O Ladrão De Mares
10 Capítulo 10 O Arqueiro Fantasma
Notas iniciais
Todo o treinamento usado no acampamento, será essencial agora que a missão começou.
Muito ao contrário de Percy, Rosely se torna muito amiga de Clarisse e de seu chalé. Tão amiga, que pode até despertar alguns coraçõezinhos.
10 O Arqueiro Fantasma
Acordei levando um banho.
Meus lindos irmãozinhos jogaram 4 baldes cheios de água em mim.
Fiquei ensopada.
- Ela se molhou. — percebeu Guilherme.
- Talvez não seja uma filha de Poseidon. — disse Cadu.
Esperei que Percy concordasse, mas ele só virou o rosto e começou a arrumar suas coisas para a missão.
Fui ter aulas de "como voar num pégasu"
Crina, minha galinha-pônei favorita, estava feliz.
O porquê de Crina
- Oi Crina! — eu disse.
- Ah, oi madame! — ela relinchou.
- Nossa, comeu açúcar no café da manhã?
- Melhor, madame!
- O que? Me conte!
- Eu vou ter um encontro com o Jack!
- Jack?
- Blackjack!
- Ahh, parabéns!!
Foi uma festa só.
Blackjack algumas vezes sorria para nós (ou pelo menos tentava).
Depois, escalada com lava.
Cara, eu odeio quando alguém fica se achando.
Mas quando esse alguém é filho de Ares...
Ele e irritante! Escalava e jogava lava de proposito em meu rosto!
- Ei, Tiago! — gritei ao menino ruivo — Olhe onde pisa!
No fim, os nossos professores Lee Fletcher e Jake Mason, perceberam e o "adverçário".
No meio da aula de arco e flecha, fui chamada por Jenny, a égua-gorda.
- Sua missão irá começar. — ela avisou.
- O quê?
- Vocês iram partir hoje!
Ela me levou até o alto da colina.
Lá estavam meus companheiros de viajem.
Annabeth segurava uma mochila a mais.
Quando me aproximei ela disse:
- Fiz para você.
- Obrigada. — agradeci.
Percy estava nervoso, rodava a canet esferográfica nos dedos, até que ela caiu no pé de Melody (filhinha querida das forjas) e a espada cresceu.
- D-desculpa. — pediu Percy.
Juro ter visto bolas de fogo nas mãos de Melody, mas logo desapareceram.
Megan, maior da turma, incentivou:
- Vamos!
- Vocês tem até o sostício de verão para trazer o tridente de volta. Se falharem, os Três Grandes brigaram entre si. — avisou Jenny.
- E haverá uma guerra entre os filhos deles — completou Annabeth — podendo causar a Terceira Guerra Mundial!
- Não acho que NÒS possamos fazer a Terceira Guerra Mundial. — ironizou Nico.
- Para onde iremos primeiramente? — perguntei.
- Eu tomei a liberdade de examinar o rouba, — falou Luke — e creio que começaremos pelo palácio de Poseidon.
Enquanto deciamos colina a baixo, fiquei imaginando como poderia ser uma Terceira Guerra Mundial.
- Eu estou morrendo de medo! — falou Rosa, aparentemente, para si mesma.
- Imagina eu! — discordou Grover — Tenho que cudar de DOZE meio-sangues...!
Grover tremia e cambaleava com seus tênis de disfarce.
Entramos na van e nos exprememos para que todos sentassemos.
Tudo bem, até a hora de Tyson entrar.
Foi um sacrifício até ele se sentar no banco ao lado de Argos.
A maioria dormiu.
Eu não parava de pensar no palácio de Poseidon e como ele seria.
Foi quando notei o estranho ruivo a minha frente.
Ele era ruivo de cabelos vermelho sangue.
Olhos penetrantes e azuis.
Pele sardenta.
- Tiago? — perguntei.
- Ah, oi chata. — ele sorriu.
Revirei os olhos e decidi não falar mais nada.
Tiago sempre implicou comigo desde o dia da minha apresentação na fogueira.
Ele adormeceu depois de um tempo, e quem acordou foi Miguel.
- Oi, Rosinha
- Oi! — falou Rosa.
- Ahn... a outra Rosa.
- Minha irmã está no acampamento!
- A Rosely!
- Ah, tá.
Ela ficou vermelha.
- Oi, Miguel. — eu disse.
- Dormiu?
- Não consigo.
Ele fez uma cara de dó.
Se levantou e se sentou ao meu lado.
- Vou te contar uma história.
- Ai, Migue — eu ri — não precisa... não sou um bebêzinho...
Mas eles passou os braços em meus ombros e me fez encostar.
- Awn, que fofo! — comentou Rosa.
Nós olhamos para ela.
- Tudo bem, — se desculpou — eu não estou aqui.
- A história é sobre um jovem chamado...
Foi a melhor história que já ouvi! Tinha um menino chamado Italo e uma princesa chamada Bárbara. Ele era de uma família que tinha uma briga de gerções com a família da princesa. Eles se amavam, e viviam um amor proibido.
Ele a salvou de muitos monstros. Inclusive o leão da Neméia.
Até que um dia, ela foi amaldiçoada por Hades por ter recusado um flerte. A maldição era que ela nunca envelheceria. Ela era quase imortal. Jamais poderia ficar com Italo, pois ele morreria, ela não. Aquilo era a pior coisa do mundo para Bárbara.
Ele foi até o mundo inferior para forçar Hades a retirar a maldição.
Eles lutaram até a morte. e como Hades é imortal, Italo morreu.
Bárbara vive até hoje.
Se tornou uma imortal contra Afrodite, do mal amor.
Ela destroi as paixões dos jovens.
Quando adormeci, achei que iria ter bons sonhos. Eu estava errada.
Sonhei com um Dragão.
Sério. Tipo... do tamanho do Word Trat Center 1
Ele era vermelho. Com escamas nos braços e pernas.
O resto de seu corpo era de um couro reluzente. Seus olhos negros lembravam lampadas de led de tão brilhantes.
Ele tinha um martelo enfiado em um dos olhos.
Mas o que mais me assustou, foi seu rosto.
Era um homem-mulher. Metade do rosto eraum homem, a outra metade, uma mulher.
Ele corria em um deserto.
Metade do lugar era um deserto, a outra metade era um chão de neve.
Senti o calor do Dragão.
Um menino sem camiseta, de aproximadamente 6 anos, corria com as asas abertas. Suas asas eram duas vezes maiores que ele.
O menino suava, e ele usava uma calça de esquiador.
O menino era pálido, tinha cabelos pretos e cacheados, olhos azuis como o céu acima dele.
Era Miguel.
- Você nunca irá se livrar de mim! — o bicho gritou.
- Por que você me odeia tanto? — ele gritou de volta.
- Sua mão me ignorou, eu não serei tão bondosa e fouxa com vocês também!
- Você a matou! — ele disse com um ar de choro.
- Não. VOCÊ a matou. Agora deixe-me acabar logo com o fruto da ignorância!
O mnstro ergeu uma pata e levou para baixo do menino. Ele ia abaixar quando eu acordo com o grito de Miguel no meu sonho.
Miguel acordou com me grito.
- Ro?
- Ahn... a... eu...
Eu não tinha palavras.
Ela segurava meus braços e olhava dentro dos meus olhos.
- Você teve um pesadelo? — perguntou.
Não respondi.
- Tudo bem, já passou.
Ele me abraçou.
Me encondi em seus braços e adormeci, finalmente, sem sonhos.
Acordei com o grito de Percy.
Annabeth o acalmou.
Eu só percebi que ainda abraçava Miguel quando Rosa fez:
- Awnn...
Me sentei no banco rápidamente e percebi que estava com mal hálito.
Peguei a mochila que Anna fez par mim que estava em meus pés.
Graças a Atena, lá tinha um pacote com balas de menta.
Argos nos deixou na rodoviária.
- Para onde é o palácio de Poseidon? — perguntou Melody.
- Em qualquer praia. — respondeu Luke.
Estranhei o fato dele saber onde ela a localização do palácio.
nnabeth nos guiou até a praia mais próxima, e como Viória não tem praias, saimos andando pela estrada para achar um lugar onde tivesse.
Fiquei olhando Miguel, com ele sobreviveu ao ataque daquele monstro?
Tiago foi o caminho todo explicndo técnicas de guerr enquanto Nico dizia que era mais divertido jogar Mitomagic.
Bianca era sombria. Não falava nada. Como se precentisse algo de ruim no ar.
Annabeth estava ns costas de Percy.
Eles lideravam o grupo.
Luke cantava Melody que o mandava para o Tártaro com o olhar.
Pedro tentava segurar a mão de Bianca, mas sempre que chegava perto, se encolhia, tímido.
Rosa escrevia num bloquinho, e Megan a ajudava.
Tyson e Grover conversavam sobre Ninfas- da-Revista-Bodes.
Não aguentei o silêncio.
- Miguel,- perguntei — o quê houve com sua mãe?
Ele demorou a responder.
- Ela morreu.
Eu não disse nada por um tempo.
- Como?
Ele não respondeu.
- Desculpa, eu não deveria perguntar essas coisas.
Fiquei quieta implorando que Miguel não ficasse bravo comigo.
Ele foi tão bom, tão carinhoso, e eu fazendo-o lembrar de sua falecida mãe.
De repente, Nico grita.
- OH MY GOD!
Uma arena estava a nossa frente há uns 10 ou 15 metros.
Tinha o tamanho de um estádio de futebol, totalmente fechado.
Feito de placas pratiadas. Sem janelas nem portas.
Fomos até lá.
Melodya pôs a mão em suas paredes e elas se abriram como uma porta de elevador.
Ela entrou. Tomamos coragem a seguimos.
Era um corredor imenso. Escuro e com imagens de lutas em uma arena. Aquela arena.
Aproveitei que Miguel estava no fim da fila e fui falar com ele.
- Desculpa. — pedi.
- Pelo quê? — perguntou ele com o pensamento bem longe dali.
- Você sabe.
- Ah, tudo bem. — ele disse, chateado.
- Você está bravo comigo?
Ele não respondeu.
No fim do corredor tinha portas enormes.
Melody as abriu revelando uma arena que se abria. Era imenso. Fazia o corredo pareceu uma formiga assustada, e o Dração parecer um rato medroso.
Não havia ninguém.
O piso era feito de mármore branco e as paredes de pilares negros.
Em dois pilares havia uma faixa escrito:
我會殺了你
- Olhos e ouvidos abertos. — avisou Annabeth.
Mas até ela estava boqueaberta.
- Ora, visitantes. — alguém disse.
- Somos da Terra, e viemos em paz. — disse Nico.
- EU sei quem são vocês, filho de Hades. — disse a voz.
- Nós só queremos ir embora! — gritou Annabeth.
- Se você fosse mesmo esperte, filha de Atena. ficria calada.
- Quem é você? — perguntou Percy.
- Eu sou um meio-sangue. Assim como vocês, tirando o bode e o ciclope. Mas sou filho de um deus menor.
- Eu tembém. — sorriu Rosa.
- Mas minha mãe não é a rainho do mundo inferior, Minha mãe é Melinoe, deus dos fantasmas.
Annabeth tanpou a boca como se lembrasse algo.
- Você não é...
- O Arqueiro Fantasma. Sim, eu sou.
Annabeth parecia que ia desmaiar de tanto pálida que estava.
Notas finais
kkk Dedico a Meu critico mais critico: William.
E ao filho de Apolo (que me inspirou): Gabriel Lopes Verde.
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