O Diário Dos Famosos
18 Capítulo 18
Notas iniciais
A partir de agora vamos tentar postar um capitulo todos os fins de semana ^^
Zero POV:
Como já estava tarde coloquei a Arice no banco de trás e cobria com o meu casaco, não que fosse de muita ajuda mas sempre tapava alguma coisa, voltei para o meu lugar e pus o banco direito, liguei o carro e segui rumo a casa.
Demorei acho que aproximadamente uma hora, pois as estradas estavam todas uma grande merda não sabem onde gastar o dinheiro, o governo está a dormir e é por isso que o povo se fode enquanto o futuro está na merda, estacionei o carro e abri a porta de trás onde ela estava, peguei nela com o todo cuidado não que eu me importasse que ela acordasse mas é que o vestido era curto que quando eu peguei nela estava literalmente com a minha mão na coxa dela que estava ao descoberto e … bem os peitos dela não são do tipo tabua se é que me entendem. Entramos em casa e fui até ao sofá (que parece que nesta casa o senhor Kuran lembrou-se de por um sofá para cada um, por isso, vejam eu os meus irmãos a Arice e o Luka temos UM e sua excelência tem um SÓ para ele, CABRÃO) bem já que o dele é o que está mais próximo coloquei-a lá (como assim ele não está em casa, não vai descobrir que usamos o sofá dele) com muito cuidado para não a acordar (até parece que ela é uma princesa … bem ela hoje é a minha princesa hehehehe) deixei-a no sofá porque me tinha esquecido do meu casaco no carro e fui busca-lo, quando voltei para pegar nela olhei para ela e esta estava a dormir como um anjinho que pela cara dela o sonho que deveria estar a ter era muito bom, peguei numa manta que estava por perto e cobria, sentei-me perto dela observei-a.
Não sei porque me pus a olhar para ela, eu bem que podia pegar e andar para a minha caminha, mas fique ali a olha-la isto já tinha acontecido andes quando vi aquele delinquente de merda a tocar-lhe, a minha vontade era te lhe partir a cara ao meio, depois foi a cena de ela parecer uma adulta que eu gostei (mas tinha um pouco de saudades do “MY LOBE” ou isso que ela diz que me deixa com pele de galinha) e também sempre sentia a mesma coisa que estou a sentir agora, parecia que tinha formigas no estomago e um calor pelo corpo todo. Eu não sei o que é isto é um sentimento um tanto incomodo, importo-me e ao mesmo não me importo, quero-a mas ao mesmo tempo não a quero, odeio-a e ao mesmo tempo adoro-a, e é como se neste momento nenhuma … bem é melhor eu parar de pensar senão vou ficar com dores de cabeça amanhã, ia para pegar nela e leva-la para o seu quarto (sabem que a vontade do meu sob consciente maléfico era de leva-la para o MEU QUARTO) quando fui para lhe pegar faltou me as forças e eu fiquei com a minha cara bem próxima da dela eu queria mover-me mas não conseguia, estava paralisado, eu sabia mais ou menos o que era aquilo que estava a sentir mas só me vinha à cabeça que ela era a irmã mais nova do Kaname, eu posso odiá-lo mas tenho lhe um pouco de respeito, eu não ia fazer mais nada indecente à irmã dele, foi a decisão que acabei de tomar, mas para me despedir dela ao menos vou roubar-lhe um ultimo beijo e este não vai ser igual ao que eu costumo dar, eu vou dá-lo com todos os meus sentimentos por ela, e depois disso nunca mais … vou voltar a tocar-te.
— Isso é tudo?! — eu conhecia aquela voz, olhei para onde vinha o som e no topo das escada vi o KANAME KURAN! Ele estava a me olhar com uns olhos, ele estava chateado, geralmente quando ele não se chateia muito começa a pedir explicações e a fazer peixeirada, mas quando ele estava realmente chateado ele simplesmente olha para a pessoa, ele desceu as escadas e veio até mim e gritou-me:
– Então eu perguntei-te se ISSO É TUDO?! — eu realmente não sabia o que lhe dizer “estava a dar-lhe um beijo de boa noite” ou “eu gosto da tua irmã” não isso era a ultima coisa que eu ia dizer, só me restava ignorar o que ele disse e leva-la para o seu quarto, peguei nela e ele agarrou me no meu braço.
Kaname — Eu perguntei-te o que foi isso, ZERO KIRYUU?! RESPONDE! — eu não tinha escolha, peço desculpa pelo que vou dizer.
Zero — Isto é o que parece, achavas que eu ia ficar quieto quando uma rapariga não para de me chatear, tu sabes bem que ela gosta de mim então qual é o mal de eu ter brincado um pouco com ela?!
Kaname — ZERO! O que é que FIZESTE COM A MINHA IRMÃ? — ele estava assustador, eu não costumo sentir me assustado com as ameaças dele, mas ele desta vez não estava a brincar, eu tinha de fazer algo mas em vez de tentar me salvar estou me a enterrar cada vez mais, quero pedir-lhe desculpas mas não consigo, tenho de fazer alguma coisa porque isto vai acabar mal (mas FODASSE como é que ela ainda está a dormir no meio desta gritaria toda, tem mesmo um sono pesado). — EU FIZ-TE UMA PERGUNTA.
Zero — Como assim o que fiz?! Fiz tu...
– Ai que barulheira, deixa isso para amanhã Kaname. — interrompeu a voz de fundo de uma rapariga, não me digas que o Kaname a troce cá para casa.
Kaname — Tu, vai-te trocar e vem cá para baixo vamos conversar. — ordenou enquanto me tirava a Arice dos braços.
Zero — Que moral tens tu para me estares a pedir explicações, tu nunca te importas-te com ela tu não sabes o que é ser um irmão mais velho. — eu não me consegui conter mais eu tinha de dizer o que me estava a vir à cabeça, mas eu não me ia desculpar pelo que estava a dizer, não era nada mentira ele nunca se importou com a irmã.
Kaname — E tu o que sabes, e se eu cuido dela ou não isso não te diz respeito.
Zero — Sabes o que ela mais gosta? — eu não tinha que estar a discutir por causa daquilo mas eu realmente queria saber se ele realmente se importa nem um pouco que seja, se ele responde-se bonecos de peluche ou coisas kawaii eu ia me desculpar pelo meu comportamento, mas se ele não o fizesse eu …
Kaname – Não sei, nem tão pouco me interessa, não te metas nas nossas vidas e nunca mais te aproximes dela …
Eu não podia mais com ele e dei lhe um soco, naquele momento a rapariga que ia para chamar o Kaname viu a cena e desceu as escadas a correr.
- Olha lá oh palhaço, mas o que foi isso? Não tens respeito, és um malcriado e não digas mais nada pega e anda para o teu quarto.
Zero – Mas ...Yuukieu …
Yuuki – Eu sei que não fizeste por mal mas foste longe de mais …
Kaname – Deixa estar Yuuki, ele não entende o que ele fez. – mau esta história já não me estava a agradar nada, e tudo por causa da MINHA GRANDE BOCA, além de ter que ouvir do Kaname ainda por cima tive de ouvir um ralhete da sua namorada (digam me que isto é um sonho). AYuuki é a namorada do Kaname eles começaram a namorar quando estavam a fazer o Vampire Knight, ela é simpática e quando quer consegue ser boa pessoa, mas ela tem um defeito muito grande está sempre em cima de mim, e essa é uma das razões que faz o Kaname odiar-me, ela era compreensiva e sabia que eu não ia FAZER AQUELA CENA TODA SEM UMA RAZÃO. – Vou levar a Arice para o quarto, vai voltando para o quarto que eu já lá vou ter contigo.
Yuuki – Sim, eu vou fazer isso, então fico à tua espera.
O Kaname ia subir as escadas quando de repente lhe aparece o Ichiru à frente, uih agora é que estávamos feitos, pela sua expressão tinha acabado de acordar e bem mal humorado.
Ichiru – O que é que se passou aqui, eu só consigo ouvir berros daqui e berros dali.
Kaname – Não fo…
Zero – A culpa foi minha, voltei a chatear me com o Kuran, desculpa se te acordei. – bem com isto ele não deve perguntar mais nada, geralmente eu digo sempre e costuma resultar ele acena com a cabeça e vai se embora, desta vez não deve ser diferente, mas ele estava muito observador.
Ichiru – Não sei o que se passou mas acho que eu já tenho uma ideia e ela não me está a agradar nad…
De repente a porta de casa abre-se, era o Luka a chegar com a Aiya a dormir às suas cavalitas, antes de começar a reclamar olhei para o meu lado onde se encontrava o Ichiru, e eu vi o Satanás ali, ele estava possesso.
Ichiru – Luka mas que roupas são essas que a Aiya trás vestida?
Luka –Ah …. Ichiru calma eu posso explicar tudo!
Notas finais
Zero Vá Luka, eu quero explicações e RÁPITO.
TRIMMMMMM
Kaname Ai que chatice! Quem é que é a estas horas?! o Kaname foi abrir a porta com aquela expressão como quem vai matar alguém, abriu a porta e recuou um pé.
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