“O Futuro” - Dramione

9 " O Oitavo dia - Nunca desistir "


Notas iniciais
Oi pessoal, peço desculpas por ter separado o nosso casal, e eu imagino o quanto deixei vocês, chateadas. E provavelmente, odiando o Ron! Eu modifiquei um pouco a história, e comunico a vocês, que esse é o penúltimo capítulo da primeira parte da nossa história “O Futuro” Nesse capítulo, vocês verão uma Hermione Granger mais corajosa do que nunca e disposta a lutar pelo marido. E alguns relatos sobre o que aconteceu, no passado. Peço que prestem bastante atenção em todos relatos, que eu vou indicar a vocês, okay, minhas lindas. A conexão entre eles se tornam mais intima e a cumplicidade ficar maior, agora, que Hermione finalmente, admitiu que sente algo muito forte por Draco. Eu relatei um pouco, sobre o que eu acho, que poderia acontecer entre Hermione e Draco, se eles estivessem se envolvido. Estou bastante ansiosa para a segunda parte da história. Hermione voltará para o passado e terá que conquistar nosso delicioso Draco Malfoy! Será que ela vai conseguir? E os amigos dela, como vão reagir ao ver uma Hermione, com os olhos, sempre voltado para o Sonserino? E Ron, como ficar nessa história? E o mais importante, Draco vai se render à nossa castanha? Eu estou bastante ansiosa para a segunda parte. Quero agradecer pela bela recomendação da Rachel Targayen, obrigada moça! Agradeço também pelos comentários de todas vocês. Quem ainda não comentou, faça um forcinha, sim? Please, já estamos na reta final, e eu queria muito ler um comentário de vocês. Bom, boa leitura e até o último capítulo.

Hermione evitava olhar para a amiga, enquanto a mesma tinha os olhos arregalados e a boca aberta em total choque. A castanha lhe ligou, naquela mesma madrugada, chorando, dizendo que precisava da amiga urgentemente e assim que o dia chegou, Ginna Potter estava na porta da casa da amiga.

— Ele foi embora? – a ruiva disse sem pensar, afinal estava chocada.

Draco a procurou depois, que ela, Harry e os filhos estivaram em sua casa, e ele próprio pediu para ela não contar a Hermione, sobre como ela e o irmão tinham rompido a relação.

Segundo o loiro, não era assim que almejava reconquistar Hermione, fazendo-a sentir raiva e tinha mágoa do ruivo, desde o ocorrido. Ela o entendeu e achou nobre tal atitude, mostrando que o menino egoísta que foi no tempo de Hogwarts, tinha se tornado um homem bom e justo, afinal.

Ele queria reconquistar a esposa, da mesma maneira que fez, a alguns anos atrás. Não jogando sujo, como Ronald fez. A grifinória tinha os olhos inchados, por conta das lágrimas derramadas a noite inteira. Vê-lo ir embora, a rasgou no meio.

E não sabia como encarar o próprio filho e lhe dizer que o pai passaria alguns dias longe. Mesmo mentindo para não entristecer Anthony, contudo, ela sabia da verdade. Draco não foi fazer uma viagem importante, ele fora embora, por sua culpa. Por sua causa, sua família estava quase desfeita.

— Ohh, Ginna – recomeço o choro mais uma vez – O que eu faço? – perguntou, a olhando – Como vou dizer a Anthony que o pai vai ficar alguns dias longe? – completou, limpando as lágrimas, ao ouvir passinhos, descendo ás escada.

E em questão de segundos, um Anthony com os cabelos bagunçados, usando um pijama totalmente cinza, apareceu na porta da cozinha, segurando seu fiel bichinho de pelúcia, Duke, a doninha.

— Bom dia, mamãe, madrinha – disse bom dia, dando um abraço na madrinha e se sentando no colo da mãe – Cadê o papai? – perguntou, olhando ao redor, não encontrando o pai, sentado, já tomando café, como sempre acontecia nas manhãs.

— Seu pai? – a castanha disse, engolindo em seco, olhando desesperada para Ginna, que também não sabia, o que dizer.

O aparelho residencial tocou e em um impulso, Anthony foi atender o aparelho. Na ligação, Draco Malfoy ligou para tentar explicar ao filho, de uma forma, não assustadora a situação.

Sabia que Hermione não saberia lidar com a situação sozinha.

— Papai! – Anthony disse feliz, atraindo a atenção – Mesmo? – a voz alegre, se tornou desanimada – Quando o senhor volta? – perguntou, olhando para a mãe, que o olhava fixamente, sorrindo fraco, tentando mostrar confiança, mesmo por dentro, querendo pegar o aparelho e implorar para o marido voltar para casa.

— Draco, sempre te salvando, hein? – Ginna comentou, olhando para a amiga, que apenas afirmou com a cabeça, ainda observando as expressões do filho e no final da ligação, Anthony passou o aparelho para a mãe.

— Tudo resolvido, Hermione – Draco foi o primeiro a se pronunciar – Por enquanto, ele vai se aquietar e não lhe fazer perguntas, não se preocupe – tentou tranquilizar a esposa – Hermione, você está ai? – perguntou, vendo que ela não se pronunciava.

— Sim – disse, segurando forte, o aparelho do telefone, enquanto observava o filho seguir para a cozinha, acompanhada por Ginna, que apenas o levou para ela, conseguir conversar com Draco, sem chamar a atenção do filho – Você está bem? – perguntou, se sentando no sofá, fechando os olhos, imaginando o marido bem a sua frente.

— Vou ficar bem, Hermione – respondeu à pergunta da esposa – Tire esses dias para descansar e esfriar a cabeça – sugeriu – Por favor, não se sinta culpa por nada – pediu, ciente de que ela teria passado a noite em claro.

A jovem mulher suspirou forte, tentando segurar o bolo que se formava em sua garganta. Apesar de machuca-lo da pior forma possível, Draco ainda queria tranquiliza-la e protegê-la. Mesmo ela ciente de era culpa dela, totalmente dela.

— Onde você está exatamente? – perguntou, curiosa e preocupada com o local que o marido estava.

— Na casa do Theo. Não se preocupe, ele sabe ser discreto – acrescentou – Pelo menos aproveito e vejo alguns documentos que fiquei de ver para ele – afirmou – Agora, eu preciso desligar. Me arrumar para ir para a empresa – explicou, se despendido da esposa, afirmando que ligaria mais tarde.

— Sinto sua falta – comentou para si mesma, colocando o telefone no seu lugar de origem – Porquê é tão difícil dizer tais palavras a ele – completou, antes de fingir um sorriso e seguir para dentro da cozinha, encontrando o filho e Ginna tomando café da manhã.

E aos poucos, conseguiu tirar o sonserino da cabeça e seguiu com sua habitual rotina. Deixou Anthony na escola e seguiu para o Ministério de Magia.

(...)

Theodoro observava o amigo tentar ajeitar a gravata, pela quarta vez, em frente ao espelho. Draco lhe ligou, pendido para passar alguns dias, em seu apartamento e mesmo confuso com o pedido do loiro, aceitou tal sugestão.

E agora, esperava que ele lhe explica-se o que estava ocorrendo, contudo, Draco se manteve em total sigilo.

— Cara, fazia muito tempo que eu não, tomava um café da manhã tão reforçado – comentou, enquanto provava a panqueca que o loiro preparou de manhã – Tenho que dizer, Draco. Você cozinha muito bem – elogiou o prato feito pelo sonserino.

Quando Theodoro acordou de manhã, pronto para ir comprar algo na padaria para ele e Draco comerem se deparou com a mesa posta, e um belo café da manhã o aguardando e o amigo já quase pronto para o trabalho, sentado na mesa, já comendo.

— Disponha – comentou, lendo o jornal Bruxo – Dá para parar de me encarar desse jeito? – ordenou, ciente do olhar do ex-colega de escola, sobre si.

— Eu estou confuso, só isso – explicou – Quer dizer; você e ela, nunca brigaram ao ponto de se separarem. Ficavam dias sem se falar, mas ao ponto de terminarem, nunca – acrescentou, lembrando que a relação de Draco Malfoy e Hermione Granger, nunca seria normal, em várias proporções, contundo, um nunca desistiu do outro.

Um sempre equilibrava a personalidade um do outro. Um sempre sustentava o outro, quando as coisas não estavam bem. Hermione era a calmaria que faltava em Draco. E Draco era a ousadia que Hermione sempre tentou encontrar em si própria.

— Está tudo bem, Theo – tranquilizou o amigo – Só um momento ruim – explicou, conseguindo ajeitar a gravata – Vamos? – o chamou, caminhando em direção a saída do apartamento.

— Sim, vamos – disse se levantando da mesa a contra gosto – Cara, eu vou engordar muito com você, por aqui – acrescentou – Sabe fazer bolo, tortas? – investigou, já imaginando comer todas essas guloseimas deliciosas, afinal, aprovou a refeição preparada pelo amigo.

— Sei, sim – afirmou orgulhoso — E eu não vou fazer para você – se adiantou ao notar o olhar de malicia do amigo – Se quer comer bem, encontre uma mulher e case com ela – afirmou, caminhando ao lado do amigo, por Londres bruxa, um pouco desanimado.

Era seu mundo, contudo, se acostumou a ir de carro, até determinado ponto, olhando os prédios, pessoas, carros e o barulho de Londres trouxa, enquanto dirigia, até o estacionamento, onde costumava deixar o carro e seguir para a passagem do mundo Bruxo.

— Casar? Nem pensar – acrescentou, rapidamente – Você foi o único sonserino louco a se casar com 21 anos de idade – afirmou, relembrando, o dia que o amigo, reuniu seus amigos mais íntimos e lhe informou sobre o casamento com Hermione Granger.

Eles já estavam juntos a dois anos, contudo, a maioria achava que era tudo, apenas um mero desejo proibido, no entanto, ao longos dos meses que se passavam, todos perceberam que a relação de Draco Malfoy e Hermione Granger se tornava mais forte e de uma cumplicidade, inesperada.

E no final, quando os amigos da Grifinória e do Sonserino, os viram juntos pela primeira vez, notaram e se deram por vencidos, que o que ambos sentiam, um pelo outro, era amor! Amor para a infelicidade de Ronald Weasley, descrença para Narcisa e Lucius Malfoy e derrota para Astória Greengrass.

Draco conseguiu se erguer e mesmo sem falar com os pais, desde do momento, que se relacionou com Hermione, a pedido, por carta assumiu as empresas da família, a pedido da mãe. E um grande incentivo e encorajamento da sua futura esposa, diga-se de passagem, Hermione Granger, conseguiu domar o tão irresponsável e rebelde Draco Black Malfoy.

(...)

A rotina se seguiu normal, ou pelo menos, Draco tentava se convencer que estava normal, mas lá no fundo, sabia que no final do dia, para sua casa e para sua família não retornaria.

Ao sair do trabalho, uma mulher elegante, o esperava na saída. Reconheceu a mulher imediatamente, quando tentou virar as costas, fingindo não vê-la, ela o viu.

— Fugindo de mim? – Astória perguntou, sorrindo para o loiro, que apenas a olhava, avaliativo – Eu só quero sabe se você está bem, sabe? Afinal, nossas famílias são muitos próximas – disse, sorrindo – Só não se tornou mais intima, porquê ... – não conseguiu completar, porquê uma terceira voz, os surpreendeu.

— Por que ele se casou comigo – a voz doce, contudo, cheia de raiva e ciúmes de Hermione Granger, fez o coração do sonserino saltar em seu peito e se virando, se deparou com a esposa, a alguns passos, usando seu habitual terno de trabalho, o olhando fixamente.

Astória não se mostrou constrangida, ao contrário, sorriu, antes de cumprimentar a rival.

— Granger, como vai? – perguntou, a olhando cinicamente.

Astória nunca desistiu de Draco Malfoy e ciente de que Draco saiu de casa, lhe deu mais ânimo para lutar pelo sonserino.

— Não é mais Granger, Greengrass. – afirmou, sorrindo orgulhosa – É Malfoy, contudo, você ainda não aceita esse fato, não é verdade? – acrescentou, a olhando superior.

A morena olhou a eterna Grifinória com raiva. Ela estava ciente desse fato, contudo, ver Hermione Granger, agora Malfoy, lhe jogar isso na cara, era demais.

— As coisas ainda podem mudar – devolveu, olhando o sonserino, que se manteve em silêncio.

— Ohh, não Greengrass, eu não vou perder meu marido, para alguém como você – afirmou, se aproximando do marido, o olhando nos olhos – Eu e ele, nunca vamos nós separar – afirmou – Isso eu, lhe garanto – disse se voltando para a morena, que a olhou com raiva, antes de se virar e ir embora.

— Eu não fazia ideia que ela viria aqui – se adiantou, diante do olhar da esposa – Aliás, o que está fazendo aqui? – perguntou, curioso, no entanto estava feliz por ela ter vindo e ainda mais feliz ao ver o evidente ciúmes da mesma.

— Vim tentar conversa com meu marido e simplesmente o encontro se engraçando para o lado de outra mulher – disse rude, se arrependendo de ter escutando Ginna, que a incentivou a ir atrás do marido.

E ela tola, se arrumou e foi ao encontro dele.

E sem dar explicações, se virou e seguiu para fora da empresa, furiosa, magoada e temendo perder o marido, agora que outra mulher se aproximava do mesmo. Uma mão a segurou, e se chocou contra o corpo do marido e rendida, o olhou nos olhos.

— Pare de fugir de mim- pediu, respirando bem próximo da mesma, Hermione puxou o ar com força, enquanto sentia a respiração forte dele, contra sua própria boca.

— Me deixe ir embora – conseguiu dizer, enquanto se via extasiada e feliz com a aproximação dele – Deixe-me ir – pediu mais uma vez, no entanto, a voz era falha, não queria sair de perto dele e isso era fato.

— Não, antes de um beijo – afirmou, colando os lábios aos dela em um beijo ardente. As bocas só passaram algumas horas, contudo, pareciam meses, longe um do outro.

As bocas rapidamente encontraram o ritmo ideal e o mesmo aconteceu com as línguas que exploravam a boca um do outro com lentidão e outras vezes com a urgência que o beijo pedia ou melhor exigia.

Os braços do homem a rodearam pela cintura e quando deu por si estava, contra a parede, com ele, lhe fazendo de refém. Ele pressionava seu corpo formado por músculos, contra o da esposa e foi impossível para Hermione não gemer, quando sentiu seu corpo corresponder ao contanto quase íntimo.

Tudo estava diferente, agora, que admitira para si mesma, que o amava também.

— Eu só tenho olhos para você, Hermione – afirmou, quando colou sua testa a dela – Por que não vamos jantar fora, hoje? – sugeriu, a mantendo próxima, enquanto a olhava nos olhos.

— Anthony, está com os meus pais. – explicou, olhando para o relógio no pulso — Tenho que avisar a eles – acrescentou, pegando o telefone e depois de uma chamada, sua mãe atendeu a ligação, avisando que Anthony já estava dormindo e desejou um bom jantar a filha e ao genro, torcendo para que tudo se resolve-se entre eles.

— Vamos? – a chamou, estendendo a mão a ela, olhando-a profundamente – Vou te levar a um dos lugares que você mais gosta do mundo trouxa, pelo menos a Hermione de 26 anos, gosta bastante – explicou, sorrindo para a esposa.

— Agora, eu fiquei curiosa – entrelaçou sua mão na dele – Me guie, Malfoy – pediu, sorrindo para o marido, que antes de guia-la, deu um selinho demorado na mesma.

— Seu pedido é uma ordem – afirmou, a guiando para fora da empresa da família, se sentindo confiante e feliz por ela ter vindo procura-lo, afinal de contas.

(...)

Hermione caminhava com o braço entrelaçado ao do marido, sentido o coração disparar sobre seu peito, enquanto agora entendia, a sensação de felicidade, proteção e amor que o loiro ao seu lado, lhe transmitia.

As ruas estavam frias, contudo, tê-lo perto de si, fazia o frio, nem ser sentido, pós não existia lugar melhor no momento, que os braços de Draco Malfoy, sobre os seus dedos, sobre os dele.

Ela se sentia no céu.

— Draco – o chamou, e ele se virou um pouco para olha-la nos olhos – Eu falei sério, quando disse a Greengrass, que não iria me separar de você – reafirmou, se perdendo na imensidão dos olhos acinzentados do marido, que exalavam um brilho de puro orgulho, nesse momento.

— Eu sei – afirmou, um pouco rouco – Eu não pretendo me separar de você, Hermione. Por Merlin, de onde tirou essa ideia absurda? – investigou, tocando no rosto da mesma, com carinho, enquanto a olhava, profundamente.

— Foi o que eu pensei, afinal, você saiu de casa e em menos de 24 horas, estava com outra mulher – acrescentou, mordendo o lábio inferior, o olhando.

— Por favor, confie em mim, sim? – pediu – Não pretendo me separar de você, nunca – afirmou – Não vou deixar você e nem Anthony, por nada nessa vida – completou, sorrindo – Eu amo você, Granger – se declarou, aproximando a boca na dela.

Os olhos presos, ao dela e quando ela tentou falar, ele a silenciou. Não era necessário palavras, os olhos de Hermione compartilhavam com os olhos dele, sem palavras, o quanto ela o amava também.

Seu sangue pulsou forte em suas veias, como aconteceu á alguns anos atrás, quando ele próprio admitiu que a amava, quando conseguiu ter o primeiro encontro com Hermione Granger, alguns meses depois da guerra bruxa.

— Obrigada por me amar, Draco – agradeceu, com os olhos brilhando, sinal das lágrimas, que já escorriam por seus olhos.

Ele a olhava em silencio.

— E obrigada por não ter desistindo de mim, apesar de eu ter sido tão idiota com você, nesse meio tempo – completou, tocando seus lábios ao dele, em um selinho demorado, que rapidamente se tornou um beijo calmo, contudo, cheio de amor e uma paixão, que só Hermione Granger e Draco Malfoy, conseguiam manter, apesar de alguns anos terem se passado., afinal estavam juntos a 8 anos.

— Bom, chegamos – disse, sorrindo, enquanto Hermione observava o pequeno e charmoso restaurante, com um sorriso gentil nos lábios.

— É um dos seus lugares preferidos do mundo trouxa – esclareceu, diante do olhar dela, sobre o seu – Quando começamos a sair, você me desafiou a comer diversas comidas trouxas e eu como um bom Sonserino, aceitei o desafio – completou, enquanto atravessam a rua.

— O que você quis em troca? – perguntou, ciente de Draco Malfoy, nunca dá um nó sem ponta.

— O que? – perguntou, parando no meio da faixa de pedestre, enquanto a olhava, surpreso. De fato, exigiu algo, contudo, não esperava que Hermione sequer tentasse mencionar isso.

— Você entendeu a pergunta, Draco – explicou, o arrastando para fora da faixa, afinal o sinal já estava prestes a abrir mais uma vez – O que você pediu em troca, desse desafio? – perguntou, parando em frente a porta do restaurante.

De fato estava curiosa para adentrar no lugar, mas a curiosidade para sabe o que Draco Malfoy, exigiu em troca, era sem sombras de dúvidas, muito maior.

Draco sorriu de lado.

— Às vezes esqueço que você continua sendo uma sabe-tudo – admitiu, sorrindo – Bom, eu pedi para dormir todas as noites com você – confessou, sorrindo, a puxando para próxima de si.

— E eu aceitei? – perguntou, colocando os braços ao redor do pescoço dele.

A química era inegável entre eles, e a tensão sexual estava maior. Ela podia sentir isso no próprio corpo e no corpo dele, tenso de desejo. Desejo por ela. E isso a agradou, profundamente. Se sentia poderosa e desejável aos olhos do marido.

— Sim, aceitou – afirmou, a olhando maliciosamente – Mas eu a respeitei todas as noites. Pelo menos, até certa noite – acrescentou, relembrando a noite em que Hermione Granger foi finalmente sua.

E nessa mesma noite, que ela foi sua, ele percebeu que também era dela. Só dela, por toda vida. Seu corpo, sua alma, seu coração, seus beijos, seus olhos e seus pensamentos estavam direcionados a apenas uma mulher; Hermione.

E apenas ela, se tornaria uma Malfoy. Decidiu isso, enquanto a observava dormir sobre os lençóis verdes da sua cama. Uma Grifinória, uma leoa, na cama de um Sonserino, de uma serpente.

— Eu entendi a referência – disse, um tanto envergonhada – Vamos entrar? – sugeriu, não querendo falar sobre a tal noite.

Não estava pronta para falar sobre sua primeira vez, mesmo que tenha sido com seu marido.

— Claro – aceitou, a guiando para dentro do restaurante, e depois de pedir uma mesa, ambos se sentaram, fizeram seus pedidos e seguiram conversando enquanto esperavam.

Era um recomeço para eles dois, e ambos se esforçavam para tudo dar certo, afinal, se pertenciam. E no final, o amor os uniria de volta, por que quando é amor, um não desiste e o outro não larga. E se entreolhando fixamente, ambos relembraram, do que estava escrito atrás da foto de casamento;

“Nunca desistir”

Notas finais
Críticas, elogios, sugestões, reclamações, fiquem a vontade. Até o último capítulo, pessoal, beijos.