Notas iniciais
Desculpem o atraso é que o meu pc foi se ... para arranjar TT TT

Aqui está o novo capitulo ^^

Luka POV:

Ai meu deus eu estava a perder a minha paciência, aquela garota estava a dar-me nos nervos.

Aiya – Sabes eu não sou uma boneca com quem tu brincas e depois deitas fora, eu também tenho sentimentos e não quero sair magoada, por isso,… — a roda tinha parado de girar e meu coração batia rápido e eu estava um pouco magoado com as suas palavras frias. – eu nunca me irei apaixonar por ti! Não irei olhar mais para ti! Tudo o que passamos eu vou esquecer, pois a partir de hoje tu deixas-te de existir no meu coração. – aquelas palavras eram com facas que perfuravam o meu coração, por uns momentos pensei em deixá-la ir pois ela estava de pé pronta para sair da carruagem, então a minha mente ficou em branco e puxei-lhe o seu braço de forma a que a pudesse beijar e assim foi, beijei-a e disse:

– Então leva isto no teu coração, pois, eu não consigo esquecer! – depois disso fomos até onde tinha deixado a minha mota, e no caminho até lá não dissemos uma única palavra, subimos à mota colocámos os capacetes de segurança e ela agarrou-se levemente a mim e eu arranquei para irmos para casa.

No caminho até casa o ambiente estava muito morto, a Aiya não dizia nada e eu nada falava porque não sabia o que dizer, eu tinha o meu orgulho para manter não podia simplesmente dizer “Desculpa!”, disso eu tinha a certeza que me ia arrepender para o resto da minha vida. Enquanto pensava nestas coisas senti um peso sobre as minhas costas, ela tinha adormecido, era a única coisa que eu podia pensar, abrandei para que ela pudesse dormir em paz, pois ela estava a agarrar-me cada vez com mais força, como se tivesse medo que eu fugisse, também pensei que pudesse estar com medo de cair, mas gostei mais do meu primeiro pensamento, além do segundo parecer mais realista.

Demoramos por volta de 1h30 a chegar a casa e quando estacionei a minha mota toquei-lhe e pedi-lhe para que se agarrar ao meu pescoço para que eu a pudesse levar às cavalitas, ela ainda estava meia a dormir, por isso, não protestou e assim o fez, levei-a até à porta e tentei tirar as chaves do meu bolso e eu comecei a ouvir vários berros, parecia a voz do Kaname, do Zero, do Ichiru e se não me engano a Yuuki também estava lá, eu só pensei “Oh my god!” “I´m DEATH!”.

Abri a porta de casa muito devagarinho e para meu azar estavam lá todos reunidos, eu entrei pela beirinha, mas de repente todos os olhares se fixaram em mim, o meu primo explodiu, os olhos dele ficaram completamente vermelhos, o Ichiru fez uma única pergunta “Luka mas que roupas são essas que a Aiya trás vestida?”.

Luka – Ah … Ichiru calma eu posso explicar tudo!

Zero – E o que é que vocês fazem juntos?

Luka – Eu…eu…

Ichiru – Eu, o quê? – disse me já sem paciência nenhuma, eu só me perguntava o que se estava a passar ali, porque é que o Kaname e o Ichiru estavam em casa e o pior, o que é que a Yuuki estava lá a fazer, sim porque essa é a mais difícil de fazer largar o osso. – Não ouviste o que eu te perguntei?!

Luka – Bem, eu podia responder mas não é melhor falarmos quando todos estiverem mais calmos? É que se não ela e a Arice vão acordar. – bem na verdade eu não estava nem ai para se a Aiya e a Arice acordavam, e essa nem que uma bomba cai-se. Naquele momento foi a única desculpa que encontrei para ganhar mais tempo para pensar noma desculpa, não que eu não pudesse falar, mas eu tinha a certeza que tudo o que eu disse-se ia ser censurado por eles, pois tinha a ver com a irmã deles, ela era o pequeno tesouro deles e quem tocasse nele ia ser enviado para o “além”.

Ichiru – Eu estou super calmo, mas se demorares muito a responder eu temo que essa calma acabe e se ela acabar já sabes o que te espera.

Kaname – Não era suposto tomares conta das DUAS e em especial da TUA PERIMA?! O que te deu na cabeça de a deixares num lugar qualquer e nem a procurares. – pronto tinha de começar, eu já sei disso TUDO, por isso, DEIXEM-ME POUSAR A AIYA PORQUE AS MINHAS COSTAS JÁ DOIEM.

Zero – Vá Luka, eu quero explicações e RÁPITO.

Yuuki — Kaname faz alguma coisa, isto já é demais, primeiro a tua irmã, e agora o teu primo, por favor.

Kaname – O que queres que eu faça, eu também quero ouvir os explicações dele. – anda Luka fala.

TRIMMMMMM…

Kaname – Ai que chatice! Quem é que é a estas horas?! – o Kaname foi abrir a porta com aquela expressão como quem vai matar alguém, abriu a porta e recuou um pé.

Ichiru – Quém é?! MARIA!

Maria – Porque demoras-te tanto tempo para abrir a porta, para a próxima vê se és mais rápido.

Ichiru – O que estás aqui a fazer? – Tss, sinseramente à uns minutos atrás estavas a berrar comigo e agora está todo mansinho.

Maria – Eu preciso de uma razão para vir visitar o meu namorado?!

Ichiru – Claro que não, entra.

Maria – Eu não sei o que se passou mas acabou por agora a discussão.

Kaname – DESCULPA!!!

Maria – DESCULPA!

Kaname – Quem manda aqui sou EU!

Maria -Sim, sim, eu já sei dessa história toda, mas não me vais mandar embora agora, pois não?! – disse com um sorrisinho, era a primeira vez que eu a estava a ver mas fiquei deslumbrado, eu não podia acreditar que aquela febra era a namorada do Ichiru, ele era um sortudo, agora e percebia porque ele nunca se interessava pelas outras, pareciam gostar muito um do outro, pois podia-o ver na maneira do olhar e na maneira como falavam um para a outro, o Kaname parecia simpatizar com ela, era de estranhar pois ele não admitia que ninguém lhe falasse naquele tom e daquela maneira.

Era a primeira vez que a via, a minha sorte era já ter ouvido o Kaname a falar dela e por isso sabia que ela tinha 20 anos pois de aparência eu dava-lhe 15 anos, parecia muito jovem, tinha o cabe longo e liso, tinha uns olhos brilhantes e pareciam bondosos, de certa forma ela parecia um pouco a Arice, não tinham nada a ver uma com a outra, era simplesmente o fato de parecerem mais novas do que são, a Aiya já não se compara nesse aspeto, essa tinha tudo no lugar e quando eu digo TUDO é mesmo TUDO (se é que me entendem).

Depois de uns segundos o Zero pegou na Aiya e levou-a para cima e de seguida foi o Kaname a levar a Arice, ele estava a olhar para ela enquanto subia as escadas, sobe logo que algo se tinha passado. Quando todos nos reunimos na sala, o ambiente estava um pouco … pro negro, mas eu também não disse nada para o mudar, ainda ia sobrar para mim.

Yuuki – Bem, já jantaram? – que merda de pergunta era aquela, mas ao menos não estávamos na secção de congelados onde só ouvíamos aquele barulho horrível que me tirava do sério.

Ichiru – Já jantas-te Maria?

Maria – Não, eu vim direta do trabalho para tua casa.

Ichiru – Bem, vamos então jantar.

Yuuki – Boa ideia, vamos Kaname.

Kaname – Estou sem apetite, mas faço-vos campanhi…

TRIMMMMMMMMMM…