O Filho Do Chefe

5 Sentimentos Confusos


Notas iniciais
Haha, pervertidos de plantão, finalmente saiu o lemon o/
Esse é o primeiro lemon que escrevi, portando não deve estar uma maravilha, vou tentar fazer o próximo melhor ok?

Mail Jeevas, você realmente é um idiota. Não, no final de tudo ele merece, acha que eu iria perdoá-lo tão facilmente? Mas foi um ato nobre... Não ele fez aquilo apenas para depois poder exigir mais favores.

Eu estava deitado na minha pequena cama, já passava das 02h00min da manhã e eu ainda não havia conseguido dormir, não sabia o que fazer, bem quando eu o enfrentei ele faz essas coisas, e além disso, nem agradeci por ele ter me salvado. Preciso de uma luz. Foi com esses pensamentos confusos que eu adormeci.

Acordei pela manhã, mas me sentia tão cansado que nem parecia que eu tinha dormido. Sentei-me na cama esfregando os olhos, como de costume fui ao banheiro para fazer minha higiene matinal, me olhei no espelho e como sempre meu cabelo ruivo estava desalinhado. Olhei para o relógio e vi que ainda era 10hr30min, minha mãe provavelmente já estava na cozinha, depois de ter me arrumado e colocado uma roupa decente peguei o embrulho que estava em cima da escrivaninha, iria devolvê-lo.

Fui andando pelos corredores, estava passando em frente ao escritório do Sr. Keehl quando o mesmo apareceu na porta.

- Matt – Me sobressaltei, até então não havia notado sua presença.

- Bom Dia Sr. Keehl – Disse depois de estar recuperado do susto.

- Onde vai com tanta pressa?

É claro que não iria responder “Ah sim, estou indo ao quarto do seu filho devolver esse lindo PSP que ganhei dele”, então comecei a gaguejar enquanto procurava uma desculpa. Mas para minha sorte, ele não esperou eu responder e me lançou outra pergunta.

- Você tem algum plano para hoje?

- Hm... – Fingi que estava pensando só para não parecer um completo desocupado- Não tenho Senhor. – Respondi

- Então aceite essas entradas para o parque de diversões, é do meu amigo e inaugurou há pouco tempo, infelizmente não tem como eu ir hoje, então chame um amigo e vá se divertir por mim – Estendeu a mãe me dando as entrados com um sorriso gentil estampado no rosto.

- Tem certeza que quer me dá-las Sr. Keehl?

- Claro Matt, tome – Segurou minha mão colocando as entradas. – Vou entrar, tenho muito trabalho a fazer.

Fiquei um pouco surpreso, mas decidi que eu iria ao parque, precisava me divertir mesmo que sozinho, não tinha muitos amigos para que pudesse chamar para me acompanhar. Eu já estava descendo para a cozinha para avisar a minha mãe, apenas não a chamo para ir comigo porque hoje ela tem quimioterapia, porém me lembrei que ainda estava com o embrulho em mãos, engoli em seco. Voltei para o meu destino anterior, o quarto de Mello.

Entrei devagar fechando a porta quando passei. Para meu alivio não tinha ninguém, fui até a cama e deixei o embrulho lá, já estava abrindo a porta quando ouço uma voz que fez meu corpo estremecer.

- O que quer? – Perguntou.

Virei e o fitei, ele devia estar tomando banho, pois estava apenas com uma toalha enrolada um pouco abaixo de sua cintura, pude sentir meu rosto corar, tentei não encará-lo.

- Eu somente vim devolver isso – Fiz um gesto apontando para a cama.

Ele olhou para a direção que eu indiquei e me olhou de volta com uma cara não muito boa.

- Se você não o quer livre-se dele sozinho, não traga essa porcaria para o meu quarto. Se é só isso pode se retirar. – Ele se virou, iria entrar no banheiro novamente.

- Não é só isso. – Falei por impulso, ele não se virou, apenas parou na porta do banheiro como que esperasse que eu continuasse.

- Por me salvar aquele dia... – Realmente não estava acreditando que ia dizer isso. – O-obrigado.

Ele não teve reação nenhuma, apenas entrou no banheiro fechando a porta. Suspirei, era óbvio que não deveria tê-lo agradecido, apenas fiz papel de bobo, pelo menos agora não tinha mais nada para conversar com ele.

Fui para a cozinha e encontrei minha mãe lavando a louça. Puxei um banco e me sentei perto dela.

- Mãe, irei sair hoje tudo bem? – Era óbvio que ela deixaria, eu não era o tipo de filho que saia muito e ela sempre confiou em mim, isso era mais um aviso do que um pedido.

- Sim, mas aonde você vai? – Me perguntou.

Mostrei as entradas para ela, ela deu um sorriso.

- Divirta-se!

Eu já estava indo pro parque, estava esperando que o portão automático se abrisse, quando vejo que um dos carros do Sr. Keehl parou ao meu lado, o carro abaixou o vidro e para meu horror o motorista era o Mello, fiquei tão desesperado que acabei caindo na grama do jardim.

- Aonde você vai? – Me perguntou rispidamente.

- Não lhe interessa – Respondi enquanto me levantava e tirava as graminhas que ficaram coladas em minha roupa.

- Entra no carro – Falou sério.

O que? Não entraria em um carro com esse maluco nem morto.

- Não vou entrar.

Ele saiu do carro, eu tentei correr, mas ele me segurou pela blusa e me jogou dentro do carro, fiquei sem reação, ele entrou pelo outro lado trancando o carro me deixando impossibilitado de fugir.

- Onde você está indo? – Perguntou mais uma vez.

- Ao parque – Respondi dessa vez, tentava não deixar o medo transparecer em minha voz. Ele não disse mais nada, apenas saiu dirigindo, eu estava assustado, e se esse maluco decidisse me sequestrar? Torturar-me? Me estuprar? No pior das hipóteses... me matar? Engoli em seco. Não, eu estava exagerando, ele podia ser um tarado, pervertido, arrogante, abusado porém não era um criminoso.

Eu nem estava prestando atenção no caminho que ele estava fazendo, o medo não deixava. Para minha surpresa ele parou o carro, olhei para ver onde estávamos, e para meu espanto ele havia me levado ao parque que eu ia.

- É esse o parque? – Perguntou, pude ver um sorrisinho em seu rosto devido a minha cara. Apenas fiz que sim com a cabeça, não entendia porque ele decidiu ter um surto de boas ações. Isso não combinava com ele. Eu ainda estava olhando o parque pela janela.

- Você veio apenas para olhar? – Perguntou ironicamente.

Eu abri a porta do carro e desci, ele desceu do carro também. Eu olhei para ele como se perguntasse onde ele estava indo. Ele deu uma gargalhada.

- Acha que eu vim aqui apenas para trazer um inútil igual a você? É óbvio que vou ao parque também.

Mello no parque de diversões? Isso era estranho.

Ele podia até ir, o parque era público, mas isso não significava que eu o iria acompanhar. Fui andando para a fila de entrada, realmente aquela fila estava grande iria demorar um pouquinho até entrarmos.

- Onde você está indo? – Ele me perguntou.

- Para a fila, sabe para irmos ao parque precisamos ficar na fila – Respondi como se explicasse que 1+1=2.

- Idiota – Ele resmungou e mais uma vez saiu me arrastando. Parou em frente a um funcionário do parque.

- Somos convidados especiais. – Foi somente o que ele disse.

- Qual o seu nome? – Perguntou o jovem funcionário.

- Mihael Keehl.

O homem começou a olhar uma lista, como se procurasse o nome dele.

- Pode passar. Por favor, divirta-se.

Fiquei bobo, entramos no parque sem pegar fila

- Você acha que eu, irei ficar em alguma fila idiota como essa? – Ele desviou seu olhar do meu rosto, como se não quisesse me encarar – E então... onde quer ir primeiro?

Outro ato que me deixou surpreso, corri o olhar pelo parque e vi uma montanha-russa que me chamou a atenção, ele tinha um loop enorme e várias curvas, com certeza era nela que eu iria primeiro.

- Na montanha-russa – Respondi.

Ele olhou para ela, e pude ver pela primeira vez medo em seus olhos, olhei para sua mão e ela estava suando. Tive que me conter para não rir.

- O que foi? Algum problema? – Perguntei inocentemente. Hoje era ele que iria sofrer, ele nunca admitiria que estava com medo, portando iria ir.

Ele apenas limitou-se a me olhar.

- Hah, vamos logo antes que você desista – Sei, será que sou eu mesmo que irá desistir?

Fomos andando pelo parque até chegar ha fila, para a nossa sorte não estava enorme. Nos 40 minutos que ficamos esperamos não nos falamos. Quando faltava pouco para nossa vez decidi quebrar o silêncio.

- Está chegando – Falei e olhei de canto para ele, queria ver sua reação.

- É... – Falou, mas pude perceber que o medo estava estampado na cara dele. Isso era hilário, ele estava com medo de uma simples montanha-russa.

Quando chegou nossa vez, sentamos no carrinho e fechamos a trave, ele engoliu em seco. Inclinei-me um pouco e falei baixo o suficiente para que só ele ouvisse.

- Se quiser desistir ainda dá tempo. – Ele me olhou como se fosse me matar.

- Até parece que eu tenho medo de uma besteira como essa.

O carrinho começou a subir, imediatamente ele segurou na trave, podia ver o suor em suas mãos, ele estava sério, não deu mais para me segurar, comecei a rir.

- Para de rir seu otário, quem vai sair daqui chorando vai ser você – Ela quase gritou.

Estávamos já na curva, o carrinho ia descer, antes disso o vejo ele fechar os olhos, para minha surpresa ele os abriu novamente e sorriu para mim.

- Não tenho motivos para ter medo. – Disse isso, pela primeira vez eu o vi sorrir de verdade...

...

Já era 18h00min quando saímos do carro. Eu odiava admitir, mas tinha me divertido muito, tudo bem que fui xingado de inútil e de outros nomes desse tipo inúmeras vezes, e ainda tive que andar no carrossel porque fui ameaçado pelo loiro, mas no fim de tudo foi um dia agradável.

Enquanto estávamos no carro, o silêncio tomou conta do ambiente novamente. Ficamos assim até chegarmos ao estacionamento enorme da mansão do Sr. Keehl, desci do carro, sei que deveria falar alguma coisa, mas nada saia. Ele desceu do carro e começou a me encarar, não conseguia retribuir o seu olhar, me retirei e sai correndo igual ao um louco para o meu quarto.

O que estava acontecendo comigo? Porque aos poucos o meu ódio por ele ia desaparecendo? Não conseguia entender. Porque aquele sorriso me deixou mais bobo do que qualquer outra atitude? Fiquei pensando sobre essas coisas até que um barulho conhecido chamou minha atenção. Comecei a procurar desesperadamente por ele, acabei-o encontrando debaixo da cama. Atendi.

- Suba para o meu quarto, você tem 2 minutos. – Ao dizer isso desligou.

Guardei o celular no bolso de minha calça e já estava com a mão na maçaneta quando me dei conta que não iria mais obedecê-lo, eu já tinha me decidido, mas por quê? Por que eu queria ir até lá? Não entendia. Essa seria a última vez, prometi para mim mesmo...

Bati na porta, como sempre não obtive resposta, entrei no quarto. Ele estava vestindo suas habituais roupas de couro, mas dessa vez estava sem a camisa deixando à mostra o seu abdômen definido.

- O que deseja? – Perguntei timidamente, por algum motivo estava corado.

Ele se levantou da cama e veio andando sensualmente, fiquei parado esperando sei lá o que, porém ele passou direto indo na direção da porta, levou sua mão até a chave trancando-a. Parou atrás de mim, senti sua mão puxar minha cintura fazendo meu corpo colar ao dele.

- O que eu quero? – Ele repetiu em minha orelha de modo sensual – Você. – Ao dizer isso virou meu corpo e me beijou vorazmente. Eu fiquei parado, estava deixando que ele me beijasse, não conseguia encontrar forças para interromper o beijo. Pude sentir sua língua úmida adentrar minha boca de maneira selvagem, percorrendo cada canto, involuntariamente comecei a corresponder ao beijo. Porque eu estava fazendo isso? Ou melhor, porque minha boca estava fazendo isso?

Ele me puxou para mais perto, assim que o fez começou a andar comigo me fazendo ir para trás, senti minhas pernas baterem em algo, me desequilibrei e cai na cama. Sem perder tempo ele subiu em mim. O que eu estava fazendo? Finalmente a razão decidiu voltar, eu não posso fazer isso, eu não quero fazer isso. Tentei tirar ele de cima de mim, porém o mesmo era pesado.

- P-para, p-para... eu não quero – Tentava falar enquanto ele beijava meu pescoço, comecei a sentir uma sensação estranha percorrer meu corpo, principalmente na região de baixo ventre. Ele lambeu meu pescoço até chegar a minha orelha.

- Você vai gostar... – Sussurrou. Porém ele segurou meus pulsos e levou a cima de minha cabeça, senti algo gelado, ele havia me prendido com algemas. Entrei em desespero, e comecei a me debater, mas isso só fazia com que meus pulsos doessem.

- Hoje você vai ser meu Mail Jeevas. – Deu um sorriso malicioso, e logo em seguida deu uma mordida em meu pescoço, mordi meu lábio inferior, ele continuou a lamber arrancando suspiros de mim. Meu corpo estava reagindo a cada toque dele, ao mesmo tempo em que queria que ele parasse, queria que ele continuasse com aquelas carícias ousadas. Ele desceu a mão pela lateral do meu corpo e levantou minha camisa, pude notar um olhar malicioso, se curvou sobre mim e mordeu um de meus mamilos.

- Annh... – Soltei um gemido baixo, repreendi a mim mesmo por ter o feito.

Ele continuou a mordicar e lamber, enquanto beliscava o outro. Era incontrolável, mesmo que baixos, os gemidos saiam de minha boca. Ele continuava a lamber, agora descia sua língua até chegar ao meu umbigo, enfiou sua língua naquela cavidade.

- Annnh...p-para – Eu pedia para ele parar, porém o meu corpo não queria isso.

Ele voltou sua atenção para meu rosto e me deu um beijo exigente, percorria sua língua pela minha boca, hora ou outra sugava minha língua, comecei a ficar sem ar, ela também devia estar pois encerrou o beijo me deixando ofegante.

- Quer mesmo que eu pare Matt? – Ele perguntou malicioso enquanto fitava meus olhos azuis que deviam estar dilatados pelo prazer que estava sentindo.

- S-Sim – Respondi com certa dificuldade.

Pelo jeito ele não gostou da resposta, desceu sua mão até o meio de minhas pernas e apertou meu membro, não me controlei e soltei um gemido alto.

- Pra mim isso significa que você quer continuar... – Mais uma vez começou a beijar meu abdômen, enquanto suas mãos começavam a retirar minha calça. Eu já estava praticamente nu, só vestia a blusa que não foi retirada completamente devido as algemas. Ele se inclinou sobre mim novamente, me beijando.

- Ahhhn – Gemi entre o beijo assim que ele segurou meu membro e começou a fazer movimentos de vai e vem, me masturbando lentamente.

- Está gostando Matt? – Perguntava sarcasticamente. Começou a me masturbar com mais velocidade, fazia isso enquanto distribuía chupões no meu pescoço e brincava apertando um de meus mamilos.

- N-não... hmmm... – Eu ainda tentava resistir mais estava cada vez mais difícil, estava completamente enlouquecido pelo prazer que ele estava me proporcionando. Senti espasmos percorrerem meu corpo, não podia mais aguentar, acabei despejando meu líquido sobre a mão dele.

Estava ofegante, minha respiração acelerada. Ele me olhava de forma maliciosa. Sobressaltei-me quando ele colocou um dedo dentro de mim, isso não doía, porém incomodava.

- Não...- Tentava dizer, mas era bom ser tocado ali...

- Você vai gostar... – Ele colocou mais dois dedos em mim somando três, dessa vez senti dor, entretanto assim que ele começou a mover os dedos à dor amenizou.

- Huuun...aaaah – Não conseguia mais me controlar, meu corpo obedecia a cada toque dele, era impossível tentar resistir. Ele retirou seus dedos de dentro de mim, resmunguei involuntariamente e pude vê-lo dando um sorrisinho.

- Não seja apressado... Agora virá a melhor parte... – Ele ficou em pé na cama e começou a retirar sua calça lentamente, como se fizesse um strip-tease, eu não conseguia desviar os olhos dele. Por fim ele tirou sua box preta ficando totalmente nu. Engoli em seco, aquilo era realmente grande...

Ele se posicionou entre minhas pernas, empurrou meus joelhos, fazendo-me flexionar as pernas. Segurou o seu membro e o guiou até minha entrada, porém eu me encolhi o impedindo de penetrar-me. Eu estava assustado. Ele sorriu e me deu um selinho nos lábios e se empurrou para frente. Gemi de dor quando senti o membro dele entrar em mim, aquilo realmente doía, parecia que eu ia rasgar em dois.

Assim que estava totalmente dentro de mim, ele deu um tempo para que eu me acostumasse com o enorme volume em meu interior. Aos poucos a dor foi amenizando, deixando apenas o prazer presente, comecei a mexer meu quadril, entendendo isso como um “continue”, ele deu a primeira estocada.

- Ahhhn – Estava gemendo, ele estocava fundo, saindo devagar e entrando com força, eu segurava nas correntes da algema buscando algum apoio. Ele ia cada vez mais rápido e eu gemia cada vez mais.

- Annn...m-mello...

- Isso... – Ele falou com certa dificuldade – Geme meu nome. Geme pro seu dono.

- Annnnh...m-mais – Ele investia cada vez mais, levou uma de suas mãos ao meu membro, duplicando o meu prazer, eu já estava no meu limite quando ele estocou em um ponto, foi como se eu fosse ao céu por alguns segundos.

- Mello...aaaaah – Logo em seguida gozei pela segunda vez em sua mão.

Poucos instantes depois do meu orgasmo, ele soltou um alto gemido e gozou dentro de mim. Nós estávamos exaustos, ele caiu sobre mim e me beijou delicadamente dessa vez. Saiu de meu interior e se deitou ao meu lado, pegou uma chave e soltou minhas algemas, meu pulso estava realmente dolorido.

Depois de ter me recuperado do orgasmo, voltei à realidade, não podia acreditar no que tinha feito...

Ia me levantar da cama, entretanto ele abraçou minha cintura me trazendo para mais perto de si. Ele sorriu para mim e fechou os olhos, dormindo em seguida. Eu sabia o que eu tinha feito e que poderia me arrepender depois, mas hoje eu só queria ficar ali, fechei meus olhos e adormeci abraçado com uma pessoa que eu achava que odiava.

Notas finais
Gostaram? Pf, reviews *---*
Até o próximo cap.
Beijos, Miuki.
P.S: Ignorem que esse capítulo ficou enorme.