Luka POV:

Saímos de onde nos encontrávamos, eu ia definitivamente faze-la minha tinha de a fazer arrepender-se do que ela me fez daquela vez …

Flash Back On

… PASH …

Dei lhe uma estalada, e ele ficou a olhar para mim com aquela cara como quem diz “Tu bateste me?!”,eu limitei me a sorrir lhe, a puxar-lhe a gola da camisola e a sussurrar-lhe:

– Para a próxima vez eu MATO-TE! – sorri diabolicamente – mas não vai haver próxima.

Flash Back Off

Eu não me vou render tão facilmente eu vou faze-la lamentar-se por me ter humilhado de tal maneira, nunca nenhuma outra rapariga me rejeitou antes, ela devia ser pitosga só pode. Tudo estava a dar de acordo com o meu plano bastava só ser simpático para ela, mas um coisa eu tenho a certeza ela VAI se arrepender quando eu lhe partir o seu coraçãozinho (desculpa lá Zero eu sei que é tua irmã, mas eu não consigo esquecer aquele acontecimento, a minha cara ainda dói).

Aiya – Luka! Oh Luka …

Luka – O QUE … foi Aiya? – fodasse já me ia escapando a minha frase do habitual “O QUE QUERES CARALHO?”, não me posso descuidar com nada se não vai tudo por água a baixo.

Aiya – Para onde é que estamos a ir?

Luka – Nós estamos a ir … — boa Luka Crosszeria para onde é que tu ias?! O que eu devo dizer agora?! Não posso começar a cortejá-la do nada ela vai começar com a peixeirada dela de novo e eu não quero voltar a repetir essa cena se não vou me passar totalmente, já sei o que vou dizer. — … estamos a ir comprar te umas roupas, eu vi no outro dia uma bastante bonitas e agora estava a pensar que elas iam te ficar lindamente. – boa Luka agora que estou a pensar eu não vi roupas nenhumas, vou ter que arranjar algo muito rápido e de preferência bonito para que caso os paparazzis me apanhem e me tirem fotos eu apareça com uma rapariga com estilo e de preferência bonita.

Fomos a uma loja qualquer e pelo que parece eu acertei na mosca era uma loja das caras, entramos e eu coloquei os meus lindos olhinhos cinzentos a trabalhar olhava para todos os lados até que uma roupa me chamou à atenção eu nem pensei em mais nada, fui pegar na roupa e no calçado e compra-los e de seguida mostrei à Aiya (http://www.polyvore.com/untitled/set?id=58307764) e pedi para que ela fosse trocar de roupa nos vestuários, e ela assim o fez e pela cara dela ela tinha amado tudo, mas provavelmente o orgulho não a deixou fazer as cenas tristes como a Arice faz, essa aí é outra totó ela nunca se apercebeu que quem era simpático para ela no passado era o meu irmão, enfim eu também não me vou dar ao trabalho de pensar nesse inútil que a única coisa que sabe fazer é chatear-me a cabeça, que mania que ele tem de arruinar a minha vida foi por isso que eu vim morar com os meus padrinhos, mas essa não foi a minha única razão porque até que eu gostava da minha vida lá tirando o meu irmão, os meus pais estavam sempre fora, tinha a casa toda para mim as noitadas eram o meu forte e então das gajas nem se fala, mas para meu azar os meus pais enfiaram lá em casa o meu tio Rido para que ele me colocasse “na linha”, eles só podiam estar a gozar comigo aquele homem fez a minha vida num verdadeiro inferno “nada de saídas à noite”, “nada de amiguinhas nem amiguinhos cá para casa”, “o teu dia a dia vai ser casa -> trabalho -> casa, muito simples meu filho” eu ODEIO-O!

Então liguei para a minha tia (ela é minha madrinha mas eu chamo-a sempre de tia, o mesmo acontece com o meu padrinho) e contei-lhe que o que o meu tio Rido andava a fazer (claro que eu exagerei muito para dar enfase à coisa) e a minha amada tia obrigou o Rido a deixar me vir morar com ela, naquele momento eu pensei “Yes, livrei-me do chato do Luze e do parvo do Rido” mas esqueci-me que me ia deparar com algo muito pior … o KANAME … ele é pior que o Rido e o Luze juntos, ele é super controlador, acha que é o centro do mundo, que só o que ele diz é que está certo e acha que manda em toda a gente e que ainda por cima só os Kurans é que são puros o resto é tudo uma raça inferior, isso enerva me, mas eu também me esqueci de outro pormenor ……. a chata da irmã mais nova dele, ai kamisama ela enerva me tanto mas tanto com aquela vozinha sempre atrás de mim e a fazer me perguntas e a lembrar me do passado, às vezes apetece me mata-la para ela se calar um pouco, tirando a parte que ela anda sempre atrás do Zero, se eu fosse ele já a tinha usado e deitado fora, ainda está para existir uma mulher que me dome eu é que as domo a elas, e disso eu tenho a certeza.

Luka – Ainda não estás?! – disse impaciente.

Aiya – Está calado e cala-te! – e mandou me com a roupa que tinha despido na minha cara, OK CALMA LUKA … CALMA! Eu vou MATA-LA como é que ela se ATREVE a me bater não UMA mas DUAS VEZES. – Já estou pronta, vamos embora detesto estar num sitio durante muito tempo.

Luka – Eu só estava à tua espera para irmos embora. – coloquei a minha mão no seu ombro abraçando-a, a verdade é que eu tinha ficado um pouco espantado, a roupa tinha-lhe ficado mesmo bem, mas só havia uma coisa que não me estava a agradar nada eu não gostava nada que era a roupa que deixava a sua barriga à mostra, mas eu não disse nada, saímos daquele lugar e fomos buscar a minha mota passei-lhe o capacete e liguei a moto.

Aiya – E agora onde é que nós vamos? – será possível que ela não podia estar calada um pouco, mas o lugar para onde íamos ia ser o lugar onde ela ia ficar apanhadinha por mim.

Luka – Quando lá chegares verás. – as mulheres adoram surpresas, anda lá Aiya Kiryuu submete-te a mim, e de repente senti um murro por trás das costas, ela tinha me batido só podia ser doida eu podia ter tido um acidente o pior é que eu vou ficar negro naquele lugar.

Aiya – Eu odeio surpresas, por isso eu vou te perguntar uma vez mais. Onde é que nós vamos?

Luka – Ao parque de diversões.

Aiya – Vês assim está melhor. – que raio de mulher se ela continuar tão bruta não vai haver homem nenhum que lhe pegue, porque será que ela trata tão mal os homens SERÁ?!

Luka – Aiya só por acaso t-tu não gostas de mulheres, pois não?!

Aiya – Queres virar da moto agora ou mais daqui a bocado?! Eu não tenho nada contra as raparigas que tem outros gostos mas eu cá SÓ gosto de HOMENS topas?! – ufa que alivio foi ouvir aquelas palavras, ainda bem que ela não era o que eu pensei que fosse.

De presa chegamos ao parque e ela parecia entusiasmadíssima pois dizia “Luka vamos ali, rápido!” mas com uma voz e um sorriso fofinhos, kamisama, porque é que eu a estou a elogiar eu não me posso esquecer do meu grande objectivo que é DERRUBAR-LA. Começamos por ir nos carrinhos de choque, e começou logo os meus nervos a darem sinal, haviam uns defes que andavam sempre a chocar no carro dela a minha paciência aguentou pouco por isso eu fui atrás deles e choquei no carro deles de frente e lancei um olhar, levantei me e coloquei o pé no carro deles e disse lhes com uma cara séria “Mais um choque e vais desta para melhor” não se me fiz entender mas eles saíram ligeiramente rápido daquele lugar. A segunda diversão foi o Kanguru e essa foi a pior emeda que a soneta quando aquilo ia a cima e a baixo a camisola dela levantava e os rapazinhos de baixo conseguiam ver a sua roupa interior, e o pior foi que a única coisa que eu consegui fazer foi colocar o meu braço para tapar aquela parte e o que foi que eu ganhei … uma TAPA mais uma para juntar à colecção, ela pensou que eu estava a assedia-la e bateu me e começamos para ali a discutir mas à brava e fomos a mais algumas diversões mas já não foi a mesma coisa e eu naquele momento queria come-la pois durante o dia todo estive de olho nela e eu não gosto de vinganças que durem muito por isso decidi irmos à casa assombrada, sentamo-nos no carrinho que estava lá à porta.

Entrámos lá e o carrinho estava a andar rápido quando de repente eu vejo lá à frente uma cama. Era a minha oportunidade, peguei na mão dela e a puxei para fora do carro.

Aiya – Mas o que se passa, que estás a fazer? –perguntou-me ela.

Eu não respondi simplesmente a empurrei contra a parede e a beijeiloucamente, pedia passagem com a minha língua e ela no inicio estava relutante mas eu acabei por persuadi-la, explorava cada cando da sua boca, a sua língua já acompanhava o ritmo da minha. Eu já estava com uma das minhas mãos na sua cintura prendendo a contra mim e a parede, ela poem as suas mãos na minha nuca e puxa-me mais para si. Porem tive que para o beijo, o ar já nos faltava e ela estava ofegante e eu podia ver nos olhos dela que ela queria que eu continuasse, sorri maliciosamente e correspondi ao seu pedido. Abaixei-me na direcção do seu pescoço e mordisquei o e beije-lo, eu deliciava-me com os seus gemidos.

Aiya – Luka…. –disse-me em gemidos.

Luka –Hmn

Aiya – Pára nós não podemos fazer isto. – etentou – me afastar.

Luka –Porquê? — perguntei ainda com os lábios encostado no pescoço dela.

Aiya – Pode vir alguem e…..

Luka – E…..?

Aiya – Solta-me – Ela está-me a dizer uma coisa mas o corpo dela diz outra.

Luka – Diz que me queres. –disse-lhe me encostando mais a ela e colocando a minha perna entre o meio das dela.

Aiya – Não – disse-me com a voz meio roca.

Luka – Não?

Aiya gemeu me reprovação, eu sabia que ela não queria que eu me separasse dela nem que parasse ali. Então coloquei uma das minhas mãos por baixo da camisa dela e toquei lhe nos seu seios, eu sabia que aquilo não era silicone era tudo natural. Rosei mais a minha perna na sua parte intima e mordia-lhe o lombo da orelha.

Luka – Não? –perguntei-lhejá com a vós um pouco roca e sensual.

Aiya – Hmm… — foi a resposta dela, e eu com a minha outra mão levantei uma das suas pernas e apertei-lhe a coxa.

Luka – Não? –disse já com a minha boca a rosar na sua.

Aiya – Quero – dize já rouca.

Peguei nela ao colo e a levei até à cama, deitei-a e depois deitei-mepor cima e beijei-a. Aquilo estava a aquecer, ela já estava a tirar-me a camisa (finalmente ela é minha).

Mas de repente eu ouço uns barulhos e olhei para o espelho que estava me cima da cama e vi um casal com o filho, que não nos tinham notado se não fosse o miúdo, mas eles taparão os olhos ao garoto e virarão a cara. Eu voltei para o assunto principal e tirei a camisola dela (KAMISAMA SOCORRO, QUE EU FOU PERDER O CONTOLO). Comecei a beijar-lhe a parte descoberta do seu peito e os gemidos dela cada vez estavam a ser mais descontrolados.

Mas eu esqueci-me que nas casas assombradas está sempre um homem vestido de morto e que selevantapara nos assustar, o homem estava para ligar para os homens quando eu agarro no colarinho dele e digo “Manda reservar este lugar por hoje no nome Luka Crosszeria, RÁPIDO”.O lugar estava agora todo para mim e para a Aiya.

Voltei-me para ela e desapertei o sutiã dela e pude ver melhor o formado dos seu seios, (QUE VISÃO MEU DEUS) passeiuma das minhas mãos num dos seus mamilos já rijos. Beijei, chupei e mordisquei, eu estava já possuído pela tesão, ela passava as mãos nas minhas costas e asvezes puxava-me os cabelos, eu já estava para desabotoar os calções dela quando ela me pára e empurra.

Luka – Mas porque paraste? –disse olhando para ela, mas quando notei bem ela estava a chorar, eu não entendi, será que eu fiz algo demal – Aiya esta tudo bem? – tentei-lhe tocar-lhe.

Aiya – Não me toques! –disse-me com a voz um pouco irritada.

Luka – Mas o que é que eu fiz agora? –disse-lhe também já um pouco irritado.

Aiya – Não fizeste nada só que eu não quero continuar OK? – disse já a gritar.

Luka – Ok! — fogo, merda agora eu estava air tão bem, ela tinha que parar logo na parte mais importante, bem agora que penso estava a ir um pouco longe de mais o meu objectivo é partir lhe o coração não é aproveitar-me do corpo dela, pois isso não ia ser bonito de se fazer. Não disse mais nada peguei no sutiã e apertei-o, vestia-a e peguei nela ao colo, de seguida levei-a a ver um lugar que a ia deixar de certeza feliz, na roda gigante, como estava de noite no topo da roda podíamos ver a cidade toda cheia de luzes era uma paisagens bastante bonita e que eu gostava de admirar, quando eu era pequeno costumava vir aqui com a minha prima para nos escondermos do chato do Kaname, naquele momento eu achava engraçado mas agora penso que fui um parvo naquela altura.

Entramos na cabine e a roda começou a girar mas a expressão da Aiya não mudava, supostamente era para ela ficar tipo “Uauh tão lindo, obrigada Luka!” será que eu fiz algo de mal?!

Luka – O que se passa?

Aiya – Fartei-me do jogo, descobri o teu objectivo e por isso perdeste, pois a partir do momento em que tudo começou não era eu que estava a cair no teu jogo mas sim tu que estavas a cair no meu, gostas te de te sentir usado?! Como é a sensação, boa ou má?! Caso não saibas mas conheci muitos iguais a ti, mas é a primeira vez que eu entro na jogada. GAME OVER Luka Crosszeria! – eu não me estava a acreditar, pela primeira vez fui rejeitado, apanhei de uma rapariga e ela ainda goza na minha cara! Isto não ia ficar assim, porque agora o meu objectivo mudou eu já não lhe quero partir o coração, agora eu quero … prende-la a mim.