O Jovem Príncipe das Trevas
5 O Chá de bebê parte I
Notas iniciais
P.O.V. Jean.
Estou meio nervosa já que os Volturi vem á minha festa de chá de bebê. Mas, estou esperançosa.
P.O.V. Aro.
Quando nos aproximamos do endereço já dava para ouvir as vozes dos convidados, quando finalmente chegamos fomos recebidos por um jovem.
—Seus olhos são vermelhos. Vocês são demônios?
—Jack. Eles não são demônios, por favor entrem sejam bem vindos.
Disse a garota grávida.
—Eu sou a Jean, esse é o meu namorado Jack. Ele é o pai do meu bebê.
—Ele pensou mesmo que fossemos demônios?
—Pensou. Vocês vivem lá, trancados no seu castelo de marfim, não viram nem a metade das merdas que tem aqui do lado de fora. Tem, sangue na geladeira se quiserem beber.
—Não, nós já nos alimentamos.
—Tudo bem então.
—Nós trouxemos um humilde presente para o seu bebê.
—Obrigado.
Ela sorriu e pegou o presente. E abriu.
—Uau! Vocês sabem que... ela ainda não nasceu certo? E que provavelmente vai levar um tempo pra crescer. Mas, é uma gracinha.
P.O.V. Jean.
Eles dão um colar de diamantes para um bebê? É, eles tão meio sem prática. Ela vai usar isso um dia, eu acho.
Para complicar a minha situação uma bruxa descobriu sobre a minha gravidez e se ligou a mim. Madaleine Deverroux.
—Ai!
—O que foi? O que aconteceu?
—Eu to bem agora, mas senti como se tivesse sido... esfaqueada.
—É hora do lanche da Rebekah.
—Eu realmente não queria que a chamasse assim.
—Desculpe, já escolheu outro nome?
—Já.
—Pega uma. O pomar está cheio delas. Como está o seu pescoço?
—Eu me sinto bem. Eu tenho certeza de que isso está relacionado com a Madaleine.
Tudo começou a rodar.
—O que há?
—Eu não sei tia Rebekah, provavelmente enjoo matinal.
—Estamos no meio da tarde.
—E esse um bebê nefilim mágico e milagroso.
—Você tá queimando.
—Elijah! Agulha das tristezas!
P.O.V. Aro.
Começou uma intensa movimentação na casa. Levaram Jean para a cama e ela começou a passar mal. Agulha das tristezas. O que seria isso? E quem seria Madaleine?
—Como se sente?
—Eu me sinto, como se tivesse sido colocada no microondas tia Rebekah.
Eles a levaram para fora e o desespero era palpável.
—Ela está queimando.
—Precisamos fazer isso agora! Coloque-a na água!
Eles a colocaram dentro da piscina.
—Segure-a.
—Papai eu não consigo respirar!
—Jean, respire fundo. Foque no som da minha voz.
Ela estava sofrendo. Mas, de repente parou.
—Eu senti ser desfeito.
—Eu sei que você só tava me usando para salvar o seu povo, mas tente de novo e eu te mato.
O pai da criança, içou a híbrida grávida com uma mão.
—Obrigado Jack. Eu vou tomar um banho e trocar de roupa.
—Não acha melhor mandar os convidados embora?
—Não. Pai!
—O que?
—Traga Agnes pra mim. Viva. Por favor. Aquela vadia tentou matar o meu bebê.
A tal Agnes era uma idosa.
—O meu bebê vai gostar do petisco.
Ela agarrou a mulher pelo pescoço e deu pra ver o fluxo de energia azul saindo pela boca da mulher e indo direto para dentro de Jean.
—Que que é isso?
Um homem respondeu:
—Jean está se alimentando da magia de Agnes.
Depois ela crucificou a bruxa com facas. Ela era telecinética.
—Você vai sofrer uma morte lenta, dolorosa e agonizante. Bruxa idiota! Está estragando meu chá de bebê!
—E depois nós que somos os vilões.
—Vocês matam inocentes. Eu não mato inocentes.
E a festa continuou como se nada tivesse acontecido. A bruxa ficou morrendo do lado de fora da casa enquanto eles comemoravam.
—Não somos tão diferentes assim.
—Eu sou tudo o que você não é. Eu mato admito, mas nunca um inocente. Eu não mato crianças. E honestamente, to pouco me fodendo para o que vocês pensam de mim. Eu não sou nada sua. To com sede.

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