O Cowboy
11 O parto da vaca Mimosa
Notas iniciais
Acordei cedo e fui trabalhar, mas hoje era diferente, algo em mim estava diferente, eu estava com medo de encará-lo por algum motivo que até eu mesma desconhecia. Tive de reunir toda a minha coragem e sair, ele já estava lá me esperando montado em Trovão.
— Bom dia minha Abelhinha. – Disse sorrindo.
— Bom dia Cowboy.
— O que aconteceu com o “Meu cowboy”?
— Eu não vou falar assim, nem sei o que deu em mim pra ter dito ontem.
Edward apenas sorriu. Acho que ele estava começando a se acostumar com esse meu orgulho besta. Montei no cavalo e Edward começou a cavalgar até o casebre e enquanto colocava as coisas na carroça eu puxei assunto.
— Você tem algum irmão ou irmã além da Esme?
— Tenho um irmão mais velho, o Charlie.
— Mais velho quanto?
— Ele é três anos mais velho do que a Esme e 17 a mais do que eu.
— Onde ele mora?
— Ele morava na Europa, mas há uns seis meses atrás se mudou pra Nova Iorque.
— Minha mãe está lá. – Eu disse.
— Por que sua mãe mandou você vir ficar com Carlisle?
— Porque eu tenho uma tia que está muito doente, ela é muito pobre e não tem grana pra pagar um médico, o tratamento demora três meses e é intensivo. Minha mãe é médica então resolveu cuidar dela, não achou justo separá-la da família, então foi para lá cuidar da minha tia.
— Mas se você odeia tanto o seu pai, por que não foi com ela?
— Porque essa minha tia mora no Brooklyn que é um dos lugares mais perigosos de Nova Iorque, além da casa ser muito pequena. Ela achou melhor eu vir passar esse tempo com o Carlisle.
— Hum. Eu acho que essa foi uma das decisões mais acertadas que sua mãe já tomou por você.
— Por quê? – Perguntei confusa.
— Esse lugar está te fazendo bem Abelhinha, você pode não admitir, mas definitivamente está.
Edward e eu fomos tirar o leite da vaca e eu não conseguia pensar em outra coisa. Será mesmo que esse lugar horroroso estava fazendo algum tipo de bem para mim? Porque eu definitivamente não estava vendo nada disso. Nós levamos o leite e alimentamos os outros animais.
Durante a tarde quando assim que terminamos o serviço nós não tomamos banho de cachoeira porque Carlisle me chamou antes que eu pudesse fugir com o cowboy gostosão, e o pior é que o meu querido papai só me chamou a pedido dos meus amigos idiotas, eles tiveram a ideia de nos reunirmos para assistir um filme.
— Vamos Bella, vai ser muito legal. – Disse Alice.
— E ficar segurando vela? Prefiro ficar no meu quarto dormindo.
— Chama o Edward. – Disse Rose.
— Pode ser. – Eu disse começando a considerar a ideia.
— Então. – Disse Alice empolgada.
— Vou chamá-lo.
— Tá bom, mas não demora.
— Pode deixar.
Fui até a cachoeira e lá estava o Cowboy.
— Posso me juntar a você?
— Claro Abelhinha. – Disse sorrindo.
Sem pensar duas vezes entrei na cachoeira, de roupa e tudo e nadei até ele que me recebeu de braços abertos, literalmente. Edward me segurou firme e me rodou na água, depois parou e olhou em meus olhos, ainda abraçado comigo. Sem aguentar mais esperar eu mesma ataquei seus lábios com força, enterrando meus dedos em seus cabelos, ele me segurava com uma mão e com a outra segurava minha cabeça enquanto nos beijávamos assanhadamente.
— Eu vim te chamar pra assistir filme com a gente.
— Você quer ir até lá e se juntar a eles?
— Não, eu só quero ficar aqui com o meu Cowboy.
Edward abriu um grande sorriso para mim e em seguida saiu comigo em seu colo, me levando até sua casa. Quando chegamos na varanda ele me soltou no chão e eu fui direto ao banheiro, ele me entregou uma toalha limpa e eu saí enrolada nela, surpresa foi a minha quando o vi já totalmente seco e cheiroso, com apenas sua boxer sexy.
— Onde tomou banho?
— Na ducha daqui de fora.
— Por que não tomou ali fora naquela noite também?
— Eu tive medo de você sair enquanto eu estivesse lá e acabasse indo embora.
Eu sorri docemente para ele.
— Eu nunca iria embora.
— Cadê a sua roupa?
— Aí é que está. Eu não sabia que ia vir pra cá e acabei molhando minha única roupa.
— Eu posso te emprestar alguma coisa minha se quiser.
— Sim, eu quero, ao menos até a minha secar.
— Tudo bem. Vou procurar algo aqui. – Disse entrando em seu quarto.
Fui até a varanda e pendurei minha roupa, quando entrei fui para o quarto de Edward que já tinha separado uma boxer preta.
— Qual camisa você quer? – Perguntou.
— Escolha alguma que ache que eu vá ficar bonita. – Eu disse sorrindo.
Edward escolheu uma quadriculada vermelha, como todas as que ele usa no dia a dia e jogou para mim. Fui ao banheiro e me vesti, não é que ficou legal? A boxer ficou como um shortinho e a camisa eu amarrei as pontas na cintura.
Voltei para o quarto e Edward estava deitado na cama, apenas com sua boxer branca, não pude evitar de olhar para seu membro e uau, parecia grande. Corri até ele e me deitei sobre seu corpo, com as pernas entre as suas, sentindo sua intimidade roçar na minha me causando arrepios. Edward começou a me beijar e colocou as mãos em minha bunda, apertando forte, ele sugou meus lábios com força e depois me virou ficando sobre mim. Abri minhas pernas para recebê-lo melhor, ele desfez o nó de minha camisa e a desabotoou devagar, mas antes de libertar meus seios nus ele passou a mão no espaço entre eles, acariciando ternamente e em seguida depositando um beijo molhado.
— Eu posso tirar essa camisa? – Perguntou.
— Você já viu os meus seios mesmo. – Eu disse sorrindo.
— Não quero apenas vê-los, eu quero prová-los, mas preciso de permissão pra isso.
— Sim, você pode prová-los. – Eu disse imediatamente.
Edward tirou minha camisa e os observou por um bom tempo, em seguida apertou com força e beliscou meus mamilos.
— Tão lindos e rosados, do jeitinho que eu gosto. – Ele disse.
Edward abaixou e deu uma lambida em meu seio direito, causando calafrios por todo o meu corpo, depois começou a chupá-lo lentamente enquanto provocava o outro seio com os dedos. Seu corpo que estava entre o meu se movimentava lentamente, roçando seu sexo já ereto no meu completamente encharcado de tesão, eu podia sentir sua espessura entre meu ventre mesmo por cima da roupa. Soltei um gemido alto ao senti-lo sugando meu mamilo e o mordendo em seguida.
— Ah Edward... Isso é tão gostoso. – Eu disse ofegante e ele continuou, só que agora trocando de seio.
Fomos interrompidos por um mugido tão alto que mesmo a casa dele sendo longe de onde as vacas ficavam nós podemos escutar, e o mugido não cessava.
— Mimosa. – Disse parando imediatamente. – Vamos lá.
— Vamos. – Respondi.
Edward se levantou e correu para vestir uma calça. Me levantei da cama e envolvi a camisa por meu corpo e fui na varanda pegando minha roupa molhada mesmo e corri para o banheiro para me vestir, foi então que olhei meu corpo no espelho e uau, meus seios estavam completamente vermelhos, eram marcas de chupões que com certeza ficariam roxas depois.
Ao sairmos percebemos que estava caindo um temporal, daqueles terríveis, o curral ficava bem longe da casa de Edward, então nós descemos apressados até o estábulo que ficava mais perto, Edward pegou Trovão mesmo sem a sela e subiu, ele apenas me estendeu a mão, eu a segurei e dei meu jeito de subir também. Ele segurou na crina do cavalo e o guiou por ali mesmo, cavalgando rápido enquanto eu apenas o segurava. Rapidamente chegamos ao curral e todas pareciam bem, apesar dos gritos continuarem, só podia ser da mimosa, Edward e eu descemos do cavalo e o colocou no curral, junto das vacas para que não fugisse, nós entramos no cômodo de madeira onde Mimosa estava deitada de lado, ela gritava muito e alguma parte do corpo do bezerro ameaçava sair de seu corpo, ela estava em trabalho de parto.
— Ai meu Deus! – Eu disse.
— NÃO! – Edward gritou correndo até ela e abaixando na direção de seu ventre. – Eu não tenho nenhum material aqui, as chances dela sobreviver são praticamente nulas. Suas condições estavam dando certeza de que o parto seria daqui a duas semanas, está tudo errado! – Disse colocando as mãos na cabeça em desespero.
— Não podemos apenas deixar que ele nasça sozinho?
— Claro que não, em situações normais talvez até desse certo, mas a gestação dela é complicada, os dois vão morrer se não ajudarmos.
— Calma Edward, nós vamos dar um jeito nisso, tá bom? – Perguntei. – Juntos. Basta você manter a calma e eu o sangue frio.
— OK, vamos tentar.
Edward se levantou e foi até um móvel de madeira com várias gavetas, ele abriu a maioria delas pegando algo que iria precisar e colocando tudo sobre o balde, ele coçava a cabeça de nervosismo e parecia aflito.
— Droga, droga, droga! – Disse reclamando. – Não tem nenhuma anestesia aqui, ela não vai resistir a tanta dor.
Edward amarrou as patas traseiras e dianteiras da vaca e parou pouco abaixo do ventre da Mimosa e pegou a faca.
— O que você vai fazer? – Perguntei me abaixando ao seu lado.
— Vou ter que fazer uma cesariana, o corpo dele está atravessado, a vagina dela não tem abertura pra isso. É tarde demais pra Mimosa, mas não pro Bezerro. Abelhinha vou precisar da sua ajuda, mas você precisa ter sangue frio, mas pelo amor de Deus, faça isso.
— Fala o que quer que eu faça.
— Você vai precisar ir para trás da Mimosa e enfiar todo o seu antebraço no ânus dela, quando sentir o bezerro, quero que o empurre com força.
— Eu não posso enfiar a minha mão ali Edward. – Eu disse com os olhos arregalados. – É nojento demais.
— Você não vai saber cortar a barriga dela da maneira certa. Tem que fazer isso Bella.
— Ai Edward, por favor. – Eu disse com o coração disparado só em considerar fazer algo assim.
— Bella, por favor, ela só come mato, não tem nada nojento aí. Você vai mesmo deixar o bezerro morrer por uma frescura?
— Não pode ser na vagina não?
— Não. O ânus fica acima do filhote e vai ficar mais fácil pra você empurrar.
— Tudo bem. – Respondi nervosa e sem muita certeza de se conseguiria. – Eu posso fazer isso.
— Então comece. – Disse Ele.
Fui para trás da vaca e olhei para seu ânus. Nojo, nojo, nojo, nojo, nojo. Vai Bella, você tem que fazer isso. Coloquei um dedo na entrada e fechei os olhos com força, escorregando minha mão de uma vez só lá para dentro, meu braço era fino, então não demorou nem cinco segundos até que chegasse ao meu cotovelo.
— Está sentindo o filhote? – Edward perguntou.
— Não. – Respondi.
— Então enfia mais o braço.
Empurrei um pouco mais meu braço até que finalmente senti o filhote e ele estava se mexendo, tão vivo! E naquele momento eu percebi que pouco importava o fato eu estava com o braço no ânus dela, eu ia salvar aquela vida que estava ali dentro, e aquilo era algo magnífico!
— Senti. Eu senti Edward. – Eu disse. – Ele está vivo!
— Então empurre com toda a sua força na direção do corte que eu vou fazer.
— Tudo bem. – Respondi.
— Desculpa minha amiga. – Disse Edward olhando para Mimosa com compaixão.
Ele pressionou a faca no lado esquerdo do começo da barriga da vaca, pouco acima do ventre e ela soltou um enorme grito de dor, eu olhei para Edward e sua expressão era a pior possível, ele parecia péssimo por ver aquilo, mas não o suficiente para parar, ele continuou o corte se ensanguentando todo. Nunca em toda a minha vida eu tinha visto tanto sangue em um mesmo lugar, ele terminou de cortar a barriga da vaca enquanto eu empurrava o bezerro com toda a minha força, mas ele era pesado demais e nem saia do lugar. Mimosa já nem gritava mais, provavelmente já estava morta, ou quase isso, mas mesmo assim, eu sentia o pequeno ser ali dentro dela se movendo e eu não podia deixá-lo morrer, de forma alguma.
— Abelhinha, não estou sentindo o bezerro, empurre!
— Eu estou tentando. – Eu disse ofegante.
Edward enfiou parte do antebraço no corte exposto da vaca tentando capturar o bezerro e eu finalmente podia senti-lo se mover para fora, com a outra mão Edward cortou ainda mais a pele da vaca para facilitar a saída do animal, nós fizemos força juntos e ele finalmente saiu. Edward cortou o cordão umbilical e o puxou definitivamente para fora. E não é que parecia um parto de ser humano mesmo? Eu estava cada vez mais encantada com aquilo. Ele olhou rapidamente para Mimosa já sem vida no chão e as lágrimas começaram a descer por seu rosto, mas ele rapidamente ignorou e pegou uma mesa que estava ao canto do cômodo, colocando o bezerro em cima. Edward tratou dele da melhor forma possível, passando tudo que tinha que ser passado, tirou sua camisa e enrolou em parte do corpo do animal, o levantando e levando para fora dali.
— Pode abrir a porta do curral para que o Trovão saia? – Ele me perguntou triste. – Mas só o trovão.
— Posso.
Fui até o curral e abri o portão, Trovão saiu rapidamente e eu fechei novamente. Quando Edward disse que aquele cavalo era fiel ele definitivamente não estava brincando, Trovão o seguiu sem nem mesmo ser orientado a isso, como se soubesse exatamente que seu lugar era ao lado de seu dono, era algo muito bonito. Fui até Edward e segurei parte do bezerro para ajudá-lo, ele parecia inconsolável, e eu estava me sentindo mal por isso. Trilhamos todo o caminho até a casa de Carlisle na chuva e mudos.
— Eu vou chamá-lo. – Eu disse ao chegarmos.
— OK. – Disse Edward pegando o bezerro todo para si.
Entrei correndo na casa sem me importar muito com o fato de estar completamente encharcada enquanto gritava por Carlisle. Rapidamente, ele, Esme, Alice, Emmet, Jasper e Rose apareceram na sala assustados com minha aparência.
— O que houve? – Carlisle perguntou espantado enquanto segurava meus ombros e analisava todo o meu corpo em procura de algo errado ou faltando. – Fale filha.
— O bezerro, Edward e eu fizemos o parto e ele está ali fora.
— Então vamos até lá. – Disse Carlisle parecendo aliviado e saindo imediatamente.
Todos nós fomos atrás dele e Edward estava lá, ao lado do Bezerro que estava deitado na varanda seca, enquanto Carlisle o observava.
— É um belo bezerro. – Disse Carlisle sorrindo.
— E a Mimosa? – Alice perguntou chegando ao lado de Edward.
— Ela não resistiu. – Disse olhando para baixo.
Alice imediatamente começou a chorar. Carlisle, Esme e Emmet também não pareceram gostar muito, já que imediatamente seus semblantes ficaram tristes. A vaca devia mesmo ser especial.
— Filha, não fica assim, tá bom? – Esme perguntou chegando ao lado de Alice e secando suas lágrimas. – A Mimosa está em um lugar melhor agora. Pense nisso.
— Tudo bem, eu entendo.
— Eu vou cuidar do bezerro. – Disse Edward. – Tem uma vaca que acabou de ter um também. Vou colocá-lo para amamentar nela.
— Eu vou com você. – Eu disse.
— Bella, melhor não. – Disse Carlisle. – Está chovendo muito e você está encharcada, vai acabar pegando um resfriado.
Olhei feio para Carlisle e entrei batendo o pé. Fui até meu quarto, tomei um banho, esfregando meu braço inúmeras vezes com sabonete e depois fui até a cozinha, comi alguma coisa e peguei o netbook com Carlisle, ao ligar me surpreendi ao ver Jake online, a final parecia que ele tinha esquecido a minha existência desde que cheguei a esse lugar. Ele me chamou para que começássemos uma chamada de vídeo e eu aceitei.
— Lembrou que eu existo? – Perguntei assim que a janelinha com ele apareceu na tela.
— Amor, sem drama, por favor. Eu não tenho entrado porque estava muito resfriado e a minha mãe nem estava me deixando sair da cama.
— Sério? – Perguntei me sentindo meio culpada por pensar tantas coisas dele.
— Sério. Eu estou morrendo de saudades do seu mau humor, dos seus beijos, do seu carinho, de você.
— Ah Jake. – Eu disse sorrindo. – Você é um amor. Pena que só tem uma semana que estou aqui. Ainda faltam meses.
— Eu sei, mas é que eu sinto muito sua falta, minha princesa.
— Achei que você tinha desistido de mim.
— Estou com você há quase dois anos, acha mesmo que eu ia desistir de tudo por causa de uma semana? Você anda muito insegura quanto aos meus sentimentos hein.
— Ah, sei lá. É que você sabia que eu entro todas as noites, agora tardes, e não entrou mais, achei que estava me evitando.
— Ah amor, como eu poderia fazer isso? Eu te amo. – Era a primeira vez que Jake me dizia isso, mas por que eu não estava sentindo absolutamente nada? Eu vinha esperando muito tempo para ouvir isso dele, mesmo sem eu mesma nunca ter dito, mas agora que ele tinha falado, não parecia importante, era como se ele tivesse dito um “Bom dia” ou “Muito obrigado”. Edward tinha razão, eu estava mudando.
— Bella. – Gritou Rosalie lá de fora.
— É impressão minha ou essa voz de quem chamou o seu nome é da Rosalie?
— Não é impressão, ela está aqui mesmo.
— Legal. – Disse sorrindo.
— Bella. – Chamou novamente.
— OI? – Perguntei gritando.
— Vem cá.
— Jake, daqui a pouco eu volto tá?
— Tá bom. Eu te amo. – Disse novamente sorrindo.
— Tchau. – Eu disse me levantando e saindo do quarto à procura de Rose.
— Fala. – Eu disse quando a encontrei no corredor.
— Vamos passear? Eu já chamei a Alice, mas ela tá na maior fossa por causa da vaca, então vamos nós duas?
— Vamos sim. Isso vai ser até bom pra eu espairecer um pouco.
— OK. Vamos nos arrumar juntas?
— Vamos. – Eu disse sorrindo.
Era disso que eu precisava mesmo, ainda mais agora, depois de descobrir que meu namorado não tinha me esquecido e estava sendo super fofo comigo enquanto eu deixava o cowboy gostosão que toma conta da fazenda do meu pai chupar meus peitos, eu realmente precisava desabafar.
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