O Lado Bom Da Vida

22 Capitulo 21 - Validade: 16 de fevereiro de 2013.


Notas iniciais
OLÁ MEUS AMORES! Primeiramente eu peço mil desculpas por não postar no meio de semana. É foi uma correria para mim e não deu tempo mesmo! Sinto muito mesmo amores :( E também, desculpas por eu não responder os comentários ainda mas eu vou responder sim ( quando eu tiver um pouquinho mais de tempo) Eu dedico esse capitulo para todas (os) os meus leitores. Porque se não fossem por vocês, eu não estaria aqui hoje! Então esse capitulo eu dedico á vocês ♥ Beeeeeijos ♥ BOA LEITURA!

Christian Grey saiu do hospital dois dias depois.

Durante os dois que eu fiquei em casa, eu pesquisei mais sobre os paraplégicos naquele mesmo site. Recebi várias dicas, e-mails e reclamações sobre o meu caso com o Christian. Acabei fazendo algumas amizades no bate-papo virtual e isso me deixou alegre e aliviada ao mesmo tempo.

Nos bate-papos, eu acabei aprendendo que ficar bêbado numa cadeira de rodas tem seus próprios riscos, como por exemplo: Cair numa calçada e não conseguir levantar, precisar de ajuda para se levantar e mais tarde vim outros bêbados ajudar um bêbado cadeirante a se levantar. Scott foi o que me contou esse conselho, tinha acontecido exatamente isso com ele. Não tive como não rir ao imaginar a cena. Caroline me recomendou a fazer uma lista de coisas que não se deve fazer com um paraplégico e, foi isso que eu fiz mais tarde.

Peguei um lápis e um caderno, me sente deitei na cama e comecei a fazer a lista:

"COISAS QUE NÃO SE PODE FAZER COM UM PARAPLÉGICO"

1 — Não ir a lugares com bastante gente. Em hipótese alguma. Serio Ana, obedeça essa primeira regra.

2 — Não sair com dia de chuva. (ás vezes os freios falha por causa da calçada molhada e a cadeira é muita pesada para eu segurar sozinha. Principalmente numa ladeira/descida).

3 — Não deixar Christian bêbado. NUNCA.

4 — Cortar os cabelo de Christian quando ele sair do banho. (o cabelo grudou nas rodas da cadeira e foi muito difícil tirar todos aquele fios de cabelos. Acabei ficando nervosa e Chris achou bem nojento o que eu estava fazendo).

5 — Com ajuda de uma amiga virtual, ela me disse para não levar Chris numa viajem longa de metro. Me disse que foi muito difícil entrar no vagão com uma cadeira de rodas motorizada. Obrigada pela ajuda. Vou seguir o seu concelho.

6 — Nunca, em hipótese alguma, deixar Chris sozinho. (apesar de eu já fazer isso todos os dias).

7 — Ir à praia. A cadeira de Chris não era adaptada para usar na areia.

8 — Ir a qualquer lugar que seja quente ou frio demais, por causa da temperatura de Christian.

9 — Ir a qualquer lugar sem se informar antes. (é preciso arrumar a bolsa dele com todos os mantimentos e ajuda de primeiros socorros e ver se o lugar informa se tem rampa para deficientes físicos).

10 — Não conversar sobre SEXO com Christian Grey. (eu me sentiria muito desconfortável com esse assunto).

A lista contia 10 regras fundamentais e eu acabei pregando com um adesivo no espelho de meu quarto — assim eu poderia ler todos os dias essas 10 regras e nunca esquece-las.

Depois, eu acabei pegando outra folha de caderno e fiz uma lista nova.

"COISAS QUE CHRISTIAN GREY GOSTA DE FAZER"

1 — Fazer coisas de homens. Principalmente com o Taylor. Ás vezes, quando eu ficava limpando a cozinha e eles ficavam no jardim conversando sobre tudo, Taylor abria duas latas de cerveja (uma ele depositava no copo de Chris) e ficavam rindo. (eles pensam que eu nunca ouvi as conversas deles).

2 — Ficar por um bom tempo olhando o jardim da frente pela a janela (com grades) em seu quarto. Nunca entendi muito bem o porque dele fazer isso mas eu nunca tive a coragem de perguntar á ele.

3 — Ele gostava de debater comigo, perguntava sempre o que eu estava lendo no tempo livre e, se ele já tivesse lido o livro, ele reclamava dos personagens. Com o tempo eu aprendi a sempre ler longe dele.

4 — Gosta de mostrar que sabe como usar com o copo dele. ( aquele que eu comprei no supermercado e junto com canudinho). Ele sempre se gabava que sabia usar. Sempre demostrava que estava orgulhosa dele.

5 — Ouvir músicas clássicas. No começo, ele me obrigava a ouvir esses tipos de musicas mas agora eu já estou acostumada. Na verdade, eu até gosto.

6 — Adora assistir um filme á tarde. Mas ele se recusa a ver filmes de comedias românticas. (isso eu entendo)

7 — Christian e Taylor adora se debochar de mim toda vez que eu quebrava alguma coisa. Ria a tarde inteira se eu não reclamasse. (eu sou muito desastrada e qualquer coisa que pego na mão quebro).

8 — Fazer a barba. A cada quatro dias, eu fazia a barba dele. Se ele estivesse de bom humor, recostava-se na cadeira de rodas e fechava os olhos. A expressão de seu rosto era a mias proxima que eu conhecia de prazer. Quando abria os olhos, depois que eu terminava de passar a lamina em seu rosto, ele me olhava com seus olhos cinzas e sua expressão ficava suave.

9 — Brigar comigo. Sempre achava uma maneira de brigar comigo. (isso, ás vezes, me deixava bem triste).

10 — Me chamar de chata ou insuportável. Mas com o tempo descobri que isso é uma maneira de dizer que ele gosta de mim.

Li essa lista duas vezes para ver se eu não estava esquecendo de algum coisa. Quando eu tive a certeza que não, me levantei da cama e preguei no espelho a lista ao lado da outra lista, assim, eu lerei as coisas que ele gosta de fazer e as coisas que não se pode fazer.

Sorri para mim mesma, olhando para o espelho. Estava orgulhosa de mim. Porque ao terminar essa lista — e pregar ambas -, eu tive a certeza que eu conhecia muito bem Christian Grey.

***

Quando Taylor me ligou dizendo que Christian estava saindo do hospital. Eu sai correndo do meu apartamento, peguei um táxi e cheguei no hospital para buscar Christian. Taylor me disse que tinha algo para se fazer e que não poderia voltar comigo, agradeci á ele por me ligar e dei um abraço.

Encontrei Chris no carro adaptado e dei um abraço nele. Por um momento, eu fiquei com medo de ele ter ouvido todo aquele meu discurso pra elee que ele ficaria totalmente bravo comigo. Mas ao nos separamos, eu olhei em seus olhos e vi um olhar cansado e devastado.

– Está tudo bem? — perguntei ao me sentar no banco do motorista.

– Só estou cansado — sua voz saiu baixa — Nunca dá para dormir em hospitais, sempre vai ter alguém chorando ou roncando ao seu lado.

– Pensa pelo o lado bom — eu me virei para encarar ele — Você vai ter o final de semana todo para dormir.

– É, o finaaaal de semana todo — disse olhando através da janela.

Eu iria perguntar o que estava acontecendo com ele mas estava tão perdido em seus pensamentos que acabei dando de ombros e segui caminho para a casa de Christian.

Christian Grey passou o final de semana inteiro na cama dormindo, só "levantava" para ir banheiro e comer alguma coisa.

Na segunda-feira, eu disse á ele que tinha feito uma programação inteira para o resto da semana. Ele não gostou muito e discutiu comigo — como sempre fazia. Mas eu acabei fazendo ele mudar de ideia e aceitar toda a programação.

Na terça-feira, fomos na Galeria de Artes e que a visita só durou uma hora. Christian disse que todas as obras de artes ali eram horríveis. Briguei com ele dizendo que não podia dizer essa coisas dentro de uma galeria. Ele revirou os olhos para mim e disse que eu não entendia nada de artes, disse também que se eu visse com os olhos dele, eu entenderia o seu lado. Mais tarde, tivemos que desistir de ir ao cinema, porque ao chegar lá, o funcionário disse que o elevador para deficientes físicos estava em manutenção. Eu insisti a Taylor para me ajudar a carregar Christian pelo os braços. Taylor e Christian riram tanto de mim que os dois choraram de tanto de rir. Eu fiquei nervosa com os dois e passei o restante do dia de cara fechada.

Na quarta-feira, eu levei Chris numa degustação de vinho. Eu tive que prometer a Taylor e os Grey's que eu não deixaria Christian se embriagar — e também eu quebraria uma das minhas regras de "COISAS QUE NÃO SE PODE FAZER COM UM PARAPLÉGICO"e, eu ficaria chateada comigo mesmo se eu quebrasse essa regra.

Segurei cada taça para que ele pudesse sentir o cheiro e provar cada vinho. Ele acabou gostando de quase todos, menos de um. Eu me esforcei para não rir quando Chris cuspiu vinho na cuspideira, e ele me olhou sério com os seus olhos cinzas. O dono da loja acabou gostando de ter um cadeirante e sentou com nós dois na mesa. Eles começaram a discutir sobre uvas e vinhos. Eu acabei ficando totalmente entediada e ficava lendo os rótulos dos vinhos. Acabei soltando o ar pela a boca.

Acabei pegando um taça de vinho seco e experimentei. Odiei o gosto — não gosto de vinho sem açúcar. E acabei ficando desesperada para aonde eu iria cuspir essa coisa fora de minha boca. Chris ficou me olhando como se eu fosse uma louca e o dono da loja — que o nome era Ramon -, me olhou com os olhos arregalados. Eu engoli o vinho de uma vez e fiz uma careta.

– Ana, você poderia ter cuspido o vinho na cuspideira — comentou Christian.

–Não poderia ter feito isso. Mamãe me ensinou com que cuspir é feio.

Os dois homens se entreolharam e caíram na gargalhada. E ficaram o resto do dia rindo de mim e comentando sobre esse acontecimento. Eu só fiquei observando com a cara fechada para eles e com os braços cruzados sobre os peitos.

Então, a caminho de casa, eu resolvi dar uma volta pela a cidade. Já era finalzinho de tarde e pôr-do-sol já estava amostra. Era maravilho, o céu estava num tom alaranjado. Olhei pela a janela do carro e vi uma loja de tatuagens.

– Chris, devo confessar a você que eu sempre quis fazer uma tatuagem — comentei.

Ao terminar a frase, eu me arrependi de ter dito isso a ele. Chris nunca ficava enrolando sobre um assunto e quis saber, imediatamente, o porque eu nunca fiz uma.

–Ah...Sei lá.... Deve ser por causa da dor e tudo mais — expliquei.

– Só por causa disso?

– E por medo de que as pessoas iriam dizer sobre isso.

– Mas não era você que me dizia para não se importar com que as pessoas pensam? — percebi que tinha um tom de ironia em sua pergunta.

Olhei para trás e semicerrei os olhos para ele.

– Por medo de que Kate, minha amiga, iria dizer — corrigi a frase.

– Quanto anos você tem mesmo?

– Meu pai não ficaria orgulhoso de mim.

– É só você esconder a tatuagem.

Olhei para ele pelo o retrovisor. Seus olhos cinzas estavam alegres.

– E se eu não gostar? — perguntei.

– Aí é só você tirar a laser? — ele ironiza.

Revirei os olhos. Fiquei em silencio por um momento.

– Então, vamos — disse ele — Você sempre me diz para não ter medo de fazer as coisas e não pensar demais. Então, eu digo o mesmo para você agora.

Percebi que eu estava sorrindo.

Eu iria mesmo fazer essa loucura?

– Eu faço se você também fizer.

Christian ficou em silêncio por um momento, pensado na proposta que acabei de fazer á ele.

– Pare o carro — disse ele.

– Porque? Você está bem?

– Apenas pare esse carro, Ana. Olhe, ali, na sua frente. Tem uma vaga. Estacione. Vamos, Ana.

Parei o carro no meio-fio, tirei o cinto de segurança e olhei para ele.

– Vamos lá — disse ele depois de alguns segundos nos encarando.

– Lá aonde?

Ele revirou os olhos.

– Fazer a tatuagem — disse ele — Vamos, me tire daqui.

–Pera aí, você vai fazer uma tatuagem?

– Vou. Agora me tire do carro antes que eu mude de ideia.

– E o que você vai tatuar? — perguntei curiosa. Chris fechou a cara pra mim — Ou não devo perguntar? — ele fechou a cara mais ainda — Está bem. Sem pergunta.

Tirei ele do carro com todo cuidado possível. Chegamos na porta de entrada da loja e eu paralisei. Não conseguia mexer minhas pernas. Eu estava com medo de apavorada. Eu iria mesmo fazer isso? Com Christian? Serio? Meu. Deus.

– Na onde você quer fazer ? — ele me perguntou.

–Hã... Não. Sei. Quem sabe no ombro ou na costela — respondi a sua pergunta.

Virei para ele e o encarei.

– Não posso entrar numa loja assim do nada e fazer uma tatuagem — eu estava totalmente nervosa.

– Porque não? — pergunta ele.

– Porque.... Ora, Christian eu preciso continuar sendo uma boa moça.

– E você acha que uma simples tatuagem vai mudar a sua personalidade?

Olhei em seus olhos, absorvendo essas suas palavras.

– Você está certo — eu disse. A coragem estava aparecendo — Você está certo. Vamos lá, Christian Grey.

Percebei que a minha voz saiu um pouco animada

– É assim que se fala, Anastásia.

Com toda essa coragem e empolgação em mim, acabei soltando um pulinho. Chris olhou para mim e deu uma risada.

– Você é uma louca, Ana.

Senti o meu rosto corar.

– Espera Ana — pediu Chris antes que eu abrisse a porta da loja. Olhei para ele — Esqueci de perguntar. O que você quer fazer?

Franzi os lábios pensando um pouco.

– Acho que eu gostaria de fazer alguns passos, como se a tatuagem estivesse andando — expliquei á ele — Você sabe que é uns dos Hobbies que eu tenho. Acho que daria um bom significado.

– É um ótimo significado — comentou ele.

Dei um sorriso para ele. Abri a porta e entramos.

***

Duas horas e meia depois, saímos da loja: eu, Anastásia Steele, uma menina que nunca pensou em fazer uma tatuagem, saiu da loja com um curativo na costela — que devo confessar: doeu demais. Tentava alcançar com a minha vista, o curativo branco para ver se estava saindo sangue ou qualquer outra coisa, até Chris mandar eu parar de fazer isso porque já estava irritando ele.

Não deram muito tempo para ele pensar mas antes de ele entrar na sala para fazer o tatuagem, ele disse que já tinha em mente o que ele queria fazer mas ele não iria me dizer, porque era uma surpresa. Eu fiquei totalmente curiosa.

O tatuador levou o Chris, junto com outro tatuador para a sala ao lado, deitou-o numa mesa especial — antes disso, o tatuador tinha me dito que já tinha feitos tatuagem em deficientes físicos -, e com a porta entreaberta eu só poderia ver as pernas de Christian Grey. Dava para ouvir as risadas e conversas dos três e o barulho do zunido da agulha, o cheiro de antisséptico no ar.

Mais tarde, quando Christian finalmente apareceu, não deixou que eu visse a tatuagem ainda. Eu fiquei furiosa e curiosa ao mesmo tempo. Já no lado de fora da loja, enquanto eu abaixava a rampa e não conseguia parar de sorrir, eu disse á ele:

– Você, Christian Grey, é uma péssima influência para mim.

Ele acabou dando várias risadas.

– Me mostra a sua tatu — pediu ele — Quero ver como que ficou.

Com os olhos semicerrados e grudados em Chris, eu levantei a minha blusinha, tirei um pedaço do curativo e mostra á ele.

– Gostei. Ficou lindo, Ana — disse ele — Combina com você. Eu realmente eu gostei. De verdade.

– Obrigada, Chris — meu rosto corou.

Coloquei Chris na rampa e levantei ele. Subi e coloquei o sinto de segurança. Fui para o banco do motorista. Dei a partida e seguimos caminho para a sua casa.

– E se sua mãe souber que você fez uma tatuagem? — perguntei.

– Vou dizer que uma mulher de olhos azuis bem bonito, me embriagou e me obrigou a faze-lá — disse ele entre risos.

Olhei para ele com os olhos arregalados.

– Você não ousa fazer isso, Christian Grey.

– É bobinha mesmo — riu Chris — Claro que eu não vou fazer isso, Ana.

Soltei o ar aliviada.

– É bom mesmo — disse.

Estacionei o carro na garagem da casa dos Grey's, abaixei a rampa e tirei ele de dentro do carro. Chamei Taylor para me ajudar a colocar Chris em sua cama.

– Obrigada Taylor — eu sorri pra ele.

– Não foi nada, Ana — disse ele — Se precisar de ajuda para mais alguma coisa é só me chamar.

–Tudo bem.

Taylor saiu do quarto me deixando sozinha com Chris.

– Estamos sozinhos. Vamos, me mostra o que você tatuou.

– Você terá que trocar de curativo depois.

– Tudo bem. Me mostra.

Ele respirou fundo algumas vezes e olhou para mim.

– Levanta a camiseta do lado esquerdo.

Me debrucei sobre ele, ergui a sua camiseta e tirei as gases. Ali, na sua costela, estava escrito uma frase pequena com uma tinta preta:


Validade: 16 de fevereiro de 2013.

Eu não sabia ao certo descrever a minha reação. Eu fiquei triste, meio que dei uma risada, fiquei desvatada e meus olhos encheram de água.

– Essa data é a do dia do seu acidente? — perguntei.

– Sim. Essa é a data — ele disse e eu meio que dei uma risada — Era para ser engraçado. Bom, eu achei engraçado. Você não gostou?

– Eu gostei. Eu só não achei muita graça.

– Não me faça essa cara, Ana.

– Que cara ? — olhei pra ele.

– Essa cara de que vai chorar mais não quer chorar — explicou ele.

– Ah.

Fiz outro curativo nele e abaixei sua camiseta.

– Taylor vai gostar — comentou Chris — Eu sei que vai. E, ele vai achar graça.

– Ei, eu achei graça — me defendi.

– Você está quase chorando — disse ele — Como que achou graça?

Não saiba o que dizer. Ele estava aceitando o seu caso? Eu finalmente ajudei ele, de alguma forma, a mudar o seu pensamento? Eu tinha ajudado ele? Ou isso era apenas uma maneira de mostrar desprezo pelo o corpo?

– Eu gostei, Christian — eu comentei — Realmente gostei.

– Então, eu fico feliz que tenha gostado.

– Boa noite Christian — eu me despedi — Até amanhã.

– Boa noite Anastácia — disse ele — Até amanhã.

Eu coloquei um coberto em cima de Chris e sai do quarto, fechando a porta com cuidado.

Ao caminhar pelo o corredor, um pensamento veio em minha cabeça: Qual era o significado daquela tatuagem? E isso era bom ou ruim?

Notas finais
Esses dois ♥ Sempre fazendo uma loucura! Amei escrever esse capitulo! ♥ Comentam dizendo o que achou e tals, eu vou gostar muito ♥ Então, ate a próxima minha lindas (os) *-* Beijos ;* OBS: Leitoras fantasmas, eu sei que vocês existem, apareçam. Eu não mordo :3