O Destino de Cada Coração Iv
1 Um Difícil Recomeço
Notas iniciais
Disclaimer: Esta fanfic é baseada na obra: Inu-Yasha. Todos os direitos e personagens citados nesta fanfic com base na história original são de propriedade da autora Rumiko Takahashi, a exceção dos personagens que eu mesma criei.
Na fase III, Setsuna, o espírito que possuía um fragmento da Jóia e que tinha sido ressuscitada por Sesshoumaru, começa a se envolver afetivamente com seu salvador. Mas Naraku se mostra muito interessado na jovem, que se revela uma poderosa sacerdotisa, e em Kagome, cujos poderes também são crescentes. Agora, quando se imaginava que todo o pesadelo de Naraku havia terminado, eis que surge mais um obstáculo no caminho de Inu-Yasha. Só que agora o hanyou tem mais responsabilidades a cuidar e uma família a proteger. Sesshoumaru também se vê envolvido pelos problemas de seu meio-irmão. Será que eles conseguirão se unir e ultrapassar este obstáculo?...=================================================O vento soprava impiedoso sobre o local que antes fora a fortaleza de Naraku. Cinzas secas faziam pequenos redemoinhos de acordo com a vontade dos ventos. Uma figura humana estava parada diante das marcas deixadas pelo golpe de uma espada, a Tessaiga. Marcas que cruzavam uma mancha negra no solo. Gotas caíam sobre o solo aos pés daquele observador. Agora que Naraku se fora, estava livre de seu domínio. Mas a liberdade tinha um gosto amargo. Com ela também vinham todas as lembranças das quais tanto queria esquecer-se. Caiu de joelhos sobre aquele solo maltratado e arrancou sua máscara de exterminador. Sentia como se o ar lhe escapasse, apesar de buscá-lo tão desesperadamente. Apoiou as mãos no chão e blasfemou.– Seu maldito! Maldito! Por que não me deixou morto?Cenas invadiam a mente de Kohaku, pois agora tudo lhe retornava a memória. Seus amigos, seu pai, sua irmã. Sua irmã. Aquela que ele atingira mortalmente pelas costas. Sua querida irmã. Mais lágrimas regaram o solo e ele teve vontade de arrancar de suas costas a razão pela qual ainda caminhava. Mas novamente veio a face de Sango em sua mente. Uma face cheia de lágrimas. Desistiu da idéia de acabar com o que sobrara de sua vida.– A morte seria um bem o qual não mereço... Eu tenho que tentar me redimir do que eu fiz...Levantou-se e deu as costas àquele lugar. Começou uma caminhada triste e solitária. Mas então parou ao ouvir uma voz em sua mente.– Você me pertence...Parou assustado e olhou para trás. Nada viu, mas podia sentir uma forte presença maligna.– Quem está aí?Um redemoinho de poeira passou por ele e sumiu pela mata. Observando a direção que tomara aquela estranha força, notou que o alto das árvores já revelava o alvorecer.– Mas... o que foi aquilo? – Perguntou-se o menino.-x-x-x-x-x-Sesshoumaru despertou alertado pelos gritos histéricos de Kagome.– Tira essa coisa daqui! Inu-Yasha!– Mas, Kagome, é só uma lagartinha... Inu-Yasha exibia uma lagarta que havia acabado de retirar dos cabelos da jovem.– Não quero saber! Afasta esse bicho de mim!Ela ficava abanando as mãos diante do rosto histericamente. Sesshoumaru voltou a fechar os olhos.– Inu-Yasha... Essa garota é muito escandalosa... Essa lagarta já deve até estar morta depois dessa gritaria toda...– É, pois é... – Balançou a lagarta levemente só para confirmar para Kagome o que Sesshoumaru havia dito. – Está morta mesmo...Kagome deu um suspiro aliviada. Então Sesshoumaru se deu conta de que Setsuna não estava ao seu lado. Abriu os olhos novamente ao escutar a voz dela.– Rin! Desças já daí!A jovem estava com as mãos na cintura olhando para o alto de uma macieira. Rin, do alto da macieira, jogava as frutas que pegava para Shippou.– Mas estas aqui estão ótimas, senhorita Setsuna. Vou pegar as mais bonitas!– É perigoso ficares aí em cima. Jyaken pode pegar as maças, agora faças o que pedi!Jyaken se deu conta de que ele teria que pegar as frutas e olhou assustado a altura da árvore.– Eu?... “Mas como foi que ela conseguiu chegar lá em cima?”.Rin ignorava o perigo e continuava sua busca pelas maças mais perfeitas.– Eu já estou acabando...Agoniada, Setsuna virou-se para Sesshoumaru com um olhar suplicante.– Meu senhor...Ele olhou para a menina. Não mexeu um único músculo, mas mantinha uma calma assustadora.– Rin, desça daí.– Sim, senhor...A garotinha resolveu obedecer meio a contra gosto, o que fez com que Setsuna respirasse um pouco mais aliviada e começou a ir na direção de Sesshoumaru. Um estalo quase imperceptível chamou a atenção dele. O galho onde estava Rin cedera.
– Rin! – Gritou Setsuna.Sesshoumaru rapidamente levantou-se, mas antes de chegar até a menina, Inu-Yasha já a segurava pelo quimono.– Você é uma garota muito levada, sabia? Podia ter se machucado feio... – Exclamou o hanyou.– Desculpe, tio... – Disse Rin, encarando-o.Inu-Yasha ficou sem graça e colocou a menina no chão, que correu para Setsuna.– Obrigada, Inu-Yasha.– Não tem de quê, Setsuna...Ele colocou as mãos atrás da nuca e deu um pontapé na macieira, fazendo com que inúmeras maças caíssem. Para o azar de Jyaken, caíram sobre ele. Inu-Yasha olhou para Sesshoumaru e saiu caminhando para juntar-se a Kagome. Ambos passaram um pelo outro e Sesshoumaru falou baixinho algo que o hanyou custou a acreditar ter ouvido.– Obrigado.Primeiro Inu-Yasha estancou incrédulo, mas depois deu um sorriso satisfeito para si mesmo e seguiu adiante. Sesshoumaru aproximou-se de Rin e Setsuna e cruzou os braços.– Deveria ter descido quando Setsuna lhe pediu. – Disse Sesshoumaru.– Não deverias sequer ter subido naquela árvore para início de conversa. – Setsuna se mostrava um pouco mais apreensiva que o youkai ao seu lado.– Desculpe, mas é que eu queria pegar estas...Rin tirou do quimono um par de maças tão vermelhas e brilhantes que pareciam de mentira. Entregou uma para cada um. Os dois se entreolharam e Setsuna deu de ombros. Depois acariciou a cabeça da menina.– São lindas, obrigada. Por que não ajudas o Jyaken? Acho que ele está meio enrolado...O pobre servo ainda estava preso debaixo da pilha de maças. Rin, com um sorriso maroto nos lábios, bateu continência e começou a puxar Jyaken pelo pé. Shippou se adiantou para ajudá-la. Sesshoumaru ficou observando Setsuna. Ela parecia bem disposta.– Você parece bem.– A poção que Kagome me deu foi muito eficaz.Sesshoumaru retornou para a árvore onde estava antes de toda aquela confusão.– Mesmo assim seria melhor que descansasse mais um pouco. – Completou ele.Setsuna sorriu, caminhou até Kagome e fez uma reverência rápida.– Kagome, poderias ensinar-me como preparar aquela poção?– Claro, Setsuna! Só que primeiro você precisa conhecer as ervas...– Eu conheço várias. A sacerdotisa Akiko me ensinou há algum tempo.– Então vou lhe mostrar quais são.As duas saíram andando.– Hei, não vão muito longe! – Exclamou Inu-Yasha.Kagome deu um tchauzinho sem virar-se, o que deixou o hanyou emburrado.– Pode deixar. Qualquer coisa eu grito!– Novidade... – Disse ele, cruzando os braços.Shippou aproximou-se de Inu-Yasha, mordiscando uma maçã.– Inu-Yasha, onde estão Sango e Miroku?– E como é que eu vou saber, Shippou?Inu-Yasha tomou a maçã da raposinha e começou a comê-la, o que fez com que o pequeno youkai ficasse dando pulos de raiva.– Hei, Inu-Yasha! Essa maça é minha!– Não seja chato, Shippou! Tem um monte ali!Shippou inflou as bochechas e depois mostrou a língua para Inu-Yasha. Deu meia volta e foi juntar-se a Rin, que estava dando maçãs a Ah-Un.-x-x-x-x-x-Sango estava distraída observando do penhasco o nascer do sol. Sentiu alguém lhe segurar a mão. Não se virou para olhar, pois já sabia quem era.– Sei sobre o que está pensando, Sango...– Então talvez tenha chegado a mesma conclusão que eu, Miroku...O monge a olhava, enquanto os olhos dela eram ocultos pelo cabelo.– Tem que haver outro jeito, Sango.– Não há... Kohaku está andando por aí... Já deve ter se lembrado de tudo o que fez... Carregando aquele fragmento. Eu queria que fosse diferente, mas cheguei a conclusão de que ele não pertence mais a esse mundo... Ela deixou uma lágrima escapar e Miroku a abraçou.– Não pense desta forma. Vamos trazê-lo de volta.– Mas e quanto ao frag...Foi silenciada com um beijo, durante os primeiros flocos de neve que começaram a cair. Separaram-se lentamente e ficaram a observar a paisagem.– Acho que o inverno vai ser mais duro esse ano... – Disse ele.– Tudo bem... Se estiver comigo...– Sempre...-x-x-x-x-x-– Que lindo!... Os olhos de Kagome brilhavam enquanto admirava a neve que caía. Setsuna ficou observando-a com um sorriso. Então, ao percorrer o local com olhos, notou uma erva.– Senburi... – Murmurou a jovem.– O que foi, Setsuna? – Viu a mesma erva. – Que bom. Vamos colher um pouco, pode ser útil.– É parte da poção, Kagome?– Não, mas é ótima para dores de estômago.– Ai... Pena que o gosto seja tão ruim...– Argh! Nem me fale! Kagome fez uma careta e as duas riram uma para a outra. Então a colegial, meio sem graça, não pôde conter sua curiosidade.– Ah... Setsuna... O Sesshoumaru... ele já disse se gosta de você?– Ele não precisa dizer... Eu sei... – Disse Setsuna, corada.– Sabe, é meio estranho ver aqueles dois juntos sem estarem brigando.– Eu não acho que meu senhor ficará por muito tempo. Ele sabe que preciso dos teus cuidados e só está esperando que eu fique completamente boa para partir. Ele sempre foi muito solitário.– Só que agora não é mais. Ele tem a Rin, você e agora o Inu-Yasha...– Acho que ele tem que se acostumar com a idéia ainda...– Bem,... – Olhou para o céu. – Espero que isso não demore muito.– Não te preocupes, Kagome. Eu vou ter recaídas constantes. – Piscou para a moça.– Entendi. – Sorriu.Subitamente, ambas levantaram-se e ficaram a observar com preocupação a mesma direção.– Fragmentos... – Sussurrou Setsuna para Kagome.Kagome arregalou os olhos ao sentir algo de familiar naquela presença.– Eu conheço esses fragmentos!– Conheces?As duas se entreolharam, mas antes que pudessem dizer qualquer outra coisa, um redemoinho surgiu pelas árvores e, de dentro dele, saltou Kouga. Ele, que ainda não conhecia Setsuna, a olhou curioso.– Oi, Kagome! Quem é essa? – Perguntou Kouga, com um ar contente.– É uma amiga... – Ele já estava segurando as mãos dela. – Kouga, deixa disso...– Eu vi aquele lugar destruído e vim ver se você está bem, Kagome. – Começou a perceber que ela havia mudado. As mesmas mudanças que Inu-Yasha notara. – O que aconteceu com você?– “Ai, meu Deus! Ele também vai perceber!”. Nada, Kouga! Nadinha! – Soltou as mãos e se afastou um pouco. – Sabe, conseguimos derrotar o Naraku e...– O quê? Naraku está morto?Aquela notícia lhe trazia um certo alívio, já que finalmente seus companheiros mortos por Naraku foram vingados. Estava desconfortável com o fato de não ter sido ele o responsável pela morte de Naraku, mas havia algo em Kagome que o fazia não se importar com isso naquele momento. “Ela está escondendo alguma coisa de mim...”. Setsuna estava meio confusa com a situação e também não conhecia Kouga.– Kagome, quem é?– Ah, Setsuna, me desculpe, você não conhece o Kouga...– E, para o seu governo, – Bradou o lobo – a Kagome é minha mulher!Setsuna olhou surpresa para Kagome que estava completamente sem graça.– Como? – Perguntou Setsuna.– Ele sempre diz isso... – Kagome colocou a mão na testa, com vergonha.– Então seria melhor que contasses a ele, Kagome...– Contar o quê, Kagome? – Kouga meteu-se na conversa delas duas.– Ai... “Não posso contar para ele assim desse jeito! E Inu-Yasha está perto, eles dois vão acabar se matando! O que eu faço?!”. – Kouga avançou rapidamente e segurou na mão dela. – Kouga...Ele olhou bem nos olhos dela e percebeu seu estado. Seu sangue ferveu e trincou os dentes. Largou-lhe a mão e esmurrou uma árvore, derrubando-a. Setsuna colocou-se na frente de Kagome, receando por sua segurança.– Tens certeza de que ele é teu amigo, Kagome?– Kouga... “Ele já percebeu...”. – Notou um vulto no céu. – Essa não!Ah-Un pousou trazendo Inu-Yasha e Sesshoumaru. Assim que chegou ao solo, Inu-Yasha saltou da montaria do irmão mais velho, já com a espada em punho.– Eu sabia que esse lobo fedido estava metido nesta história!– Espere, Inu-Yasha! – Kagome colocou a mão no ombro de Inu-Yasha.O gesto dela não passou desapercebido pelo lobo, que olhou o hanyou com imenso ódio. Inu-Yasha sentiu o mesmo olhar de quando Kouga pensou ter ele sido o responsável pelas mortes de seus companheiros.– Para trás, Kagome. – Disse o hanyou. – Eu acho que esse lobo ficou maluco da cabeça de novo!
– Como ousou?... – As palavras saíam espremidas pela boca de Kouga.– Ousei o quê? – Desconfiou do que estava acontecendo e olhou de lado para Kagome, que fez um ar de desentendida. – Você tem que aprender a ficar de boca fechada!– Mas eu não falei nada! – Retrucou Kagome, indignada.Sesshoumaru aproximou-se de Setsuna, confuso com a situação.– O que está acontecendo, Setsuna?– Aquele lobo pensa que a Kagome é mulher dele...Sesshoumaru ficou sem palavras e permaneceu ao lado de Setsuna. Kouga partiu para cima de Inu-Yasha, gritando como um louco.– Como ousou tocá-la? Seu cachorro miserável! Eu vou acabar com a sua raça! Setsuna puxou Kagome para um canto e ergueu seu escudo. Sesshoumaru só cruzou os braços e ficou assistindo a luta. Inu-Yasha apenas desviava dos golpes. Sabia que o que movia Kouga era simplesmente o fato dele finalmente ter percebido que não poderia ficar com Kagome. Ele golpeava com ira incansavelmente. Podia-se perceber uma certa umidade em seu olhar. Inu-Yasha cansou daquilo e acertou um golpe, de baixo para cima, bem no queixo do lobo, que recuou um pouco.– Você acha que pode me deter com esse soquinho, cara de cachorro!?– Já chega, Kouga... – Guardou sua espada. – Nós dois sabemos muito bem que não há mais porque ficarmos brigando. Além do mais, Kagome está aqui e poderia se machucar.– Você abusa da minha mulher e depois fica com esse ar de superior para cima de mim? – Cerrou o punho. – Eu vou lhe ensinar uma lição!– A Kagome nunca foi sua mulher!Kouga ia atacar novamente, mas estancou ao perceber Sesshoumaru se colocar entre ambos, mantendo-se de braços cruzados e com a sua fria calma.– Isso já está ficando ridículo...Kouga parou um pouco e ficou comparando a aparência e o cheiro dos dois.– Mas o que é isso? Vocês são parentes por acaso? – Perguntou o lobo.Inu-Yasha tomou a dianteira de Sesshoumaru.– Não se meta nisso, Sesshoumaru.– Você é quem sabe...– Você quer parar de se gabar?– Não estou me gabando.– Esse seu ar de superior me irrita!– Inu-Yasha... Isso é uma pena... – Tinha um sorriso cínico nos lábios.Sesshoumaru sabia como fazer para irritá-lo. Mas Inu-Yasha teve que mudar sua atenção quando percebeu que Kouga estava indo embora.– Kouga! – O lobo parou. – Naraku está morto, portanto seus companheiros foram vingados. Já é hora de você devolver os fragmentos da Jóia de Quatro Almas que estão com você. Kouga pareceu não ter escutado as palavras de Inu-Yasha e olhou para Kagome.– Ele obrigou você, Kagome?– Hã... Não... Kouga... – Disse ela, com surpresa.– Entendo... – Deu as costas novamente. – Mas saiba que eu vou estar esperando por você... E seu filho também será bem vindo...Inu-Yasha irritou-se com esse comentário.– Mas o que você está dizendo, seu lobo fedido? Até parece que eu ia deixar isso acontecer! Devolva os fragmentos da Jóia de Quatro Almas!– Você não acha que já tirou muita coisa de mim, Inu-Yasha? Se quiser estes fragmentos, vai ter que me matar.Inu-Yasha ficou sem ação e apenas observou Kouga desaparecer na floresta. “Kouga... Eu jamais poderia tirar de você o que você nunca teve...”. Notou que Setsuna desfez o escudo.– Você está bem, Kagome? – Ela apenas consentiu com a cabeça, mas ele irritou-se com o olhar de Sesshoumaru. – O que foi agora, Sesshoumaru?– Você é patético, Inu-Yasha. Como é que deixa um lobinho daquele tipo botar banca para cima de você desse jeito?– Ah, é... Se fosse com a Setsuna, você já teria cortado a cabeça dele... – Respondeu o hanyou com ironia.– Idiota.– Você é que é idiota!Os dois seguiram discutindo e até pareceram terem esquecido das duas moças, que ficaram observando os dois se afastarem.– Setsuna, eu posso estar enganada, mas não foi por nossa causa que eles vieram até aqui em primeiro lugar?– Acho que tinhas razão, Kagome...– Do quê?– Eles são muito esquisitos quando estão juntos.– Com toda certeza...Ambas seguiram atrás deles dois.=================================================(x) Youkai — ser fantástico da cultura japonesa dotado de poderes extraordinários; fantasma; demônio(x) Hanyou — meio-youkai (metade youkai, metade humano). Por ser um cruzamento dentre as duas espécies, um hanyou pode, em um dia aleatório do mês, perder todos os seus poderes de youkai e tornar-se totalmente humano. Nesse período, eles procuram abrigo seguro, uma vez que se sentem enfraquecidos pela falta de sua força demoníaca.(x) Lua nova — Pelo fato de Inu-Yasha ser um hanyou, há um período no mês em que ele perde totalmente seus poderes de youkai, tornando-se humano. Este dia é o primeiro dia do mês em que a lua desaparece por completo do céu, logo, o primeiro dia de lua nova.-x- Continua no próximo cap -x-
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