O Ladrão De Mares
4 Capítulo 4 Sra. Jackson
Notas iniciais
Será coincidência ou algo que seus pais adotivos esconderam dela?
Rosely recebeu sua missão, mas tem que escolher, agora, quem irá com ela.
12 meio-sangues irão buscar o Trindente de Poseidon.
O quê aconteceu com o capture a bandeira?
Rosely foi derrubada ou venceu?
Descubra tudo isso no capitulo 4 : Sra. Jackson
4 Sra. Jackson
Acordei. Meu dia foi treinar para o capture a bandeira.
Os meninos treinavam na mesma quadra que nós, meninas.
Filhas de Afrodite suspiravam enquanto eles treinavam.
Eu treinava com Nancy, quando olhei de relance e vi Percy e Miguel lutando. Miguel, a coisa mais linda.
Suas asas estavão mágicamente guardadas, ele usava uma camisa branca escrito : "Altas Aventuras".
Sua camiseta enxarcada de suor.
Até Nancy dar um chute no meu rosto.
Ela olhou para onde eu olhava.
– Eu não acredito?! — ela gritou. — Você gosta do... — torci para ela não falar. — Percy!!
– O que? Não, nunca! Jamais!!
Consegui convese-la de quê eu NÃO gostava do Percy.
Jenny, que estava nos treinando, veio chamar nossa atenção.
– Venham meninas, vamos nos preparar para lutar.
Nos agrupamos e colocamos os equipamentos do capture a bandeira.
As filhas de Afrodite, riam e acenavam para eles.
– Parece que nunca viram um menino! — eu disse a mim mesma.
– É porque são filhas de Afrodite. — disse Annabeth atrás de mim.
Jenny explicou as regras e deixou tudo no comando de Clarisse.
– Vocês poderam aprecia-los quando eles vencerem pela 18ª vez seguida. — disse Jenny friamente.
– O que ela quis dizer com isso? — perguntei á Annabeth.
– Todos os capiture a bandeira os meninos ganham. Eles empre usam a mesma estratégia, nunca mudam. Clarisse tenta de tudo, mas não consegue invadir o campo adversário.
Clarisse expicava o "Plano Infalível 18º"
– Posso ajudar? — perguntei.
– Novata, já está pedindo de mais! — avisou Clarisse.
– Vamos fazer o seguinte... — a ignorei — Os chalés de Ares e Atena ficam aqui para proteger a bandeira. Nossas armas secretas serão as filhas de Apolo, fiquem nas laterais da floresta. Atacando ficam as outras...
– E nós? — uma filha de Afrodite perguntou.
– Ora, temos outra arma secreta, não? Todos sabem que os meninos não resistem aos charmes das filha de Afrodite. Seduzam-nos, impinotizem eles, banquem as sereias. Fiquem a frente, na margem do rio. Sê se sentirem em perigos, corram para perto das arqueiras. Então me digam. Que plano preferem? O meu, ou o de Clarisse.
Todas afirmaram que queriam o meu. E Clarisse me fuzilou com o olhar. Nossa! Que frase mais antiga! Que tal o estilo Rosely: E ela me lhou com seus olhos cheios de ódio e intimidadores que diziam "Nos acertamos com Nêmesis, novata. Ah, e se não sabe, Nêmesis é a deusa da vingança". Não. Acho que "seus olhos me fuzilaram" já está bom.
Nos posicionamos. A última coisa que vi, antes de sumir atrás de Megan (a mais velha do acampamento, filha de Deméter) foi Silena mandando um beijo no ar e um menino se derretendo.
Megan segurou meus braços, igual ao plano, e vez plantas elásticas surgirem em meus pés.
– Pronta? — ela perguntou.
– Sempre pronta. — afirmei.
Quíron tocou a concha, e Megan me soltou.
A planta me lançou para o ar.
Caí no chão á poucos centímetros da bandeira.
Logo, outras pousavam.
Roxanna (filha de Dionísio) pegou a bandeira e saiu correndo.
Megan, rápida como um foguete, contruiu uma ponte de troncos.
Roxanna subiu na ponte. Quando tudo deu errado.
Meu irmão, Mathew, um pirralho de 8 anos, cortou o tronco com sua espada, derrubando Roxanna.
Ela caiu no chão, suja, e um menino ruivo apontou a espada para suas costas.
A bandeira magicamente apareceu no mesmo lugar onde estava no começo.
Thalia á pegou e lançou, cortando o campo inteiro.
Roxanna aproveitou a distração do menino, e saiu correndo.
Fez uma cama-elástica de vinhas e pulou. Agarrou a bandeira e caiu fincando-a no chão do nosso lado.
Os meninos estavam em transe. Conversando com as filha de Afrodite, como no plano.
A bandeira se tornou roxa. E todas pulamos de alegria pela vitória.
Os meninos brigaram dizendo que não era justo aquilo.
Tudo bem, pensei, podemos fazer de novo.
Quíron insistiu para que tirassemos as filhas de Afrodite.
Sem elas, teriamos pouco tempo para pegar a bandeira.
A primeira menina foi solta. Miguel bateu as asas e a pegou no ar. A colocou no chão para que lutasse com os outros. Todas foram pegas por Miguel. Aquele anjo idiota e lindo.
Fui a última a ir. Tinha certeza que iria ter o mesmo fim que elas, mas pensei em algo melhor.
Miguel estava de braços abertos para me pegar no ar, me virei e coloquei o pé para frente. Um segundo depois, Miguel estava caído no chão com as asas abertas e com o rosto sujo de meu tênis.
Cai bem na frente da bandeira. Eu estava ofegante. Percy estava lá para lutar comigo. Mas minha mente estava no automático. Agarrei a bandeira e não me lembro de ter feito nada, mas segundos depois, estava num tornado particularmente meu, atravessando o lado adversário e suganto para dentro do redemoinho todas as armas.
Quando caí de cima do tornado, ele se desfez liberando as armas que cairam por todos os lados. A bandeira estava em minha mão, e eu estava caída no chão do meu lado do rio.
Me levantei, zonza, e gritei:
- A VITÓRIA É NOSSA!
Todas gritaram de volta e me esgueram em seus ombros.
A bandeira em minha mãe era estranha.
Metade estava branca com uma coruja e a outra metade azul marinho com um trindente. Em minha cabeça emergia uma luz tão brilhante quanto o Sol refletido nas águas calmas de um lago. Olhei para cima e vi um tridente brilhando.
Todos, rapidamente, me colocaram em pé no chão e se afastaram.
- Rosely? — Annabeth disse descrente.
Jenny se aproximou boquiaberta. Quíron amaciava a barba como se já tivesse visto aquilo.
- Rosely Jackson e Percy Jackson, venham. — ordenou Jenny.
A seguimos em direção á Casa Grande.
- Você tem idéia do que é? — gritou Jenny para mim. — Sua... sua deusa ordinária!
Percy olhava a tamanha agrecividade de Jenny.
Quíron ainda estava no "Mundo da Lua Equíno".
- Vou leva-la ao Olimpo e pedir explicações! Atena deve ter um bom plano para nos enviar uma... uma... uma pura! — Jenny continuava a gritar.
Até Quíron voltar a realidade e dizer calmamente:
- Percy, leve está... menina, á sua mãe. Tenho uma certa impressão que Sally Jackson saberá responder a nossas perguntas.
Jenny ficou paralizada.
- O que... O que você disse?- ela falou.
- Para Percy leva-la a sua mãe.
- Mas, eu dou as ordens aqui!
- Beck... eu tenho uma certa certeza de algo, mas preciso confirmar. Agora, Percy e Rosely, vão até Manhattan e procurem a Sra. Jackson.
º º º
Annabeth implorou para ir junto. Por mim, tudo bem. Fomos até o estacionamento onde Argos, o segurança chefe do acampamento, nos esperava.
Argos é um homem normal, tirando o fato de ter olhos espalhados por todo o corpo. Todos de uma cor diferente. Cheguei a pensar se Íris ficava tentando descobrir se Argos era ou não filho dela, mas logo apaguei esse pensamento da cabeça.
Ele nos levou até a rodoviária.
No meio da viajem, passamos por uma placa dizendo:
Bem Vindos á Vitória
- Estamos no Rio Grande do Sul? — perguntei.
- Não. — respondeu Annabeth — Estamos no Espírito Santo.
- Desculpa, não sou TÃO boa em geografia. Mas, pelo que eu lembro, o Acampamento Meio-Sangue é na América do Norte, não?
- Sim, mas como você deve saber, o Olimpo muda de lugar a cada milênio. E agora está na América do Sul, no país mais desenvolvido.
- AHAHAHA, Brasil, o país mais DESENVOLVIDO??
- Sim. — disse Annabeth estranhando minha fala.
Na rodoviária, Percy procurou um lago e quando achou assoviou mais alto do quê um ávião da força amada que faz desenhos no céu.
Três criaturas apareceram. Metade cavalos, metade peixes. Um deles era anormal. Tinha o triplo do tamanho dos outros. As caldas dos cavalos-marinhos eram multicoloridas. Como se eles estivessem em guerra com Íris.
- Oi, Arco-Íris. — disse Percy ao cavalo maior.
Ele relinchou e respondeu Cadê o Tyson?
- Ele não pode vir, cara.
E a nova menina? Gatinha, hein?
- Não sei, acho que sim. Ela é irmã da Annabeth.
Mas o quê vocês querem? Acabamos de acordar! Cheios de Algas!! Uma corridinha?
- Não, não. Uma carona até o Rio Hudson.
Uhu!! Vamos que vamos que a hora é essa!
Montamos nos cavalos-peixes e seguimos na maior velocidade.
15 minutos depois estávamos nas margens do Hudson.
Viramos a Quinta Avenida quando já era o fim da tarde.
Percy começou a correr.
-Nem imagino que vou mais cedo para casa! — ele gritou.
Eu e Annabeth o seguimos.
Percy entrou num prédio no fim da rua. Apertou o botão 4 do elevador. Quando as portas se abriram, entrou correndo numa porta entreaberta.
Jogou sua mochila no sofá e abraçou a mulher que lavava louça.
-Ei! — alguém protestou no sofá.
- Meu amor! — disse a mulher, feliz.
- Sally, o que esse menino faz aqui? — o homem do sofá perguntou.
Ele jogava poker com mais quatro amigos.
- Não sei, Gabe. Ele deveria estar de intercâmbio no novo acampamento.
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