O Cowboy

18 O retorno do Cowboy


Notas iniciais
Oi gente! Vocês já devem estar se perguntando o que a pessoinha está fazendo aqui hoje se ela postou ontem... Pois é, eu disse que postaria na sexta, mas sexta vou me inscrever em um curso profissionalizante lá na faetec e nem sei que horas volto, então vou adiantar tudo aqui, pra não ficar duas fics no mesmo dia, eu vou postar "O cowboy" hoje e "A filha do reitor" amanhã.
Agora mudando de assunto, eu queria agradecer às minhas magníficas leitoras que me deram três lindas recomendações de ontem pra hoje...
Nina G, Sabrina Hoffmann e SILVANA CULLEN. Muito obrigada meninas e esse cap é pra vcs!

No dia seguinte à tarde, quando eu e o pessoal já tínhamos terminado as tarefas, Carlisle e eu fomos plantar os coqueiros, Carlisle apenas sorria enquanto eu cavava atrapalhadamente e com nojo de todas as minhocas que saiam da terra.

— São apenas minhocas filha. – Disse sorrindo. – Tem gente que até come isso.

— Mas é nojento de tocar. Imagina pra comer!

— Vamos Bella, plante a muda.

— Tudo bem.

Comecei a plantar a maldita muda mesmo com todas aquelas minhocas e formigas que saíam da terra, mas então, como se não pudesse piorar, começou a chover, não apenas a chover, mas relampear e muito! De uma hora pra outra.

— Bella, vamos sair daqui. – Disse Carlisle enquanto a chuva nos molhava.

— Vamos.

Nós subimos nos cavalos e começamos a cavalgar em direção ao estábulo, quando chegamos tiramos as selas dos cavalos e voltamos para casa na chuva mesmo enquanto corríamos e ríamos.

— Você está ensopada. Parece um cachorro molhado – Disse Carlisle assim que chegamos à mansão.

— Ah pai, para de me zoar, você também tá! – Eu disse rindo.

Foi então que Carlisle ficou sério e seus olhos se encheram de lágrimas, e aos poucos um sorriso orgulhoso começou a brotar em seus lábios.

— Você me chamou de pai. – Disse ele. – Sem ironia nem nada disso. Apenas me chamou, tão naturalmente, assim como quando era criança.

— Mas você é meu pai. – Eu disse sorrindo simpaticamente. – Não há motivos pra eu te chamar de qualquer outra coisa.

— Eu sei. – Disse enquanto me abraçava e eu retribuí sorrindo.

— Nossa. – Disse Esme chegando ao nosso lado. – Vocês estão ensopados. Querem uma toalha?

— Claro amor. – Disse meu pai sorrindo.

— Não, eu pego a minha. – Eu disse sem ser grossa como costumava ser com ela, mas também sem ser calorosa.

Subi até meu quarto e fui direto ao banheiro tomar um bom banho. E a única coisa que eu conseguia pensar era no Cowboy. Caramba, eu simplesmente não podia ficar sem o que fazer que a falta dele já tomava conta de mim. Maldito cowboy. Quem mandou tomar conta dos meus pensamentos? Me perguntava se ele também estava pensando em mim tanto quanto eu pensava nele. Meus dias não estavam sendo ruins, porque graças a Deus sempre tinha alguém por perto pra conversar e distrair, mas bastava ficar um segundo sozinha ou na monotonia que já era. É Bella, eu acho que o Cowboy te fisgou mesmo, não tem mais pra onde correr. Droga, eu tinha acabado de sair de um relacionamento, entrar em outro justo agora era a morte! Mesmo que ele não quisesse ficar comigo, a partir do momento que eu começo gostar dele, eu já estou comprometida, mesmo que seja emocionalmente.

Os outros dias até a volta de Edward não foram muito diferentes, eu trabalhava com o pessoal pela manhã, aí à tarde ou à noite passava algum tempo com Carlisle ou com eles, e à noite, parte na qual eu passava o dia inteiro ansiosa para que chegasse, ele me ligava e nós ficávamos conversando até tarde. Ainda que fosse muito legal a companhia de todos, faltava algo, faltava Edward. E eu não era a única a sentir essa falta, eu percebi que os animais não eram mais os mesmos, se alguém me dissesse isso eu jamais acreditaria, mas eu estava vendo com meus próprios olhos, todos estavam desanimados e nem comiam direito. Trovão então, passava o dia inteiro deitado, sem fazer o mínimo esforço nem mesmo para se alimentar. Toda a fazenda tinha mudado sem ele, e eu era só mais uma entre todos esses animais que sentiam sua falta.

— Hoje você me parece muito feliz. – Disse Rose sexta feira, dia que Edward chegaria. – Mas eu percebi que você andava meio cabisbaixa. O que houve?

— O Cowboy.

— Hum. – Disse Rose já entendendo tudo. – Sente falta dele, não é?

— Muita. – Eu disse admitindo pela primeira vez.

— O Carlisle e a Esme foram buscá-lo, faz umas cinco horas. Devem estar chegando já.

— É. Eu to sabendo.

— Você está muito a fim dele né? Eu não toquei no assunto, mas vocês no quarto naquele dia. Foi algo bem quente. – Ela disse sorrindo. – Se continuarem daquela forma, sinto lhe informar, mas a sua virgindade não vai durar muito.

— Ele não vai tirar a minha virgindade. – Por que eu estava triste ao dizer aquilo?

— Como você sabe?

— Ele não tirou a da Tânia, por que tiraria a minha?

— Hei. Quem é essa menina que eu estou conversando agora hein? Porque a minha amiga Isabella não é. – Disse Rose convicta. – A minha amiga Isabella, jamais se compararia com outra pessoa, porque ela sabe o valor que tem.

— A questão nem é essa. Eu só acho que eu e Tânia somos basicamente a mesma coisa na visão do Edward.

— Mas é claro que não, vocês são completamente diferentes e qualquer um percebe isso de longe.

— Mas ainda sim. Você não ouviu o que o Emm disse quando eu falei que era virgem?

— Tudo bem, eu lembro do que ele disse, agora me fala, se ele estivesse tão disposto assim a não fazer sexo contigo, você acha mesmo que ele ia chupar os seus peitos.

— Isso não é propriamente sexo. E mesmo assim, eu acho que ele só fez aquilo porque já tinha os visto na cachoeira.

— Bella. Ele sabe que você não é como a Tânia, qualquer um que te conhece sabe que você não é do tipo de garota que se entrega assim por nada. Você é o tipo de garota que quando entregar o seu corpo, vai estar entregando seu coração também. E isso é lindo. – Disse sorrindo docemente.

— Gente. – Disse Alice entrando empolgada correndo no quarto. – O Edward chegou! E trouxe presentes!

— Vamos? – Rose perguntou para mim.

— Vamos. – Eu disse mal conseguindo conter minha felicidade. Meu coração pulsava muito forte e isso era tão estranho.

Me levantei da cama e nós três descemos. Edward estava lá, cumprimentando Emmet e Jasper, tão lindo quanto eu lembrava, até que nossos olhares se cruzaram e de repente ele parou tudo que estava fazendo e ficou me olhando, hipnotizado, assim como eu estava parada no meio da escada, o olhando e sorrindo de canto, feito uma idiota.

— Vocês estão dando muita pinta. – Disse Rose ao pé do meu ouvido. – Disfarça.

Forcei a mim mesma a olhar pra frente e continuar descendo. Alice, Rose e eu paramos na sala para cumprimentá-lo também. Ele deu um abraço em Rose, outro em Alice e depois era a minha vez. Eu olhei para ele com uma vontade enorme de beijá-lo, e ele parecia estar se controlando para não fazer alguma coisa também, foi então que ele me puxou para um abraço, com uma das mãos enterradas em meus cabelos e a outra protetoramente em minhas costas.

— Senti sua falta. – Sussurrou ao pé do meu ouvido.

— Eu também. – Sussurrei de volta.

Edward parou de me abraçar e olhou para todos nós.

— Bom, como eu disse, eu trouxe umas lembranças do Tennessee pra vocês. – Ele disse sorrindo enquanto pegava uma bolsa que estava junto com sua mala. – Carlisle. – Disse entregando um presente embrulhado. – Esme. – Disse dando o dela. – Alice... Emmet... Jasper... Rosalie... Bella? Acho que pra você eu não trouxe nada não. – Disse sorrindo.

— Me dá logo o meu presente, idiota. – Eu disse e todos riram.

Edward pegou o último da sacola e me entregou. Todos abriram os presentes inclusive eu. Era um colar. Segurei o pingente em minhas mãos e sorri, era lindo.

— Espero que tenham gostado.

Todos agradeceram e disseram ter gostado, Edward realmente tinha um bom gosto pra presentes. Todos pareciam realmente satisfeitos.

— O que acham de a gente sair pra jantar fora hoje pela chegada do Edward? – Meu pai perguntou.

— Ah, pra mim tá ótimo! – Disse Emmet empolgado. – Eu adoro comer fora.

— É. Pra mim também. – Disse Jasper empolgado.

— Então vamos. – Falei sorrindo.

— Mas em qual restaurante? – Alice perguntou.

— Sei lá, vamos a algum mais sofisticado. Acho que a Bella, a Rosalie e o Jasper estão com saudades de frequentar lugares assim. – Carlisle respondeu.

— É. Eu não vou te enganar não, ir a lugares assim faz falta às vezes. – Eu disse.

— OK. Já é noite, e esses restaurantes ficam um pouco longe, então vão se arrumar. E Edward, não aceitamos não como resposta. – Disse Carlisle sorrindo.

— OK. Nesse caso eu vou.

Eu e as meninas subimos para nos arrumar. Eu fui mais simples, só que bem arrumada. Rosalie já estava mais sofisticada, com sua linda saia mullet longa. Alice também não ficou nem um pouco atrás, ela estava com um belo vestido rosa e scapim no mesmo tom.

Nós descemos e todos já estavam prontos e bem vestidos. Inclusive Edward, que não estava com aquele chapéu nem nada disso. Estava bem estiloso em sua camisa pólo preta com detalhes brancos, jeans e tênis, parecia até outra pessoa.

— E não é que o caipira sabe se arrumar. – Eu o perturbei só pra não perder o hábito e ele sorriu de canto.

— Bom, vamos? – Carlisle perguntou.

— Vamos.

— Agora temos que ver quem vai com quem. – Disse Esme.

— Ô mãe. – Disse Emmet. – Deixa o Edward ir com a gente, porque eu queria por o papo em dia com ele, aí eu aproveito.

— Tudo bem.

— Então quem vem com a gente? – Carlisle perguntou.

— Eu e a Alice. – Disse Jasper. – Aí no carro do Emmet, vão o Edward, a Bella e a Rose.

— OK. Vamos então.

Edward e eu fomos no banco de trás do Jipe, enquanto Emmet e Rose foram no da frente.

— Fala Emmet. – Disse Edward enquanto o carro já seguia o de Carlisle.

— O que?

— O que você queria falar comigo?

— Eu não queria falar nada contigo. Só senti a necessidade que você e a Bella estavam sentindo de ficar a sós e se cumprimentar direito, bom, essa é a oportunidade, porque eu estou atento à estrada e a Rose mexendo no celular. – Disse e em seguida ligou o som do carro bem alto, nos dando certeza de que não estávamos sendo ouvidos.

Edward e eu rimos e ele colocou uma das mãos no meu joelho, causando várias reações diferentes em meu corpo. Eu olhei para ele que olhava para frente, meio sem graça e sorri, em seguida colocando minha mão em sua coxa, fazendo com que ele finalmente me olhasse.

— O que você quer? – Ele perguntou.

— O mesmo que você. – Respondi.

— Aqui não, o Emm e a Rose vão ver.

— E daí? A Rose já viu e o Emmet também deve saber.

— Mesmo assim, não quero arriscar, até mesmo porque com a falta que estou sentindo de você, acho que vai ser impossível parar de te beijar quando eu começar.

— Então você sentiu minha falta? – Perguntei sorrindo, mal disfarçando a felicidade que estava sentindo.

— Você sabe que eu senti, todos os dias eu dizia isso por telefone. Cara a cara é mais difícil falar tudo que eu sinto. Você não tem noção do quanto era insuportável ficar sozinho lá. A minha única distração era falar com você pelo telefone. Eu não tinha nada pra fazer quando chegava, então apenas comia enquanto conversávamos, eu engordei dois quilos. Tem noção? Dois quilos em cinco dias! Eu nem sabia que isso era possível!

— É muita coisa mesmo. – Respondi sorrindo. – Você falando assim parece aquelas mulheres complexadas com regimes e essas coisas.

— Verdade. – Disse sorrindo.

— Eu tenho uma novidade pra você. – Eu disse mal esperando a hora de contar tudo logo, eu não tinha dito nem mesmo que havia feito as pazes com Carlisle.

— Qual? – Perguntou parecendo interessado.

— Estou solteira.

Edward olhou para mim com um sorriso maior que a cara, ele parecia tão feliz, mas tão feliz que por um momento achei até que ele me beijaria, era incrível a cada dia ter mais certeza de que eu não era só um brinquedinho pra ele.

— Eu gostei dessa notícia. – Disse sorrindo.

— Eu imaginei que gostaria.

— Mas por que vocês terminaram?

— Ele me traiu, bom, na verdade ele já me trai há mais de um ano.

— Sério? Como aquele idiota pôde trair uma garota como você?

— Você acha mesmo que é idiotice me trair?

— É idiotice trair qualquer pessoa, mas uma idiotice maior ainda trair uma garota linda, especial e maravilhosa como você. Mas como você soube?

— Eu tenho, ou melhor, tinha uma amiga que era muito próxima, assim como a Rose, nós três andávamos juntas e tal. Eu falava com ela praticamente todos os dias pela internet, aí semana passada ela esqueceu de desligar a web cam e eu vi o Jake e ela ficando e falando coisas horríveis sobre mim.

— Nossa. Deve ter sido horrível. Você está triste?

— Não, eu estou feliz porque você chegou. – Eu disse sorrindo. – Muito feliz.

— Sério? – Perguntou parecendo muito contente com o que eu disse.

— Sério.

Edward colocou uma das mãos sobre minha bochecha e acariciou levemente, em seguida me dando um breve selinho. Eu estava com uma vontade enorme de abraçá-lo forte e dar um beijo arrebatador em seus lábios, mas assim como ele disse, não estávamos a sós e não seria legal ficarmos nos agarrando perto de outras pessoas.

O resto do caminho foi assim, a gente conversando e rindo feito dois idiotas, ocasionalmente nos tocando e roubando selinhos inocentes – Talvez nem tanto.

— Chegamos. – Disse Emmet desligando o som enquanto Edward fazia cócegas na minha barriga e eu me contorcia de tanto rir.

— Hei vocês dois. – Disse Emmet sorrindo enquanto nos olhava. Rose e ele já tinham até saído do carro. – Vão ficar aí? Carlisle e Esme estão vindo pra cá.

Imediatamente Edward me soltou e eu me ajeitei no banco. Nós saímos do carro enquanto Carlisle, Esme, Alice e Jasper vinham em nossa direção.

— Gostaram daqui? – Carlisle perguntou se referindo ao restaurante.

— Sim, é incrível. – Eu disse.

— É muito legal mesmo. – Rose concordou.

— Então vamos entrar. – Disse Esme.

Nós fomos até a recepção do luxuoso restaurante e Carlisle informou quem era e eles nos levaram a uma mesa.

— Você já tinha reservado o jantar. – Eu disse a meu pai. – Já tinha planejado tudo.

— Sim, esse restaurante é só com reserva antecipada e eu já estava planejando trazê-los assim que Edward foi viajar, então reservei uma mesa para todos nós.

— Queria ver se o Edward não quisesse vir. – Eu disse.

— Edward anda bem mudado. – Disse Carlisle. – Ele tem aceitado sair com vocês, não sei não, mas acho que alguém finalmente laçou o coração desse cowboy.

De repente todos os olhares da mesa se direcionaram para Edward que estava ao meu lado. Todos esperavam que ele dissesse algo, mas ele apenas riu.

— Quem sabe? – Ele disse finalizando o assunto.

Nós começamos a jantar e a comida estava deliciosa, foi então que em certo momento Edward segurou minha mão por de baixo da mesa, seu polegar ficou acariciando o dorso dela e eu sorria feito uma criança em dia de natal, eu estava feliz por finalmente não me sentir mal por Jacob toda vez que permitia que Edward me tocasse, estava feliz também pela resposta enigmática que ele deu a Carlisle quando perguntado sobre estar gostando de alguém, e feliz por ele estar aqui, acho que principalmente por isso.

Depois da janta e da sobremesa, Carlisle pagou a conta para irmos embora, mas dessa vez quem iria no carro de Emmet eram Alice e Jasper. Maravilha, Edward e eu teríamos que ir a viagem inteira separados, e o caminho até em casa levava quase duas horas.

Quando entramos no carro, eu me sentei em uma janela e Edward na outra, enquanto Carlisle e Esme iam na frente.

— E aí Edward? – Carlisle perguntou. – Como foi no Tennessee?

— Bem legal, lá é bonito.

— Saiu bastante?

— Não, eu fiquei a maioria do meu tempo lá na conferência e quando chegava apenas descansava minha cabeça para o dia seguinte.

— Ah, mas vai me dizer que ficou esse tempo inteiro sem sair, encontrar alguma garota. – Eu que até então estava olhando para fora da janela, olhei para Edward, interessada na resposta.

— Não, as únicas mulheres que eu vi foram as da conferência e mesmo assim eu nem falei com elas.

— Mas por que não? Hora Edward, você tem que começar a ir atrás de alguém. Já está com 26 anos.

— Pra tudo há seu tempo.

— Mas e essa mulher?

— Que mulher?

— A que você está interessado.

— Ah. – Disse Edward sorrindo.

— Fale-nos sobre ela, e nem adianta dizer que ela não existe, porque tá na cara que você está caidinho.

— Ela é linda e alguns anos mais nova que eu.

— Quanto anos?

— Digamos que não está na casa dos vinte ainda.

— Uma adolescente então.

— É.

— Tem mais de 15?

— Claro. – Disse sorrindo.

— Menos de 18?

— Sim.

— E os pais dela sabem disso?

— Acho que não.

— Mas é visível que você gosta mesmo dela, e além do mais eu te conheço, você jamais se envolveria com uma adolescente se não tivesse reais sentimentos, a final está acostumado a sair com mulheres da sua idade ou até mais velhas, como a Victória por exemplo.

— Carlisle. – Esme o repreendeu por algum motivo e senti Edward tenso imediatamente.

— Ah claro. – Disse sem graça.

— Quem é Victória? – Perguntei sem cerimônias.

— Foi uma namorada do Edward. – Disse Carlisle.

— E por que tudo isso em torno dela?

— Porque ela não era uma pessoa boa.

Senti que aquele momento era a hora de eu ficar quieta, porque Edward definitivamente não estava se sentindo bem. Foi então que me lembrei da conversa que tive com Edward há algum tempo atrás, sobre confiar em algumas pessoas, ele pareceu chateado com alguém, como se tivesse se magoado feio alguma vez, agora eu me perguntava se não podia ser essa mulher. Eu não sabia qual era a dessa Victória e nem o que ela significou para Edward, mas eu ia descobrir.

Notas finais
Bom, é isso galera. O que tenho a dizer agora é pra segurarem os coraçõeszinhos, porque o próximo vai ser mega fofo *-* Depois vamos começar o lado mais pervo que eu sei que vcs gostam hahaha.
Ah, não se esqueçam de passar no blog e votar na enquete, quem quiser comentar em alguma coisa agora pode, liberei os comentários para anônimos também.
http://mariacarolinefanfics.blogspot.com.br/
Bjks, até amanhã pra quem lê "A filha do reitor" e até segunda pra quem só lê aqui!