O Ladrão De Mares

12 Capítulo 12 Tyson, Finalmente, Faz BUM!!


Notas iniciais
Preciso falar algo sendo que o nome do capítulo já diz tudo?
Abraços a todos que me insentivam no Facebook, um abraço para:
Gabriel Lopes = Hoot ~.~
Tekinha Maravilhosa = Bloogeira
Duda Meireles = Roubadora de Corações T.T
Gabs Diva = Não Tenho Palavras >.
João Pedro = Zeusinho :D
Amo todos vocês belezuras ♥
Lembrem-se de que sempre terão um lugar no meu ♥ Meus amigos de montão!

12 Tyson, Finalmente, Faz BUM!

Eu sei, você deve pensar que eu sou louca de atacar o Arqueiro. Mas foram meus instintos! Não me culpe!

O Arqueiro Fantasma havia aparecido um pouco acima de mim, flutuando, então...

Ele atirava muitas e muitas flechas seguidas.

– Quem você é? — eu gritei ao desviar uma flecha com minha espada.

– Um abençoado de Apolo, benzinho. O melhor arqueiro de todos! E o mais gato.

– Você não está na mitologia!

– Claro que não! Por que colocariam na mitologia o menino que ajudou Perseu a morrer? Gente sem sinceridade! Por isso, venho esperando o momento certo para matar todos os heróis e por um fim nisso! Meu patrono irá se erguer e logo logo todos os heróis e deuses que me trairam iram pagar! — ele riu com uma voz maléfica — Isso irá polpar o meu milênio perdido!

– Você tem 1000 anos?

– Não, querida, eu tenho 1495 anos. E acho que você sabe por que. — ele piscou.

– Apolo é o deus dos jovens. — eu disse.

– Exato. Então, eu sou...

– E você está condenado a viver sozinho para sempre.

– Ah, o que?

– Apolo é o deus dos solteiros.Você nunca terá compania.

Ele ficou vermelho e mandou uma saraivada de flechas.

Minha espada só me defendia. Para que mais eu podia usa-la?

Parecia que sempre que uma flecha era retirada da alforge outra aparecia no lugar.

Ele finalmente ficou cansado, não vou mentir, eu também estava cansada!

Mas com um pouco mais de energia que ele. Chutei sua face e cruzei minha espada com seu arco dourado. Ele começou a se defender com o arco. Meus golpes eram violentos e fortes. Firmes e determinados. Mas algo em mim diziapara não mata-lo. Um grande erro, por sinal.

Quando sua guarda baixou, coloquei a ponta de minha espada em sua pescoço.

– Anda! — ele gritou — Ande! Me mate!

Suor escorria em minha testa. Senti meu rosto queimando de tanta adrenalina.

– O QUE VOCê ESTA ESPERANDO?? — ele berrou.

Forcei minha espada um pouco mais, fazendo sangue escorrer em seu pescoço.

E o precentimento de que não deveria mata-lo, aumentou.

– Eu não posso. — sussurrei.

Ele não ouviu.

– O QUE? ME MATE LOGO!!

– Eu não posso! — insiti sussurrando um pouco mais alto.

Dessa vez ele ouviu.

– Por que não pode? — ele peguntou abaixando a voz. — Não sou digno de morrer por sua espada.

– O Sol acabará para mim, não existirá mais dia feliz. Minha mira na felicidade será em vão. Poesia de cada vida será um rolo. Se eu matar um abençoado de Apolo.

Ele ficou sem palavras.

– AH... eu... vou...Obrigado. — ele disse sorrindo.

Mas tudo acabou quando um vulto branco passou por mim e ele.

A batalha ainda acontecia. O jacaré gigante ainda estava lá.

– Vá em paz, pois você tem a certeza, quando mais precisar, minha vida darei a ti. — e ele desapareceu.

Um mini touro caiu do céu. E logo em seguida mais dois. Feitos de bronze e com interior de fogo.

Um deles me atacou mas eu rolei. Quando me levantei novamente, notei três touros mecânicos me rodiando. Todos riscavam o piso de mármore com os pés, preparando-se para me atacar. Um musculo e tudo seria um borrão de vermelho sangue.

Cometi o tremendo erro de ver quem é que voava acima de mim.

Os touros sairam correndo.

Fechei os olhos, me encolhi, e passei meus braços por qualquer coisa. Logo escuto o barulho da pancada. Mas foi como se não tivesse batendo em mim. Meu coração acelerou. Eu estava saindo de meu corpo, em direção ao Mundo Inferior.

º º º

Tomei coragem. Respirei fundo. E abri os olhos. Eu estava no céu.

Um anjo lindo, me segurava. Seus olhos estavam fechados, como se não quisesse ver o que acontecia. Um anjo de cabelos lisos e negros, olhos como o céu noturno...

– Miguel? — sussurrei em seu ouvido.

O anjo abriu os olhos e em seus lábios um sorriso branco brotou.

– Miguel. — eu tive certeza.

– Oi, Rosinha. Tudo bem? — ele pousou a mão em minha cabeça e me aproximou de seu peito.

– Agora sim. — disse abarçando-o.

O que eu estava fazendo? Isso era traição, não? Eu não podia me apaixonar pelo futuro namorado da minha melhor amiga! Mas era tarde demais.

Foi quando notei, o por que de eu ainda estar viva. As asas brancas de Miguel faziam um forte contra qualquer coisa que tentasse utrapassar.

Uma explosão tomou conta de nossa visão.

O jacaré tinha sido detido e se desintegrava em pó.

Miguel me soltou. Fiquei triste por sair daquele abraço tão quente e confortável.

Os touros estavam em pilhas de engrengens pelo impacto causado pelas asas de Miguel. Do céu caía uma chuva de pó.

Megan estava a meu lado.

– Vamos sair daqui! — gritou Annabeth.

Melody começou a jogar labaredas de fogo nas paredes. Mas era uma tentativa inútil, levando em conta que elas eram feitas de mármore.

Eu tinha que fazer algo. Megan erguia as mãos para destruir o teto.

Tive uma idéia, com muitas poucas chances de eu sair viva, mas eu devia me sacrificar. Percy Jakcson e os Olimpianos não diz nada sobre um segredo na família de Percy. Não participo da guerra. E como se eu não tivesse valor. Como se sem mim, Percy conseguisse deter Cronos e salvar o Olimpo. Como se eu não servisse para nada. Ele não precisou da minha ajuda. Passei a vida inteira de um orfanato para o outro, sem ninguém querer me adotar, para só quando eu voltar no tempo, saber que meu irmão gêmeo salvou o mundo. Meu irmão era um herói. E eu não era nada além de mais um fardo naquela missão. Tomei a decisão, eu morreria agora.

º º º

Me concentrei. As vibrações terrestres. Me conectei a terra. Cai ajoelhada.

Algo no meu abdomem repuxava. Doia demais.

Meus braços que me ajudam a me sustentar, tremiam de dor.

O chão acompanhava os meus braços. As colunas começaram a se mover e despedaçar.

- O teto vai desabar! — gritou Annabeth.

Mas Megan, com suas trepadeiras, segurava o teto.

Melody continuou a jogar labaredas nas paredes que foram abrindo buracos. Todos sairam. Somente eu e Megan ficamos.

- Foi... bom... te... conhecer. — falou Megan e desmaiou ao meu lado.

E a arena caiu sobre nós.

Megan e eu, morremos lado a lado.

Notas finais
E então? O que acharam? Rosely realmente morreu? Saiba tudo isso no próximo cpitulo!