Notas iniciais
Oooi, melhores leitoras do mundo! Como estão? Finalmente a explicação! Espero que gostem. Boa leitura sz

POV Terceira Pessoa

12 de Junho de 2010

Aquele poderia ter sido um sábado normal. Mas não foi bem assim...

Edward acordou cedo e notou que Maggie não estava na cama ainda, não tinha nem dormido ali. Não atendia suas chamadas nem suas mensagens desde quinta de tarde. Ele tomou seu café da manhã muito irritado e foi para o piano, onde passou toda a manhã, clareando a cabeça e tentando pensar em outra coisa, menos na discussão que tivera a semana toda com Maggie.

Na hora do jantar, quando já estava escuro, ele escutou a porta da frente abrindo e fechando, e depois passos ecoando pela casa. Ele suspirou ao notar que Maggie fora direto para o quarto, sem passar pelo quarto de música que ele estava.

Se levantou e seguiu atrás dela, questionar onde ela estivera e possivelmente brigar denovo, mesmo estando farto disso. Então ele parou, chocado, na porta de seu quarto, ao ver Maggie em frente ao espelho, apenas de lingerie, se olhando. Ao pé de sua barriga havia uma linha longa na horizontal, vermelha e... Costurada.

–-O que você fez? — Edward rosnou. Maggie se virou para ele e abriu um enorme sorriso.

–-Arrumei minha vida. -- Disse exultante.

Edward sentiu o sangue pulsar forte em suas veias, latejando seu ouvido, acelerando seu coração e embaçando seus olhos.

–-Como você teve coragem?! Você é doente! Deus do céu, eu... Eu... — Edward enfiou as mãos nos cabelos, puxando com força para se conter de pular naquela mulher. Maggie suspirou.

–-Pare com esse drama. Isso não foi nada. Só preciso de repouso por alguns dias. — Disse, dando de ombros. Então vestiu uma camiseta de Edward e se enfiou na cama, onde começou à ignorar Edward enquanto mexia em seu celular.

O homem estava fora de si, chocado demais para falar e em furia demais para agir.

–-Você! — Ele sussurrou baixinho, encarando o chão. — Você não é um ser humano. Você é um monstro. Você é repulsiva! Você só pensa em si mesma, você teve coragem de matar uma criatura que ainda nem nasceu e nem pode se proteger! Deus do céu, você merece morrer!

Maggie ergueu os olhos do celular e encarou Edward friamente.

–-Me mate então. — Desafiou.

Edward berrou alto, socando a parede ao seu lado até os nós de seus dedos sangrarem. Ele sabia que se ficasse ali, iria fazer merda, por isso se afastou devagar, fitando com nojo os olhos azuis de Maggie. No caminho até a porta da frente, lançou vasos pelos ares e chutou móveis. Pescou a chave de sua Journey antes de sair de casa e entrar em seu carro, manobrando para sair da calçada e se movimentar pela rua.

Ele não entendia, sua cabeça estava bagunçada e parecia que perderia os sentidos em qualquer momento. Ele parou no primeiro bar de esquina que viu aberto e ali tomou de tudo que podia, misturando bebidas e tomando altas doses.

–-Engraçado, né? Quero dizer, meu melhor amigo de infância morreu na minha frente. Depois, meu professor na faculdade foi assassinado dentro de sua casa, quando eu estava lá. Então agora meu filho, MEU FILHO, está morto! — Ele dizia entre soluços e risos. Os homens ali não sabiam se riam, se o acudiam ou se fugiam.

Edward saiu dali tarde da noite e então começou à dirigir. Ele ficou um bom tempo na estrada, com muitas latas de cerveja e garrafas de vodka. Estava praguejando por não conseguir abrir a latinha quando uma luz forte o cegou, e então ele estava send lançando, balançado, saculejando. A última coisa que pensou antes de ter a cabeça acertada com força era de que ali a morte seria a última solução.

13 de Junho de 2010 — Madrugada.

Até as duas da manhã o hospital de NY estava tranquilo, apenas com algum caso pequeno aqui e ali. No entanto, às duas e dezesseis uma ambulância chega acompanhada de dois carros policias. Os paramédicos tiram do veículo uma maca com um homem em cima, que sofreu um acidente de carro e estava entre a vida e a morte.

A correria é grande no hospital enquanto enfermeiras preparam a sala de cirurgia, outras buscam bolsas de sangue, médicos gritam ordens e o homem é levado para ser operado. Se passam horas com a sala de cirurgia de número 9 ocupada, e ela só é liberada quando o relógio atinge fatidicas dez da manhã. Os três médicos estão exaustos e ordenam que achem algum parente daquele homem, o que é feito assim que a polícia envia os dados por ver a placa do carro.

A secretária de um médico entra em contato com Maggie, já que o telefone dos pais do homem não era atentido. A mulher suspira e diz que chegará em uma hora ali para fazer o reconhecimento, a secretária desliga satisfeita em fazer seu trabalho.

A hora se passa e uma ruiva de cabelos vermelhos com gelados olhos azuis entra no hospital, indo para o local que a secretária indicou para ela pelo telefone.

–-A senhorita é Maggie Deverroux? — A empregada indaga para a ruiva. Ela assente, entendeada. -- Vou avisar ao doutor que a senhorita está aqui.

O médico então solicita que Maggie entre em seu consultório, e assim ela o faz, fechando a porta atrás de si. Ela não deixa de notar que o médico é muito bonito, com seus cabelos negros penteados para trás e olhos azuis, e mesmo com a aliança que ele tinha em sua mão esquerda, ela o desejou.

O médico então explica o caso clínico para Maggie, dizendo que Edward provavelmente poderá ter sequelas mentais e facultativas. Ele a leva para vê-lo e ela faz uma careta ao notar o rosto cheio de curativos, a perna quebrada supensa... Seu noivo praticamente destruído ali.

Ela então se vira para o médico pensativa.

–-Qual a possibilidade dele ter perca de memória? — Ela indaga, arqueando uma sobrancelha.

–-Cerca de 30% por cento, já que a pancada não fora tão forte. No entanto, ele pode ter amnésica psicogênica, que é uma amnésia causada por problemas psicológicos, após um trauma emocional ou uma pequena contusam. — O médico explica.

Maggie sorri.

–-Indepedente de qual for, a única coisa que ele precisa saber é seu nome, que é Edward. Eu não quero mais vínculos com esse homem. — Ela diz, fitando friamente os olhos do profissional.

–-Mas e a família dele...?

–-Estão viajando e saberão somente o que eu quero que eu saiba. Mas preciso de sua ajuda. — Ela abre mais o sorriso, mostrando os dentes. Sua mão sobe pelo braço do médico, parando apenas em seu peito. Ela o olha sob os cílios falsos. — Pago da forma que quiser...

O médico engole, entre a ética e o desejo.

–-Meu turno acaba em vinte minutos. — Ele diz com a voz rouca. Ela ri, piscando.

–-Perfeito. Te encontro em seu carro. — Diz tirana. Ele franze o cenho.

–-Mas você não sabe qual é...

–-Então me diga.

O então 'médico' indica onde deverão se encontrar.

POV Isabella Swan.

Hoje.

Olho apreensiva para Edward, que está segurando a porta e encarando Maggie com ódio.

–-Edward, o que... — Eu começo, mas sou interrompida por ele.

–-Você sabia que, por culpa sua, eu vivi quatro anos na rua sem ter o que comer ou beber, passando frio e vergonha, enquanto você se esfregava com outro homem nos domínios de minhas coisas? — Sua voz era baixa, fria e cortante.

A mulher ruiva nada disse, apenas continuou a encarar Edward com seus olhos gélidos e indiferentes.

–-Por culpa sua, fui tratado como um cão sarnento, fui confundido com uma lixeira e vivi no exílio social? Por culpa sua, perdi anos da minha vida em vão? — Ele continuava.

–-Eu não sei do que você está falando. -- Maggie enfim disse, sua voz firme e gelada.

Edward então abriu um sorriso que me fez arrepiar.

–-Me deixe refrescar sua memória então, já que você acabou de resfrescar a minha. — Ele disse, seu tom de voz irônico e cortante.

Então ele empurrou com mais força a porta, fazendo Maggie cambalear para trás e dar espaço para Edward entrar. Segui atrás dele, ainda confusa com o que estava havendo, mas com medo de Edward fazer alguma besteira com o jeito que estava agindo.

–-Isso é invasão de privacidade! Eu vou chamar a polícia! — Maggie gritou, indo em direção do telefone.

–-Isso, chame mesmo. Me deixe te desmascarar em frente à uma platéia. — Edward rebateu, cruzando os braços.

Ela parou no meio do caminho, fazendo Edward abrir um sorriso de vencedor ironico. Ele se virou para nós, Carslile, Esme e eu, e começou à explicar.

–-Há quatro anos, quando essa... Mulher... Estava grávida, vivíamos brigando, pois ela não queria 'arruinar' seu corpo por uma criança... Ela sumiu numa quinta-feira e só apareceu no sábado, com a barriga murcha e pontos em seu vente. -- Edward narrou friamente.

Escutei o ofego de Esme atrás de mim, mas não me virei para olha-la. Ao invés, direcionei o olhar para Maggie, que agora estava com a expressão torcida em tédio falso. Edward continuou:

–-Sim, esse ser teve coragem de abortar um filho meu, teve coragem de matar um ser que não podia se defender, que nem tinha nascido ainda. Por isso, para não acabar com a raça dela, eu saí de casa e enchi a cara, pegando a estrada de madrugada rumo á Nova York.

Embora parte de meu ser estivesse fuzilando de ódio por aquela mulher agora, por todo o acarretamento de coisas problemáticas que ela causou, eu ainda estava confusa com como Edward se lembrou daquilo.

–-Edward... Mas como você...? — Indaguei, franzindo o cenho. Ele deu de ombros. -- Espere... Então sua perca de memórias não foi por Traumatismo Craniano, mas foi Amnésia Psicológica. Assim que você olhou para ela, desencadeou suas lembranças reprimidas pelo trauma emotivo... Mas o médico não disse que o seu caso era Traumatismo Craniano?

–-Sim. -- Ele franziu o cenho. Voltei o olhar para Maggie, que desviou o olhar para a porta. Estreitei meus olhos.

–-Como se chama seu marido? -- Indaguei friamente.

–-Não é da sua conta, vadia. — Rebateu.

Eu sorri, caminhando até ela. Dei graças que eu estava de saltos, pois a maldita era mais alta que eu.

–-Escute aqui, sua coisa insigificante. -- Comecei, encarando-a nos olhos. -- Você pode não saber quem sou eu, mas você deve saber que posso acabar com sua vida num piscar de olhos. Você vê como fala comigo, ou se arrependerá do dia que nasceu ou do dia que pôs os olhos em Edward. Como se chama seu marido?

Ela engoliu antes de falar.

–-Liam O'Donnel.

Encarei Edward.

–-Esse nome lhe soa familiar? — Indaguei. Ele assentiu.

–-Foi o médico que disse meu caso e meu estado. E deu meu resultado clínico. — Disse. Eu sorri, me afastando daquela mulher.

–-Bingo. — Sussurrei. Era por isso que eu era advogada! -- Por favor, Esme, pegue minha bolsa no carro. Temos alguns processos para abrir.

Então a ficha de Edward, Carlisle e Esme caiu, os fazendo sorrir para mim. No entanto, tarde de mais eu escutei um guinchar atrás de mim e no segundo seguinte eu estava indo de encontro ao chão. Percebi que a mulher havia se jogado em mim e estava tentando me acertar com algum golpe enquanto tinha a vantagem de estar em cima de mim.

–-Não! -- Adverti Edward quando tentou apartar.

Dando um impulso em minha perna esquerda, inverti a situação, me jogando em cima daquele ser humano nojento. Eu sorri para ela quando vi seu olhar amendrotado, antes de fechar minha mão direita em punho e acertar seu queixo.

–-Você irá se arrepender tanto por isso. -- Eu sussurrei com a voz rouca, enquanto a imobilizava para me levantar e a levantar comigo.

–-O que está havendo aqui? — Uma voz veio da porta. Voltei meu olhos para lá, vendo um homem alto e loiro encarando tudo confuso. Ele custou, mas reconheceu Edward e depois à mim. -- O que estão fazendo aqui? O que fez com ela?!

Ele estava avançando para cima de mim quando Edward se pôs no caminho dele e antes que pudesse piscar, ele enfiou um gancho esquerdo no olho do homem.

–-Não se atreva à encostar nela. E nós dois temos nossas próprias contas para acertar. — Edward disse, enquanto segurava o homem pelo colarinho de sua camisa branca.

Em minhas mãos, Maggie tentou se soltar, mas a apertei mais fundo, pressionando a unha em seu pulso. Ela soltou um gemido fino de dor. Enquanto isso, o homem conseguiu se soltar e então acertou o peito de Edward com o cotovelo. Dei um passo para a frente, ficando irada e querendo intervir, mas impossibilitada por ter de dar conta de Maggie, que eu sabia que fugiria.

E então escutamos quando as sirenes começaram a ecoar, até parar em frente à casa. Os policiais berraram lá fora e começaram a entrar em seguida, olhando a cena em sua frente.

–-O que está havendo? — Indagou um deles, o que eu presumi ser o líder da equipe.

–-Quem os chamou? — Indaguei, franzindo cenho.

–-Os vizinhos. -- Disse ele. Assenti, levando Maggie para um deles.

–-A algeme, está instável e tentou me agredir. — Indiquei. Quando ele o fez, após o líder assentir, me soltei e me virei para ele. Olhei em seu nome antes de voltar à falar. -- Sargento Sullivan, meu nome é Isabella Swan, creio que já tenha ouvido falar de mim?

Estendi a mão para ele apertar, que assim o fez após arregalar os olhos e me olhar incrédulo.

–-Já sim. É um prazer conhecê-la pessoalmente. O que está havendo aqui? — Indagou, de prontidão à me ajudar.

E está aí mais uma vez em me esforçar tanto para ser uma boa advogada. Ele estava em minhas mãos, assim como Maggie e seu marido, que pagariam muito caro.

Se passavam das sete quando Edward e eu fomos liberados da delegacia. É claro que não pude me auto-defender, por isso pedi para Billy, que riu muito antes de me ajudar, e a Edward. Depois eu assumi os casos, os processos que Edward abriria contra o hospital que o atendeu, contra Liam O'Donell e contra Maggie.

–-Como está sua mão? — Edward indagou, pegando meus dedos em suas mãos. Dei de ombros.

–-Já teve dias melhores, mas já ficou pior. — Ele riu, mas em seguida beijou os nós de meus dedos e entralaçou os seus.

Encontramos Carlisle e Esme na lanchonete que havia na esquina. Esme se levantou primeiro, vindo ao encontro de Edward. Ele riu e abriu os braços, onde Esme se enfiou, apertando ele contra si da maneira mai forte que pode. Eu sorri, me afastado para assistir a cena.

No entanto, antes que eu desse um passo, Carlisle balançou a cabeça e pegou minha mão, me abraçando e nos fazendo abraçar os dois.

–-Você é parte disso agora, querida. — Ele disse.

Senti meus olhos pinicarem.

–-Obrigada. — Sussurrei.

No hotel que passaríamos a noite, Edward e Carlisle alugaram dois quartos separados para nós. Despedi de Esme e Carlisle no elevador, então Edward e eu seguimos em silêncio para o quarto que ficaríamos, de mãos dadas e apreciando a calmaria.

Ele fechou a porta enquanto eu ia para o frigobar que havia no canto do quarto pegar gelo pra colocar em meus dedos inchados, e outro para Edward. Fiz duas pequenas compressas com gelo e fronhas, colocando uma em minha mão e dando outra para Edward.

–-Você poderia simplesmente ligar para a portaria e pedir duas bolsas de gel congelado, você sabe. — Edward disse, tirando sarro de mim. Eu rolei os olhos.

–-Não quero falar com mais ninguém hoje. — Resmunguei. — Estou cansada de pessoas.

Ele riu, beijando minha testa.

–-Você foi incrível hoje. Em tudo. — Disse, me deixando sem graça.

–-Valeu... Mas não fiz mais do que deveria. — Dei de ombros.

–-Lógico que não. Por minha culpa, você levou alguns arranhões daquela... Mulher.

–-O que são arranhões perto da porrada que dei nela? — Indaguei, arqueando ua sobrancelha. Edward balançou a cabeça, rindo.

–-Ainda sim...

–-Relaxa, Edward. No final tudo acabou bem. — Falei, deitando a cabeça em seu ombros.

Ficamos em silêncio, sentados na cama e ambos com uma trouxinha de gelo na mão. Eu as recolhi depois de notar que estavam mais líquidas do que realmente ajudando e aproveitei para ir ao banheiro, onde esvaziei a bexiga, lavei o rosto e fiz uma trança para tirar o cabelo do rosto.

Estava saindo do banheiro quando escutei um soluço baixinho. Olhei em direção do sofá que estava Edward sentado, de costas para mim e de frente para a janela, que estava aberta e sem cortinas, mostrando toda a vista de Nova Jersey sob a luz da Lua.

Nas pontas do pés, agora descalços, fui para o sofá, onde me sentei ao lado de Edward. Delicadamente tirei suas mãos de seus cabelos, descobrindo o rosto brilhante de lágrimas que ele estava. Segurei suas mãos em uma das minhas, enquanto com a outra enxuguei seu rosto, arrumei seu cabelo desenhei os traços de seus lábios, tudo isso fitando seus olhos.

–-O que foi? — Sussurrei. Ele negou com a cabeça.

–-É besteira... Só que... Bom. Tudo voltou. Absolutamente tudo. E há coisas que eu não fazia ideia que tinha vivido... Há coisas boas e coisas ruins... Está tudo confuso, mas ao mesmo tempo tão certo. -- Ele respirou fundo, fechando os olhos por alguns segundos. Quando os abriu, revelando aquelas esmeraldas que me encataram desde o primeiro segundo que as vi, a emoção contida neles era tão grande que me arrepiou em todo o corpo. -- Eu estou com medo.

–-Do que?

–-De acordar. De que tudo isso está sendo um sonho e que quando eu abrir os olhos, eu nunca conheci você. — Disse, desviando o olhar.

Meu coração pulou uma batida e depois se doeu. Segurei seu rosto pela bochecha e o fiz me olhar.

–-Hey. -- Sussurrei. — Não é um sonho. Não é uma alucinação. Estou aqui para você e com você. Mas... preciso que faça uma coisa.

Ele esperou.

–-Faça amor comigo, Edward Cullen. — Pedi.

No instante seguinte, seus lábios prensaram os meus com ferocidade apaixonada e intensa.

Nota da Autora: A amnésia pode ser causada por cinco motivos cruciais: Traumatismo Craniano à partir de uma pancada forte; Amnésia Psicogênica, causada por um trauma emocional; Síndrome de Korsakoff, causada por alcoolismo; Amnésia Alcoólica, a famosa 'ressaca'; Amnésia Global Transitória, sem motivo comprovado ainda.

Como a própria Bella explicou, Edward não teve uma amnésia definitiva devido à um Traumatismo Craniano (que nunca aconteceu), mas sim uma Psicogênica, causada pelo estresse ao extremo que ele teve. Espero que tudo tenha ficado bem explicado :D

Notas finais
Devo fugir para as montanhas? Estou com medo de vocês! Mas uma coisa posso ir adiantando, o próximo capítulo será do jeitinho que as pervas gostam (aquela carinha), então preparem o heart! u.u Ah, e gente, uma notícia triste aqui, pelo menos pra mim. A fanfic está entrando em reta final :( No máximo uns 5 capítulos agora, okay? Enfim. Chega de falar. Beijão e até!