O Cowboy
32 Juntos em L.A.
Notas iniciais
Oi gente, em primeiro lugar, quero pedir desculpas à todas que ainda não receberam o MP com o Pov alternativo do Edward, é que o Nyah tá com um novo sistema, que tem que esperar cinco minutos entre um MP e outro e eu recebi 12 páginas de reviews no cap passado, sendo que cada pág tem 15 comentários, ficou bem puxado pra mim, mas eu tive uma ideia que vai facilitar a minha vida. Quem não recebeu o Pov me manda o e-mail ou por comentário, ou por MP, e eu envio o Pov. OK?
E em segundo lugar, mas não menos importante, queria agradecer às lindas que recomendaram: IngrydCullen, Nany Stewart, Thay, Nina Chade, Francilene Santos, adrianinha, Evelyn cullen, Claudinha, Nubya Volino e Keh-ferreira. Bom, é isso.
E em terceiro, não pude postar ontem, mas estou aqui hoje, to meio esgotada, então "A filha do reitor" é só amanhã.
Nos vemos nas notas finais.
– Ele veio atrás de você. – Disse minha mãe orgulhosa. – Vamos abrir a porta agora.
– Eu vou. – Respondi enquanto saia correndo do quarto.
Desci as escadas em velocidade recorde e abri a porta da sala, foi quando passei pela varanda que percebi que estava chuviscando, mas isso não me impediu de correr para seus braços, assim que o alcancei pulei em seu colo, entrelaçando minhas pernas em seus quadris e ele me segurou firme, me beijando em seguida.
– Eu te amo tanto. – Edward sussurrou contra minha boca após o beijo.
– Eu te amo mais. – Respondi sorrindo.
Nós nos beijamos de novo e de novo.
– Entrem crianças. – Disse minha mãe da varanda. – Saiam do chuvisco ou vão ficar resfriados.
Desci do colo de Edward e nós fomos até a varanda, onde minha mãe e Charlie estavam.
– Oi Charlie. – Disse Edward apertando sua mão.
– Oi Eddie.
– Vamos entrar. – Disse minha mãe e nós fomos, eu estava abraçada com Edward e não pretendia soltar, minha felicidade mal cabia em mim agora. – Edward você deve estar com fome. Vem, vou te dar algo para comer.
– Na verdade eu já comi no avião há pouco mais de uma hora, estou satisfeito. – Ele disse.
– Tem certeza?
– Sim. – Respondeu prontamente.
– Tudo bem então. Você pode dormir no quarto de hóspedes ou no da Bella.
– Nós vamos dormir no meu quarto. – Respondi.
– Nós é? – Minha mãe perguntou com um olhar malicioso.
– É mãe, nós.
– Tudo bem. Façam como quiser. Eu vou dormir.
– Eba! Vou dormir na cama! – Disse Charlie empolgado.
– Cala a boca. – Disse minha mãe subindo as escadas e ele foi logo após.
– Vamos subir? – Perguntei.
– Vamos. – Ele respondeu.
Nós subimos até meu quarto e assim que entramos, puxei Edward para meus braços, capturando seus lábios em um beijo gostoso. Ele empurrou a porta com o pé, que fechou imediatamente.
– Meu Deus. – Eu disse após respirar fundo. – Eu não consigo mais ficar longe de você.
– Nem eu. – Respondeu ofegante.
Nós voltamos a nos beijar e fomos em direção à cama, na qual caímos.
– Espera. – Sussurrou. – Eu tenho que tirar a mochila primeiro.
Eu parei de beijá-lo, mas passei a mão em seu membro por cima da calça, já sentindo sua crescente ereção, enquanto ele tirava a mochila, abrindo a frente e retirando uma camisinha, antes de jogar a mochila no chão. Edward colocou a camisinha em cima do criado mudo e eu abri o fecho de sua calça, já na intenção de tirá-la e Edward colaborou, em pouco tempo ele já estava completamente nu sobre minha cama. Edward também tirou minha camisola e eu me deitei sobre ele, sentindo nossas intimidades roçarem uma na outra enquanto nos beijávamos.
– Não tem noção de como eu fiquei quando soube que você tinha ido embora, minha menininha. – Ele disse com uma das mãos em meu rosto. – Cheguei até a pensar que nunca mais sentiria você assim... Tão pertinho de mim.
– Nunca mais pensa isso, tá bom? – Eu disse. – Porque eu sempre estarei aqui, sempre.
– Eu sei, eu sempre soube. Esses são só alguns momentos de idiotice da minha parte.
– Idiotice mesmo, porque eu te amo. – Eu disse segurando seu rosto e o beijando inteiro. – Cada vez mais e mais.
Edward começou a empurrar levemente seus quadris contra os meus, fazendo com que seu pau cutucasse em minha intimidade, como quem batia à porta para entrar, bom, de certa forma era mais ou menos isso. Edward pegou a camisinha no criado mudo, abriu e vestiu em seu membro, eu me sentei sobre ele, conectando completamente nossos corpos e comecei a quicar e rebolar, enquanto ele acariciava meus seios com as mãos, beliscando meus mamilos, enquanto me penetrava profundamente e eu mesma estimulava meu clitóris, fazendo da sensação algo ainda melhor.
– Caralho. – Murmurei. – Tão... Gostoso.
Rebolei com mais intensidade em seu pau, fazendo Edward gemer junto comigo. Ele apertava minha bunda com vontade, enquanto me direcionava para cima e para baixo, me fazendo quicar rápido e forte.
– Isso... – Murmurou ofegante. – Cavalga gostoso.
Edward empurrava os quadris contra os meus, indo cada vez mais fundo, e eu já nem me lembrava mais de controlar meus gemidos. De repente senti o orgasmo vindo com força total, então o liberei, Edward sentiu, então começou a estocar ainda mais forte, fazendo meu coração ir a mil e meu olhos rolarem de tanto prazer, parecia que eu estava indo a marte e voltando, estava tão extasiada que nem me mexia, apenas deixava que Edward guiasse todo o resto, por ele e por mim. Ele se sentou e me abraçou, em seguida gozando também e gemendo deliberadamente. Edward me deitou na cama, ainda abraçado comigo e começou a me beijar.
– Agora eu vou tomar banho, tá amor? – Ele disse.
– Huhum. – Sussurrei boba, ainda pelo efeito do orgasmo.
– Você não vem comigo?
– Huhum.
– Então vem idiota. – Ele disse sorrindo, mas eu permaneci parada e sorrindo. – Vem! – Ele me puxou, mas eu não saia do lugar, então me pegou no colo. – Onde é o banheiro?
– Ali. – Eu disse apontando para uma das portas de meu quarto.
Nós entramos no meu banheiro e Edward ligou o chuveiro, me colocando embaixo.
– Ai estúpido. – Reclamei. – Eu não lavo o cabelo à noite.
– Agora já era demente. – Ele disse sorrindo e me empurrando ainda mais para debaixo d’água.
Eu o puxei também e nós ficamos abraçados embaixo da ducha, descansei minha cabeça em seu peito o abraçando enquanto sua mão passeava por minhas costas, até que foi descendo para minha bunda e eu o senti empolgado novamente, só que dessa vez eu o aliviei de outra forma, com um belo oral é claro, já que não tinha nenhum preservativo por ali.
Depois do banho, Edward e eu fomos para a cama, de roupas é claro, afinal isso era algo bom, já que não estávamos a sós. Dormimos de conchinha e eu nunca estive tão feliz. No dia seguinte acordei em seus braços fortes e protetores, enquanto ele ainda dormia, serenamente, fiquei observando seus traços másculos e perfeitos. Eu poderia ficar ali o dia inteiro, apenas admirando sua beleza. Onde eu estava com a minha cabeça quando pensei em não ter nada com esse cara?
Aos poucos Edward começou a acordar e quando já estava de olhos abertos eu sorri para ele.
– Bom dia meu amor. – Eu disse docemente.
– Bom dia amor. – Ele respondeu e eu dei um selinho em seus lábios.
– Vamos levantar? – Perguntei.
– Vamos.
Nós levantamos e fomos lavar o rosto, depois descemos até a sala, onde Charlie pintava as unhas dos pés de minha mãe. Sério, esse cara não podia ser normal.
– Bom dia. – Disse Edward.
– Bom dia. – Eu disse em seguida.
– Bom dia. – Responderam juntos.
– Dormiram bastante. – Disse minha mãe.
– A noite foi boa. – Disse Charlie levantando as sobrancelhas sugestivamente e minha mãe gargalhou.
– Vamos comer, Edward. Antes que essa loucura dos dois passe pra gente. – Puxei Edward pelo braço e o levei até a cozinha. – Bom, a minha mãe ainda não chamou a empregada de volta, então vamos ter que nos virar por aqui.
– Isso não é problema, eu sei cozinhar. – Ele disse piscando. – Sou um homem prendado.
– Hum... Então já serve pra casar. – Eu disse num tom sugestivo e ele me olhou assustado. – O que? Tá pensando que vai ser sempre assim. Só comer e cair fora? Tsc tsc tsc, sou uma menina de família.
– OK, eu acho que posso lidar com essa coisa de casamento. – Ele disse sorrindo.
– Ótimo. – Respondi erguendo uma sobrancelha. – Agora vamos preparar o nosso café da manhã.
– Vamos. – Disse empolgado.
Nós fizemos uma bagunça na cozinha, mas nossas panquecas ficaram divinas! Depois de comermos, Edward e Charlie ficaram assistindo ao jogo dos Lakers que estava passando na TV, foi então que durante o intervalo, as câmeras foram para as arquibancadas, filmando Jake com a cara enfaixada no banco de reserva.
– E a nova aposta dos Lakers, Jacob Black segue nas arquibancadas, e ali deve permanecer por mais trinta dias até que possa jogar. – Disse o narrador. – Parece que ele caiu da escada.
– Tá bom. – Disse Edward irônico.
Eu dei um leve sorriso para ele e depois fui até a cozinha para preparar o almoço junto com minha mãe. Eu estava picando os legumes enquanto ela cortava a carne.
– Mãe. – Eu disse. – Tem uma coisa que eu não comentei até agora porque estava muito nervosa com toda essa situação, mas agora eu quero falar.
– O que? – Minha mãe perguntou.
– Por que você concordou que eu voltasse para casa mesmo sabendo que não era isso que eu queria?
– Como é que é? – Minha mãe perguntou com a sobrancelha erguida.
– Eu quero saber...
– Eu sei o que você quer saber. – Ela disse. – Só não estou acreditando que o Carlisle disse que concordei com isso.
– Então você não concordou?
– Não. Eu tentei ligar pra você pra avisar que eu estava voltando porque a sua tia já está boa, porque o Charlie quis aproveitar essas três semanas que faltavam pra você vir, pra gente ficar um pouco sozinhos aqui em casa. Mas eu não consegui falar com você, então avisei ao Carlisle, aí no dia seguinte ele ligou dizendo pra eu ir te esperar no aeroporto que você estava dentro do avião voltando para casa, eu perguntei o motivo e ele me contou tudo, nós discutimos feio, mas é claro, eu não podia te mandar de volta se ele não te queria lá. Por isso não te mandei pro Texas assim que te vi tão mal. Eu fiquei muito magoada com ele, porque não tinha necessidade nenhuma de tanto, claro que vocês foram irresponsáveis e mereciam sim um puxão de orelha, mas não a esse ponto, você já não é mais virgem mesmo, então o que custava ele te levar ao médico para você começar a tomar as pílulas e te deixar lá? Mas eu já devia esperar uma atitude dessas da parte do Carlisle. Ele tem uma concepção totalmente equivocada do que é certo ou errado e sempre põe tudo a perder.
– Com certeza. – Respondi. – Não sabe o quanto é bom saber que você não foi a favor disso tudo.
– Eu jamais seria a favor da sua infelicidade, por mais que isso não me parecesse certo. E além do mais, ao contrário do seu pai, eu não tenho absolutamente nada contra você ter uma vida sexual ativa. Até mesmo porque sexo é maravilhoso, e eu quero tudo que é maravilhoso pra você. – Ela disse piscando e eu sorri. Era muito bom e libertador saber que minha mãe não havia feito parte disso.
Quando terminamos o almoço, minha mãe e eu servimos na mesa da sala de jantar e todos almoçamos, Edward e eu ficamos na espreguiçadeira da varanda, enquanto minha mãe e Charlie estavam assistindo a um filme de ação na sala. Ele estava sentado preguiçosamente enquanto eu estava com as pernas em cima das dele.
– Cowboy. – Eu disse e ele olhou para mim. – Não vai me contar o que rolou lá ou por quanto tempo vai permanecer aqui? Eu quero saber.
– Eu simplesmente cheguei e você não estava, então eu fui falar com o Carlisle e disse que ia atrás de você, ele me ameaçou dizendo que se eu fosse, eu estaria sem emprego, então me demiti, ele me pagou os meus direitos por tantos anos trabalhando lá e eu fui até a cidade para alugar alguma casa, só que encontrei um tio meu que me alertou sobre uma fazenda na qual estavam precisando de caseiro, eu fui ver e agora estou empregado. A parte ruim disso tudo é que eu só posso ficar aqui durante uma semana.
– Ah sim... – Eu disse olhando para baixo meio triste. – Mas é melhor do que nada né?
– Você vai mesmo morar comigo quando completar 18 anos?
– Vou. – Respondi imediatamente. – No mesmo dia estarei indo para o Texas.
– Eu juro que vou vir te visitar todo mês. Tá bom? – Ele perguntou e eu abri um grande sorriso.
– Ah, aí facilita bastante. – Eu disse o abraçando.
Quando era à noite minha mãe e Charlie iam sair para um jantar romântico só os dois, então Edward e eu resolvemos ir passear no shopping. Tomamos banho, e fomos nos arrumar, fui até meu closet, escolhi minha roupa e me arrumei. Demorei, mas decidi apostar no rosa, e até que ficou bem legal.
Nós pegamos um táxi até o shopping e em cinco minutos já estávamos lá. Edward parecia meio perdido, essa definitivamente não era a praia dele. Mas ele estava sendo legal em topar vir comigo.
– Isabella Swan? – Olhei para trás reconhecendo a voz e abri um grande sorriso ao ver de quem se tratava. Sam, um dos amigos de Jake, jogador de basquete da escola, ele era um grande amigo.
– Sam! – Eu disse sorrindo. – Tudo bem?
– Tudo sim. – Disse se aproximando e me dando um abraço que eu retribuí. – Tanto tempo que eu não te vejo.
– Pois é, eu estava na casa do meu pai.
– É, o Jake comentou.
– Bom, esse é o Edward, meu namorado. E Edward, esse é o Sam, um dos meus amigos da escola.
– Prazer em conhecê-lo. – Disse Edward apertando sua mão.
– O prazer é todo meu. – Sam respondeu. – Eu sabia que você e o Jake tinham terminado, agora que você estava com namorado novo não.
– Mas eu estou... E muito feliz.
– Que bom. Agora eu tenho que ir, porque eu vim com a minha irmãzinha e sabe como é. A minha mãe me mata se eu largá-la de mão. Mas a gente se esbarra.
– Com certeza. Boa sorte com a sua irmã.
– Obrigado.
Sam saiu e nós continuamos passeando. Como o pessoal da minha escola era rico e não tinha mais nada pra fazer da vida, eles iam praticamente todos os dias ao shopping, então a possibilidade de eu encontrar outras pessoas era grande, tanto que eu realmente encontrei. Edward e eu não conseguíamos andar nem por dois minutos sem que alguém viesse para falar comigo. Pois é, quando eu disse que era popular, não estava brincando. Encontrei até algumas líderes que ficaram super felizes ao me ver. Mas é claro que como nem tudo acontece para melhorar o nosso dia. Jane também estava lá e pra piorar tudo ainda teve a cara de pau de vir até mim.
– Oi amiga. – Disse parando em nossa frente com a cara mais deslavada do mundo olhando para mim e em seguida seus olhos desviaram para minha mão entrelaçada à de Edward, depois para ele, seus olhos se arregalaram e ela pareceu gostar do que via, mas eu apenas a ignorei e já estava prestes a sair. – Não vai falar comigo? Que tipo de amiga é você?
– O tipo que foge de piranhas que transam com criaturas safadas e nojentas que eu costumava chamar de namorado. – Respondi num tom irônico.
– Ah Bells, por favor, nós somos amigas. Vai mesmo ficar terminar com isso por causa de um namoro sem importância?
– A gente ficou juntos por quase dois anos e você chama isso de “Sem importância”?
– Eu sei que era. Tanto que você já colocou outro no lugar dele. – Disse olhando para Edward com luxúria. Tive que me controlar para não voar em cima dela. – Tenho que admitir que tem um bom gosto hein. Esse é ainda melhor.
– Olha aqui garota. Eu vou embora, antes que eu parta a sua cara em duas. – Eu disse puxando Edward para longe dela que apenas sorriu e depois continuou seu trajeto.
– Você viu? – Perguntei. – Ela quase te comeu com os olhos! Piranha, nojenta, vadia! Querendo tudo que é meu!
– Calma amor. – Disse Edward sorrindo. – Ela não pode me tirar de você. Pra que eu iria querer uma cópia mal feita se eu tenho a original?
Eu olhei para ele e sorri. Só esse meu namorado gostosão pra me deixar dessa forma mesmo. Depois de comermos algo em uma lanchonete por ali mesmo, fomos para casa, assim que chegamos, achei uma carta em meu nome, ainda fechada em cima do móvel.
– De quem é isso? – Edward perguntou.
– É uma carta do Bulls.
– Bulls, o time de basquete de Chicago? É isso mesmo?
– Sim. – Eu disse abrindo a carta.
Comecei a ler e fui arregalando os olhos à medida em que ia entendendo do que se tratava. Eu não sabia se ficava feliz ou triste pelo que lia.
– O que é? – Edward perguntou curioso.
– Eles estão me chamando para ser líder de torcida do time. – Eu disse olhando para Edward que pareceu estar no mesmo conflito de emoções que eu.
Seria algo maravilhoso profissionalmente, mas eu aguentaria mesmo passar o ano inteiro viajando com eles pra dançar e longe da minha família e principalmente, longe do meu cowboy?
P.S.: LEIAM AS NOTAS FINAIS.
Fale com o autor