O Filme Proibido

2 O que aconteceu com Kath?!


Quando eu era pequena, minha mãe sempre me dizia que espíritos existiam, e que podiam estar em todos os lugares que nós menos imaginávamos. Cresci com essa ideia na cabeça, e sempre quando estava em um lugar sozinha, pensava que não estava sozinha, acreditava que espíritos podiam estar me acompanhando.

Naquele dia em que fui para o hospital, porque algo maligno havia me atacado, não parava de pensar o que seria dali pra frente, por que fiquei tão espantada com as notícias, que não conseguia pensar no que podia acontecer. Uma garota saudável, esportiva, e que nunca teve um estado de saúde tão deplorável assim, com eu, nunca acreditaria que seus dias estavam contados.

Uma semana se passou e perdi exatamente 7 dias da minha vida. Mesmo depois de uma semana, nenhum médico, nem ninguém sabia o que havia acontecido comigo, nem por que uma parte do meu coração, naquele momento, estava morta. Conviver com aquelas terríveis dores em meu peito, era horrível, e sinceramente, preferia morrer, do que sentir aquilo. Nenhum ser gostaria de estar em meu lugar naquele instante. Aquela sala em que eu estava, tinha um ambiente tão solitário e deprimente, que pedi para que as enfermeiras me trocassem de sala. Pedi também, que na verdade, não me colocassem em uma sala, que me colocassem em um quarto.

Fazia exatamente uma semana que meus pais não me visitavam no hospital, e eu já estava aflita. Várias vezes, perguntava para as enfermeiras se podia telefonar para minha casa, para pelo menos ter notícias, mas elas nunca deixavam. Falavam que eu estava muito fraca e inconsciente para telefonar e que elas cuidavam disso.

Após duas semanas, recebi alta. Sair daquele hospital, era o que eu mais queria. Um TAXI me levou de volta para meu aconchego, mas quando cheguei na porta de casa, vi que ela estava toda lacrada por fitas da polícia, com avisos escrito "DO NOT OPEN THIS DOOR". Por todo lado, haviam cacos de vidro, pertencentes às janelas já quebradas. Fiquei horrorizada, e antes de sair do TAXI, perguntei ao motorista, se ele não sabia o que tinha acontecido nessa casa. Ele me disse que ouviu rumores , de que um casal que morava naquela região, avisou a polícia que haviam pessoas mortas dentro da casa, e que o fedor, dos cadáveres, já havia contaminado toda a redondeza. Não queria acreditar naquilo tudo que havia escutado. Aqueles tais cadáveres que estavam dentro de casa, antes da polícia lacrar tudo, eram meus pais e meu irmão. Não sabia mais o que seria dos meus 2 meses de vida pela frente. Pedi para que o taxista me levasse para o endereço da casa da minha avó.

Chegando na porta da casa da minha avó, me deparo com uma aviso com letras garrafais:

"I´M NOT HERE". Após ver aquele aviso, colado na porta, estranho, porque percebo que aquela lera não era da minha avó, e de quem seria? Ela morava sozinha em sua casa. Girei a maçaneta e a porta estava trancada, claro. Resolvi então ir para um hotel, onde eu pudesse me alojar até os fatos se esclarecerem.

Dois dias depois...

Ainda estava aflita, sem saber direito o que estava acontecendo que todos os meus parentes haviam sumido, e meus pais e meu irmão estavam mortos. Naquele dia, enquanto estava pensando em uma solução para o mistério, resolvi voltar para minha casa, não me importava se ela estava lacrada com fitas da polícia.

Chegando lá, invadi minha casa e reparei nos estragos. A casa ainda estava com mal cheiro, por causa dos corpos em decomposição, os corpos dos meus pais e de meu irmão. A primeira coisa que eu vi quando botei meu pé dentro de casa, foi aquele maldito DVD. Peguei-o levei direto para o hotel em que estava temporariamente alojada.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.