O Cordeiro de Ouro
1 Prólogo
Notas iniciais
Sentem-se num lugar confortável e venha passear pelo Golden Áquila e descobrir seus conflitos e tradições.
O colégio Golden Áquila era um colégio de ensino médio como qualquer outro. Panelinhas, confusões, festas, dramas adolescentes e tudo mais que um bom High School pede. Porém os alunos daquele lugar seguiam uma tradição: o cordeiro de ouro. Uma tradição da qual ninguém falava a partir do segundo mês de aula até o próximo ser escolhido.
Todo ano, antes das aulas começarem, o site da escola publicava a lista no site dos alunos que entrarão no próximo ano letivo, com o intuito dos veteranos se familiarizarem com os nomes e rostos dos futuros calouros. Daí surgiu o Cordeiro de Ouro. Os alunos podiam entrar no site e votar em quem eles gostariam que fosse a próxima vítima e no último dia antes das férias, o mais votado era eleito. Então, tinham um mês para fazer um trote com aquele aluno. Mas não eram brincadeiras infantis, a maioria eram selvagens, egoístas e, claro, inesquecível. Mas o cordeiro escolhido ganhava fama. Segundo o “estatuto do cordeiro de ouro”, o aluno receberia total inclusão na escola e proteção contra futuros problemas. Então a maioria deles acabava rindo junto de seus trotes.
Ninguém ousava quebrar a tradição do cordeiro de ouro. E agora, mais um ano letivo se iniciava. Os dois grandes bullers da escola já estavam com planos. O primeiro dia era sempre uma corrida, quem pegaria o alvo primeiro? Qual isca ele iria morder?
Max Eliot era seu nome. E querendo ou não, agora era conhecido. E o próximo mês de sua vida estava condenado, nas mãos dos dois maiores partidos do colégio.
De um lado, Harry Kristen, conhecido pelo bom desempenho esportivo e o jeito galinha e arrogante de ser.
Do outro, Fernando González, o espanhol boa pinta, um homossexual descabido, com fama de se cercar de mais como ele.
Cruel, abominável, triste…
Incrível, divertido, lendário…
O cordeiro de ouro todo ano dividia opiniões. Nem por isso deixavam de fazer.
Fale com o autor