O CEO que Eu Paguei
34 Usando a boca
A boca dela descia com vontade, lenta e firme. Ele soltava gemidos roucos, abafados, com os olhos semicerrados — como se cada movimento da língua dela fosse perigoso demais. A mão dele estava cravada nos cabelos dela, guiando com cuidado, mas firmeza.
— Porra, Helena… — ele sussurrou, os olhos cerrados. — Cê sabe o que tá fazendo comigo?
A outra mão dele passeava pelas costas dela, descendo devagar, sentindo a pele quente por baixo do vestido que já estava subindo sozinho. Ele parou na curva da lombar, passou os dedos por cima da barra da calcinha e a puxou de leve, revelando toda a bunda dela.
— Isso aqui… — ele rosnou, puxando. — Não tem condição, não… porra… mama a minha rola…delícia…
Ele pressionou os dedos contra a calcinha enfiada na bunda dela, e foi deslizando os dedos até sentir o calor úmido que vinha por baixo do tecido fino. Soltou um palavrão baixo, roçando os lábios abertos, surpreso com a intensidade.
— Tá toda molhada… É isso que você vira por minha causa? — Ele falou com a voz arrastada, mais rouca do que nunca. — Mal encosto e já tá assim… Cê me provoca até quando tenta fingir que não quer.
Helena respondeu com um olhar de baixo para cima que o fez quase perder o controle.
Ela continuava com a boca nele, os movimentos mais profundos, mais firmes, enquanto a mão dele deslizava do quadril até o vestido, puxando o tecido de vez para cima, deixando-a completamente exposta. O vestido amarrotado na cintura, a luz fraca da rua cortando o vidro e iluminando a pele dela.
Heitor jogou a cabeça para trás, raspando ela no teto do carro, soltou um suspiro longo. Ele passou a língua nos próprios lábios, o corpo tenso, quase explodindo de desejo. Ele pensava em contratos, em números em qualquer coisa para não gozar ainda.
— Cê vai acabar comigo, mulher… — disse entre dentes. — Desse jeito eu te deito aqui agora e não paro até ouvir você implorar.
Ela respondeu com uma risadinha rouca, a boca ainda nele, provocando como se soubesse que tinha o controle — e adorasse brincar com isso. A cada provocação, a cada gemido, o tesão entre eles só aumentava. Era crua, urgente, quente.
Heitor puxou levemente os cabelos dela para fazer com que ela o olhasse de novo. O olhar dele era de um homem prestes a tomar posse do que já era dele.
— Olha pra mim, Helena. Eu quero ver a tua cara enquanto faz isso.
E ela olhou. Os olhos castanhos brilhando, a boca ocupada, as bochechas coradas — um retrato do caos mais delicioso que ele já sentiu.
— Caralho… meu sonho ver você de joelhos assim para mim…
Helena continuava com a boca nele, ela começou a aumentar a velocidade, sentindo ele raspar na garganta dela. Heitor estava perdendo o controle a cada segundo que se passava.
— Porra… — ele murmurou, os olhos fixos nela. — Se continuar assim, eu vou encher essa tua boquinha de leitinho, sabia?
Ele ofegava, os músculos tensos, o maxilar travado. Mas logo completou, com a voz mais grave e arrastada ainda:
— Mas não. Quero gozar metendo. A primeira vez tem que ser dentro de você.
Helena soltou o membro devagar, deixando a boca escapar com um som estalado e molhado. Uma linha fina de saliva ainda conectava os lábios dela ao pau dele. O olhar que ela lançou em seguida fez Heitor enlouquecer. A boca toda melada de saliva.
Ele a puxou com força pela cintura, a boca dele indo direto para a dela num beijo urgente, profundo, quente. A língua explorando com vontade, as mãos firmes, possessivas, como se precisassem sentir que ela não era um sonho — que aquilo estava realmente acontecendo.
Com a outra mão, ele puxou o vestido dela com impaciência, erguendo até passar por cima da cabeça dela, jogando em algum canto do carro. E então ele viu.
Helena estava com uma calcinha fina e dois adesivos cobrindo os mamilos — algo que parecia mais provocação do que proteção. Heitor prendeu a respiração.
— Você veio assim pra me matar, né? — ele sussurrou, olhando o corpo dela como se fosse arte.
Ela riu com um ar malicioso. Mas não teve tempo de responder.
Heitor se abaixou de uma vez, beijando o meio dos seios por cima dos adesivos. O calor da boca dele a fez arquear o corpo. Ele sugava, lambia, roçava os lábios com precisão — como se mapeasse cada reação dela. E então, com um movimento ágil, ele prendeu um dos adesivos com os dentes e puxou devagar, arrancando com um estalo suave.
Ela mordeu os lábios com força.
— Você é doente — sussurrou, rindo, ofegante, tremendo.
— Doente por você — ele respondeu, já arrancando o segundo com a boca também.
A língua dele logo substituiu o espaço vazio, quente, molhada, pressionando com desejo e devoção. Ele sugava devagar, depois mais forte colocando o máximo que conseguia na boca, e a mão livre subia pelas costas dela até envolver a base da nuca, puxando-a pra mais perto.
— Cê tem noção do que tá fazendo comigo? — ele perguntou, ainda ali, com a boca nos seios dela. — Tá toda arrepiada… tá se desfazendo só com a minha boca.
Helena estava com a respiração entrecortada, os olhos fechados, sentindo o corpo inteiro reagir como se estivesse em combustão. As mãos dela estavam no cabelo dele, segurando, puxando, gemendo baixinho o nome dele como se tentasse se conter — mas não conseguia mais.
Heitor era firme. Sabia exatamente o que fazia. Como segurar, como morder, como provocar com o peso certo, a pressão exata. Ele não era gentil. Era preciso.
E Helena? Já nem lembrava mais onde estavam.
Quando ele subiu de novo, os olhos azuis escuros de desejo e a boca molhada, ela estava entregue. Mas Heitor ainda não tinha terminado.
— Agora… — ele sussurrou contra a boca dela, segurando sua cintura. — Agora você vai entender o que é ser fodida de verdade.
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