O Filme Proibido
1 Capítulo 1
Na escola, tenho vários amigos, e todos me conhecem, além de parecerem gostar de mim.
Tenho quinze anos, moro na Flórida, me chamam de Kath mas meu nome é Katherine.
Uma vez, meu melhor amigo me desafiou a assistir o filme proibido. Bom, desafiar foi pouco para o que ele fez. Ele me obrigou, me chantageou e eu, como sou tola, acabei topando.
Chegando em casa depois da aula, notei a ausência dos meus pais, acho que eles tinham saído para buscar meu irmão na festa dos colegas de classe dele.
Após atacar a geladeira, como sempre, fui logo assistir aquele bendito filme, e confesso que estava meio insegura, por que já tinha ouvido rumores de que a última pessoa que o havia o assistido havia morrido.
O filme mal tinha começado e eu já estava suando frio. Uma das cenas que apareceu foi o de uma mulher muito pálida, com cabelos negros que cobriam toda sua face. Ela era medonha. Continuei vendo aquela mulher, toda multilada, que por algum motivo não saia mais da tela. Era como se o filme fosse todo baseado nela. De repente, ela começou a sair da tela. Não pude ver para onde ela estava olhando, porque seus olhos estavam tampados pelo seu grande cabelo negro. Minutos depois, uma grande fumaça começou a surgir do nada e me cercou. Aquela fumaça não era uma fumaça qualquer, pra sem sincera, parecia mais gás lacrimogêneo do que fumaça, o que me fez tossir, perder o ar, e em minutos antes deu quase morrer, desmaiei.
Horas após o ocorrido, acordei no sofá com minha mãe falando que eu estava muito pálida e que eu estava sangrando. Fui direto para o Hospital. Quando cheguei no Hospital, me colocaram em uma maca e me levaram para uma sala isolada das outras. O médico chegou, me examinou, e depois saiu da sala. Através de uma fresta da porta, pude ver minha mãe conversando com o médico que a pouco havia me examinado. Pela expressão de sua cara, pude perceber que ela estava muito tensa com tudo o que o médico a havia dito.
Tempos depois...
Minha mãe chegou chorando na sala onde eu estava sob a maca, e me disse que era para eu aguentar firme, por que segundo o médico, eu ia passar por diversas cirurgias, pois parte do meu coração estava morta. Ela também me disse que, segundo o médico, meu tempo de vida era de 5 semanas.
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