O Ladrão De Mares
3 Capítulo 3 Recebemos Uma Missão
Notas iniciais
3 Recebemos Uma Missão
Acordei e fui me arrumar para a manhã. Depois de tomar o café, fui ter aula de arco e flecha, e descobri mais uma matéria em que sou ótima!
Amei atirar para os alvos, Jenny até me elogiou.
Mais tarde teve escalada com lava. Me destaquei no nível dos novatos e fui ao nível médio.
E, o que eu mais gostei, canoagem.
Eu e Annabeth contra Percy e Tyson.
Eles estão de brincadeira, né? Dois filhos de Poseidon contra duas filha de Atena, na água? Não temos chances!
- Não temos chances! — eu disse.
- Claro que temos, se tentarmos. — retrucou Annabeth, mas sua voz tinha incegurança.
- O.k.
- Olha, guie a canoa, eu ataco.
- Tudo bem.
Eu me sente na frente e Annabeth atrás.
Na canoa adversária, Tyson foi a frente e Percy atrás.
Jenny, a égua-gorda bateu se casco, o sinal da largada.
Saí remando o mais rápido que pude.
Tyson também saiu voando, mas ele não usava remos, e sim, as mãos.
Eles ganham com um bico de diferença.
Então, um barulho. Olhei para traz e vi que Anna havia lançado bolas de bronze celestial no inimigo.
Percy conseguiu desvia-la. Ele fez uma onda de tres metros ir para cima da gente.
Se Annabeth não tivesse parado de atacar e me ajudar a remar, teriamos virado a canoa.
- Annabeth, guie o barco. — eu disse.
- O que? Não
- Confie em mim, eu sei o que faço.
- Não! — ela gritou — Novata.
Me evantei, não sabia o que estava fazendo, mas pedi: "Mãe, me ajude!" Mas nada, pedi mais vezes e nada. Então uma voz em minha mente disse: "As vibrações terrestres. Sinta as vibrações terrestres!"
Olhei o fundo do rio e vi as pedras.
Me concentrei. Senti uma força anormal em mim.
Serrei meus punhos e o rio começou a ter ondas.
As pedras a baixo, no fundo, estavam saindo de seus lugares.
Começamos a ganhar velocidade.
Chegamos vitoriosas no fim do rio.
- Vencemos. — Annabeth disse sorrindo.
- Vo...você está seca! — eu disse, assustada.
- Ah, Percy secou a gente.
Não entendi nada, mas Annabeth acenou para Percy.
- Vamos! — falou Jenny — Todos de volta as atividades!
Nem percebi, mas todos a volta tinham parado para ver.
- Mas Lady Jenny...
- Sem mais nem menos, Rosely Jackson.
- Jenny...
- Vá. Tem aula agora.
E fui. Tive aula de "como voar num pegasus, para novatos". Fiz uma amiga. Crina, uma pégaso cor de meu, com olhos multicoloridos e com rabo e crina com mechas brancas.
Percy estava na mesma aula que eu. Ele cavalgava-voava em um pégaso todo preto de olhos brilhantes.
Fiquei o resto do dia conversando telepáticamente com Crina. Percy fez o mesmo com Blackjack.
- O que você está fazendo? — ele perguntou a mim.
- Conversando com Crina, e você?
- Com Blackjack. Mas... como você faz isso?
- Isso o quê?
- De conversar com os cavalos.
Blackjack relinchou e ergeu as patas da frente.
- Pégasos, tanto faz.
- Não sei... Crina simplesmente disse Olá e...
Uma concha foi tocada. Nem percebi como anoitecera rápido.
Fui até o pavilhão e me sentei na mesa de Atena.
- Olá campistas. — disse Jenny.
- Olá. — todos responderam.
- Estou muito feliz de ver vocês aqui. Espero que tenham gostado do nosso acampamento, pessoal do Estados Unidos. Bom, como já é de costume aqui, vamos apresentar os novatos. Lucas, quer começar?
- Claro. — respondeu o menino.
Todos se apresentaram e quando chegou a hora do...
- Oi, sou Miguel McKenna. Sim, eu sou um meio-sangue.
Ele não parecia um meio-sangue! Tinha asas duas vezes maiores que ele, usava uma camiseta Preta escrito "Up". Tinha cabelos cacheados e pretos, olhos azuis iguais ao céu noturno.
-... eu sou filho de Zeus. — continuou Miguel. — Sou diferente...
- Erro! — alguém do chalé de Ares gritou.
- Ei! Não sou um... — sua voz falhou. — bom, é isso.
-Obrigado, Miguel. — disse Jenny.- Agora, Rosely.
Enquanto ia até o lado de Jenny, Miguel me olhou com seus olhos azuis refletindo a luz das tochas. Depois sorriu e piscou para mim.
Me senti vermelha.
- Ahn... meu nome é Rosely Jackson e tenho 11 anos. Sou de Curitiba. Filha de Atena.
- Contra quem você já lutou? Sabidinha? — alguém do chalé de Ares perguntou, era um menino ruivo.
- Bem... eu não sei ao certo, mas... Duas Benevolentes e... com 4 anos, o Minotauro.
Todos começaram a cochichar.
Até alguém chegar e sessar todas as conversas.
Quíron.
Quando todos param de ir lá falar com ele, e se sentaram, Jenny disse:
- Obrigado Rosely, quem não foi ainda?
Uma mão se levantou na mesa de Ares.
A menina passou por mim e lançou um sorriso heroico.
- Olá gente! — ela gritou — Sou Nancy Bobofit! Quem vai roubar o seu coração! Literalmente. Não confiem em mim, mato e depois ofereço o coração de meu adversário a meu pai, Ares.
O chalé de Ares aplaudiu.
Fui ao meu chalé. Todos estavam me esperando.
- Oi, Lady Rosely. — um menino disse.
- Ahn, Oi?
- Eu represento todos os chalé de Atena, brasileiro, americano e canadense...
- CANADÁ!! — duas meninas gritaram, acho que eram lideres de torcida canadenses.
-... queremos ouvir sua luta contra o minotauro.
- E as Fúrias! — outro gritou.
- Bem, naverdade, tudo não passou de sorte. Eu... eu estava bricando de volêi no quintal de minha casa. Então olhei para o horizonte, e vi algo se mexendo entre as árvores. A coisa começou a correr. Só quando atravessou a rua é que eu notei o que era. Uma touro-homem. Ele abriu o portão com as prórpias mãos. Minha mãe saiu da porta e começou a correr e gritar "LADRÃO!LADRÃO!" o monstro pegou ela pela cintura e a ergueu. Ela explodiu em pó dourado. Ele correu atrás de mim. Até eu ficar encularrada numa parede. Me sentei no chão e fiquei olhando ele se abaixar e vir correndo. Peguei o espeto que meu falecido pai usava para fazer churrasco e o coloquei entre as pernas. Abaixei minha cabeça e fechei os olhos. Quando os abri novamente, o Minotauro se desfazia em pó. E o que restou dele foi um chifre, que se transormou nisso. — mostrei minha prisilha de palito — e agora, isto é uma faca que uso quando preciso.
- E as fúrias?
Contei a eles como foi minha luta com as Fúrias.
Quando terminei, a maioria dormia amontados um no outro. Annabeth estava de braços crusados encostada numa cama.
- Venha -disse ela — amanhã teremos treinos para capiture a bandeira.
Fomos dormir.
Tentei dormi, mas não consegui. Algo me perturbava.
De repente ouço barulhos do chão da varando e silêncio.
Oi Sra.
Crina?
Desculpe acordar a sra. preciso falar com a Lady.
Sai de meu chalé e lá estava minha éguinha.
Ela me levou até a Casa Grande, que agora já era uma casa.
Toda noite, sonho com tua missão. falou Crina a Sra. precisa ir falar com o oráculo.
- E aonde eu o encontro? — perguntei.
A senhora saberá... E Crina começou a voar em direção aos estábulos.
Entrei na casa grande e subi as escadas. No quarto andar, tinha uma escadinha enrolada que levava a uma abertura no teto. Subi e entrei lá.
Se você estiver pensando que lá tinha prêmios de batalhas, está enganado.
Tinha muitas caixas de mudança. Névoa ecoava no chão. Nas paredes tinham fotos de lutas, que mudavam tempo todo. E apareceu eu, com 4 anos, matando o Minotauro. No teto, havia retratos de todos os campistas. O nome de cada um brilhava nas fotos. Nos dois lados dos nomes, estava o símbolo de seus pai e mães divinos(a).
O que eu estava fazendo? Onde estava com a cabeça?
Me virei e coloquei a mão na maçaneta.
- Não vá! — alguém disse.
Me virei e não vi ninguém. A névoa do chão começou a se juntar em uma coluna e de lá saiu uma mulher, de roupas hippie coloridas.
- Quem é você?
- Sua amiga. — a mulher respondeu.
- Você... é o oráculo?
- Claramente, sim. Estou aqui pois fui enviada por sua mãe.
- Minha mãe? Atena?
- Sim. O acampemento meio-sangue não tem um oráculo, mas eu fui enviada por sua mãe para te enviar uma profecia...
Desceram na escuridão
E o castigo encontraram
A escolha será dita da boca do perdido
A busca terminará quando todos tiverem se ido.
Tu cairás ou viveras
Sobre a escolha do amigo esquecido
Sucesso alcançaram quando a decisão se tornar em vão
Fiquei em silêncio. A mulher suspirou e disse:
- Seus amigos a esperam.
E sumiu.
Desci as escadas e encontrei Percy e Annabeth.
Expliquei a eles como fui parar na Casa Grande.
- Blackjack também nos pegou e mandou vir para cá. — falou Percy.
- Será que está relacionado a minha profecia? — pensei alto.
- Quê profecia? — perguntou Anna, curiosa.
Contei a eles a profecia.
- Atena lhe enviou uma de suas servas para te dar uma profecia?
- Sim. — concordei.
- Quantos irão?
Uma voz em minha mente disse: "Doze. Doze irão"
- Doze. -respondi — Doze irão.
- Puxa, é arriscado. — comentou Percy.
- Mas agora temos de voltar para nossos chalés. — falou Annabeth.
- Como? As Hárpias estão soltas. — respondeu Percy.
- Linda! Linda! — gritei.
- Rolesy, cale-se! — sussurrou Annabeth.
- Sim, madame? — Linda apareceu de repente.
- Pode nos levar a nossos chalés? — perguntei.
- Sinto muito. Por quê?
- Estamos presos aqui, por causa das Hápias.
- Ah, então durmam na casa grande!
- O quê?
- É simples, durmam aqui, e de manhã, saiam sem ninguém ver vocês. Por que vocês não chamam suas ninfas?
- Por que eu não tenho. — falou Percy.
- Ah, desculpe-me, irei buscar uma para você.
Percy bufou e entrou em um quarto da Casa Grande.
- Bom, não tenho escolhas. — resmungou Annabeth e entrou em outro quarto.
- Eu vou dormir também. — falei á Linda.
- Boa noite. — ela me desejou e esplodiu deixando uma pena Blanca no ar onde voava.
Encontrei um quarto e me deitei na cama que lá havia.
Notas finais
Mas espero que tenham gostado.
Comentem e deem suas opiniões ;)
Bjs Ass. Filha de Hécate ♥
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