Notas iniciais
Boa Leitura ♥

Anastásia Steele

Encolho-me como todos presentes na sala com outro grito que Alice dá. Ela e Christian estão discutindo há mais de 20 minutos, e eu não consigo me mover. Taylor e seus homens já levaram o corpo do outro bebê. Isso é horrível. Eles são tão parecidos, senão fosse por Alice, nós estaríamos pensando que Arthur realmente morreu, mas sabe-se lá onde ele está agora.

—Você não vai parar ela? —Kate pergunta e eu a encaro para não rir.

—Eu? Eu não tenho ideia do que fazer. —Sussurro e Kate apenas balança a cabeça.

—Onde ele está? —Alice grita pela milésima vez e eu ouço alguns risos.

—Eu não sei! Alice, me escute. —Christian diz abaixando na sua frente, mas ela lhe dá as costas.

Voxê mentiu! —Alice acusa agora se virando para o olhar. —Cadê o Tuntum?

—Eu não sei onde ele está! Eu não menti.

Pocura! —Diz brava.

—Eu estou fazendo isso!

Voxê está aqui! —Alice grita balançando a mão.

—Então eu vou!

—Vai! —Ela grita apertando o rosto de Christian entre as mãos e eu me controlo para não rir.

Christian segura a cintura de Alice e a levanta vindo na minha direção. Levanto-me e finjo que não estava rindo, então pego Alice. Ele semicerra os olhos e me encara, então apenas se vira e sai pela porta batendo-a, o que faz todos presentes estremecerem.

—Onde está o Tuntum? —Alice pergunta segurando meu rosto.

—Nem vem que não tem, baixinha. —Murmuro tapando sua boca e todos começam a rir.

—Olha, eu não sei o que dizer. —Grace murmura ganhando a atenção de todos. Ela caminha até o centro da sala e todos começam a escutá-la. —Eu tenho certeza, que há uma explicação lógica para isso, e Christian vai dizer. Eu não acho que vá ocorrer enterro algum, então... Gail irá servir vocês com café, e nós podemos esperar o Christian chegar, certo? Anastásia, você pode me ajudar?

Encaro Grace sem saber o que fazer. Por que ela quer minha ajuda? Meu Deus... entrego Alice a Kate e me levanto ajeitando meu vestido, então sigo a mãe de Christian até a cozinha. Ela me olha e suspira começando a rir. Encaro-a preocupada, pensando se devo correr ou não, então ela começa a chorar e eu olho tudo horrorizada.

—Meu neto não morreu, não é? —Grace sussurra sorrindo e há um brilho tão lindo em seus olhos.

Acabo sorrindo e começando a chorar. Arthur pode estar vivo, e nada me faria mais feliz do que isso. Eu imagino como deve ser para Grace e todos os outros.

—Eu aposto que Christian vai entrar naquela porta a qualquer momento com o Tuntum. —Sussurro secando minhas lágrimas.

—A Alice é tão maravilhosa, sabia? Eu não consigo acreditar. —Grace diz rindo. Ela junta as mãos na frente do rosto e sorri ainda mais. —Obrigada. Obrigada por trazê-la, se você não tivesse feito isso nós ainda estaríamos pensando que ele estava morto.

—Não há de que. —Sussurro encolhendo os ombros. —Eu só não entendo como isso aconteceu. Aquele bebê parecia tanto com Arthur.

—Eu também não entendo. —Grace sussurra e seu olhar fica sério. Ela se apoia no balcão e me encara por alguns segundos. —Isso foi no meu hospital, eu não posso nem acreditar.

—Tudo bem, Grace. Quando o Arthur estiver em casa, tudo vai ficar mais claro.

—Ah, eu quero tanto que ele volte, eu vou encher ele de beijos e nunca mais ficar longe dele. —Grace murmura sorrindo amplamente.

—É melhor a gente oferecer algo para eles, vamos. Eu sei que Christian vai chegar a qualquer momento.

➳➳➳➳

Christian Grey

Eu não posso acreditar, realmente não posso. Eu estou uma fera. Mas ao mesmo tempo estou muito feliz. Quando eu achar Arthur, porque eu vou achar, eu vou descobrir quem fez isso, e eu vou acabar com essa pessoa com as minhas próprias mãos. Eu faço questão.

Estaciono bruscamente na frente do hospital e já vejo os homens de Taylor e a polícia cercando tudo. Saio do carro e Taylor vem na minha direção com um olhar furioso. Ele está bravo. Eu sei que está. Porque isso aconteceu bem debaixo dos nossos narizes e só percebemos graças a uma criança de três anos.

—Então? —Pergunto.

—Nós temos um casal, eles deram entrada no hospital, umas horas antes da suposta morte de Arthur. O bebê deles, com a mesma idade, estava com problemas no coração, milagrosamente depois eles foram embora com a criança bem.

—Malditos! —Sibilo socando o carro. —Me passe o endereço deles!

—Eu vou leva-lo o senhor lá. —Taylor diz e eu balanço a cabeça entregando a chave do SUV para ele.

Entro na frente com Taylor e mais três homens entram no banco de trás. Enquanto andamos pelas ruas, posso ver alguns carros atrás de nós. São homens de Taylor, e polícia também. Eu estou aflito, verdadeiramente aflito. Eu quero que esse bebê seja Arthur. Eu nunca me senti tão vazio quanto quando pensei que ele estava morto... apenas quando Anastásia me deixou, mas isso eu resolvo depois, tudo que eu quero nesse momento é encontrar meu bebê e leva-lo para casa.

Os minutos parecem incessantes, e a cada carro que ultrapassamos eu sinto o ar me faltar um pouco. Eu só vou conseguir relaxar quando ver Arthur. Meu bebê. Eu preciso saber que ele está bem. Que ele está vivo. Eu não suportaria saber que ele...

Respiro fundo e encaro a estrada. Ele está doente desde que Anastásia nos deixou, talvez esse seja o motivo da sua febre, eu não tenho certeza. Eu só quero que ele esteja bem. Eu vou leva-lo para casa, e nunca mais vou sair do lado dele, nem que ele tenha que estar presente até nas reuniões mais importantes. Eu preciso do meu filho.

Taylor estaciona o carro em frente a uma casa pequena de cor verde, ele desce e vem abrir minha porta, apenas ajeito meu blazer e sigo na frente enquanto Taylor e os policias me seguem. Assim que me aproximo da porta posso ouvir um choro alto de bebê e isso aquece meu coração por completo. É Arthur, eu sei que é. Eu reconheceria seu choro em qualquer lugar.

Toco a campainha insistentemente e os segundos parecem não passar.

—Saia da frente, Sr. Grey! —Taylor diz pedindo espaço e eu dou. Ele dá apenas um chute na porta e ela cai sem cerimonias.

Entro dentro da casa e a primeira coisa que vejo é um homem vir na nossa direção, falando algo, mas eu estou surdo nesse momento, posso apernas ver Sawyer jogando-o contra a parede, então eu continuo caminhando em direção ao choro. Meu coração acelera ainda mais quando chego a sala e vejo uma mulher balançando-o... é ele... meu Arthur.

Seu olhar cinza brilha e ele se cala me olhando, então ele começa a soltar vários gritinhos. Sorrio e caminho em direção a ele.

—O que é isso? O que vocês estão fazendo na minha casa? —A mulher grita, mas tudo que eu faço é tomar Arthur dela. —Meu bebê! Meu bebê!

—A Senhora tem o direito de permanecer calada. —Detetive Clarck diz algemando ela. —Tudo o que disser pode e será usado contra você nos tribunais. Vocês estão sendo presos por sequestrar Arthur Grey.

—Não... ele é meu bebê. Meu. —A mulher insiste.

—Você não é mãe dele. —Sussurro com ódio. —Enquanto eu estava prestes a enterrar seu filho, você tinha o meu aqui.

Ajeito Arthur contra meu peito e seguro sua mão vendo sua manchinha. Sorrio e dou um beijo sobre ela enquanto o balanço.

—Não. Ela me deu ele. Ela me deu! —A mulher grita enquanto é arrastada para fora da casa.

Eu não tenho ideia de quem faria isso, mas eu não quero pensar sobre isso, não nesse momento.

—Taylor, eu quero saber o que houve, mas por hora, eu vou levar o Arthur para casa. —Sussurro abraçando meu bebê.

—Eu vou informar assim que possível, Sr. Grey, Sawyer irá te levar.

—Certo.

Tiro meu blazer com cuidado e envolvo em Arthur, ele ainda está com febre para a minha surpresa, mas eu acho que sei as pessoas que podem curar isso. Caminho para fora da casa com Arthur e entro no carro rapidamente quando vejo os jornalistas já chegando.

Conforme vamos nos aproximando de casa, percebo que os minutos parecem estar voando. Eu estou ansioso. Quero meu bebê em casa, no seu berço, chorando a noite para eu cuidar dele. E eu não vou perder mais nenhum momento como esse. Nunca mais.

Suspiro ao ver uma multidão de fotógrafos e jornalistas na porta do Escala. Eu me pergunto como eles descobrem tudo tão rápido. Sawyer segue para a garagem, onde na entrada tem seguranças barrando as pessoas, passamos por ele e logo estou descendo do carro com Arthur em direção ao elevador.

Meu coração está cada vez mais acelerado, então eu acho que ele vai parar. Arthur parece reconhecer a casa, ele está dando gritinhos conforme nos aproximamos do andar, então chegamos ao último e eu saio com ele, ele solta um gritinho alto, super alto e a porta se abre, Grace sai e sorri completamente emocionada. Ela cobre a boca com a mão e me dá espaço para entrar.

Todos ainda estão aqui, e minhas garotas estão perto da cozinha, distraídas. Então Arthur solta o grito mais alto que já ouvi e começa a chacoalhar as mãozinhas começando a gungunar.

—Mama, mama. —Ele grita repetidas vezes e Anastásia e Alice se viram.

—Tuntum. Tuntum. Ele voltou! —Alice grita gargalhando e todos se viram.

Alice corre na minha direção e eu me abaixo, Arthur grita para ela e começa a se jogar enquanto ela gargalha e lhe enche de beijos. Anastásia se aproxima completamente emocionada e estende os braços, sorrio e me levanto lhe entregando Arthur. Ele olha para ela, com os olhinhos marejados, então se recosta no peito dela que o segura de forma protetora.

Abaixo-me sorrindo e pego Alice. E ficamos assim, observando Anastásia e Arthur juntos.

Viro-me e sorrio ao ver Grace completamente emocionada, e eu devo estar igual. Essa é a cena mais linda que eu já poderia contemplar. A garota que eu amo, segurando o meu filho.

➳➳➳➳

Horas Mais Tarde...

Todas as pessoas já foram embora, realmente aliviadas por não termos um enterro... bem, Bernardo terá. O bebê que eu pensei ser Arthur, eu decidi enterrá-lo, ele não merece os pais que teve, e nem por isso deverá ficar à mercê do hospital, para ser enterrado como um indigente. Ele terá seu funeral, Taylor contatou seus avós, e nesse momento eles devem estar resolvendo essas coisas.

Minha família ainda está aqui, na sala. Eu estou sentando ao lado de Anastásia e Alice está nos meus braços me dando alguns beijinhos pelo meu rosto. Arthur está nos braços de Anastásia, ele tomou banho, está com uma roupinha limpa e está dormindo tranquilamente, até sua febre abaixou.

—Eu vou ficar com ciúmes de tantos beijos assim no meu filho. —Grace diz e Alice sorri de forma tímida. —Eu quero muitos beijos também.

Alice sorri novamente e desce do meu coloco indo para os braços de Grace, ela começa a tocar o rosto da minha mãe e logo lhe enche de beijos. Grace parece emocionada, muito emocionada.

—Tão ninda... —Alice sussurra ganhando de vez o coração de Grace.

Viro-me para encarar Anastásia e a pego me olhando, ela sorri vergonhosa e vira o rosto para o outro lado. Nós não conversamos ainda, mas eu vou pedir desculpas a ela... eu passei dos limites, mas não quero que ela vá embora nunca mais. E se for para tê-la aqui, eu vou me esforçar para me conter em relação a ela. Eu preciso dela, mais que tudo. Mais do que a minha maldita mania de controle.

—Olha... seu pai está chegando. —Grace sussurra e eu me remexo desconfortável.

—É melhor você ir encontrá-lo lá embaixo. —Murmuro encarando-a.

Eu não tenho uma boa relação com Carrick, por não seguir sua carreira dos sonhos, por não aceitar quando ele arranjou um casamento para mim, e por ele dizer que Anastásia não era boa o suficiente para mim. Ele não a conhece, não sabe nada sobre ela. Ela é a garota certa, eu não tenho dúvidas. E eu não vou deixar Carrick interferir na minha vida novamente, não como ele fez com Elena. A única coisa boa do nosso casamento foi Arthur, e nada mais. Eu vivi um inferno com ela por mais de dois anos, e não vou cometer o mesmo erro.

Eu quero ser feliz, e sei que minha felicidade está ao lado de Anastásia, Alice e Arthur.

—Você tem razão. —Grace murmura. —Mia, é melhor nós irmos. Ethan, nós vamos deixar você em casa.

—Está bem. —Ethan e Mia sussurram juntos.

—Nós também já vamos. —Elliot diz se levantando com Kate.

—Eu levo vocês na porta. —Digo me ponde de pé e pego Alice no colo.

—Ana, foi um grande prazer, eu espero te ver outras vezes, e você também, mocinha. —Mamãe sussurra olhando Alice e Ana que sorriem da mesma forma.

Sorrio para Anastásia e caminho até a porta com minha mãe, meus irmãos e cunhados. Deixo Alice beijar cada um e então me despeço. Retorno a sala e sorrio para minha garota. Ela está acariciando as costas de Arthur. Ele está tão quieto que eu estou ficando com medo, mas ele se mexe e resmunga o que me deixa mais aliviado.

—Ele está tão lindo. —Anastásia murmura.

—Ana... nós podemos conversar? —Pergunto e ela apenas balança a cabeça. Levanto Alice no alto e ela gargalha. —E você, mocinha? Hora de dormir?

Doimi na cama do Tuntum? —Ela pergunta sorrindo.

—Claro que sim. Vamos lá.

Dou um beijo no pescoço de Alice e ela gargalha. Vou indo na frente com ela e a coloco no berço de Arthur. Eu não entendo, mas ela gosta de ficar aqui com ele, e depois de hoje, depois de ela ter percebido que aquele não era Arthur, eu quero muito que ela fique ao lado dele. Eu sei que essa menina vai cuidar muito bem ele.

—Durma, ok? —Sussurro acariciando seu rosto e ela já começa a cair pelo sono. —Boa noite, Alice.

—Boa noite, papai. —Ela sussurra e meu coração simplesmente queima com uma emoção diferente.

—Posso entrar? —Viro-me sorrindo e encontro Anastásia na porta com Arthur.

—Vem. —Anastásia se aproxima com cuidado e coloca Arthur ao lado de Alice, então ela encara os dois.

—Ela ama você... —Anastásia murmura tocando o rosto de Alice.

—Eu a amo. —Murmuro e ela sorri, então percebo algumas lágrimas escorrendo em seu rosto. —Ei, o que foi?

—Eu agi como uma boba. —Diz me encarando com seus olhos tristonhos. —Eu magoei você, eu arrancei o colar na primeira briga, eu me sinto horrível. Isso não foi certo.

—Eu também errei, eu não queria te impedir de fazer suas coisas... eu só não estou acostumado a amar alguém.

—Amar?

Seu olhar brilha e eu apenas sorrio puxando-a para seus braços.

Eu não tenho dúvidas disso. Do amor que sinto por ela. Quando eu a vi a primeira vez, toda disposta a me ajudar com Arthur, eu soube o quanto ela era especial. E eu não a quero longe de mim. Nunca mais. Eu preciso dela. De Alice também.

—Vamos fazer de novo. —Sugiro enquanto acaricio sua nuca. —Da forma certa. Eu vou respeitar seus limites. Prometo cuidar de você, e da Alice. Eu quero ver vocês felizes.

—Ah, Christian.

—O que você me diz? —Afasto-a com cuidado e seguro seu queixo. —Me deixa ser o pai da Alice?

—Mas é claro que sim. —Anastásia sussurra chorosa e volta a me abraçar.

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Anastásia Steele

Ele me ama... eu não posso acreditar. Ele disse que me ama. E ele pediu para ser o pai da Alice. Eu não consigo lidar com tantas emoções. O dia de hoje realmente foi uma grande aventura. Sorrio e me levanto caminhando até a varanda. Christian está no banho, foi difícil convencê-lo a sair do lado das crianças, mas acho que ele finalmente entendeu que Arthur está aqui, e está bem.

Eu me sinto boba. Muito. Ele disse que me amava e foi tão inacreditável que eu não respondi, mas eu sei que sinto o mesmo. Ele... ele é tudo que eu sonhei, e eu jamais poderia deixá-lo novamente. E eu não quero isso. Eu quero lutar pelo que temos, por todo esse sentimento. Quando ele me pediu para ser o pai da Alice, eu sabia que havia encontrado a pessoa certa.

Eu fui uma completa idiota deixando-o na primeira desavença. Eu não posso deixar minha insegurança decidir meus sentimentos. Aqui é onde eu quero estar. Ao lado de Christian e Arthur, e Alice com certeza quer isso também.

Viro-me quando ouço a porta do banheiro abrir e Christian sai de lá. Minha respiração falha miseravelmente e minha boca fica seca. Ele está apenas com uma toalha na cintura e algumas gotas de água ainda se fazem presentes. Ele sorri e para ao lado da cama me olhando, então eu me aproximo com o coração disparado. Paro em sua frente e automaticamente começo a morder o lábio.

Com cuidado Christian usa o polegar para liberar meu lábio dos meus dentes. Fecho meus olhos quando ele toca meu rosto vagarosamente. Minha pele pinica embaixo de seu toque e o desejo começa a crescer em mim. Abro meus olhos lentamente e vejo seu olhar escuro, cheio de desejos e promessas.

Em um gesto calmo ele escorrega sua mão do meu rosto até meu ombro, sua outra mão repousa com cuidado em meu outro ombro e ele me encara, como se pedisse minha permissão. Balanço a cabeça sorrindo de forma tímida. Eu não poderia estar mais certa disso.

Vagarosamente ele escorrega as alças da minha camisola de ceda pelo meu corpo, então logo ela cai, suavemente até o chão, e eu estou nua em sua frente. Meu sangue esquenta e eu sinto minhas bochechas queimarem. Torno a morder meu lábio e estendo minha mão devagar, ele enrijece, mas não me para, então solto a ponta que prende sua toalha e ela cai suavemente no chão revelando seu corpo completamente nu.

Levanto o olhar e ele sorri me encarando.

—Você quer isso? —Christian pergunta com a voz rouca.

—Sim. —Sussurro. —Eu amo você, Christian.