O Ladrão De Mares
9 Capítulo 9 Tentativa de Um Beijo
Notas iniciais
E se alguém te perguntasse isso?
O que você faria?
Com certeza não faria o que Rosely fez!
Pode chama-la de doida.
Dedico à:
Julia Monteiro :)
Julia Ramos :)
Clarinha :)
Gabs ;)
9 Tentativa de uma Beijo
– Ahh!! — foi somente isso que ouvimos.
Depois o barulho.
Descemos as escadas correndo (somente eu e Percy, pois demoraria muito Quíron descer com sua cadeira de rodas).
Cecília estava esparramada no fim da escada. Murmurando os medos absorvidos.
Chamamos alguns filho de Apolo (aia que Hots) para ajudar Cecília (sortuda). Para eles cuidarem dela, só esparava que ela melhorasse (quem não melhoraria sendo cuidado por Hots?).
Percy quis esfiar a cabeça (o que não é difícil para alguém que dorme no chalé 3), e foi na arena de esgrima.
Fui dar uma volta, não havia nada para fazer.
Estava tranquila, quando Clarisse vem correndo em minha direção.
– Oi...- disse ela, ofegante pela corrida — tudo... bem...?
– Claro, você está bem?
– Sim,... não... se... preoculpe.
– Hum.
– Eu só queria conversar com você.
Eu esperei ela começar.
– Desculpa... — ela ainda ofegante recobrando o fôlego.
– Por...?
– O capture a bandeira, nós vencemos. Desculpa duvidar de você. Queria ter certeza de estar fazendo as pazes com sua inteligência. Obrigado também, por mesmo eu sendo osso duro de roer, você estar confiante em sua opinião.
Eu estava bobalhada. Tipo... Clarisse pedindo desculpas?
– Claro, mas só se você deixar eu te chamar de Sese. — eu pisquei.
– Claro, novata. — ela sorriu.
E tive a certeza de estar fazendo uma amiga para a vida toda.
Clarisse começou a falar sobre as atividades que gostaria que eu fizess com ela, as alianças para o próximo capture a bandeira...
E de repente, ela estava desabafando. Me usando como amiga-diário. Contando seus traumas de quando era menor. Dos monstros que quase a mataram.
E querendo saber demais...
– De quem você gosta? — ela perguntou.
– Eu? Ah... não sei não.
– Eu gosto do Miguel. Eu sei que digo que ele é defeituoso, mas ele é um gato!
Tipo... I'm Crazy!!
– ... — eu.
– Você acha que eu combino com ele? — Clarisse.
– ... — eu.
– O que? Você sabe de quem ele gosta? Conta!!
– ...- eu.
– FALA ALGO!!
Eu voltei ao meu normal. Mas tive que dar um tapa em meu rosto para isso.
– Não Sess, eu não sei.
– Huum. Você já ouviou os boatos?
– .... — eu.
– Ele disse que está interessado numa filha da guerra. Será que sou eu?
– ... — eu. Poker Face.
Dessa vez quem deu um tapa no meu rosto foi Clarisse.
– Aii! — gritei. O menina forte!
– Eu combino com ele?
– Eu... não sei. — eu não queria ser sincera com Sess — Acho que sim. — e não fui.
Andamos um pouco antesde eu fazer a pergunta:
– Você me acha atraente?
– Por que? Quer atrair alguém?
– Ah, bem...
Sess riu e me puxou pelo braço.
– Venha, vou te levar ao nosso "SPA".
Ela me levou até o chalé 10.
Quando entramos, tive a impressão de estar passando na frente da Boticário. O cheiro de perfumes clássicos, florais, doces, amadeirados, de todos os jeitos, entravam em minha narinas me fazendo espirrar.
As meninas ali não eram muito melhores. Todas arrumava detalhes inreparáveis aos meus olhos. Todas pararam de fazer o que faziam quando eu e Clarisse entramos.
Uma menina no fundo do chalé, a mais linda na minha opnião, veio nos cumprimentar.
– Olá Clarisse! — ela deu três beijinhos no rosto de Sess.
– Oi, Silena. Está é Rosely.
– Olá Rosely! — Silena me abraçou.
Ela tinha o doce cheiro de mel e uma mistura de menta.
Seus cabelos castanhos e estremamente lisos lhe caiam até o fim da cintura. Os olhos também castanhos e grandes testacavam seu olhar suave. Sua pele era macia como algodão. Ela usava uma camiseta rosa escrito:
16º São Paulo Fashion Pink
Participante nº 10
Silena Beauregard
Ela era muito dócel comparada as outras.
Suas irmãs nos olhavam indignadas, como se eu e Clarisse não fossemos dignas de beleza para entrar na mini-casa-da-barbie. Silena percebeu.
– Ah, não liguem para elas, não aturam ninguém que seja superior a elas.
Não sabia se aquilo era um elogio ou uma consolação.
Clarisse explicou que "eu" queria ficar linda de morrer, e Silena me empurrou delicadamente para dentro do banheiro.
Fez muitos mimos, e vários penteados em mim.
Me deu um vestido grego antigo, branco, e vários outros acessórios de ouro puro.
– Aceite, tenho um pressentimento de que usará na noite de fogos.
Aceitei o presente, mas tinha certeza de que nunca usaria algo tão decotado e mostrando os ombros.
Clarisse fez um O.K. com a mão e saimos do chalé.
– Espero que tenha gostado. — falou Silena.
– Amei! — concordou Clarisse.
E as duas começaram a conversar. Fiquei forever alon.
Sem nada par fazer, fui andar de novo.
E avistei Megan Fox fazendo flores no telhado de seu chalé.
– Bonitas Rosas. — gritei a ela que produzia rosas roxas.
– Obrigada. — gritou ela de volta, e desceu de seu telhado por uma trepadeira que servia como escada para eles. — Já arrumou seu chalé para a inspeção?
– Inspeção?
– Ah, você não sabia que era hoje?
Fiz que não com a cabeça.
– Quer ajuda?
Como eu poderia recuzar?
Megan fez brotar inúmeras flores azuis nos telhados, enfeitou as janelas e paredes com trepadeiras, fez arbustos cheios de flores coloridas na entrada.
Megan voltou a seu chalé.
A agradeci e entrei no meu chalé. Outro problema.
Pacotes de Ruffles de Algas por todos os lados (sim, algas, na loja do acampamento tem de tudo!), aquários vazios, etc e etc.
Arrumei exatamente TUDO.
Tyson entrou no chalé arrumando as luvas de borracha para começar a arrumar tudo, quando se depara com meus serviços.
– Nossa! — disse ele maravilhado om seu olho castanho bezerro arregalado.
– Gostou?
Ele percebeu que era eu e não disse nada.
Provavelmente, ainda estava de mal comigo.
– Ora, Tyson, desculpa, tudo bem? Agi sem pensar na possibilidade de você achar ridiculo e simplismente não desejar mais ter envolvimento de amizade comigo.
É, acho que sou mesmo filha de Atena!
– Possibilidade... envolvimento... o que? — Tyson estava confuso com meu palavreado moderno.
– Só desculpas, O.K.? Desculpa.
Ele abriu um sorriso amarelo e torto para mim.
Se você nunca foi abraçado por um ciclope feliz com luvas de borracha e um avental rosa, isso te acorda rapidinho. (Ctrl+c & Ctrl+v).
Fiz as pazes com o grandão. Tudo estava perfeito. Até o fato de eu sair para passear, mais um pouco.
Vi dois meninos praticamente idênticos sainda correndo do chalé de Atena.
Fui até lá.
Quando abri a porta, desculbri ter feito o maior erro da minha vida!
As paredes e janelas eram enfeitadas com teias de aranhas, as camas estavam com aranhas falsas, o teto tinha enfeites de aranhas do Halloween, e o pior, no chão tinha uma caixa, parecia mais um viveiro de tarantulas. Algumas já haviam saido, outras já estavam nas camas dos meus irmãos. E a pior imagem de todas, uma aranhas pulava corda nos cabelos de Annabeth.
Fechei a porta o mais rápido possível, o que os fez acordar.
A única coisa pior do que os gritos dos meus irmãos, era Afrodite quebrar uma unhas!
Saí correndo e adentrei na floresta a frente do campo de arco e flecha.
Desviei de todas as árvores, mas quando me atrevo a olhar para trás, bato em algum lugar e apago na hora.
Acordei meio zonza em outro ambiente.
Minha visão era turva e embaçada. Alguém dava colheradas de um líquido muito bom em minha boca. Era parecido com coca-cola com fanta laranja, mas com certeza melhor. Néctar.
– Oi Bela Adormecida. — a pessoa disse. Era um menino.
– Ah, ahn... argh!- tentei dizer algo, mas as palavras não saiam de minha garganta, intaladas nas cordas vocais.
O tal menino tinha cabelos pretos e olhos azuis meio laranjados, como o céu no por do sol.
Me sentei, ainda me sentindo meio tonta e totalmente perdida.
- Ei, não force demais! — ele avisou, cuidadosamente.
Senti minha cabeça doer.
- Você está com a cabeça vermelha... — ele passou um pano umido na minha testa, foi ai que consegui dizer algo.
- Aahh! — gritei.
Ele se encolheu rápido, minha visão foi voltando ao nomal.
Passei as pontas dos dedos na testa, e quando os olhei, estavam cheios de sangue.
O menino misterioso era Miguel.
Estranho.
Estávamos no redemuinho do acampamento.
- Meu esconderijo secreto. — ele sorriu.
Olhei em volta e fiquei com enjoo.
Depois de um tempo fitando o nada, me levantei meio sem equilíbrio. Foi quando vi. Vi a enorme bola de pelos negra!
- A-a-a-aranha! Aranha! Aranh! — gritei.
Miguel olhou para o canto e pisou no inseto.
E sorriu.
- Poça de catchup.
Eu não entendi.
- Nossa, nem sei como agradecer! Tudo o que você fez. — que não era tanta coisa assim.
- Eu sei. — ele sorriu maliciosamente.
- Ahn...
- Que tal um beijo? Hein?
Tipo... Putz!! O cara queria me beijar! Imgina o que ele queria fazer com a Clarisse!! Nossa, esquece essa última parte...
Ele me encularrou na parede.
Estinto ALOKA em ação.
Dei-lhe um chute fazendo ''ovos mexidos''.
E saí correndo.
Entrei no chalé 6 e fechei a porta, ecorregando atrás dela.
Notas finais
O que acharam?
( ) BOM
( ) PODIA MELHORAR
( ) GOSTEI
( ) AMEI
( ) PUTZ A RO È MINHA LOUCA
( ) ODIEI
( ) OS OUTROS CAPS FORAM MELHORES
( ) SEI LÀ, NUM TO GOSTANDO DA FIIC...
( ) OUTRO
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