O Mais Belo Espinho De Sangue

23 Capítulo 23- Suas lágrimas meu vinho


Notas iniciais
Olá pessoal obrigada por acompanharem e agora temos uma novidade: Um grupo no face da fic! Quem quiser participar é só ir lá https://www.facebook.com/groups/OMBEDS/

Bom, esse capítulo está um pouquinho pesado, então novamente peço que leiam com critério :)

Ah, eu coloquei uma música para empolgar mais esse att, achei que ela era perfeita para ocasião, ela já está no começo da fic é só cliquar no hiperlink
Bjs e boa leitura

All my toys are broken and
So am I inside mom

O sol brilhava no céu, os pássaros cantavam uma suave melodia de verão e a suave brisa era como um beijo materno no rosto. Não havia desculpas para o dia não ser aproveitado, hoje era o dia, o tão esperado dia. O menino estava pedindo para o pai a meses para saírem pescar, um dia apenas de garotos, mas sempre uma desculpa era inventada, mas não dessa vez, hoje ele não escapa! E assim pai e filho seguiram para o lago para um dia de pesca, apenas os dois, mamãe ficou em casa, ela fez sanduíches de atum para ambos e deu um beijo em cada bochecha do menino- e um beijo rápido, mas caloroso no pai.

O homem e o menino foram para o lago pescar, ficaram algumas horas lá, seria um longo dia, não precisavam falar nada apenas o silencio e ambos aproveitando a companhia um do outro era o suficiente, ele sabia a grande admiração que sentia pelo pai, ele era seu herói, e não apenas dele, mas de toda a nação. A maneira como o homem o olhava com ternura, falando sempre baixo, ele nunca levantava a voz, era uma espécie de estratégia, falar baixo para os outros acompanharem e prestarem atenção em cada palavra, naquele simples ato de um sentado ao lado do outro no píer com suas varas de pescar em mãos, fez com o que o garoto amasse seu pai com todo o seu pequeno coraçãozinho.

O tempo estava perfeito, perfeito até demais, após algumas horas sentados algumas nuvens encobriram o radiante sol e não demorou muito para que o clima fechasse e as trovoadas surgissem, ambos sabiam que em Nevada nunca chovia, mas quando isso acontecia era para valer, causando destruições avassaladoras- mas essa não era nem de perto a pior destruição que poderia acontecer neste dia. Antes do previsto, muitas horas de fato, os dois tiveram que retornar para casa, o pai prometeu que o levaria outro dia para pescar novamente, o menino apenas sorriu e acenou, ele não estava chateado pelo mal tempo estragar seus planos, ele se sentia completo com as pequenas horas maravilhosas que teve desfrutando da companhia de seu amado pai.

Chegando em casa antes do previsto, pai e filho caminhavam para dentro da residência, o pai segurando a vara de pescar sob o ombro e a outra mão entrelaçada com o menino, eles passaram pelo jardim para poder chegar a entrada da residência.

Um barulho chamou a atenção do garoto, era um som estranho, como se alguém estivesse com dor, mas não era necessariamente um som de dor, era algo inexplicável para a mentalidade de uma criança de oito anos, eram sons abafados, o menino notou que era o som de mais de uma pessoa, como se estivessem sem fôlego depois de uma corrida, e tinha os gemidos femininos, outros sons acompanhavam o farfalhar das folhas da roseira devido ao vento de chuva, e um barulho como se fosse de quando se anda com uma calça de couro, um som engraçado, de algo roçando em alguma coisa.

Ele notou que o pai soltou sua mão e foi em direção de onde o estranho som, que agora ambos notavam que vinha de trás do poço, localizado no quintal em frente à roseira. A aparência do homem tinha mudado, ele tinha uma coloração esbranquiçada, e um semblante sério, ele apenas colocou um dedo nos lábios pedindo por silencio do filho, e apenas com o olhar ordenando que ele não o seguisse- se ele tivesse feito o que o pai pediu...

Mas como toda criança, a curiosidade é algo constante, como um comichão, uma ferida pedindo para ser coçada, e mesmo sabendo que se ela for coçada irá vazar, as vezes a consciência não obedece os impulsos. A curiosidade falou mais alto, e com toda a inocência o pequenino foi atrás do pai em pequenos passos silenciosos, para não fazer nenhum barulho na grama, no momento em que ele se aproximou do pai que estava parado em frente ao poço, o homem derrubou a vara de pescar e um grito ecoou. O menino não conseguia entender o que ela fazia ali com ele, em uma espécie de luta sem roupas, era tudo tão chocante e difícil de acreditar. Ela deu um grito e tentou se explicar, o pai se afastava, e tudo o que ele via nos olhos do pai era decepção, o bom homem colocou uma mão sobre o lado esquerdo do peito e se ajoelhou no chão, o garoto não entendia o que acontecia com o pai? Porque ele estava com aquela expressão de dor e de joelhos no chão, ela gritava e urrava, para que o menino saísse dali, mas seus pés havia se tornado barro ele simplesmente não conseguia se mover. O outro homem se vestia com pressa e tentava se aproximar do menino atônito que não compreendia o que se passava, ele correu em direção ao pai que estava caído no chão, com a mão sob o peito, a essa altura tudo o que a criança conseguia fazer era chorar sem entender porque a mãe estava fazendo aquilo com aquele homem e o que estava acontecendo com seu pai, o pai o fitava intensamente, jazido no chão sem vida.

O botânico acordou suado, ele sentia que o lençol estava grudado em sua pele e os cabelos estavam encharcados, esticou o braço para tocar o outro lado da cama, que estava vazio e gelado- assim como ele. Charlie olhou no relógio e eram 03h55min da manhã, ele havia cochilado por algumas horas, e fazia alguns anos que esse pesadelo não o atormentava durante a noite, ele desejava que aquilo tudo fosse apenas um pesadelo, sabendo que suas preces jamais seriam atendidas.

A raiva o preenchia, ele ainda não se conformava de ter sido tão estúpido, de ter confiado cegamente em uma mulher, e ela apenas o enganou desde a primeira vez que se viram, e até onde ele sabia não era coincidência nenhuma, ela o estava investigando e como uma viúva negra tecendo suas teias malignas sob ele, o envolvendo cada vez mais para poder dar o seu beijo da morte. Charlie jamais perdoaria a si mesmo por tamanho descuido.

Tentando ser otimista o homem tentava se animar, talvez fosse melhor isso acontece, o plano inicial era matá-la e a idéia de brincar de casinha não tinha dado muito certo, ele não queria nem imaginar o que aconteceria o dia que ele acordasse e ela estivesse com uma arma e a porra do FBI apontado para ele. Era hora de resolver isso.

Ele voltou furioso até o abrigo anti-bombas onde mantinha a mulher presa a algumas horas, tudo o que ele queria era que ela sumisse, mas também não suportava a idéia de ficar sozinho em casa sem ela, Charlie não sabia no que havia se transformado e estava na hora de acabar com esses sentimentos errados, estava na hora de acabar com a porra dos sentimentos.

A porta foi aberta bruscamente e ele a encontrou a onde havia deixado, deitada na maca amarrada, ela parecia adormecida, mas assim que ouviu o estrondo da porta voltou a gemer e tentar se mexer.

—Não consegui dormir pensando em você, eu precisava vê-la, vamos não me olhe assim. Você sabe muito bem que tudo isso é sua culpa, por se achar mais esperta que eu e ter sonhado que poderia me enganar algum dia.

Ela o fitava, ele via o pânico nos olhos dela, Charlie se aproximou de Scarlett ou Erzébeth seja lá como fosse o nome dela, toda amarrada naquela maca, vulnerável e fácil, apenas esperando por ela, ela seria toda dele, por completo. Ela começara a chorar, Charlie odiava vê-la chorar.

—Pare! Eu estou mandando você parar com isso! Eu não quero vê-la chorar, você não sabe o quão profundo isso me corta. — Mas ela não parecia ouvi-lo tudo o que ela fazia era chorar. Charlie se aproximou dela e puxou a fita isolante da boca dela, ela soltou um grito.

—Char...Charlie pelo amor de Deus! Me tire daqui, eu juro que não vou contar pra ninguém, eu te amo, podemos fugir e vivermos juntos e felizes para sempre. — Ela implorava.

—Quem te deu permissão para falar? Você realmente acha que eu vou acreditar em alguma coisa que sai da sua boca asquerosa? Se você realmente acha que isso vai ter um final feliz, você não está prestando atenção á história...

—SOCORRO, ALGUÉM ME AJUDA, SOCORRO! —Ela começou a gritar, achando que aquilo ia ajudar ela.

Charlie meteu uma bofetada na cara da mulher, bateu em um lado do rosto dela, e depois acertou o outro, um filete de sangue escorria dos lábios carnudos dela.

—Cale a boca mulher, estamos embaixo da terra sua puta estúpida! Poupe suas lamentações e seus truquezinhos para mais tarde, você vai precisas deles. —Ele disse puxando a blusa dela com um rasgão, deixando o sutiã de renda vermelha a mostra, Charlie, passou o dedo indicador no contorno do mamilo delicado e apertou o seio esquerdo dela com força até ver as lágrimas correrem dos olhos dela mais uma vez. A cara dela era de descontentamento, agonia e pânico, ela também de descrença no que estava prestes a acontecer.

—Não, Charlie, não... —Ela dizia, e ele havia se enfurecido de ouvir a voz dela, colocando a fita novamente na boca dela. Que mulher petulante!

Charlie puxou os shorts curtos que ela trajava, deixando apenas a calcinha vermelha de renda a mostra, estava em um contraste perfeito com a pálida luz do abrigo. Charlie rasgou a calcinha, jogando ela longe na pequena sala. Charlie estava arfando, ele sentia a respiração pesada dela, o pânico estava eminente nos olhos dela, ele precisava dela, precisava estar dentro dela pelo menos uma ultima vez. Ele subiu em cima da maca e descontou todas as suas frustrações, todo o ódio e luxuria que ele tinha dentro de si no corpo da mulher, a possuindo de todas as formas existentes com força e raiva. E foi isso o que ele fez, repetidamente pelas horas seguintes, de todas as maneiras que ele conseguia imaginar, até sentir o sangue quente jorrar em sua pele, ele precisava tê-la com urgência, ela precisava ser dele, ele nunca havia feito isso antes, a mulher chorava, tentava gritar, se mexer, mas de nada adiantava, Charlie não iria parar até estar completamente satisfeito. Após obter seu prazer Charlie sentiu um imenso vazio dentro de si, porque ele havia feito aquelas coisas horrorosas com ela?

—Não, não não! — Ele colocava ambas as mãos nos ouvidos. — OLHE QUE VOCÊ ME FEZ FAZER, SUA PORCA IMUNDA! NÃO ACREDITO QUE EU ACABEI DE FAZER ESSA SUJEIRA! É TUDO SUA CULPA, VOCÊ ME TENTA, SUA ORDINÁRIA! — Ele gritava e cuspia na cara dela. Charlie foi até a mesa e pegou um alicate.

—Eu vou purificar você, fique tranquila meu amor, vou te deixar limpa e pura, você vai ver só, vamos tirar toda essa sujeira de você. — Ele disse se aproximando dela com o alicate, Erzsébeth ao notar o que estava prestes a acontecer tentou se debater em vão.

Aproximando-se do pé esquerdo dela, Charlie passou as mãos delicadamente pelos dedos dela, tão pequenos e perfeitos, ele não iria se desculpar, pelo menos não pelo o que iria fazer a seguir.

A maca chacoalhava, Erzsébeth tentava de todas as maneiras inutilmente se desvencilhar dele, fugir do que estava prestes a acontecer, mas Charlie sabia que ela estava muito bem presa e todas as tentativas dela seriam fúteis e em vão.

O mindinho do pé esquerdo dela estava a mostra, com as unhas pintadas de vermelho, como Charlie nunca desconfiou que ela fosse uma puta? Uma Jezebel¹? Ele se sentia o homem mais estúpido da face da terra.

O homem estava cego pela fúria, tudo em sua volta eram apenas borrões e imagens distorcidas, imagem de uma infância interrompida e de um romance que apenas existiu na mente perdida dele. Charlie segurou o alicate, uma ferramenta simples usada em sua profissão, de dia e de noite. Ele o posicionou do dedinho de Erzsébeth, ela contraia os dedos para baixo tentando impossibilitá-lo de tentar algo contra eles, mas essa era uma música que Charlie sabia dançar. Ele começou a aperta devagar, apenas um pequeno apertão ele tentou dizer a si mesmo, ela já estava gritando.

—Porque você está gritando? Eu ainda nem comecei a investir com força, você está á fim de gritar com vontade é isso? — Ele disse entre dentes cerrados. — Então vamos lá, vou pegar pesado com você, sua porca imunda! — Charlie pressionava mais e mais forte, vendo o dedo ficar pálido, e o sangue começou a escorrer entre a unha. Ela não gritava, ela urrava de dor, Charlie estava começando a se sentir menos culpado com a situação.

—Sabe — Ele dizia ainda apertando, o sangue jorrava em suas mãos, quente e viscoso, logo o osso ficaria exposto se ele continuasse nesse ritmo, apesar dos gritos abafados ela estava se saindo bem — eu preciso lhe confessar uma coisa, você não muito diferente da minha mãe, Scar...Erzébeth. Ela era uma puta, assim como você, eu sei, eu sei é duro admitir isso, mas as vezes por isso para fora é melhor, não concorda comigo? — Ele disse mudando de dedo, indo para o anelar. — Ela tinha tudo, uma vida estável, um marido amoroso e um filho, era a porra do sonho americano. Mas não, aquela imunda não podia estar satisfeita com isso não é mesmo? — Ele pressionou mais o alicate no dedo que estava estralando— Ela tinha que ir fuder com o jardineiro! Meu pai era um ex veterano de guerra, e aquela vadia tinha que ir correndo pro colo do jardineiro? Um belo dia, eu sai com meu pai para pescar e quando voltamos aquela cadela estava trepando no nosso jardim com aquele lixo humano. Meu pai era cardíaco eu fui saber depois, e ele não agüentou ver aquilo, e eu? Alguém se importou com o QUE EU SENTI? — Charlie puxava o dedo dela para trás —Não! Meu pai me abandonou na pior hora da porra da minha vida, e o corpo dele nem esfriou para aquela...Aquela... Mulher — ele cuspiu a palavra como quem cospe um prato que não gostou — colocou a merda do jardineiro para dentro de casa. Agora imagine como era para mim aguentar tudo aquilo? Ouvindo os dois trepando como cachorros no quarto ao lado, ela não tinha um pingo de consideração com o meu pai ou comigo. Um dia ela estava regando aquela merda de roseira, e era a oportunidade perfeita, não me leve a mal mas eu não suportava mais aquilo, era demais, e eu tinha apenas oito anos! Foi tão fácil, meu Deus eu lembro como se fosse ontem, ela estava de costas, ao lado daquele poço, foi só um empurrão e minha mãe caiu lá dentro, ela soltou um grito abafado, tipo esse que você está dando agora, benzinho. Aquele poço estava cheio de espinhos e essas merdas, ela ficou um tempo lá sangrando, assim que o Theodore, ah sabe, o jardineiro, chegou em casa e a encontrou daquela maneira, ele me olhou de maneira estranha, indignado e ouso dizer que até como medo — Charlie riu — ele me disse ’ Garoto, o que foi que você fez?’’ eu apenas o encarei e liguei para á policia. Ninguém nunca iria desconfiar de mim, é claro que aquele fracassado foi preso, e está apodrecendo até hoje na cadeia. Achei que estava livre do pior sabe? — Ele disse beliscando a coxa dela com o alicate, um filete de sangue escorria do local —mas fui para o inferno, ou seja a casa da minha tia, mas isso é outra história que você já deve saber.

Ezsébeth começou a rir Charlie não compreendia a reação dela, teria ela perdido o juízo?

—Você está zombando de mim sua vaca? — Ele puxou a fita e ela gargalhava entre os soluços e as lágrimas.

—Seu imbecil, ele conseguiu uma condicional, e você não vai se safar dessa, logo irão dar a minha falta, e vão me achar! — Ela o fitava intensamente.

—Não com vida, isso eu lhe garanto. — Charlie tentou controlar a raiva.

—Grande coisa, sua mãe era uma puta e você um desajustado, o que essas mulheres têm a ver com isso? Você não entende? Você não é algum tipo de ser superior, é só mais um desequilibrado que tem fetiche com flores. Você não consegue ver o quão ridículo é tudo isso que você vem fazendo? O que você vai fazer agora? Esse é o máximo que consegue, seu MERDINHA! VAI ENFIAR A PORRA DE UMA ROSA DENTRO DE MIM? NOSSA COMO VC É PREVISIVEL!

Ela tinha ido longe demais... Charlie ficou de costas e foi até a mesa, ele sentia a veia em sua testa pulsar.

—Você parece caber no porta malas do meu carro. Eu sei que se eu te deixar solta eu não vou muito longe, mas uma coisa eu te garanto, com você será diferente, minha querida irá ficar marcada para TODO O SEMPRE impossibilitada dessa dádiva, você não merece ser purificada, você não merece a o dom da vida. — Ele se virou com um punhado de arame farpado, velho enferrujado, mas ainda sim cortante. Ela empalideceu.

—NÃO OUSE CHEGAR PERTO DE MIM COM ISSO SEU FILHO DA PUTA! — Ela se debatia, ele via que ela estava perdendo as forças.

Charlie afastou as pernas dela, tendo uma visão perfeita da entrada para o sofrimento. Quando ele começou a introduzir o arame dentro dela, Charlie ouviu a música perfeita: O som estridente dos gritos dela.

Todo o processo fez mais sujeira do que imaginava, eram cerca de 40cm só de arame, que foram lenta e vagarosamente introduzidos dentro da mulher. A dor devia ser intensa pois quando ela chegou a desmaiar, mas Charlie deu uns tapas no rosto dela para a reanimar, ela não podia perder a melhor parte da coisa.

—Eu amo o jeito que eu lhe machuco, suas lágrimas, são meu vinho. Seus pensamentos desenhariam meu plano para um cruzeiro em vão. Como garras no pálido brilho da lua sobre nós. Meu prazer ganho na dor vai lentamente desvanecendo quando você afunda mais e mais no vazio, você é amor venenoso querida. —Dito isso Charlie se aproximou da porta, ela estava largada na maca, semi-consciente, sangrando horrores no chão, pálida como a lua, ela mal sabia ainda o que a aguardava, Charlie apreciaria cada segundo.

Quando ele finalmente saiu de lá de baixo, após lavar as mãos que estavam imundas de sangue, Charlie trocou de camisa, pois a que ele usava estava arruinada de sangue, chegando a floricultura, Alfredo estava lá dentro arrumando as coisas, ele realmente havia perdido a noção da hora lá embaixo.

—Bom dia señor Bloson! O señor chegou cedo hoje, se me permite a pergunta, onde está a sua esposa? — O latino com o dente lascado perguntou com inocência. Charlie se irritava com o interesse que ele mantinha sob sua mulher.

—Ela viajou, foi visitar os pais, vai ficar alguns dias fora, mas com certeza serão dias muito felizes para ela. —Charlie se permitiu sorrir com devassidão.

Notas finais
Finalmente tudo explicadinho sobre o nosso Charlie, e ai estão achando ele muito cruel? Estão com pena da Pansy? Não deixem de comentar!
Bjs e até a próxima.

N/A: Jezebel ¹- Prostituta bíblica.