O coração de Rafael disparou, quando o homem sinistro ergueu lentamente a cabeça em sua direção.

Rafael notou que suas mãos seguravam um frasco aberto, irradiando um brilho etéreo, como se estivesse se preparando para capturar mais um sonho.

— Quem é você? Por que está roubando os sonhos das pessoas? — questionou Rafael, lutando para manter a voz firme.

O encapuzado ignorou a primeira pergunta, sorrindo de maneira sinistra.

— Os sonhos são efêmeros, fugazes. As pessoas não sabem dar o devido valor a eles. Eu os liberto das amarras da insignificância e os mantenho aqui, onde posso apreciá-los para sempre.