O Filho do Diabo - Agente Ruschel
1 Como se fabrica o mal?
Califórnia estava criando um sociopata serial killer, e disso, ninguém sabia até ele finalmente der as caras.
Adam sempre foi o excluído da turma de escola, e quanto mais crescia, mais era ridicularizado por seus pais e seus colegas.Sua mãe o vestia da menina, pois sempre lhe falava que Deus a havia castigado com um menino. E seu pai era um alcoólatra agressivo, que sempre que chegava em casa descontava sua fúria no pobre filho.A única coisa boa que aconteceu em sua infância, foi a pequena Isabella Ruschel.Sua mãe sempre o levava num psicólogo, alegando que o filho tinha problemas mentais e que, se um dia ele precisasse de ajuda, ela iria o abandonar antes mesmo de pensar em pedir.E assim o fez, abandonou Adam quando ele tinha apenas 15 anos, levando suas coisas e deixando á ele, um monte de contas para pagar.Era uma segunda feira, Adam estava com um emprego fixo e estava bem de vida: tinha pagado todas as contas que a mãe tinha deixado pra ele, e colocou seu pai num asilo onde de lá, ele não tinha como fugir pra comprar bebida ou possíveis drogas.Ele tinha descontrole emocional e foi procurar uma ajuda médica, o Dr. James Smith o famoso psicólogo de qual ele ouvia falar por toda a cidade.Passando as sessões, percebeu que era aquilo que ele queria fazer: ser psicólogo e trabalhar no F.B.I., ele se lembrava de que Isabella Ruschel, sua antiga paixão, sempre lembrava aos colegas de que ela iria combater o mal, sendo assim, uma possível agente.Ele tinha seus 17 anos quando resolveu ir no F.B.I., quando chegou lá, viu uma moça muito bonita que não aparentava ter mais de 20 anos, e o atendeu com um sorriso que iluminaria o mundo. Mais nem o sorriso adiantava mais, por que aquilo o fazia lembrar da sua mãe, e isso despertou uma raiva interna, na qual ele se esforçava para não lembrar.- Em que posso ajudá-lo? — Enquanto ela falava, os cabelos loiros caiam pelos ombros, e os olhos dela foram ficando cada vez mais brilhantes.- Eu estou meio perdido! — E ele deu um sorriso, e ela retribuiu. — Eu quero fazer parte do F.B.I., o que eu faço? — O rosto dela ficou numa expressão séria, e ela deu uma gargalhada tão alto que fez com que os agentes que estavam próximos, olhassem com toda a atenção do mundo.- Você acha que um dia você vai vir pra cá? Um magrelo como você? — Adam desceu os olhos na moça até encontrar o crachá com o nome de Clarice Collins. — Dean, Gregory, tirem esse menino daqui, por favor.- Não precisa, eu me viro sozinho. Até mais, Collins. — E ele saiu marchando. Ele ficou escondido esperando Clarice sair, e ele sabia que naquela hora ele queria mata-la e ia faze-lo. Ele ia saciar a sua sede de vingança.
Fale com o autor