“O Futuro” - Dramione

38 "- Parte 2 - Vigésimo quarto - capítulo - Amortentia"


Notas iniciais
FELIZ ANO NOVO, PESSOAS LINDAS! Desejo a vocês, um ano cheio de luz, amor, prosperidade, vitorias e sonhos realizados. Que Deus, abençoe vocês e toda sua família, em nome do filho dele, amém! Eu pretendo volta com mais frequência neste ano, já que agora consigo ter um pouco mais de controle e tempo livre. Eu espero que vocês gostem do capítulo. Desejo uma boa leitura e até breve! Abraços e mais uma vez, feliz 2018 para todos vocês!

Para Draco Malfoy, Hermione Granger seria a sua concepção, a garota mais estranha e ao mesmo tempo a mais extraordinária do universo inteiro e pronto. E ele só chegou a essa conclusão após longas e meticulosas observações. E algumas conclusões se concretizaram após acordarem de manhã.

Primeira conclusão; em alguns momentos quando acordavam, ela se negava a namorar na cama e corria para o banheiro, forçando o mesmo após alguns gritos, a também se levantar da cama para a primeira aula do dia.

Segunda conclusão: Provocações em plena manhã. Como ela fazia neste exato momento. O beijando com ternura, deslizando a boca pela pele alva e pálida, deixando um rastro quente, onde seus lábios doces tocavam, parou por alguns instantes, observando o namorado tremer levemente, enquanto aparvalhada o gogó se movia de maneira extremamente sexy, cada vez que ele engolia em seco ao senti-la massagear suas coxas com as mãos pequenas.

E não conseguindo mais se controlar, o loiro a virou ficando por cima dela, com a cabeça enterrada, nos cabelos da morena, suspirando forte, tentando manter o controle e quando se afastou para olha-la, a encontrou, sorrindo de maneira maliciosa.

— Isso é pura maldade, Granger – falou rouco, beijando a orelha da mesma, a fazendo entrelaçar seus braços ao redor do pescoço do mesmo, o mantendo preso a si, enquanto ele ainda a beijava, a provocava.

— Draco – suspirou forte, sentido o corpo estremecer com rapidez. Ele também conhecia bem. Bem até demais, diga-se de passagem.

Os braços do loiro a cercaram, e em questão de segundos a situação mudou, ela agora estava por cima. No controle. E Malfoy gostava de quando ela comandava na cama.

Depois de um longo banho, ambos seguiram para a primeira aula, ela lendo um livro, como sempre, enquanto ele vinha segurando sua mão, a guiando para a sala, pois a leitura estava bastante interessante.

Ambos adentraram e o loiro seguiu para sua mesa, ao mesmo tempo que a grifinória seguia para a mesa, ao lado de Ginnny. O professor adentrou e deu sequência à aula do dia, apresentando três diferentes poções em caldeirões.

Após abrir o último, Draco começou a fungar, sentindo o cheiro de Hermione, extremamente próximo; Morangos, livros e chocolate.

— O senhor está bem, Sr. Malfoy? – o professor o questionou, ciente que entendia o que estava acontecendo. A amortentia começará a atacar os corações dos apaixonados de plantão, e o jovem Malfoy fora o primeiro alvo.

— Sim, estou sim – afirmou, olhando para o professor, que o chamou para se aproximar do calderão, o que o loiro fez, e a cada passo que dava, o cheiro ficava mais forte e mais potente.

— O que sente, rapaz? Que cheiro especificamente está sentido? – perguntou, colocando a mão no ombro do rapaz, o encorajando, enquanto a sala inteira estava em silêncio, esperando a resposta do sonserino.

Malfoy fechou os olhos e respondeu a resposta do professor, se deliciando com o cheiro.

— Morangos – respondeu, enquanto o cheiro do shampoo da namorada, vinha a mente.

Lembrando de quando entrava no banheiro, depois dela, e o cheiro estava lá, impregnado em cada espaço do banheiro. E relembrou de quando acordava com a cabeça enterrada nos cabelos dela e sorriu com a doce lembrança.

— Livros – acrescentou, lembrando dos livros, que encontrava espalhados pelo dormitório. Vários abertos, marcados, falando de diversos assuntos e gêneros. E quando se arriscava a ler algum, quando ela não via. E ele tinha que admitir, começará a gosta de literatura trouxa.

— E o último, rapaz? – pediu, observado sua melhor aluna da grifinória extremamente emocionada, com os olhos vidrados no loiro, que o professor descobriu há algumas semanas, como todos, que ambos namoravam.

— Chocolate – finalizou, lembrando dos bolos de chocolates que ela fazia, dos biscoitos, do brigadeiro e também dos bolinhos de chuvas, recheados com chocolate.

E ao abrir os olhos, prendeu os olhos cinzas, aos castanhos, que brilhavam com lágrimas ao redor dos olhos.

– Muito bem, meu rapaz, pode voltar para seu lugar – sugeriu e quando o sonserino se sentou, voltou a olhar para a turma – Alguém pode me dizer, que poção tem neste caldeirão? – perguntou, olhando para seus alunos, que estavam todos em silêncio.

Afinal, depois de uma declaração dessas de Draco Malfoy, a quietude era a única coisa percebida na sala, onde estava a Sonserina e Grifinória.

Duas casas, desde o seu surgimento que se odiavam, e tinham uma certa rivalidade, porém que agora quebravam barreiras, com o namoro inesperado da garota mais brilhante de Hogwarts, que pertencia a casa dos leões e ao herdeiro dos Malfoys, conhecido como príncipe da Sonserina. Um sonserino nato.

Uma aluna explicou a poção contida no caldeirão, mesmo todos ciente do que se tratava, a após a aula todos saíram da sala, ficando apenas Hermione e Draco, que se lhe olhavam em silêncio.

O sonserino foi o primeiro a se levantar e quando tentou esclarecer ou pedir uma explicação plausível, para o que acabará de acontecer há alguns minutos, Hermione se aproximou e tomou a boca dele, em um beijo intenso e explosivo, que fez o corpo dele explodir de desejo.

— Eu já disse que amo você, hoje? – ela perguntou se afastando, o olhando com um sorriso lindo nos lábios.

— Creio que hoje, não – ele comentou, colando sua testa a dela, fechando os olhos, aproveitando a sensação tão boa, que ela trazia a sua vida.

— Pois saiba, Draco Malfoy, que eu amo você, com uma profundidade absurda – se declarou, fazendo carinho nos cabelos loiros dele.

Draco sorriu de lado, a observando tão entregue a si. Não era fadado a declarações, mas era bom ouvir tais palavras dela. Se sentir apaixonado e ser correspondido, era incrível.

— Você é o que eu sempre quis, mas nunca admiti querer inteiramente para mim – o loiro confessou, tocando levemente no rosto da morena, que prendeu a respiração, enquanto o escutava.

Era por esse motivo que amava verdadeiramente Draco Malfoy. Ele não era muito de falar dos seus sentimentos, mas quando se expressava, ele fazia como ninguém era capaz de fazê-lo e também de faze-la se apaixonar cada vez mais.

(...)

Hermione e Draco caminhavam por Hogsmeade, enquanto conversavam sobre variados assuntos, e o assunto principal em pauta, ainda estava relacionado ao namoro de ambos. Alguns diziam que o namoro era baseado em interesse da parte do sonserino, em querer limpar seu nome, utilizando a heroína de guerra, para tal feito.

Tais comentários não afetavam o casal, afinal estarem juntos, era inteiramente a prioridade de ambos. O casal se sentou no banco e com a cabeça, encostada no ombro do loiro, Granger observa as pessoas, andarem de um lado para o outro, apressados ou talvez atrasados.

— O ano está acabando rápido demais – Draco comentou, entrelaçando sua mão a da namorada, que concordou com a cabeça – Quando acabar Hogwarts, pretende voltar para casa dos seus pais ou procurar uma casa por aqui? – o loiro a perguntou, a olhando atentamente.

A vida que compartilhava com Hermione, no dormitório era incrível. E sinceramente não sabia dizer se estava pronto para viver sem a presença dela. Como se acostumará, todos os dias.

— Temporariamente pretendo fica com eles, mas quero logo ter o meu lugar – explicou, sorrindo, imaginando seu lugar e principalmente Draco na sua casa, constantemente.

— Você sabe que eu vou viver lá, né? – o loiro comentou, sorrindo, enquanto olhava para frente.

— Essa é a ideia, amor – afirmou, beijando os lábios do loiro – Agora, vamos comer algo. Eu estou com fome – completou, ficando de pé, arrastando o loiro, consigo.

Depois do almoço, ambos voltaram para Hogwarts, com Draco explicando que recebeu uma carta dos seus pais, querendo encontra-lo e depois de muita insistência de Hermione, o loiro concordou em aceitar o encontro com os pais. Verdade seja dita, Draco faria qualquer que Hermione Granger, lhe pedisse.

Notas finais
Comentários, elogios, sugestões, observações, dicas, queixas, como sempre fica a metêro de vocês. Beijo e até o mais breve!