O Cowboy

24 Novas descobertas


Notas iniciais
Oi amores! Aqui estou eu mais cedo de novo, é que eu acabei de escrever esse cap e eu quero muuuuuuito saber o que vcs vão pensar dele. Porque ele está beeem hot! Aproveitem!

Assim que chegamos no hotel, Edward e eu fomos direto para o meu quarto. Até tinha um restaurante lá, só que achamos melhor pedir pelo serviço de quarto, assim poderíamos comer mais à vontade.

– Vou tomar um banho. – Eu disse assim que entramos no quarto enquanto começava a tirar a roupa. – Você me acompanha?

– Eu não sei. – Ele disse meio receoso.

– Eu não recusaria. – Então tirei o sutiã, ficando apenas com a mínima calcinha.

Andei rebolando charmosamente até o banheiro, entrei atrás da porta, tirei a calcinha e joguei para Edward que a pegou e ficou a analisando, parecia confrontar um dilema interior, dilema esse que eu estava disposta a enfrentar.

– Vem... – Eu disse com voz sedutora. – Vai mesmo deixar a sua Abelhinha tomar banho sozinha?

– Bella, eu acho melhor você ir e depois a gente se encontra aqui.

– Tudo bem então, acho que vou ter que aliviar todo esse meu desejo sozinha. – Com certeza isso ia deixá-lo louco.

Caminhei lentamente em direção ao Box do banheiro e entrei embaixo do chuveiro que tinha uma temperatura morna e agradável. Pouco tempo depois de eu ter entrado, ouvi a porta sendo aberta e dei uma espiadinha fora do Box, era ele, vestido apenas com sua boxer impecavelmente branca. Antes que ele me visse, voltei para onde estava. Em questão de segundos Edward já estava embaixo do chuveiro, me apertando contra seu peito e me beijando como se não houvesse amanhã. Eu já podia sentir sua ereção cutucando minha barriga, seu amiguinho sem dúvidas pedia por atenção, então coloquei minha mão em cima, sem qualquer tipo de aviso prévio, Edward imediatamente gemeu contra meus lábios, comecei a beijar seu peitoral e fui me abaixando ainda mais, descendo meus lábios ansiosos por sua barriga, até me ajoelhar e ficar de frente para ele. Coloquei as mãos no cós de sua cueca e olhei para cima, olhando diretamente no fundo de seus olhos, pedindo permissão para prosseguir, ele apenas fez que sim com a cabeça e isso bastou para que em pouco tempo eu começasse a descer sua cueca, eu nem acreditava que estava prestes a finalmente ver! Eu vinha esperando isso por bastante tempo, e ia ser agora, sempre quis saber como era tocar em um homem, desta forma. Minhas amigas sempre diziam que o sexo era bom em todas as suas formas e jeitos, eu nem acreditava que estava prestes a comprovar estas teorias.

Não precisei descer muito sua cueca para que seu pau praticamente pulasse em minha direção, até cheguei o rosto um pouco pra trás, assustada com todo seu comprimento e largura, pelo que eu já tinha visto por cima da cueca, sabia que se tratava de algo grande, mas não imaginei que fosse tanto.

Olhei para Edward, que me encarava com expectativa.

– É bem grande. – Eu disse. – Eu posso... Tocar?

– Você sabe fazer isso?

– Er... A Rose já me ensinou com um pepino uma vez. – Eu disse insegura e Edward gargalhou.

– Um pepino? Me mostra.

Levei minha mão até ele e o segurei. Uau! Era duro mesmo! Parecia bem firme, então apertei. Imediatamente Edward gritou e tirou minha mão de lá.

– Caramba! – Disse enquanto acariciava seu membro exatamente da forma como eu ia fazer. – Não é assim Abelhinha. Isso não é um pepino, eu sinto dor.

– Mas o que eu fiz de errado? Eu sei que essa área é sensível no corpo de vocês, mas me pareceu tão duro e firme que achei que não machucaria.

– Mas machuca. Tem que ser de leve. Assim ó.

Edward pegou minha mão e a levou até seu membro tão grande que não permitia que eu fechasse a mão, então o envolvi o máximo que pude. Edward movimentou minha mão para cima e para baixo.

– Desse jeito, bem levemente. – Explicou.

– OK. Eu posso fazer isso.

Comecei com esse movimento de vai e vem bem levemente e Edward soltou um gemido, não posso negar que gostei muito disso, já que até agora só ele tinha me dado prazer. Era incrível poder retribuir de alguma forma, então comecei a me soltar e fazer ainda mais rápido, e ele parecia aprovar. Depois que cheguei a um ritmo frenético, simplesmente fui extremamente devagar, indo da base ao topo de seu pênis e acariciando a cabeça com o polegar. Edward soltou um gemido alto.

– Você quer me matar. – Ele disse ofegante.

– Você ainda não viu nada. – Eu disse enquanto me aproximava lentamente de seu pau.

Depositei um beijo na cabeça. Bom, foi assim que fiz com o pepino quando Rose me ensinou. Em seguida dei uma leve lambida.

– Caralho! – Edward grunhiu de prazer.

E então antes que ele pensasse em me impedir, comecei a envolver seu membro quente e pulsante em minha boca. Edward praticamente rasgava o canto de meus lábios com sua grossura, o que só serviu para que eu ficasse ainda mais excitada. O problema era que eu simplesmente não consegui engolir tudo, ficou faltando uma parte, parecia que simplesmente não havia mais espaço em minha boca. Edward então segurou firmemente em meus cabelos e empurrou os quadris contra minha cabeça, fazendo que a parte que faltava de seu pau entrasse em minha boca de uma vez só, chegando em minha garganta e trazendo uma forte ânsia de vômito, então empurrei levemente sua coxa e ele chegou os quadris para trás, tirando-o completamente de minha boca. Olhei para ele que sorria maliciosamente para mim. Então me aproximei, em busca de mais, Edward segurou a base de seu pênis, o empurrando para minha boca novamente, olhei diretamente em seus olhos enquanto sentia seu gosto, eles me mostravam pura luxúria e prazer, era exatamente o que eu buscava ali. Ele segurou meus cabelos novamente enquanto empurrava seus quadris para cima de mim, só que dessa vez mais lentamente, para que eu fosse me acostumando com aquilo tudo dentro da minha boca, aos poucos começou a tocar minha garganta e eu tossia, mas nada que me impedisse de ir cada vez mais fundo, até que chegasse ao final, momento no qual coloquei as duas mãos em seu traseiro, cravando levemente minhas unhas neles. Rose me disse certa vez que nem todos os homens gostam quando as mulheres tocam em suas bundas, mas Edward não se opôs. Depois de algum tempo naquela deliciosa sessão de sexo oral, Edward disse que não ia mais se segurar, então tirou de minha boca e eu comecei a masturbá-lo assim como ele havia pedido, foi então que ele começou a gozar em minha mão, na verdade no meu rosto, já que esguichava em mim, enquanto gemia deliberadamente, parecia que estava no céu de tanto prazer que sentia, e confesso que gostei muito disso.

Ele segurou meus braços, me ajudando a levantar e ficou me olhando com um enorme sorriso no rosto.

– O que? – Perguntei sorrindo, tentando descontrair. – Até parece que nunca foi chupado.

– Você faz soar tão vulgar. – Ele disse olhando para baixo.

– Eu to brincando, meu caipira idiota. – Eu disse segurando seu rosto e o beijando em seguida.

– Foi bom pra você? – Perguntou olhando em meus olhos. Tinha como não se derreter por esse homem que não estava se importando apenas com seu prazer e necessidades, mas sim com o meu bem estar, e com o que eu gostei.

– Foi maravilhoso. Eu sei que não foi algo diretamente para mim, mas é tão prazeroso ter essa oportunidade de te dar prazer. – Eu disse sincera, essa era exatamente a forma como me sentia e eu não via problema algum em compartilhar tudo isso com Edward. – Só espero que tenha gostado tanto quanto eu.

– Tá de brincadeira né? – Perguntou sorrindo. Pelo visto ele não apenas gostou como também aprovou. – É claro que eu adorei!

– Obrigada. – Respondi com um sorriso doce, doce mesmo, afinal Edward merecia depois de ter me dado minha primeira experiência sexual, ou quase isso.

– Agora vamos tomar um banho direito. – Perguntou enquanto passava a ponta do dedo no sêmen em meus seios, sêmen esse que ele mesmo deixou ali.

Edward e eu finalmente nos permitimos tomar um banho descente, com muita guerra de espuma e carícias roubadas pra lá e pra cá, mas era muito bom de se viver. Quando terminamos, fomos direto para a cama, completamente nus e sem nos importar muito com esse lance de roupa, nesse quarto inclusive, o uso dela era terminantemente proibido. Dei uma breve procurada na lista telefônica no criado mudo e liguei para o restaurante do hotel, pedi filé de salmão grelhado com alcaparras e molho parisiense e salada de legumes e verduras. Uma comida bem leve, já que eu pretendia ter mais algumas descobertas hoje. Pedi uma garrafa de vinho branco para acompanhar, mesmo eu sendo menor de idade sabia apreciar um bom vinho, já que bebo desde os 15 anos, é, minha mãe é meio doida e deixa eu desfrutar dos prazeres da vida! Contanto que não envolva, drogas ilícitas e prostituição. Esse é o lema dela.

Assim que a comida, e o champanhe, que estava em um balde de gelo chegaram, coloquei o robe e fui atender a porta. Edward e eu comemos e bebemos, eu bebi apenas duas taças para não ficar bêbada, afinal a probabilidade de eu perder a minha virgindade hoje mesmo era bem grande. Depois da janta, fomos ao banheiro, escovamos os dentes, com as escovas novas no banheiro do hotel e depois fomos para a cama.

– Você vai dormir comigo? – Perguntei.

– Você quer que eu durma com você?

– Claro que eu quero. – Eu disse como se fosse óbvio.

Edward me abraçou por trás e a sensação de sentir seu corpo assim, completamente nu, contra o meu que estava no mesmo estado, era simplesmente maravilhosa. Eu que até então estava de costas, me virei de frente para ele e o abracei, sentindo sua crescente ereção roçando em meu sexo. Eu já estava completamente molhada por isso.

– Pare com isso sua provocadorazinha. – Ele disse sorrindo.

– Olha, a virgem aqui sou eu tá bom? Eu devia estar me fazendo de difícil, não você.

– Eu não estou me fazendo de difícil. Só não estou acelerando nada. Eu te disse que deixaria tudo acontecer naturalmente, como no banheiro, a gente foi tomar um banho junto e rolou. Agora você está aqui tentando me estuprar. – Ele disse sorrindo. – A gente decide que vai transar, e transa, qual é a graça nisso? Gosto quando as coisas levam a isso. Tá entendendo onde eu quero chegar?

– Sim. – E estava mesmo, ele queria que as coisas levassem a isto? OK, eu faria com que elas levassem.

Puxei o rosto de Edward em direção ao meu e o beijei, ele não se opôs e até me abraçou, repousando das mãos em minha bunda e a outra em meus cabelos, aos poucos fui o trazendo para cima de mim e ele foi. As coisas iam ficando cada vez mais quentes, e Edward começou a beijar meu pescoço e ir descendo cada vez mais, até chegar em meus seios, onde ele começou a chupar sem cerimônias, e eu segurava seus cabelos entre meus dedos e gemia alto, com o prazer que ele me proporcionava, ele desceu com seus lábios, beijando cada parte na qual passava, até chegar em meu sexo que já estava encharcado de excitação.

– Deus, tão molhadinha. – Ele disse enquanto me penetrava com um dedo e chupava meu clitóris.

– Ah... Edward... – Eu disse enquanto me contorcia de prazer. – Eu não estou mais aguentando.

Ele então estocou seus dedos ainda mais rápido, fazendo com que eu chegasse cada vez mais perto do meu ápice.

– Goza pra mim vai. – Ele disse com a voz extremamente rouca e quase irreconhecível.

Permiti que a incrível sensação tomasse conta de meu corpo, me levanto às alturas, parecia uma sensação de outro mundo, revirei os olhos e contorci minhas pernas de prazer, era simplesmente algo maravilhoso, que definitivamente todo ser humano devia experimentar antes de morrer.

– Edward... – Eu disse enquanto saia do transe. – Eu preciso de você dentro de mim agora, por favor.

Eu simplesmente não podia esperar mais, estava explodindo de desejo e precisava provar daquilo por completo, se ele me dissesse não, era capaz de eu estuprá-lo mesmo.

Edward se levantou, fazendo com que meus olhos imediatamente marejassem. Sinceramente não sabia quem era o mais ridículo da situação, Edward por não transar comigo mesmo sabendo o quanto eu, que era a pessoa que ainda tinha algo pra preservar nessa relação estava doida para que o fizéssemos. Ou eu que estava prestes a chorar porque meu namorado não quis me comer.

Mas pra minha surpresa e alegria ao mesmo tempo, ele pegou sua carteira no bolso de sua calça jeans e tirou um preservativo de lá, abriu a embalagem e o envolveu em seu membro gigantesco, depois voltou para a cama. Edward segurou meus joelhos e abriu minhas pernas, se aconchegando entre elas em seguida. Depois se aproximou lentamente roçando a cabeça de seu pau em minha entrada. Meu Deus! Agora que eu estava vendo ele assim, tão perto, eu também podia ver o quanto era incompatível! Eu me perguntava como aquilo tudo poderia entrar em mim, já que todo o meu corpo é tão pequeno.

– Vai caber. – Ele garantiu como se lesse meus pensamentos. – Está pronta?

– Sim.

Edward sorriu maliciosamente e o posicionou em minha entrada. OK, era agora, o momento que eu tanto esperei finalmente ia acontecer e eu mal podia acreditar. Eu estava em um misto de nervosismo, emoção, prazer, excitação e desejo. Mas uma coisa era fato, eu definitivamente estava pronta para isso, não me restava dúvidas.

– Isso pode doer um pouquinho, tá bom? Qualquer coisa é só falar e eu paro ou vou mais devagar.

– OK.

Edward começou a forçar a entrada da cabeça, e conforme ela foi pedindo um espaço que até então eu não tinha a dor começou e eu mordi meus lábios para me impedir de gritar feito uma criança idiota. Ele empurrou levemente os quadris contra os meus, indo mais fundo e aumentando a dor, meus olhos marejaram e eu deixei um leve gemido escapar. Ele parou de se movimentar e olhou pra mim.

– Continua. – Ordenei.

– Tá tudo bem?

– Só termina o que começou. – Pedi.

Edward voltou a empurrar os quadris devagar. E caralho! Quando ele disse que doeria um pouco, por um segundo eu pensei que realmente fosse um pouco, mas estava doendo muito. Eu respirava fundo pra tentar me conter, mas estava difícil. Ainda sim não conseguia me arrepender, estava sendo um momento especial pra mim, minha primeira vez, com o homem que eu amo, não há dor neste mundo que supere isso.

Aos poucos seu corpo ia preenchendo o meu, até que finalmente chegou ao fim, Edward permaneceu parado por algum tempo, para que eu me acostumasse, aos poucos a dor foi se assentando, até que virou apenas um leve incômodo. Meu próprio corpo já pedia por mais contato e Edward sentiu isso, tanto que ele mesmo começou a se mexer, tirando seu pau praticamente inteiro de dentro de mim e depois me penetrando novamente, dando sequencia a esses movimentos, que foram ficando bons, bons até demais. Edward parecia perdido em seu prazer enquanto eu estava perdida no meu. Ele abaixou e me beijou intensamente, eu apenas retribuí. Suas estocadas aos poucos foram ficando frenéticas, os únicos barulhos existentes eram o do choque de nossas peles, misturados com os gemidos da cama e nossos. Eu já imaginava que sexo era algo bom, mas nunca imaginei que fosse tanto. Edward segurava minha cintura me puxando cada vez mais para ele, eu mantinha uma de minhas mãos em sua coxa e a outra em meu clitóris, o estimulando enquanto Edward me penetrava profundamente.

– Gostosa. – Murmurou enquanto levava uma das mãos até meu seio e o acariciava.

– É você. – Eu disse ofegante.

Continuamos por mais um tempo nesse ritmo frenético até que tanto eu quanto ele recebemos a sensação maravilhosa do orgasmo, juntos, como um só. O que realmente éramos a partir de agora.



Notas finais
E aí galera? Deu calor? kkkkkk Não tive recomendações no cap passado e eu sempre fico indisposta quando não tenho nenhuma pra agradecer aqui nas notas, então por favor, dedinhos trabalhando!
Bom, ontem quando ia postar a filha do reitor, começou a chover e trovejar mt aqui onde eu moro, aí a minha mãe mandou eu desligar o pc, por isso não teve postagem, mas já estou escrevendo e logo mais eu posto o/ Como teve post aqui hoje, nem preciso dizer que amanhã não tem né? No próximo eles vão voltar pro Texas e vai rolar uma surpresinha...
Ah, alguém aqui do Rio vai no show do Barão vermelho dia 15 no circo voador? Pq talvez eu vá com uns amigos, mas vai depender da minha saúde, grana e da boa vontade da mamis, então não sei ainda. Aí se alguém daqui for a gente pode se encontrar lá. Vou deixar o link aqui pra se alguém se interessar. Me avisem, bjs e até :D
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