

Me segurando pela cintura, me virou para si, me fazendo ficar de joelhos na banheira. Ele sorriu torto, o que me fazia delirar e então segurou seu pau na mão.

—-Você quer ele, não quer meus dedos? — Indagou. Mordi o lábio e assenti. Edward riu. — Menina safada. Por que quer ele?

—-Porque é grosso, é grande, é quente... Porque quero te sentir totalmente dentro de mim. — Provoquei, mas minha voz falhava, de tão rouca que estava.

Edward rosnou e de uma vez encaixou seu pau em mim, me fazendo soltar um gritinho de surpresa. Ele sorriu e me segurou pela cinturar, me ajudando a subir e descer. Agarrei em seus ombros enfiei a cabeça em seu pescoço, onde deixei uma mordida. Edward urrou e começou a bombear com mais força e rapidez.

Incapaz de me segurar mais, vim e todo meu corpo tremeu, minha vista embaçou e eu me contorci em cima de Edward. Após algumas estocadas, ele também veio, xingando alto e mordendo meu ombro.

Em seguida, ele nos levantou da banheira, mas eu acabei por querer o chão mesmo. Ele sorriu e se deitou por cima de mim. Beijou meus lábios e começou a descer até meu sexo, fazendo uma trilha quente até lá. Quando chegou, segurou minhas pernas e as jogou sobre seus ombros. Quando menos esperei, um tapa estalou em minha bunda, me fazendo gritar de surpresa. Edward riu e agarrou minhas coxas, levando os dedos até minha boceta. Seus dedos a abriu e ele passou a lingua por toda a extensão, me fazendo ver estrelas. Depois se concentrou em lamber meu clitóris já inchado, trabalhando com os dedos em mim.

Quando pude ver que ele estava excitado de novo, sorri e me afastei, o deixando confuso. Então me virei e me ergui, ficando de quatro para ele. Edward arregalou os olhos, mas depois sorriu e partiu pra cima de mim.
Definitivamente, melhor feriado de Ação de Graças desde sempre!

Notas finais
Yeah, babes, I'm back! Trato é trato, gente, e como eu disse seis meses, olha aí. Acabou meus compromissos, e pude cumprir com minha palavra. Pessoal, senti muitas saudades. De vocês, da fanfic, dos personagens e escrever esse capítulo foi muito, muito bom. Então espero que gostem tanto quanto eu. No grupo do Facebook terá uma cena deletada e algumas imagens relacionadas com o capítulo. Enfim. Beijos e até!