Notas iniciais
Olá, suas lindas! Como estão? Enfim um dos capítulos que vocês mais esperam. Espero que gostem. ATENÇÃO, CAPÍTULO COM CONTEÚDO OFENSIVO À -18, PORTANTO PULE A PRIMEIRA PARTE SE NÃO SE AGRADA COM ESSE TIPO DE CONTEÚDO.

Minhas mãos foram para os cabelos macios de Edward, e se emanharam por lá. As dele vieram para minha cintura e a apertou, me incentivando a pular em seu colo, o que eu fiz sem desgudar nossos lábios por um segundo sequer. As mãos dele subiram por dentro de minha blusa, acariciando minhas costas até chegar no fecho do sutiã, que ele desabotoou sem dificuldade nenhuma.

Desci minhas mãos para a bainha de sua blusa e nos separamos rápido para tirar por cima de sua cabeça, aproveitando para tirar a minha também. Meu lábios foram para seu pescoço enquanto ele tirava meu sutiã pelas alças e tomava meus seios em suas mãos, os acariciando e apertando os mamilos com os dedões.

Mordi seu pescoço antes de subir para sua orelha, traçando um caminho de mordidas e beijos até sua boca. Gemi desenfreadamente enquanto ele trabalhava em meus seios com suas mãos, então para compensar desci as minhas para seu peito, arranhando por todo seu tórax e colo. Abri os olhos e parei o beijo, esperando ele me olhar. Quando o fez, capturei seu lábio inferior entre os meus dentes e o puxei, dando uma chupada antes de voltar a encostar apenas os lábios nos seus.

Edward rosnou, soltando meus seios e levando suas mãos para minha bunda, espalmando lá e me segurando forte contra si. Sem quebrar o beijo, ele se levantou e foi comigo em seu colo até a cama, onde me deitou e veio por cima. Desceu seus beijos por todo meu pescoço, cravícula, colo... Parou em meus seios, tomando um em sua mão e outro em sua boca, o massageando com sua boca, lambendo meu mamilo intumescido.

Eu gemia alto e descontrolada enquanto ele trabalhava em ambos meus seios. Após trocar de seio para sua boca, desceu mais até chegar em minha calça, onde desabotou e desceu o zíper, a tirando devagar. Depois segurou minha perna esquerda pela canela e começou a distribuir beijos, desde o tornozelo até a virilha. Tortuosamente, ele fez o mesmo com a outra perna antes de se voltar para a última peça de roupa que me restava.

Edward segurou aas laterais das calcinha e então fitou meus olhos, me dando um sorriso antes de fazer força para a calcinha estourar. O resto de tecido então foi parar junto com o monte de roupa que já havia no chão, em seguida um ar quente fez cócegas em minha boceta antes de Edward passar sua língua por toda a extensão.

Eu posso ter morrido ou desmaiado por alguns segundos durante aquele processo, mas que eu gemi muito alto, eu gemi. Edward riu, fazendo cócegas lá enquanto trabalhava com sua língua, dentes e dedos.

No momento em que vi que não aguentaria mais, gemi alto seu nome e deixei vir, gozando em sua boca. Edward limpou como quis e depois voltou para cima, tomando meus lábios nos seus, me fazendo sentir meu próprio gosto, o que poderia ter sido nojento, se não fosse não sexy.

Mesmo embriagada de prazer, empurrei o peito de Edward e nos virei, ficando por cima dele. Desci devagar por seu corpo, deixando arranhões e mordidas por todo o caminho até sua calça. Desafivelei o cinto e desabotoei o jeans, abrindo o zíper vagarosamente. Como ele me torturou, fiz a mesma coisa, tirando lentamente suas calças, mordendo toda sua perda, principalemente a área interna coxa, o que o fazia gemer alto.

Quando olhei para sua boxer negra, que fazia um constraste alto com sua pele branca, sorri ao ver a baraca armada ali. Devagar, segurei com os dentes a bainha dela, fitando os olhos de Edward enquanto a descia. Ele trincou os dentes, agarrando o travesseiro atrás de si e os apertando com força.

Quando acabei de tirar sua cueca, voltei para seu pau que estava em pé e me esperando, as veias pretuberantes por todo seu longo comprimento. Primeiro só coloquei a cabecinha na boca, fazendo Edward rosnar frustrado, e depois devagarinho, fui pondo o que aguentava, fazendo o famoso movimento de vai e vem. O que não cabia em minha boca, segurei em uma mão, acariciando suas bolas noutra.

Trabalhei ali como pude e da forma que sabia, já que não tinha experiência alguma na prática, pois nunca tive coragem de fazer com Mike. Edward parecia fora de si, gemendo alto e abafando seus urros com o travesseiro, que estava ficando totalmente despenado.

–-Já chega. -- Ele rosnou, me soltando de seu pau e me puxando para si. Eu sorri, satisfeita, enquanto beijava seus lábios.

Edward então nos virou, ficando por cima de mim, levando minhas mãos para cima de minhas cabeças, entrelaçando nossos dedos lá enquanto me beijava e se ajeitava em minha entrada. Quando nos tornou apenas um, gritei em sua boca, arqueardo os quadris.

Edward se movimentou de todas as formas que pode, enquanto eu ajudava rebolando. Em algum momento, joguei minhas pernas em torno de seus quadris, o que fez o fez ir mais fundo.

Cheguei primeiro ao segundo orgasmo daquela noite, e depois de mais algumas três investidas dele, Edward também, ficando ofegante e caindo em cima de mim.

O beijei com suavidade, antes dele rolar para o lado e me puxar para seu peito.

–-Isso foi perfeito. — Sussurrei com a voz ofegante e rouca. Ele assentiu, cheirando meu cabelo.

–-Você foi demais. — Disse, me dando um sorriso.

–-Isso é discutível. — Arqueei uma sobrancelha.

–-Pra que discutir quando podemos tirar na prática? — Ele rebateu, me fazendo ficar chocada, mas rir ao final.

–-Edward Cullen, quem te viu, quem te vê, seu pokemon. — Brinquei, mas então subi em cima dele, o beijando e começando mais uma rodada.

Cada pedacinho do meu corpo estava relaxado, mas dolorido. Estava deitada em cima de algo macio, mas duro, o que me deixou muito confusa. Devagar, abri os olhos para me situar e então me dei conta de que estava deita de bruços no chão, com a cabeça num travesseiro não muito cheio e sendo acariciada com alguma coisa muito suave nas costas. Me remexi e me virei, dando de cara com um Edward nu, coberto apenas pelo lençol, ao meu lado e me encarando.

–-Bom dia. -- Sussurrei manhosa, enquanto me espreguiçava. Ele sorriu.

–-Bom dia.

–-Como viemos parar aqui? — Indaguei, me referindo ao chão coberto pelo tapete branco e felpudo. Me aproximei de Edward, me aconchegando em seu peito.

–-Pela terceira ou quarta rodada. — Disse, zombador. Seu peito vibrou com sua risada quano notou meu embaraço. -- Você é bem insaciável.

–-Você não fica muito atrás. — Resmunguei, fazendo círculos em seu abdôme.

–-Estava tentando te acompanhar.

–-Você foi muito bem. — Assegurei-o.

–-Fico feliz em ouvir isso. — E então suspirou.

Ficamos alguns minutos em silêncio, apenas apreciando a suavidade e a presença um do outro. Mas eu quebrei esse silêncio.

–-Que horas são?

–-Pouco mais das nove.

Suspirei.

–-E agora, Bella? O que acontece? — Indagou.

Franzi o cenho, olhando para ele.

–-Como assim?

Ele tirou a mão que estava em meu quadril para esfregar o rosto e limpar o rosto.

–-Tudo. O que vai acontecer?

–-Ué, Edward. Você irá ganhar o processo, disso estou certa. Iremos reverter a situação de 'noivo que abandonou lar', você conseguirá suas coisas de volta. Poderá vender... Ou sei lá.

–-E quanto à nós? -- Indagou.

–-Para mim, estamos melhor do que nunca. -- Então me lembrei de algo. -- Se lembra do nosso primeiro encontro? O de verdade, no museu?

–-Uhum.

–-Se lembra de Aro Volturi? Ainda tenho o cartão dele. -- Sugeri arqueando as sobrancelhas.

Edward me encarou por um tempo, antes de sorrir.

–-Bem lembrado. Não posso continuar na oficina, embora eu goste muito de Jacob.

–-Ele é uma ótima pessoa, é meu melhor amigo. Mas por que não?

–-Oras, eu não quero estar cheirando à graxa para você todos os dias. — Ele disse, como se fosse óbvio. Eu sorri largo.

–-Todos os dias?

–-Sim.

–-Por quanto tempo?

–-Sempre? — Rebateu.

–-Isso soa bem para mim. — Suspirei, voltando a deitar em seu peito.

Saímos do quarto após tomarmos banho e vestirmos nossas roupas do dia anterior. Liguei para Esme e pedi que eles se encontrassem conosco no hall do hotel enquanto nos arrumávamos.

–-Bom dia. — Ela nos saudou quando nos viu chegando perto de ambos.

–-Bom dia, Esme. Carlisle. — Falei, trocando um beijo no rosto com ela e um abraço com ele. Edward os saudou também antes de pegar em minha mão.

–-Podemos tomar café antes de voltar para NY. Preciso começar o caso ainda hoje se queremos agilizar o processo. -- Indiquei.

–-Estou faminto, pra falar a verdade. -- Carlisle se pronunciou. Esme o repreendeu com o olhar.

–-Ótimo, eu também. Vamos, eu conheço esse lugar...

Chegamos em NY na hora do almoço naquele dia, então pedi que Edward fosse comer com seus pais que nos encontraria mais tarde, pois eu realmente queria trabalhar. Durante toda a parte da tarde me enfunei no escritório, fazendo rascunhos e elaborando projetos que poderiam ser feitos para o caso de Edward.

Quando estava quase dando oito horas, segundo o horário do notebook, eu já tinha tudo esquematizado para uma primeira audiencia. Liguei para Alice marcar uma para aquela semana que entraria ainda, e graças aos céus, minha assistente competente conseguiu para quarta-feira.

Lígia se despediu para ir embora pouco tempo depois e eu aproveitei para descansar um pouco. Segui para a cozinha, onde enchi um copo com leite e peguei a travessa de cookies que ela havia feito para mim. É claro que eu não conseguiria ficar sozinha, e eu tinha a desculpa de ir falar com Edward sobre seu caso, de qualquer forma.

Então me vesti e nove horas estava em frente à oficina. Estava fechada, é claro, mas bati até a portinha se abrir e Jake sair por ela. Franzi o cenho, estranhando ele estar ali de noite.

–-O que está fazendo aqui? -- Falamos juntos. Eu ri, fazendo um gesto para ele falar.

–-Tinha que resolver umas coisas com um mecânico. A oficina ficará nas mãos deles, porque Renesmee já está pra entrar em trabalho de parto. — Explicou, enquanto trocávamos um abraço.

Eu sorri, feliz com aquela notícia.

–-Oh, sério? Parabéns! -- Exclamei, sincera. Jacob sorriu.

–-Valeu. Agora, sua vez.

–-Edward. Ele está? — Indaguei.

–-Não... Ele saiu mais cedo. Na verdade, ele veio só pra pedir demissão mesmo. Fico feliz que tudo esteja se resolvendo. -- Disse. Eu franzi o cenho.

–-Você não sabe pra onde ele foi?

–-Ele disse que ia pra sua casa.

–-E isso faz quanto tempo...?

–-Umas duas horas. Okay... O que está havendo.

–-Também gostaria de saber. De alquer forma, valeu jake. E parabéns mais uma vez. Mande lembranças à Nessie. — Lhe abracei e então voltei para o Porsche.

Saquei meu celular ao sentar em meu banco e disquei para o celular que "emprestei" à Edward. Ele atendeu no quarto toque.

–-Onde você está? -- Indaguei.

–-Desculpe não ligar antes. Eu fui conversar com Jacob, e Emmett estava lá. Ele acabou me arrastando para um bar. Estou em frente seu prédio agora, posso subir?

–-Eu não estou em casa. -- Bufei.

–-Onde está então?

–-Na oficina.

–-Eita. Chego aí em 20 minutos então.

–-Não. Eu passo aí te pegar. Espere que estou aí em dez minutos.

–-Okay. Beijos.

–-Beijos.

Desliguei o celular e liguei o carro, manobrando para sair do meio-fio. Segui para meu prédio, e encontrei Edward sentado em um dos bancos que tinha na frente, junto do jardim. Buzinei para ele e sorri, indicando para vir para o carro.

–-Hey. — Disse, beijando meus lábios. Eu sorri.

–-Senti sua falta.

–-Eu também. — E me beijou denovo.

–-O que você acha de uma volta no Central Park?

–-Agora de noite? — Ele arqueou as sobrancelhas.

–-É, por que não? Vai me dizer que tem medo do bicho papão? — Desafiei. Edward bufou, rolando os olhos para mim, enquanto se encostava no banco e colocava o cinto.

Dirigi até ao parque, onde estacionei em uma vaga que havia embaixo de uma árvore enroscada num poste de luz. Saímos do carro e assim que estávamos lado a lado, nossos dedos se enroscaram. Travei o alarme e guardei a chave no bolso de trás da calça de Edward, ficando com a mão lá propositalmente por alguns segundos. Ele riu de mim.

Andamos alguns metros, sentindo a brisa gelada de Outubro, ouvindo apenas o farfalhar das árvores e de alguns casais de namorados ali.

–-Entrei em contato com os advogados de Maggie, do doutorzinho lá e do hospital. Fiz e refiz todo o relatório, montei o dociê necessário que vou precisar. A primeira audição será quarta-feira, irei precisar de você, seus pais... Você tinha alguma empregada? -- Narrei.

–-Sim. Carlota. Aliás, é a mesma que estava na casa de Maggie. Ela não me reconheceu, mas eu me lembrei dela depois.

–-Droga. Se ela estiver no time da cobra, será um problema. — Resmunguei.

–-Ah, mas eu tenho certeza que não. — Edward disse, seu tom irônico e sombrio.

–-Por que diz isso?

–-Converse com ela e você vai ver. — Disse. Eu esperei, mas despois suspirei e deixei pra lá.

Depois de alguns segundos, Edward mudou de assunto.

–-Gostaria de tocar. Eu preciso arrumar um lugar para ficar, agora que não tenho mais a oficina. Me ajuda à arrumar um apartamento e um piano? -- Disse suavemente.

Minha mente se iluminou com outra ideia.

–-Tenho outra coisa em mente. — Arqueei a sobracelha. -- Mas não sei se está cedo demais ou não.

–-O que foi? — Indagou.

–-Você... Poderia ficar em casa. Quero dizer, se quiser só até arrumar um apartamento tudo bem. Mas por mim, pode ficar para sempre...

Edward sorriu.

–-Isso seria muito bom.

–-Aí teríamos de comprar apenas o piano. O segundo quarto de hóspede nunca é usado, poderíamos por ele lá.

–-Não tocaria sem você com um cello por perto. — Edward rebateu. Eu ri.

–-Podemos comprar uma orquestra, se quiser. — Binquei, mas enfim fiquei séria: — Mas e aí, o que você me diz?

–-Será um prazer, Bella. Mas eu tenho uma condição. — Impôs. Eu rolei os olhos.

–-Qual?

–-Pago metade das contas. Ou um aluguel.

–-Edward, mas n-

–-Pegar ou largar. — Ergueu uma sobracelha.

Eu bufei, mas ao final assenti.

–-Obrigada. — Disse, beijando meus lábios.

Caminhamos mais algum tempo em silêncio, até que um som nos chamou atenção. Quem ouviu primeiro fui eu, e conforme me ouvia mais confusa ficava. Era um choro vindo detrás de alguns densos arbustos, um choro baixo e muito dolorido.

Olhei para Edward, que já me olhava e estava entendendo a mesma coisa que eu. Soltei então sua mão e fui em direção do som de choro. Devagar, abri a cortina de arbustos e encontrei uma menina sozinha, encolhida no chão, chorando.

Minha boca se escancarou em choque olhando aquela cena, e automaticamente, minha mão se estendeu para ela. A menina ofegou e abriu os olhos, me olhando apavorada e tentando se afastar.

Horrorizada, olhei para todo o sangue que banhava suas coxas e então a grande bola em sua barriga. Era uma adolescente grávida.

–-Hey! Calma, calma! Eu quero te ajudar. — Susurrei, espalmando as mãos no ar para provar minhas palavras.

Ela me fitava de olhos aregalados enquanto tinha um braço envolto protetoramente em volta da barriga inchada e outra mão segurava a coxa ensanguentada.

–-Meu nome é Bella e preciso que confie em mim para ajuda-la. -- Voltei a falar. — Confie em mim, por favor.

Ela ficou mais alguns segundos encarando à mim e à Edward, segurando sua barriga e se encolhendo. No fim, acabou se rendendo e me deu a mão que estava em sua barriga. Eu a puxei para dos aburtos, tentanto olhar o que estava acontecendo.

Sua coxa esquerda estava com um enorme corte, desde o topo ao joelho, de onde o sangue vertia. Notei que a menina tremia muito e estava mais pálida que papel.

–-Edward, ligue para o 911, agora! -- Ordenei, enquanto tirava a camisa de flanela que eu estava. Da forma que sabia, amarrei a coxa dela com minha blusa para estancar o que ainda tinha de sangue. Notei que não era só sua perna, mas o pé estava cortado também, como seus braços e colo. Em seu rosto, muitas marcas de socos o marcavam.

Meu coração gelou de ódio enquanto eu analisava o que acontecera com aquela menina.

–-Como é seu nome, querida? — Indaguei, enquanto me sentava e puxava ela para deitar a cabeça em minhas coxas.

–-Bree. — Sua voz estava muito fraca.

–-Okay, Bree. O socorro está vindo. Você e seu bebê ficarão bem. — Sussurrei. Ela apenas fechou os olhos.

Edward se ajoelhou à minha frente, segurando minha mão e fitando a menina. Cerca de vinte minutos depois o socorro chegou, os paramédicos já com a maca colocaram ela de forma segura e depois a levou para o veículo.

–-O que são dela? — Indagou um deles.

–-Nada, apenas a encontramos aqui. — Expliquei.

–-Um de vocês pode acompanhar. — Ele disse, me olhando com pressa. Saquei as chaves do Porsche e dei na mão de Edward, enquanto beijava sua bocheca.

–-Encontre-me no hospital. — Pedi. Ele assentiu, e então fui para a ambulância.

Bree já estava com uma mascara de oxigênio em seu rosto fino, enquanto os paramédicos trabalhavam tentando conter o sangramento dos lugares cortados. No hospital, um médico veio de encontro à ambulancia, já checando o caso enquanto dava ordens.

Fiz um cadastro com meu nome e convenio, me responsabilizando por ela. Cerca de quinze minutos depois, Edward entrou em meu campo de visão e veio ao meu encotro, me abraçando.

–-Você está bem? -- Sussurrou. Dei um sorriso amarelo e assenti, me aconchegando em seu peito.

Edward nos guiou para nos sentarmos, mas antes disso me fez lavar as mãos que ainda estavam com sangue e passar água no rosto. Ficamos abraçados no fundo da sala de espera enquanto esperávamos alguma notícia de Bree.

Se passou pouco mais de duas horas, três cafés para mim e um para Edward, quando o médico que atendeu ela apareceu, perguntando por mim. Sai do lado de Edward e fui ao encontro do médico, ansiosa.

–-Você é Isabella Swan, sim? — Indagou. Assenti. — Fizemos o que pudemos, Srta.Swan. No entanto só deu para salvar a criança, graças a senhorita ainda por cima, que a encontrou. Eu sinto muito. Você é alguma coisa dela?

–-Não. — Falei num fio de voz, piscando duro. Ele franziu o cenho.

–-Antes de falecer, a paciente fez questão de assinar um termo em que você poderia ficar com o bebê. — Ele indicou. Então me estendeu um papel. — Esse aqui.

Isso fez minhas lágrimas escorrerem. Edward passou o braço por meus ombros, assumindo o controle.

–-Ficaremos responsáveis, doutor. -- Ele disse. O doutor assentiu e se retirou, desejando seus pêsames.

Chorei baixinho peito de Edward, até me acalmar, quando então pude pensar direito. Saquei meu celular e apertei a discagem rápida para a pessoa certa.

–-Venha agora para o hospital de Nova York. -- Falei, antes de desligar.

–-O que foi? O que houve? O que aconteceu? Está tudo bem? — Rosalie chegou, indagando afobada. Atrás dela, Emmett vinha com o cenho franzido.

Eu sorri para ela, dando de ombros. Expliquei tudo o que aconteceu, e no final ela cobriu a boca, totalmente chocada e incrédula. Nos abraçamos, e como duas pamonhas, choramos juntas.

–-Ela assinou o termo para mim ficar responsável. Mas eu faço questão. — Lhe entreguei o papel. O prontuário que eu redigi no celular no tempo que Rosalie não chegava, enviei para Alice e ela me enviou de volta pelo Fax do hospital, onde assinei para entregar à Rosalie.

Minha irmã, já emocionada, pegou o papel tremendo e foi amparada por Emmett, que a segurou pelos ombros, fazendo um carinho ali.

–-Posso conhecer o bebê? — Ela sussurou. Eu assenti, chamando uma enfermeira que passava e explicando tudo para ela. A enfermeira se prontificou e levou Rosalie para onde o bebê havia ido.

Edward e eu ficamos por mais uma hora no hospital, resolvendo como seria o funeral de Bree. Fiz questão de pagar tudo para ela e comprar tudo da forma mais bonita que pude. Já era tarde quando Edward me forçou à parar e me levou para casa, insistindo para mim dormir.

Claro que durante toda aquele sono houve pesadelos, mas Edward estava lá para me abraçar.

Notas finais
E aí, suas gatosas? Rosalie enfim teve o que mereceu e tanto queria, mesmo que pra isso foi preciso o sacrifício de alguém. E galera, fiz uma interação com vocês no grupo do FB que preciso de sua ajuda, então se você ainda não participa do grupo, eis o link: https://www.facebook.com/groups/1632632653654879/ Beijão!